DESVIADOS

🔞 Conteúdo adulto — 18+

A Prima Travessa e Insaciável.

A Prima Travessa e Insaciável.

by: ayeska

Era feriado e toda a família estava reunida na chácara do meu Tio, pai do meu primo Eduardo.

Após o almoço, alguns foram tirar uma siesta, outros; homens e mulheres foram jogar buraco.

Meu primo Eduardo, me chamou para dar uma volta pela propriedade, mas no fundo eu sabia o que ele queria e era o mesmo que eu.

- E aí priminha? Como está a facul? – me perguntou quando parei numa encosta para colher flores.

- Ah Du, é o primeiro ano e faz só 3 meses...mas tá indo. – respondi inclinando-me para colher uma rosa silvestre.

Não demorou muito, ele me agarrou por trás, apertando meus seios por cima da regata lilás, beijando minha nuca. Rebolei a bundinha, provocando-o.

- Estava com saudades da minha priminha putinha...-sussurrou no meu ouvido,me arrepiando.

Deixei cair as flores que tinha nas mãos, ele me empurrou contra o tronco de uma árvore próxima de nós.

- Voce é tão deliciosa, priminha...bato punheta pensando em você...! – exclamou ele, enfiando a mão pelo decote da regata, apalpando um dos meus seios rijos e redondos, os biquinhos já durinhos.

Seu joelho entrou por entre as minhas coxas, esfregando minha xaninha molhadinha por cima da calcinha. A sainha jeans curta facilitando seu acesso.

Meu fogo interior é inesgotável, a todo momento pareço estar excitada, como se meu corpo tivesse sido feito apenas para isso.

Meu primo Eduardo agarrou-me pelas coxas, afastando-as, e beijando minha pele.

Retirou minha calcinha e avançou sua língua, enfiando-a pela estreita abertura molhada.

Sua respiração e o toque sutil de sua língua, fizeram-me estremecer de gozo.

Agarrei a cabeça dele, apertando-o contra o corpo, enquanto olhava para ele, ofegando e gemendo. Sua língua penetrou minha buceta,gozei estremecendo toda.

Eu lambia meus próprios lábios, gemendo sem parar.

Ele continuou lambendo com gosto a minha bucetinha molhada, enquanto eu me contorcia e gozava.

-Ahhhhhhhhhhhhh Duuuuuuuuu que linguaaaa!!! Não paro de gozarrrr....aaaaaaaahhhhh ...

Ele continuou me chupando, meu corpo estremecia, meus joelhos ameaçaram dobrar-se de tanto tesão.

Ele enterrava sua língua o mais fundo que podia, apertando sua boca contra a minha xoxota.

- Venha... – eu disse, fazendo-o erguer-se.

Foi a minha vez de se ajoelhar diante dele, soltar-lhe o cinto e puxar a calçacom a sunga para baixo, expondo o caralho duro, com a glande avermelhada e maciça.

Olhando um para outro, como num entendimento silencioso, começamos a retirar o resto de nossas roupas. Me sentei na relva abrindo minhas pernas e expondo a xoxota molhada e depiladinha.

- Voce é mesmo deliciosa, priminha...

Suas mãos subiram pelo meu ventre, tocando meus seios, com os biquinhos vermelhinhos e duros de tesão.

Estremeci quando Eduardo posicionou sua pica na minha bucetinha.

Lentamente seu cacete foi deslizando para dentro da minha bucetinha molhada e apertadinha, ate que nossas pélvis se juntassem.

Eu o abracei cheia de tesão, beijando-o, enfiando minha língua na boca dele, que começou a movimentar os quadris, entrando e saindo de dentro de mim.

Fui ao delírio, perdendo totalmente a noção.

Comecei a gemer mais alto, enquanto ele golpeava minha bucetinha com vigor e potência, estocando seu caralho profundamente dentro de mim.

- Ahhhhhhhhhhh Duuuuuuuuuuu que loucuraaaaaaaaaa....aaaaaadeliciaaaaa....não pare....

Eduardo me abraçou com a pica dentro de mim, passei as pernas sobre as dele, enlaçando a sua cintura, seus movimentos frenéticos dentro de mim.

- Ahhhhhhhhhhh está muito gostosoooooooo...assimmm come sua cadelinha no cio...sua priminha ...sua putinhaaaaaa....aaaa você é gostosoooo....aaaaaaaa- minhas unhas arranhavam suas costas.

Ele acelerou seus movimentos.

- Duuuuuu....eu...estou gozandooooooooooo...aaaaaaaaaa está bom demaissssss....sssss – eu gritava cada vez mais alto, agarrando-me nele. Coordenando meus movimentos com os dele, enquanto nos acabamos de tanto prazer.

Suados e relaxados,ele me perguntou:

- Vamos até o riacho?

Ele me tomou pelas mãos e corremos nus até o pequeno riacho. Entramos na água morna e rasa

E nos deitamos.

Ele ficou acariciando meu corpo suavemente.

De olhos fechados, com o sol batendo no meu rosto, senti aqueles movimentos carinhosos percorrendo todo o meu corpo.

Suas mãos deslizaram pelo meu rosto, percorreram a curva do meu pescoço, massagearam meus ombros por um longo tempo.

Depois desceram para os meus seios, contornando-os, escalando-os de baixo para cima, esfregando e beliscando os biquinhos rígidos.

Eu suspirei.

Uma de suas mãos foi ao meu ventre.

Abri as pernas e sua mão fez carícias no meu clitóris, depois avançou pelas minhas coxas.

- Uhummm Du...é tão bom... – de olhos fechados suspirei.

A mão retornou à minha xoxota, onde deteve-se e ficou esfregando.

- Voce...é tão carinhoso! – sussurrei lânguida, de olhos ainda fechados e boca entreaberta.

Eduardo me beijou,lambendo meus lábios, enfiando a língua dentro. Ele se moveu, sentando-se entre as minhas pernas, de costas para mim, o abracei e fiquei acariciando-lhe o peito, depois o ventre.

Lentamente deslizei minhas mãos para baixo, até sentir seu cacete grosso e duro.

Segurei-o entre meus dedos, apertando-o possessivamente.

O senti estremecer .

Beijei seus ombros, sua nuca.

Meus movimentos eram suaves, mas firmes, minhas mãos subiam e desciam.

- É gostoso?

- Ahhh muito...

- Vou lhe dar prazer com as minhas mãos!

- Isso se chama punheta, Ayeska!

- Como se eu não soubesse...seu chato...

Ele riu e continuei movendo as mãos, roçando a glande, beijando seu pescoço e orelhas.

- Uhummm é tão gostoso apertá-lo!

- E você , priminha...é tão gostosa!

Seu membro pulsava, maciço e quente nas minhas mãos. Eu o alisava sem para, sentindo os tremores no corpo dele.

Ele suspirava.

- Quero senti-lo gozar! – sussurrei em seu ouvido, enquanto mordiscava o lóbulo de sua orelha e passava a língua, continuando a punhetá-lo.

Além de estar me dando muito prazer, eu percebia a tensão em seu corpo aumentar.

Ele respirava fundo, estremecia e eu acelerava os movimentos.

Ele girou a cabeça e procurou meus lábios com voracidade.

Acelerei mais os movimentos pra cima e pra baixo.

- Ohhhh Ayeskaaaaaa....aaaaaaaaaaaaaaaa – ofegou ele e seu corpo estremeceu.

Ele gemeu e suspirou, com a língua enfiada na minha boca, lambendo minha saliva.

- Ahhhhhh... é delicioso! – seu corpo retesando-se, seu cacete pulsando e ejaculando.

Fiquei movendo a mão enquanto ele estremecia e gozava, continuei até que seu pau amolecesse, extenuado entre minhas mãos e dedos.

Continuei brincando com o pau dele.

- Voce é insaciável...

- Ah, mas é tão gostoso...rsrs

- Qualquer dia você mata um...rsrs – disse enquanto seu pau começava a ficar ereto.

- Ah é...bobo...

De repente o desejo de se apossar dele foi inesperado.

Praticamente o montei, segurando seu cacete, Acomodando-o na entrada daminha xoxota, fazendo-o entrar com um golpe de quadril.

Comecei a mover-me lentamente os quadris em círculos, ele ofegou, suspirou, gemeu.

Me agarrou e me beijou. Moveu seus quadris contra os meus , fodendo-me com fúria.

Contrai meus músculos vaginais, acariciando-lhe o peito, enqaunto ele ia e vinha, sentindoa cada dobra interna da minha buceta estreita e melada.

Minha língua roçava a sua e dançava em sua boca atrevidamente.

Suas estocadas foram ganhando ritmo e intensidade.

- Maissssss...aaaaaaaaaaa...maissss Duuuuu....como é gostosoooooooooooo...aaaaaa

Nossos corpos estremeciam, abalados por espasmos e contrações instintivas.

Eu ofegava com a respiração entrecortada.

- Mais, meu tesão! Mais forte! Assimmmm...ahhhh ...quero tudo...Sim... tudo!...seu cacete inteiro... mais...mais...não pareeee....aaaaaaaaaaaaaaaa

Eduardo acelerou seus movimentos. Nossos corpos se entrechocavam, em gemidos abafados. Ele me beijava, apertando meu corpo contra o seu, esfregando seu peito nos meus seios, sugava minha língua, bebendo minha saliva morna.

O prazer explodiu em nossos corpos, senti jatos e jatos de porra bem no fundo das minhas entranhas.

Desabamos de exaustão um no corpo do outro.

Suados e satisfeitos.

Senti seus dedos entre meus cabelos lisos e úmidos.

- Voce é uma priminha putinha muito travessa....estou esgotado...

- Eu travessa? Imagina...que mentira...rsrs – respondi enquanto fechava os olhos e adormecia extenuada em seus braços.

*Dedico esse conto a minha amiga, Alicinhabh.

- Amiga, você pediu e aí está. Espero que goste!

Continue explorando o DESVIADOS