DESVIADOS

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Comido pela cunhada.

Comido pela cunhada.

by: centauro19x5

Em 75 eu morava em Ilhabela, num chalezinho frente ao mar. Um dia uma das cunhadas (eram quatro irmãs), a Rita, separou-se do marido e veio morar conosco. Fiquei contrafeito, o chalé era compacto e ela tinha duas crianças pequenas. Mas circunstância de vida é circunstância de vida, tive que aceitar.

Algumas semanas depois minha primeira esposa viajou para São Paulo, Rita ficou tomando conta da casa, fazendo a comida, essas coisas. Durante o dia ela ficava na praia, um reduzido biquíni mais mostrando e salientando que ocultando suas formas. Tomando sol, de bruços, era uma tentação em forma de mulher, forcei-me a não pensar besteiras e nem ficar olhando, para não passar vontade.

À noite eu estava vendo televisão quando ela subiu as escadas. O único quarto era no mezanino, a tv ficava defronte nossa cama de casal. Eu trajava apenas a calça do pijama, fechada por um cordão, a braguilha sem botões, e estava coberto por um simples lençol.

Rita trajava uma discreta e comprida camisola azul escura que lhe chegava até os pés, nada provocativa.

- Posso ver um pouco de televisão? – pediu. - Tranquei a porta lá de baixo.

Até um pouco contrafeito, concordei, sem pensar no alcance do que ela dissera. Lá em baixo estavam suas crianças dormindo, atrás da dita porta que trancara.

Rita sentou-se no chão, ao lado da cama. Ficou vendo tv silenciosamente. A situação começou a ficar chata.

- Sente-se na cama, Rita – pedi. – Não há motivo para você ficar aí no chão, só peço que não comente nada com sua irmã.

Ela relutou um pouco, mas acabou aceitando. Começamos a ver um filme tardio, o cansaço chegou, meu dia havia sido comprido. Sob a contraluz do aparelho vi inesperadamente que meu pau estava perfeitamente delineado pelo lençol, revelador, virei-me de lado para disfarçar.

- Veja televisão o quanto quiser, Rita. Deite-se, fique mais confortável – ofereci, sem segunda intenção nenhuma (nem primeira, seus sabidinhos). – Vou dormir, desligue quando for dormir, boa noite.

Ela respondeu ao boa noite, deitou-se a meu lado cobrindo-se recatadamente com o lençol, bem longe de mim. Procurei não pensar em nada, meus olhos começaram a pesar, em pouco tempo eu estava entrando no chamado mundo dos sonhos.

Acordei confusamente sentindo sua mão em meu peito. A tv estava ligada, Rita aparentava dormir. Fiquei quietinho, indeciso entre tirar sua mão ou deixá-la onde agradavelmente estava. Foi quando percebi sua mão mover-se um pouquinho para baixo, fiquei até na dúvida de que isso realmente acontecera, talvez tivesse sido um relaxamento muscular dela provocado pelo sono.

Mais uma vez senti sua mão movimentar-se levemente, chegando próxima ao umbigo, fiz de conta que estava adormecido. No próximo movimento a mão parou sobre a laçada do cordão, gelei quando Rita o puxou e desatou com suavidade. Mais um pouco e, desta vez, foram seus dedos que se estenderam vagarosamente até tocar meu caralho que estava em riste.

Por algum tempo a ponta de seus dedos ficaram apenas apoiados na lateral latejante de meu pau, como se avaliando se eu estava realmente dormindo. Fiquei petrificado (nos dois sentidos). E então, com cuidado, ela envolveu ternamente meu cacete. Segurou-o por alguns instantes, sentindo o tamanho e grossura, começando aos poucos vagarosos movimentos de vai e vem. Olhos semicerrados, percebi que o lençol ondulava sobre Rita, ela estava se masturbando ao mesmo tempo que me batia uma punheta. Ela quase perdeu o controle da situação quando sua mão se acelerou em meu pau e senti seu corpo estremecer ao lado do meu quando ela gozou.

Rita então me soltou e ficou quietinha por um tempo. Olhou-me atentamente, certificando-se que eu “dormia”. E então levantou-se e saiu da cama.

“- Não, não vá embora – supliquei mentalmente.”

Mas ela não ia. Despiu a longa camisola, ficando apenas com uma menorzinha que estava sob ela (seria talvez o antigo baby-doll) e tirou a minúscula calcinha. Neste meio tempo eu me virara em meu “sono profundo”, ficando deitado de lado, voltado para ela.

Rita deitou-se e ficou imóvel. Menos de um minuto depois senti sua mão buscar novamente meu pau, certificando-se que continuava enrijecido. Ela então virou-se também de lado e, de costas para mim, aproximou seu corpo delicioso do meu.

Incrédulo, senti Rita conduzir meu pau latejante para a racha apetitosa e inserir a ponta da cabeçorra por trás naquele intenso calor molhado.

Ficou quietinha novamente por um momento, as contrações de sua abertura se fazendo sentir em minha pica que ansiava por se enfiar naquela buceta que me queria. E então ela empurrou vagarosamente a bunda contra mim, fazendo o caralho penetrar aos poucos em suas entranhas em fogo. Começou a se movimentar lentamente em meu pau, fazendo-o ir e vir deliciosamente, não agüentei mais e me projetei de vez contra ela, fazendo meu pau se cravar até o fundo.

Abracei-a, envolvendo seu seio por sobre o lençol e comecei a estocar com toda a ansiedade e tesão que ela me provocara. O caralho ia e vinha deliciosamente, e quase no momento seguinte ela gozou fortemente, um violento orgasmo estremecendo seu corpo.

Sem nada dizer tirei o caralho latejante de seu corpo gostoso. Joguei longe a calça do pijama, deixei-a inteiramente nua e coloquei-me entre suas pernas abertas. Reclinei-me sobre ela, beijando um dos seios de passagem, Rita abraçou-me com uma das mãos e, com a outra, reconduziu minha pica para a buceta gulosa.

Recomeçamos a foder com toda a volúpia que estávamos tomados. Meu caralho ia e vinha incansável em sua buceta apertadinha, que me sugava com sofreguidão. Ela devia estar muito carente de pica, pois logo gozou pela terceira vez, desta vez aos gritos, tapei sua boca com a mão para que não acordasse as crianças.

Continuei a estocar ferozmente suas entranhas, logo em seguida ela teve o quarto orgasmo e eu me esporrei merecidamente todo dentro dela, continuei meu ir e vir até o caralho perder a rigidez.

Afaguei seu rosto com carinho e ela foi tomar um banho. Depois desceu e foi dormir com suas crianças, saciada e em paz. Pelo menos por aquela noite inesquecível.

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