DESVIADOS

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Fui estuprado por mendigos na ferrovia velha de Campinas voltando bêbado da sauna gay

Fui estuprado por mendigos na ferrovia velha de Campinas voltando bêbado da sauna gay

by: mmourasp1982

Sou Rick, olhos verdes, cabelos castanhos (às vezes raspado total), 1,83m, 93kg, um pouco gordinho, pele branca lisinha, cu rosado que já levou muita rola mas ainda reclama e incha quando é arrombado sem preparo.

Isso rolou numa noite quente de sábado em Campinas, eu tinha saído da sauna gay no centro, daqueles buracos fedorentos cheios de macho suado e putaria no vapor, já tinha chupado uns paus no glory hole, levado rola no escuro e bebido umas latas de cerveja barata pra soltar o cu. Saí de lá tonto pra caralho, pau meia-bomba ainda duro de tesão, short tactel folgado sem cueca, camiseta suada grudada na barriga gordinha. Decidi voltar a pé pela linha da ferrovia velha, aquela merda abandonada cheia de mato alto, trilhos enferrujados e vagões podres parados no breu. Caminho de bosta, escuro e perigoso, mas eu tava bêbado e com o cu piscando, pensando que seria foda se algum cara me pegasse ali e me fodesse cru.

Andei uns 15 minutos tropeçando em lixo e pedras, o ar fedendo a mijo seco e merda de cachorro, quando ouvi gargalhadas roucas no escuro. Dois mendigos tavam acocorados num vagão ferrado, portas escancaradas, paredes pichadas de xingamento, bebendo pinga de garrafa plástica e fumando bituca de cigarro encontrada no chão. Um era magrelo e alto, pele preta encardida de sujeira, barba emaranhada com piolho visível, dentes podres e faltando, fedendo a suor rançoso misturado com álcool barato. O outro baixinho e atarracado, barriga inchada de fome e cachaça, cabelo sujo e oleoso, cicatrizes de facada nos braços, short rasgado mostrando o pau mole balançando, camiseta imunda com buracos de rato. Eles me viram cambaleando e o magrelo gritou: “Ei, viadinho fresco, vem cá chupar os tios, sua puta de rua!”.

Eu tentei desviar, murmurei “deixa quieto”, mas tava lento da bebida e o atarracado pulou na minha frente, me deu um soco no estômago que me dobrou ao meio, cuspindo catarro na minha cara. “Cala a boca, fresco! Aqui na rua a gente manda”. O magrelo me pegou pelo cabelo e me arrastou pro vagão, me jogando no chão sujo cheio de poeira, caco de vidro e garrafas quebradas. Eu caí de cara no fedor, tentando me arrastar pra fora, mas o atarracado chutou minha costela e fechou a porta com uma barra de ferro enferrujada. “Agora você é nossa puta, viado. Se gritar, te mato e jogo no trilho”.

Eles me viraram de bruços no chão imundo, o magrelo pisou nas minhas costas pra me imobilizar, enquanto o atarracado rasgou minha camiseta com as unhas sujas e arrancou o short, me deixando pelado, bunda branca exposta no ar fedorento. O atarracado cuspiu um cuspe grosso e amarelo no meu cu, abriu a bunda com mãos encardidas e meteu três dedos de uma vez, girando forte. Doeu pra porra, senti a sujeira das unhas arranhando por dentro, gemi “não, porra”, mas ele deu um tapa forte na minha nuca: “Reclama mais, cadela. Seu cu de sauna tá pedindo pau de mendigo”. O magrelo abriu a calça fedorenta, pau uns 16cm, encardido de sujeira, crosta de sêmen seco e mijo, cheiro azedo de pica não lavada há semanas, e socou na minha boca. “Chupa, viado! Lambe essa rola suja até brilhar”. Eu engasguei com o gosto podre, vômito subindo, mas ele segurou minha cabeça e fodeu a garganta bruto, me fazendo tossir catarro e baba.

Enquanto eu mamava forçado, o atarracado cuspiu mais no cu e enfiou o pau dele, grosso e torto, uns 17cm, cabeça inchada e suja. Empurrou seco, sem pena, rasgando a entrada. Doeu como se estivesse cortando com faca, gritei abafado na rola do outro, lágrimas escorrendo misturadas com ranho. Ele socava animal, batendo a barriga fedorenta na minha bunda, cada estocada abrindo mais, sangue misturando com cuspe. “Toma, sua puta bêbada! Cu de viado fresco aguenta mendigo de rua”. O magrelo saiu da boca, cuspiu na minha cara e trocou: agora ele metendo no cu, pau sujo entrando cru, enquanto o atarracado fodia minha garganta, pau com gosto de mijo velho e suor rançoso, me enforcando com as mãos sujas.

Eles trocavam sem parar, um no cu, outro na boca, me virando como trapo no chão cortante. Eu tossia, vomitava um pouco de cerveja no chão, corpo tremendo de dor e bebida, mas o cu traidor piscava, pau meu babando no fedor. Me jogaram de lado, o magrelo meteu de frente, socando fundo enquanto o atarracado sentava o cu sujo na minha cara, me forçando a lamber o saco peludo e fedorento, cheio de piolho. Depois inverteram, o atarracado me esmagou com o peso, metendo bruto, tapas na cara que deixavam marcas vermelhas, xingando “viado de merda, toma rola de rua!”.

O atarracado gozou primeiro: agarrou minha cintura, enterrou tudo e esporrou dentro, porra grossa e fedida enchendo o cu, escorrendo quente pelas coxas. “Leita nessa puta!”. O magrelo acelerou, me deu soco na barriga e gozou também: jatos quentes e ralos, misturando, cu transbordando gosma fedorenta. Mas continuaram, o atarracado endureceu rápido, me virou de quatro e meteu de novo, socando selvagem, arrombando enquanto o magrelo mijava na minha cabeça, mijo quente e amarelo escorrendo pela cara, boca aberta engolindo o fedor, tossindo e cuspindo.

No final, o magrelo gozou mais uma vez dentro, me deixando vazando porra suja dos dois, cu destruído, sangrando um pouco, inchado como bola. Eles riram rouco, vestiram as calças imundas e me chutaram pra fora do vagão, pelado com as roupas rasgadas na mão. “Some, viado. Volta bêbado pra gente te rasgar de novo”. Andei o resto do caminho pra casa cambaleando, cu ardendo como fogo, escorrendo porra gosmenta pelas pernas, cheiro de mijo e sêmen podre no corpo todo, marcas de tapa e chute latejando.

Foi uma merda brutal, doeu pra caralho, mas era a degradação que eu fantasiava, levar rola forçada de mendigos fedorentos, virar buraco de rua sem escapatória. O tesão pela sujeira e violência valeu cada dor.

Telegram dogloversp pra quem quiser marcar algo sujo e perigoso assim. Estou sempre com fogo pra ser a puta de mendigos ou machos de rua.

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