Surpresas da Vida - O Outro
Surpresas da Vida - O Outro
by: senhordoscontos
Há alguns dias encontrei uma amiga que fazia tempo que não a via, estudamos juntos no colegial. Foi um encontro rápido, mas nestes poucos minutos que tivemos, onde basicamente perguntamos sobre pessoas com quem convivíamos, foi que perguntei de Isabel. Uma grande amiga que era da nossa turminha. Ela me disse que ainda era muito amiga dela e que Isabel tem um filho, havia se casado e se separou 3 meses depois. Quando ela me disse o motivo da separação fiquei perplexo e foi daí que surgiu este impressionante conto inspirado do caso de Isabel, espero que gostem.
Domingo
Sentados no sofá da sala Isabel e seu esposo assistiam a programação noturna de um canal local.
- Amor amanhã começa a reforma da casa dos fundos pra fazer a lavanderia eihnn!
- É mesmo. Ai, eu odeio sujeira de construção, reforma e aquela barulhada toda.
Ah amor, mas foi você mesma que quis tanto esta lavanderia.
- É, eu sei.
- Pois é, o Sr. Mario vai chegar por volta das 07h. Ainda bem que estou de férias para poder acompanhar o trabalho dele e além do mais, não queria deixá-lo sozinho com você. Apesar que foi meu pai que o indicou, agente nunca conhece as pessoas totalmente, não se pode confiar.
- É mesmo.
Segunda-feira
Isabel acorda com marteladas na parede que pareciam fazer a casa desmoronar. Colocou a mão na cabeça e lembrou-se da reforma desejou não levantar, mas lembrou-se das roupas que tinha para lavar e que estavam acumuladas há 1 semana.
Ficou uns minutos a mais deitada na cama, por um milagre aquelas batidas cessaram fazendo-a respirar aliviada. Levantou-se, vestiu um short, camiseta, colocou seus chinelos e saiu do quarto.
Depois de lavar o rosto e escovar os dentes foi até a cozinha e passando pela porta que dá acesso aos fundos, viu seu marido fiscalizando o trabalho do pedreiro. Ele a viu se aproximar.
- Oi amor, bom dia dorminhoca!
Beijaram-se rapidamente.
- Amor, este é seu Mario, ele irá construir a nossa lavanderia.
Aquele homem que agachado preparava-se para recomeçar aquelas marteladas infernais, levantou-se e foi até Isabel e Ricardo, esticando a mão e sorrindo para Isabel.
- Muito prazer dona, vou incomodá-la por uns dias com o barulho.
Todos riram. Isabel ficou meio sem graça com os olhares de Mário, ele a olhava por inteiro devorando-a, aquele homem rústico tinha um cheiro que excitava Isabel.
O dia foi passando, Ricardo assitia TV na sala enquanto Isabel preparava-se para lavar roupa. Isabel levou as roupas até o tanque no fundo do quintal e via Mario trabalhando na casa dos fundos a qual parte dela se tornaria uma lavanderia.
Isabel seguia lavava a roupa e quase a todo momento seu olhar se encontrava com o de Mario, ele estava sem a camiseta, e ela via o suor correr pelo seu corpo, seu peito cabeludo, aquela cena a excitava muito.
Até que num momento Mario levantou-se e foi até Isabel.
- Posso beber esta água?
- Não quer que eu traga gelada?
- Não precisa Isabel, esta já serve.
Mario inclinou-se sob o tanque bebendo a água, Isabel olhava-o e quando terminou de beber, se olharam um de frente para o outro. De repente Mario puxou Isabel pelo braço e a beijou a boca segurando a firme, ela tenta resistir mas ele a segura.
Mario desfez o laço que segurava sua calça fazendo-a cair, ele estava sem cueca e seu pau fica pra fora encostando em Isabel.
Nos primeiros momentos ela tentou resistir, sair dele, quando tentou soltar-se ele a agarrou por trás. Puxou seu cabelo, mordia seu pescocinho; aquelas mãos passaram a apertar os seios de Isabel por cima da camiseta e depois uma mão adentrou seu short e calcinha e passou tocar sua boceta que estava molhada de tesão e ao senti-la daquele jeito, Mario sorriu sarcasticamente e ao pé do ouvido dizia:
- Sua putinha safada, eu sei que você está doidinha pra dar pra mim.
- Não, não eu não posso, me larga, eu vou gritar se não me soltar.
- Ah você quer apostar comigo que não vai.
Mario disse aquilo e com mas mãos nas laterais do short de Isabel seguia abaixando-o bem devagar, enquanto sua língua passava na orelhinha dela e mordia-lhe sutilmente até que deixar o short e calcinha no meio das coxas de Isabel.
Uma das mãos de Mário deslizou até a boceta de Isabel, lisa, molhada e começou a tocar seu grelinho, sua rola também roçava-a. A outra mão subiu por dentro da camiseta de Isabel, invadiu o sutiã e começou a massagear o seio dela, apertando-lhe o biquinho. Isabel meio a gemidos dizia:
- Eu não posso, me solta! Vou chamar meu, meu ... aaaaiii ...
Isabel sentiu a rola de Mário invadindo-a, segurou o gemido para que não chamasse a atenção e depois olhava pra trás mordendo os lábios vendo a expressão sarcástica de Mário enquanto lhe comia.
Ele estocava-a forte e rápido e apesar de segurar os gemidos o som das estocadas, as peles se batendo era algo altamente criminoso.
Mário penetrava-a cada vez mais forte até que gozou dentro de Isabel, o que deixou-a muito nervosa. Vinham naquele momento pensamentos julgando-a como uma adúltera, prostituta. Lembrou-se que seu marido era estéril e então veio o pesadelo de repente engravidar-se daquele homem e como poderia ser sua vida dali em diante.
Então Isabel o empurrou fazendo-o cair no chão, levantou seu short e saiu correndo para dentro de casa, passou pelo marido sem dizer nada e entrou no banheiro. Ali tirou toda sua roupa e foi para debaixo do chuveiro, ligou-o e enquanto lavava-se escorriam lágrimas do seu rosto, em seu pensamento seu marido e diversas pessoas apontavam-lhe o dedo julgando-a com palavras que doíam em seu coração. Se perguntava como se deixou levar por puro tesão e se achava uma mulher fútil naquele momento.
Quinta-feira
Estava difícil para Isabel tirar Mário de sua cabeça, na terça e quarta-feira ela passou praticamento o dia todo na casa de sua irmã. Agora era quinta-feira e já não sabia mais o que fazer, sua irmã não estaria naquele dia disponível, pois estava voltando de férias e estaria trabalhando.
Isabel deitada em sua cama ainda cedo estava pensativa. E por um segundo pensou na dedicação do marido em acordar todos os dias cedo para atender o pedreiro e enquanto ela, deixava aquele homem tomar conta sua mente e a fizesse desejar penetrada novamente por ele.
Momentos depois Isabel Isabel vestiu-se e desceu as escadas. Deparou-se com seu marido deitado no sofá da sala assistindo TV. Pensou “este homem que eu amo, é para este homem que devo me entregar todos os dias de minha vida”. Isabel foi andando até ele, os dois se olharam, sorriram um para o outro.
- Bom dia amor! - Disse seu esposo.
Sem responder ao marido Isabel abaixou os alças de seu vestido e ficou somente de calcinha. Em seguida deitou-se sob o corpo de seu esposo. Beijaram-se, as mãos dele passeavam pelo corpo de Isabel e ela levou a mão para dentro do short de seu esposo, alçando seu pau e apertando-o com vontade.
Até que o beijo e as carícias foram interrompidos.
- Amor, aqui não, deixa para a noite.
- Mas eu quero agora! - Isabel reclamou.
- Não dá amor, vai, vista-se, o Mário pode ver. Você sabe que não gosto destas coisas, de você agindo como uma, uma.
- Puta? É isto que quer dizer?
- Amor não precisamos discutir, eu te amo, mais tarde agente transa, tá? Agora deixa eu ver como está o trabalho do pedreiro.
Ele a empurrou para o lado e saiu, indo para os fundos. Isabel ficou no sofá olhando o sair, perplexa. Lágrimas começaram a descer de seu rosto.
Sexta-feira
Isabel acorda se vê novamente sozinha na cama, seu marido já havia acordado. Lembrou-se que no dia anterior depois de uma transa que prefere não lembrar, seu marido disse que sairia pela manhã para ir ao banco.
Os pensamentos de Isabel eram o tempo todo contaminados por aquele homem que trabalhava em sua casa, estava enlouquecendo.
Levantou-se e depois de tomar um banho sentou em frente sua penteadeira. Olhou-se no espelho por um minuto e então abriu a gaveta para pegar um creme foi que estranhou ao notar o pote de Ky estava aberto e havia areia na borda do pote. Sua respiração ficou ofegante, olhava para todos os lados imaginando que aquele homem estaria por ali, investigou todos os cantos da parte de cima da casa, mas nada encontrou.
O medo se transformava em tesão e ela começava a desejá-lo ali, agora! Isabel colocou um vestido rosa, tecido leve, ele denota bem o seu corpo, sem calcinha, estava decida a fazer aquele homem enlouquecer.
Descia as escadas sutilmente, estava descalça, seu coração batia mais forte a cada passo e seu sexo queimava de tesão.
Foi quando chegou a porta da lavanderia imediatamente gritou assutada:
- Ah não! Você não amor.
- Calma Isabel, calma.
Isabel tremia nervosa ao ver a cena. Mário vestiu-se enquanto o esposo de Isabel caminhava nu até ela.
- Eu posso explicar amor.
- Saííí daqui!
Isabel gritou e saiu correndo em prantos, saiu de casa e nunca mais voltou. Nove meses depois Isabel teve um filho.
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