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EXPERIÊNCIAS DE UM HOMEM CASADO

EXPERIÊNCIAS DE UM HOMEM CASADO

by: caracasado

EXPERIÊNCIA DE UM HOMEM CASADO

Estou no segundo casamento e gosto de mulheres. No primeiro, fui namorado, noivo e juntado, durou 10 anos incluindo tudo, já no segundo, sou casado mesmo e tenho filhos, durou 19 anos. Vivi experiências diferentes com minhas duas esposas. Atualmente sou casado oficialmente, mas acabei de me separar. No primeiro, minha então noiva me amava mas me traia, eu com ciúmes e não me separava. Era sempre a mesma coisa, eu puto por ter sido traído, ela começava e me beijar, me lamber e terminava com o que eu gostava e ela sabia, levava lambida no cú, fica excitadíssimo e ficava tudo bem, até ela dar pra outro cara, negar, brigar e tudo acontecia de novo. Gostava de imaginar ela com outro, mas tinha ciúmes, pode ser uma coisa louca, mas era real. Eu mesmo comprava calcinhas fio dental pra ela, deixa ela se exibir em público, adora os caras comer ela com os olhos, mas quando alguém comida de verdade ficava puto. Sei lá o que passava pela minha cabeça, deveria ser louco mesmo. Nesse período, sempre imaginei eu lambendo a buceta dela depois dos caras terem gozado, era uma fantasia escondida minha. Naquela época não havia celular popularmente falando só se sabia dos fatos depois que encontrava a pessoa e uma bela noite, desconfiado pela demora dela, acabei ficando excitado com a ideia e quando ela chegou, lá pela 1h da madrugada, nem deu pra disfarçar, tava com aquele cheiro de porra na buceta, bem característico de quem levou varada na buceta. Assim que ela se deitou, me deu um beijinho na boca de boa noite e estava com a boca meio que salgadinha, percebi que ela havia também bebido porra e meu pau ficou mais duro que nunca. Comecei beijar ela e acabei caindo de boca na buceta melada dela, ainda tava cheia e acabei gozando muito, senti que ela ficou meio sem jeito no começo, mas depois rolou de tudo, não comi ela nessa noite, apenas gozei chupando a porra do cara e me masturbando, foi uma das melhores gozadas da minha vida. Fomos dormir e no dia seguinte ela só comentou que na noite anterior eu estava tarado, mas ninguém tocou no assunto da porra dentro dela. A partir daí, ela dava e eu lambia porra, sem mais reclamações e sem perguntas ou respostas. Ela já lambia meu cú por saber que eu gostava e ficou assim, eu lambendo porra e levando lambida no cú, uma maravilha. Nosso relacionamento ficou melhor e eu que já havia levado varada no cú quando garoto e já havia mamado em um viado ainda quando tinha 12 anos, comecei a me lembrar disso, bater punheta pensado no amigo que me comeu quando garoto, mas que não havia gozado em mim e no viado, que depois de comer havia mamado no pau dele, mas foi rapidinho, já que o pau estava sujo e eu tive nojo. Naquela época o medo e o pau sujo superaram o tezão, então foi apenas uma mamada rápida, levei até a garganta e tirei. Daí pra frente todo tipo de fantasia rolou, mas meu casamento não durou mais que os 10 anos, me apaixonei loucamente por outra mulher que era casada, não rolou e acabei me casando com uma terceira que virou mãe dos meus filhos e que acabei tendo mais cumplicidade que a primeira. Com essa, acabei confessando minhas experiências de criança e ela acabou revelando que adorava cú de homem e ficou melhor ainda, além de lamber por horas meu cú, metia do dedo e íamos contando a cada vez quantos dedos meu cú ia aguentando, chegando a meter 3 dedos de uma vez só até que passamos para um consolo, do tamanho de meu pau que tinha 16 Cm. Cheguei a ter o cú ardendo o dia inteiro uma vez que resolvi aguentar tudo doa o que doer, coloquei ele na tampa do sanitário, estava sozinho esse dia e fui sentando devagar até que foi tudo. Fui trabalhar com o cú ardendo e estava feliz. E minha vida foi: sexo, lambida no cú, dedada, consolo até o talo, fantasia de ver minha mulher com outro bem resolvida com ela sabendo, sonhando com uma pica no cú, minha mulher sabendo desse meu sonho e da minha preferência por um negão caso acontecesse, cheguei a apresentar ela para o viado que eu mamei em uma das minha viagens à terra natal, tarado por mulheres, até que desenvolvi outra tara de ver picas em banheiros masculinos. Sempre que minha mulher me mamava, contava pra ela experiência que havia tido real, mas era apenas fantasias que depois de gozar contava pra ela que não havia acontecido de verdade, eu teria mamado em um cara e blá...blá...blá e acabávamos rindo. Uma d as coisas reais aconteceu no banheiro do metrô de Copacabana, eu vi uma pica de um negão mijando, era enorme, deveria ter uns 20 Cm e acabei fixando a pica sem me importar em ser indiscreto, meu coração batia forte e eu consegui não me importar com nada fazer o que eu estava gostando, cheguei a ficar tão excitado que levantei os olhos, olhei para o negão, ele olhou pra mim, eu baixei os olhos para o pau dele bem pra ele ver e ele ficou com a pica dura, nossa, foi minha maior experiência depois de adulto, O banheiro estava cheio, o negão apenas virou um pouco para meu lado, eu também virei um pouco pro lado dele, ele viu minha pica dura de tezão pela dele, ai ele arregaçou a cabeçuda da pica, deu uma balançadinha, teve dificuldades em guardar por ela estar dura, deu um sorriso e saiu. Nossa, bati punheta o mês todo por essa experiência e passei a ir sempre nesse banheiro. Minha esposa ouviu a história enquanto me mamava, o que mudou é que não desmenti no final e ela disse: amor toma cuidado com isso. Ia sempre ao mesmo banheiro e nada do negão, alguma pica bonitas, outras nem tanto, mas passei a ser frequentador assíduo daquele banheiro e como olhei picas, nossa, muitas. Um sábado entrei no banheiro e tava um japonês, até um acara bonito, pesar de não gostar de homem, não tenho tara por homem, beijar essas coisas, apenas em pica. O japinha tava mijando e notei que ele olhava em volta para ver se as pessoas saiam, olhei para a pica dele e estava dura feita pedra, apesar de ser um pau de aproximadamente uns 13 Cm e ainda branco, acabei ficando de pau duro e comecei a gostar da situação. Cada um demorou a mijar e foi saindo todo mundo até que ficou nos dois e ficamos um olhando para o outro, até que ele começou a se masturbar e o celular dele tocou, se: coragem e me dirigi a ele, a voz quase não saiu e disse: é seu celular? Como se não soubesse e ele respondeu, deixa tocar. Perguntei: está sujo, ele respondeu que não. Ganhei mais coragem e peguei no pau dele ali mesmo, ele também pegou no meu. Arregacei o pau, passei a mão na cabeça, levei na língua e realmente estava limpo, sem cheiro ruim e com todo o perigo da loucura, abaixei e mamei ali mesmo, no salão do banheiro, não sabia qual seria minha reação, se ia gostar ou não, acabei gostando, levei até a garganta, foi fácil pelo tamanho, tive um pouquinho de nojo pelos pentelhos dele encostar-se à minha boca, mas superei isso com o tezão. Perguntei se ele não queria ir à última cabine dos Box de banheiro, ele topou e fomos. Era pra rolar mesmo, não entrou mais ninguém no banheiro até a gente ir para a cabine. Lá a mamada foi mais gostosa, o fato de poder mamar sem medo era tão boa quanto mamar enquanto se corria risco de ser pego. La ele não pegou no meu pau, era só eu mamando e ele se masturbando, eu me masturbava também. Entrou gente no banheiro, ele parou e fazer movimentos, e eu também, ficamos em silêncio para não chamar a atenção e por uns 3 minutos mais ou menos eu mamei quietinho. Dei pra ver o som do pessoal saindo de novo, ele votou a se masturbar, eu querendo mamar mais, ele tirava da minha boca pra se masturbar melhor e eu com a boca em cima, sentido o movimento da cabecinha entrando e saindo da minha boca. Quem já passou por isso sabe do que estou falando. Continuei me masturbando até que ele pegou no meu pescoço e achei que ele queria me beijar, não quis, ele apenas não queria emitir som dizendo que iria gozar, ai ele me forçou pra baixo como que pedindo pra eu mamar e foi só encostar a boca e lá veio muita porra. Fiquei apreensivo sem saber se seria bom, veio o primeiro jato, gostei, acabei pegando toda porra na boca, depois cuspi fora e só então gozei. Ele fez silêncio por ter entrado gente no banheiro, acho que os últimos jatos de porra na minha boca já foram com gente no banheiro, mas só me dei conta depois que gozei. O pessoal demorou mais do que imaginávamos, então sai primeiro do Box, como se nada tivesse acontecendo e deixei-o lá dentro, só que o babaca saiu também e foi embora. Eu lavando a minha boca suja de porra, os caras olhando pra mim sem entender nada. Sai e fui embora também. Nenhum dos 3 caras falou nada. Peguei o metrô, passei a cuspir o tempo todo, com um pouco de nojo, não sei por que se eu havia gostado. Desci na praça da tijuca e comprei um refrigerante e passei a me sentir melhor. Depois disso fantasiei que ainda havia limpado o pau dele, mas isso não foi verdade. Isso aconteceu no dia 4 de junho de 2011, um sábado e nunca mais vi o japa nem o negão. Hoje estou separado, coincidentemente tendo mais liberdade não vivi nenhuma outra experiência que mereça relato até a data de hoje, dia 05 de maio quando estou tendo coragem de escrever essa história que é verdadeira.

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