Perdendo a Virgindade juntos...Eu e Meu primo.
Perdendo a Virgindade juntos...Eu e Meu primo.
by: mirianmoreno
Perdendo a Virgindade juntos...Eu e Meu primo.
Bom vou contar como perdi minha virgindade com o meu primo Claudinei.
Estava com 19 anos e fomos naquele fim de semana na casa dos nossos avĂłs.
E eu e meu primo Claudinei...bem jĂĄ estĂĄvamos hĂĄ um bom tempo trocando olhares derretidos um para o outro.
Na casa apenas eu e ele pois meus avos e nossos pais tinham ido em uma festa em uma cidade vizinha e eu dei uma desculpa que estava doente e que não poderia ir e que ficaria sozinha em casa, mas meu primo mais do que depressa disse ela não vai ficar sozinha não eu fico com ela e cuido dela e nossos pais e avos concordaram achando que seria melhor assim, mal sabiam eles das minhas intençÔes para com meu primo.
Olhei meu primo , e o que meus olhos viam era um jovem Deus.
O corpo jå definido pelo futebol e pela musculação, com os pelos fazendo uma cobertura sexy que começava no alto do peito e terminava em algum lugar dentro da sua sunga, apesar de seus 15 anos jå era um homem.
Entao ele me levou para sala e pediu para que eu espera-se que ele iria a cozinha, quando voltou me trouxe um cha quente e eu disse senta aqui pra vermos juntos televisĂŁo primo.
Ele se sentou bem do meu lado e eu comecei a me aproveitar da situação, eu disse primo eu posso deitar a cabeça no seu colo e ele disse claro que pode Mirian, deitei e ele começou a afagar meus cabelos, de repente senti seu pau começou a endurecer perto da minha boca apesar de estar dentro das calcas podia sentir o volume fiquei doida com isso, ele ficou sem graça e deu uma desculpa que precisa ir ao banheiro, entĂŁo quando ele se levantou eu lhe disse nĂŁo precisava se desculpar por ficar de pau duro e lhe disse e natural vocĂȘ e um homem e eu uma mulher, faz parte da natureza humana um homem e uma mulher se sentirem atraĂdos fisicamente.
Entao ele disse mas vocĂȘ e minha prima e eu nĂŁo posso fazer absolutamente nada com vocĂȘ, entĂŁo eu avancei e perguntei, e se eu nĂŁo fosse sua prima o que vocĂȘ faria, ele respondeu eu jĂĄ tinha te agarrado, entĂŁo eu pensei se eu nĂŁo forcar a situação ele nĂŁo fara nada mesmo.
Deixei ele ir ao banheiro, quando ele voltou, antes dele sentar eu me levantei e falei comigo mesma e agora ou nunca, e abracei ele e de supetĂŁo lhe dei um beijo de lĂngua na boca ele ficou assustado com o que eu fiz e me disse o que e isso prima e eu lhe disse por favor esquece que eu sou sua prima e me faz mulher por favor.
Ele respondeu do que vocĂȘ esta falando prima e eu lhe disse e que sou virgem e quero que vocĂȘ seja o meu primeiro homem, nĂŁo posso prima, entĂŁo soltei minha camisola deixando-a cair no chĂŁo e fiquei completamente nua na sua frente, ele ficou paralisado e sem acao com minha atitude, entĂŁo peguei sua mao e coloquei sobre meu seio, entĂŁo meu primo perdeu a cabeça e começou a me tocar e chupar meus seios.
Baixei meus olhos na direção de suas calcas .
O volume por baixo do jeans tinha crescido como o pau de uma barraca.
Senti minha bucetinha totalmente molhada e quase pingando de tanto tesao .
Senti desejo de abraça-lo e senti-lo colado no meu corpo.
Claudinei começou a me beijar um beijo louco de lĂngua que roubava meus sentidos.
ApĂłs um longo beijo que trocamos, sua boca carnuda se dirigiu para os meu seios eretos novamente.
- Eu quero vocĂȘ, primo...- disse com a respiração ofegante.
- Ahhhh prima...voce Ă© Ășnica, vocĂȘ Ă© minha...vou faze-la minha...
Abracei-o forte. Sentia seu pĂȘnis na altura do meu umbigo.
Eu jamais havia transado, era virgem.
SĂł havia me esfregado com alguns meninos.
Queria me entregar a ele de qualquer jeito.
- Deixa eu provar vocĂȘ...
Abaixei-me e abri o zĂper de sua calça.
A pontinha do seu pĂȘnis nĂŁo aguentara a pressĂŁo e saira de dentro da cueca branca.
Beijei aquele pĂȘnis com a mesma ternura que o beijara na boca.
Um tremor percorreu seu corpo e ele soltou um gemido.
Abaixei-lhe então, a calça, a cueca até a altura dos tornozelos e abracei suas coxas grandes e firmes com os meus dois braços.
Seu pĂȘnis estava ereto, em pĂ©, vermelho, duro e perfeito.
NĂŁo via a hora de senti-lo dentro de mim.
JĂĄ havia lido revistas para maiores com fotos de sexo entre homem e mulher.
Naquela idade me masturbava e gozava, sempre imaginando como seria ter um pau daquele, dentro da minha bucetinha lisinha e rosada.
Acariciei seu pĂȘnis no meu rosto.
- Uhhh me chupe prima...me chupa todinho...me deixa louco...
Nem pensei duas vezes.
Coloquei todo aquele volume na minha boca de uma sĂł vez.
O calor mais gostoso que os meus lĂĄbios haviam sentido.
Tive vontade de engoli-lo.
Claudinei, fez movimentos para frente e para trĂĄs, impulsionando seu pau para que minha boca o sugasse todo.
Nesse movimento, os bicos dos meus seios batiam na altura de seus joelhos, fazendo-o gemer e suspirar.
- Isso...prima, come meu pau...mastiga, lambe...
Tirei o pĂȘnis da minha boca, espantada com a facilidade e falta de embaraço com que eu estava fazendo tudo aquilo.
Comecei a prestar atenção em seus testĂculos. Lambi seus pentelhos atĂ© deixa-los lambuzados da minha saliva e as bolas todas molhadas.
Percebi que achara um ponto sensĂvel ali, pois ele gemeu como quem fosse gozar.
Excitada, voltei a enfiar seu pĂȘnis em minha boca cada vez mais depressa o sugava, indo e vindo naquele mastro delicioso..
Soltei minhas mĂŁos do seu membro viril e abracei-lhe as coxas novamente, indo apalpar sua bunda.
A sensação daquele traseiro de macho me provocou um frio gostoso em minha vagina.
- Coloca seu pau em mim, vai...
Ele tirou o resto de suas roupas , tenis.
Me deitou de costas com delicadeza acariciando meu corpo.
- Primo vocĂȘ trouxe camisinha?
Ele parou no mesmo instante e me olhou com os olhos assustados.
- Eu sou virgem, prima. E nem podia imaginar que estaria aqui com vocĂȘ. Que realizaria meu sonho de perder a virgindade com vocĂȘ. De tirar seu cabaço junto com o meu.
- Ah primo...sou virgem sim e quero que todas as outras vezes sejam com vocĂȘ.
Ele me beijou, sua lĂngua enroscando com a minha e seu pĂȘnis me roçando lĂĄ embaixo.
Claudinei me olhou com ar de preocupação.
- Se quiser, eu vou atrĂĄs de uma camisinha...
- Eu confio em vocĂȘ...
A revelação de que ele também era virgem, me deixou mais confiante e confortåvel.
NĂŁo irĂamos precisar impressionar ninguĂ©m com nossa performance, nem precisĂĄvamos nos preocupar com aquilo.
- Quero sentir vocĂȘ em mim... â pedi com a voz trĂȘmula.
Puxei-o para baixo e o beijei.
Seu dedo percorreu meus grandes lĂĄbios suavemente, ele sentiu meu corpo molhado.
Levou o dedo ao nariz e aspirou o cheiro do meu sexo.
Enfiou o dedo na prĂłpria boca e depois passou-o no pau encharcado de seu lubrificante natural.
Enfiou então o dedo na minha boca para que eu provasse a combinação de sabores de nossos sexos.
Passou o dedo novamente em minha vagina e sentiu meu hĂmen.
- Sua bucetinha ta fechadinha....
O dedo de Claudinei ameaçou meu hĂmen, forçando-o atĂ© o limite e parando antes de arrebenta-lo. Minha excitação foi multiplicada por mil.
NĂŁo agĂŒentei e peguei no seu pau para massagea-lo, sentei-me e coloquei todo seu pĂȘnis em minha boca de novo.
- Isso...ahh prima...sente o meu pau na sua boca linda...
Eu o senti, deixei-o durinho para arrombar a porta de entrada da minha bucetinha.
Agora era seu pĂȘnis que experimentava a entrada do meu prazer.
Senti a ponta do seu pĂȘnis acariciar meus lĂĄbios em forma de flor prestes a desabrochar.
- Me enche de prazer....primo...Claudinei... Uhhh
Seu pĂȘnis começou a penetrar-me.
Primeiro senti dor, uma fisgada, pensei que iria me ferir, mas nĂŁo disse nada.
- Eu quero vocĂȘ...quero vocĂȘ agora...
Senti que ele tomava cuidado para nĂŁo me machucar.
- Ahhhhhh â gemi sentindo a dor aguda ao ser penetrada.
Fui sentindo cada centĂmetro dele em minha vagina, pulsando em mim, vibrando em mim.
Seu corpo suava como o calor de dois corpos em brasa interagindo.
Na primeira vez, ele não penetrou até o fim.
Estava com pressa de sentir o movimento aumentar sua excitação.
Retirou o pĂȘnis atĂ© a altura da cabeça e recolocou-o novamente.
"Estaria eu sangrando? â pensei...
NĂŁo sabia e nem me importava. Se estivesse ferida, seria uma ferida gostosa que nĂŁo se sente."
Comecei a sentir um prazer desenfreado, apĂłs a fisgada e a dorzinha.
Claudinei, meu primo me penetrava profundamente, seus movimentos passaram a ser maiores e mais esparsos. Seu ritmo tornando-se depois mais lento.
- Vemmmmm....ahhhhh.... vem com tudo!
Ele me atendeu, enfiava e retirava, enfiava e retirava...
- Isso, enfia, vai, enfiaaaaa...!
Mais rĂĄpido, mais rĂĄpido, mais rĂĄpido...
- Te fodo toda, prima... quero te foder todinha....
- Isso, me fode toda, Claudinei, mais , me foda mais
- Ta gostando do meu pau?
- To nĂŁo para....ahhhhhhhh
- Ele Ă© grande para vocĂȘ?
- Ă o pau mais gostoso do Mundo e sĂł meu....nĂŁo paraaaaaaaaaa
- Quer ele todo pra vocĂȘ?
- Quero...ele vai ser sĂł meu...me fode, primo...nĂŁo para...
- Uhh...quer que te coma atĂ© vocĂȘ se cansar, amor?
- Sim, Claudinei...Eu te Amo...quero vocĂȘ em mim, mais, mais, ohhhhhhh
Mais confiante ele avançava em meu corpo, deitando-se sobre mim, enquanto seu volume repousava temporariamente dentro da minha vagina.
- Meu pau quer foder sua buceta até o fim...
- EntĂŁo me come, Claudinei...
- Ele nĂŁo consegue parar de querer a sua buceta....
- Minha buceta ta querendo vocĂȘ, Claudinei.
Ele recomeçou a me penetrar com todo o vigor de um cavalo selvagem.
- Ahhhhhhhhhhh...
- Que buceta gostosa...apertadinha...ahhhhhhh... vocĂȘ Ă© gostosa demais prima...e Ă© minha...
Ele encaixou seu queixo no meu ombro enquanto me bombava sem parar.
Seu pĂȘnis entrava e saia num ritmo rĂĄpido e forte.
- Eu preciso de vocĂȘ agora, prima...
- EntĂŁo vem pra mim...
- Vou te foder ...quero sua buceta...
- Me fode Claudinei, nĂŁo para... enfia teu pau na minha bucetinha e nĂŁo para, vaiiiiiiiiii
Suas penetraçÔes råpidas e seu penis indo e vindo.
Senti uma explosĂŁo de cores...gozei o arranhando nas costas e mordendo seu ombro.
- Ahhh...Uhhhh...ai, ai...aaaaiii...Claudineiiiiiiiiiiiiiiii....
- T e dei prazer prima...
Seu pĂȘnis molhado saiu de dentro de mim.
Ele se pĂŽs de cĂłcoras sobre meus seios e o seu bĂceps direito se contraiu com o esforço de fazer seu pau gozar.
Ele ficou vermelho, pronto para entrar em erupção.
- Ahhhh, que bom, ahhh! Ahhhh....
Sua porra jorrou, respingando e molhando meus seios, minha face esquerda, quente e branco como leite puro.
Ele massageou seu pĂȘnis atĂ© a Ășltima gota.
Eu sorri para ele, enquanto acariciava os braços do meu guerreiro cansado após o combate.
EstĂĄvamos ambos exaustos e felizes.
Ele com receio de engravidar-me gozou fora do meu corpo, mas nĂŁo seria a primeira e nem a Ășltima vez que transarĂamos.
- Eu te amo, prima...quero esse momento pra sempre...
- Eu quero voce pra sempre, Claudinei...
Juras de amor de dois adolescentes....