DESVIADOS

🔞 ConteĂșdo adulto — 18+

Perdendo a Virgindade juntos...Eu e Meu primo.

Perdendo a Virgindade juntos...Eu e Meu primo.

by: mirianmoreno

Perdendo a Virgindade juntos...Eu e Meu primo.

Bom vou contar como perdi minha virgindade com o meu primo Claudinei.

Estava com 19 anos e fomos naquele fim de semana na casa dos nossos avĂłs.

E eu e meu primo Claudinei...bem jĂĄ estĂĄvamos hĂĄ um bom tempo trocando olhares derretidos um para o outro.

Na casa apenas eu e ele pois meus avos e nossos pais tinham ido em uma festa em uma cidade vizinha e eu dei uma desculpa que estava doente e que não poderia ir e que ficaria sozinha em casa, mas meu primo mais do que depressa disse ela não vai ficar sozinha não eu fico com ela e cuido dela e nossos pais e avos concordaram achando que seria melhor assim, mal sabiam eles das minhas intençÔes para com meu primo.

Olhei meu primo , e o que meus olhos viam era um jovem Deus.

O corpo jå definido pelo futebol e pela musculação, com os pelos fazendo uma cobertura sexy que começava no alto do peito e terminava em algum lugar dentro da sua sunga, apesar de seus 15 anos jå era um homem.

Entao ele me levou para sala e pediu para que eu espera-se que ele iria a cozinha, quando voltou me trouxe um cha quente e eu disse senta aqui pra vermos juntos televisĂŁo primo.

Ele se sentou bem do meu lado e eu comecei a me aproveitar da situação, eu disse primo eu posso deitar a cabeça no seu colo e ele disse claro que pode Mirian, deitei e ele começou a afagar meus cabelos, de repente senti seu pau começou a endurecer perto da minha boca apesar de estar dentro das calcas podia sentir o volume fiquei doida com isso, ele ficou sem graça e deu uma desculpa que precisa ir ao banheiro, entĂŁo quando ele se levantou eu lhe disse nĂŁo precisava se desculpar por ficar de pau duro e lhe disse e natural vocĂȘ e um homem e eu uma mulher, faz parte da natureza humana um homem e uma mulher se sentirem atraĂ­dos fisicamente.

Entao ele disse mas vocĂȘ e minha prima e eu nĂŁo posso fazer absolutamente nada com vocĂȘ, entĂŁo eu avancei e perguntei, e se eu nĂŁo fosse sua prima o que vocĂȘ faria, ele respondeu eu jĂĄ tinha te agarrado, entĂŁo eu pensei se eu nĂŁo forcar a situação ele nĂŁo fara nada mesmo.

Deixei ele ir ao banheiro, quando ele voltou, antes dele sentar eu me levantei e falei comigo mesma e agora ou nunca, e abracei ele e de supetĂŁo lhe dei um beijo de lĂ­ngua na boca ele ficou assustado com o que eu fiz e me disse o que e isso prima e eu lhe disse por favor esquece que eu sou sua prima e me faz mulher por favor.

Ele respondeu do que vocĂȘ esta falando prima e eu lhe disse e que sou virgem e quero que vocĂȘ seja o meu primeiro homem, nĂŁo posso prima, entĂŁo soltei minha camisola deixando-a cair no chĂŁo e fiquei completamente nua na sua frente, ele ficou paralisado e sem acao com minha atitude, entĂŁo peguei sua mao e coloquei sobre meu seio, entĂŁo meu primo perdeu a cabeça e começou a me tocar e chupar meus seios.

Baixei meus olhos na direção de suas calcas .

O volume por baixo do jeans tinha crescido como o pau de uma barraca.

Senti minha bucetinha totalmente molhada e quase pingando de tanto tesao .

Senti desejo de abraça-lo e senti-lo colado no meu corpo.

Claudinei começou a me beijar um beijo louco de língua que roubava meus sentidos.

ApĂłs um longo beijo que trocamos, sua boca carnuda se dirigiu para os meu seios eretos novamente.

- Eu quero vocĂȘ, primo...- disse com a respiração ofegante.

- Ahhhh prima...voce Ă© Ășnica, vocĂȘ Ă© minha...vou faze-la minha...

Abracei-o forte. Sentia seu pĂȘnis na altura do meu umbigo.

Eu jamais havia transado, era virgem.

SĂł havia me esfregado com alguns meninos.

Queria me entregar a ele de qualquer jeito.

- Deixa eu provar vocĂȘ...

Abaixei-me e abri o zíper de sua calça.

A pontinha do seu pĂȘnis nĂŁo aguentara a pressĂŁo e saira de dentro da cueca branca.

Beijei aquele pĂȘnis com a mesma ternura que o beijara na boca.

Um tremor percorreu seu corpo e ele soltou um gemido.

Abaixei-lhe então, a calça, a cueca até a altura dos tornozelos e abracei suas coxas grandes e firmes com os meus dois braços.

Seu pĂȘnis estava ereto, em pĂ©, vermelho, duro e perfeito.

NĂŁo via a hora de senti-lo dentro de mim.

JĂĄ havia lido revistas para maiores com fotos de sexo entre homem e mulher.

Naquela idade me masturbava e gozava, sempre imaginando como seria ter um pau daquele, dentro da minha bucetinha lisinha e rosada.

Acariciei seu pĂȘnis no meu rosto.

- Uhhh me chupe prima...me chupa todinho...me deixa louco...

Nem pensei duas vezes.

Coloquei todo aquele volume na minha boca de uma sĂł vez.

O calor mais gostoso que os meus lĂĄbios haviam sentido.

Tive vontade de engoli-lo.

Claudinei, fez movimentos para frente e para trĂĄs, impulsionando seu pau para que minha boca o sugasse todo.

Nesse movimento, os bicos dos meus seios batiam na altura de seus joelhos, fazendo-o gemer e suspirar.

- Isso...prima, come meu pau...mastiga, lambe...

Tirei o pĂȘnis da minha boca, espantada com a facilidade e falta de embaraço com que eu estava fazendo tudo aquilo.

Comecei a prestar atenção em seus testículos. Lambi seus pentelhos até deixa-los lambuzados da minha saliva e as bolas todas molhadas.

Percebi que achara um ponto sensĂ­vel ali, pois ele gemeu como quem fosse gozar.

Excitada, voltei a enfiar seu pĂȘnis em minha boca cada vez mais depressa o sugava, indo e vindo naquele mastro delicioso..

Soltei minhas mĂŁos do seu membro viril e abracei-lhe as coxas novamente, indo apalpar sua bunda.

A sensação daquele traseiro de macho me provocou um frio gostoso em minha vagina.

- Coloca seu pau em mim, vai...

Ele tirou o resto de suas roupas , tenis.

Me deitou de costas com delicadeza acariciando meu corpo.

- Primo vocĂȘ trouxe camisinha?

Ele parou no mesmo instante e me olhou com os olhos assustados.

- Eu sou virgem, prima. E nem podia imaginar que estaria aqui com vocĂȘ. Que realizaria meu sonho de perder a virgindade com vocĂȘ. De tirar seu cabaço junto com o meu.

- Ah primo...sou virgem sim e quero que todas as outras vezes sejam com vocĂȘ.

Ele me beijou, sua lĂ­ngua enroscando com a minha e seu pĂȘnis me roçando lĂĄ embaixo.

Claudinei me olhou com ar de preocupação.

- Se quiser, eu vou atrĂĄs de uma camisinha...

- Eu confio em vocĂȘ...

A revelação de que ele também era virgem, me deixou mais confiante e confortåvel.

Não iríamos precisar impressionar ninguém com nossa performance, nem precisåvamos nos preocupar com aquilo.

- Quero sentir vocĂȘ em mim... – pedi com a voz trĂȘmula.

Puxei-o para baixo e o beijei.

Seu dedo percorreu meus grandes lĂĄbios suavemente, ele sentiu meu corpo molhado.

Levou o dedo ao nariz e aspirou o cheiro do meu sexo.

Enfiou o dedo na prĂłpria boca e depois passou-o no pau encharcado de seu lubrificante natural.

Enfiou então o dedo na minha boca para que eu provasse a combinação de sabores de nossos sexos.

Passou o dedo novamente em minha vagina e sentiu meu hĂ­men.

- Sua bucetinha ta fechadinha....

O dedo de Claudinei ameaçou meu hímen, forçando-o até o limite e parando antes de arrebenta-lo. Minha excitação foi multiplicada por mil.

NĂŁo agĂŒentei e peguei no seu pau para massagea-lo, sentei-me e coloquei todo seu pĂȘnis em minha boca de novo.

- Isso...ahh prima...sente o meu pau na sua boca linda...

Eu o senti, deixei-o durinho para arrombar a porta de entrada da minha bucetinha.

Agora era seu pĂȘnis que experimentava a entrada do meu prazer.

Senti a ponta do seu pĂȘnis acariciar meus lĂĄbios em forma de flor prestes a desabrochar.

- Me enche de prazer....primo...Claudinei... Uhhh

Seu pĂȘnis começou a penetrar-me.

Primeiro senti dor, uma fisgada, pensei que iria me ferir, mas nĂŁo disse nada.

- Eu quero vocĂȘ...quero vocĂȘ agora...

Senti que ele tomava cuidado para nĂŁo me machucar.

- Ahhhhhh – gemi sentindo a dor aguda ao ser penetrada.

Fui sentindo cada centĂ­metro dele em minha vagina, pulsando em mim, vibrando em mim.

Seu corpo suava como o calor de dois corpos em brasa interagindo.

Na primeira vez, ele não penetrou até o fim.

Estava com pressa de sentir o movimento aumentar sua excitação.

Retirou o pĂȘnis atĂ© a altura da cabeça e recolocou-o novamente.

"Estaria eu sangrando? – pensei...

NĂŁo sabia e nem me importava. Se estivesse ferida, seria uma ferida gostosa que nĂŁo se sente."

Comecei a sentir um prazer desenfreado, apĂłs a fisgada e a dorzinha.

Claudinei, meu primo me penetrava profundamente, seus movimentos passaram a ser maiores e mais esparsos. Seu ritmo tornando-se depois mais lento.

- Vemmmmm....ahhhhh.... vem com tudo!

Ele me atendeu, enfiava e retirava, enfiava e retirava...

- Isso, enfia, vai, enfiaaaaa...!

Mais rĂĄpido, mais rĂĄpido, mais rĂĄpido...

- Te fodo toda, prima... quero te foder todinha....

- Isso, me fode toda, Claudinei, mais , me foda mais

- Ta gostando do meu pau?

- To nĂŁo para....ahhhhhhhh

- Ele Ă© grande para vocĂȘ?

- É o pau mais gostoso do Mundo e só meu....não paraaaaaaaaaa

- Quer ele todo pra vocĂȘ?

- Quero...ele vai ser sĂł meu...me fode, primo...nĂŁo para...

- Uhh...quer que te coma atĂ© vocĂȘ se cansar, amor?

- Sim, Claudinei...Eu te Amo...quero vocĂȘ em mim, mais, mais, ohhhhhhh

Mais confiante ele avançava em meu corpo, deitando-se sobre mim, enquanto seu volume repousava temporariamente dentro da minha vagina.

- Meu pau quer foder sua buceta até o fim...

- EntĂŁo me come, Claudinei...

- Ele nĂŁo consegue parar de querer a sua buceta....

- Minha buceta ta querendo vocĂȘ, Claudinei.

Ele recomeçou a me penetrar com todo o vigor de um cavalo selvagem.

- Ahhhhhhhhhhh...

- Que buceta gostosa...apertadinha...ahhhhhhh... vocĂȘ Ă© gostosa demais prima...e Ă© minha...

Ele encaixou seu queixo no meu ombro enquanto me bombava sem parar.

Seu pĂȘnis entrava e saia num ritmo rĂĄpido e forte.

- Eu preciso de vocĂȘ agora, prima...

- EntĂŁo vem pra mim...

- Vou te foder ...quero sua buceta...

- Me fode Claudinei, nĂŁo para... enfia teu pau na minha bucetinha e nĂŁo para, vaiiiiiiiiii

Suas penetraçÔes råpidas e seu penis indo e vindo.

Senti uma explosĂŁo de cores...gozei o arranhando nas costas e mordendo seu ombro.

- Ahhh...Uhhhh...ai, ai...aaaaiii...Claudineiiiiiiiiiiiiiiii....

- T e dei prazer prima...

Seu pĂȘnis molhado saiu de dentro de mim.

Ele se pÎs de cócoras sobre meus seios e o seu bíceps direito se contraiu com o esforço de fazer seu pau gozar.

Ele ficou vermelho, pronto para entrar em erupção.

- Ahhhh, que bom, ahhh! Ahhhh....

Sua porra jorrou, respingando e molhando meus seios, minha face esquerda, quente e branco como leite puro.

Ele massageou seu pĂȘnis atĂ© a Ășltima gota.

Eu sorri para ele, enquanto acariciava os braços do meu guerreiro cansado após o combate.

EstĂĄvamos ambos exaustos e felizes.

Ele com receio de engravidar-me gozou fora do meu corpo, mas nĂŁo seria a primeira e nem a Ășltima vez que transarĂ­amos.

- Eu te amo, prima...quero esse momento pra sempre...

- Eu quero voce pra sempre, Claudinei...

Juras de amor de dois adolescentes....

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