DESVIADOS

🔞 Conteúdo adulto — 18+

Diário de um Casal

Diário de um Casal

by: eduardo maia

Olá

pessoal, meu nome é Agenor, tenho 33 anos, sou branco tenho cabelos

pretos e olhos castanhos, 1.77mt e porte físico compatível com a minha

altura, sou casado com uma delicia de mulher e seu nome é

Vilma(Fictícios)

Helena tem cabelos claros e olhos esverdeados,

também tem 33 anos e é toda “uda”, peituda, coxuda, bunduda e sua

buceta é toda depilada exceto pelo topete de pelos que ela deixa acima

daquele sexo suculento que ela tem.

Bem o que vou relatar aqui são as aventuras sexuais em que minha mulher

se mete e me obriga a ser cúmplice, se bem que eu adoro cada situação

que ela provoca e eu também ajudo.Tudo começou por minha causa também,

após 7 anos de casamento eu comecei a enfiar fantasias em sua cabeça

apesar de no começo ela rejeitar minhas idéias que expunham ela a

muitas vulgaridades, sendo uma pessoa de boa criação e o fato de ter

perdido a virgindade muito tarde, provocavam essas rejeições já que ela

em suas relações de solteira só tivera experiências sexuais normais.

Com minha insistência ela passou a curtir essas fantasias e gozamos

muito, imaginando situações inusitadas que envolviam mais pessoas em

nossas transas alem de nós, mas como todos sabem que raramente as

fantasias quando freqüentes ficam só na imaginação, decidimos com o

tempo realizar algumas desde que fosse com muita segurança.

Então

durante as férias, como moramos no interior e nada se tem para fazer,

fomos como sempre para uma praia e no caminho eu sugeri a ela que essa

poderia ser a oportunidade certa já que estávamos bem distante de nossa

cidade.

Vilma não disse sim e nem não, mas disse que se algo

acontecesse naturalmente ela deixaria rolar, então chegamos na praia e

fomos para a casa de praia que já tínhamos alugado como fazemos sempre.

Eu estava excitado com a idéia de rolar a nossa primeira fantasia,

sabia que não poderia forçar nenhuma situação, mas também não poderia

perder a oportunidade de introduzir minha esposa naquele mundo cheio de

aventuras sexuais que povoavam minha cabeça, nunca traí minha esposa

porque a amo demais, mas sempre disse a ela durante nossas transas que

ainda iria transformá-la em uma vagabunda, e assim eu teria uma esposa

amada e uma puta depravada em nossa casa, desse modo nunca a minha

atenção estaria voltada para as mulheres que fariam comigo fora de casa

tudo o que eu fantasiava, passando a ser um casado promiscuo e infiel.

Então essa era a melhor chance de realizar minhas fantasias junto com

minha esposa e também saciar seu desejo secreto, que era experimentar

outros homens já que fora poucas vezes com apenas 4 ou 5 namorados para

a cama quando solteira, fazendo que chegasse ao casamento comigo com

dificuldades em transar pela pouca experiência sexual que tinha.

Depois

de nos instalarmos na casa seguimos para a praia por volta das três

horas da tarde, minha mulher vestia um biquíni muito sensual que eu

havia sugerido na hora da compra, na minha cabeça eu tentava achar um

forma de dar inicio ao meu plano sem dizer nada a ela por enquanto,

chegamos na areia e depois de entrarmos na água Vilma voltou e

deitou-se numa toalha e me pediu que passasse protetor solar em seu

corpo, o que fiz com muito prazer aproveitando para deixa-la excitada

com minhas bolinações discretas, enquanto eu untava o delicioso corpo

de minha esposa com protetor, comecei a reparar em seu corpo e nos

olhos gulosos de homens que passavam por ali, então deduzi o que todo

homem já sabe.A moda atual exigi que a mulher seja magérrima para que

as roupas caiam como num cabide em seu corpo, minha mulher tem o corpo

cheio de formas tipo “violão”, alem disso tudo está no lugar e é isso

que causa ereções espontâneas nos outros machos que vêem minha

deliciosa Vilma exposta ali na areia, e com certeza me invejam vendo

minhas mãos correrem pelas carnes firmes e gostosas de minha esposinha.

Eu

já estava com o pau duro enquanto pensava nessas coisas, então resolvi

ir para a água para esfriar meu animo e de dentro do mar eu via o

sucesso que minha mulherzinha estava fazendo na areia, sua bunda

carnuda estava mais apetitosa ainda com aquele biquíni que entrava nas

suas nádegas, deixando o rabo de Vvilma mais desejável ainda para os

homens que passavam ali insistentemente, imaginei que se ela abrisse um

pouco as pernas eles descobririam também, o sexo delicioso de minha

esposa com lábios grossos e inchados que formavam um volume

considerável debaixo do tecido do biquíni. Vilma como que adivinhando

os meus pensamentos abriu um pouco suas coxas exibindo seu sexo

volumoso, fazendo com que sua platéia aumentasse, alguns rapazes até

começaram a bater bola próximo a ela para poderem ver melhor o meu

mulherão.

Depois de ver as cenas excitantes e engraçadas ao mesmo

tempo, saí da água e me juntei a minha deusa frustrando os curiosos

exceto alguns mais abusados, que insistiam em ficar olhando as partes

mais desejáveis de minha Vilma.

Apesar de eu ter me excitado com o desejo daqueles rapazes por minha

esposa, eu sabia que não poderia dar entrada para um deles porque

depois de transarmos, com certeza eu teria no próximo dia meia dúzia de

amigos dele em minha porta querendo comer minha mulher, e não era isso

que eu esperava para nossa primeira fantasia.

Então

depois de algum tempo eu convidei minha esposa para seguirmos ao longo

da praia até encontrarmos um lugar mais isolado no que ela concordou,

andamos então pela areia quase até o final da praia onde tinha um

quiosque simples mais agradável, somente poucos casais namoravam dentro

da água ou deitados na areia, mesmo assim um pouco distantes do

quiosque, sugeri então para Helena que continuasse seu banho de sol ali

mesmo perto do quiosque enquanto eu iria beber algo.

Enquanto minha

mulher se bronzeava eu fui até o quiosque onde estava apenas o

proprietário atrás de um balcão rústico de madeira, e um cliente

sentado perto de uma das mesas espalhadas pela areia bebericando uma

bebida forte, pedi então uma caipirinha e enquanto era preparada decidi

puxar assunto com o estranho isolado naquela mesa, como minha mulher

costuma cochilar enquanto se bronzeia pensei em passar o tempo

conversando com alguém, cheguei até ele e iniciei a conversa dizendo

como estava forte o calor, sobre as belezas daquela praia e etc...

Fui correspondido logo com uma boa conversa enquanto chegava minha

caipirinha, brindamos e continuamos a falar, não diferente dos outros

machos aquele homem que disse chamar-se Pedro, mesmo sem querer

passeava os olhos sobre o corpo da minha gostosa esposa que estava

próxima dali, falamos muito e alem de outros coisas ele me disse que

crescera naquela praia e ainda morava ali, era casado tinha dois filhos

de 7 e 9 anos e trabalhava como pescador, profissão ensinada pelo pai

falecido.

E assim fomos ficando íntimos como dois bons amigos enquanto ele me

dizia onde ficavam os melhores lugares para se freqüentar por ali,

lugares bonitos e agradáveis onde os turistas não conheciam e não

freqüentavam, enquanto falávamos Vilma chegou até a mesa abandonando o

sol que já se preparava para dormir atrás do horizonte dizendo estar

com sede, apresentei então a ela meu recente conhecido e depois ela

sentou-se conosco e pediu também uma caipirinha, ficamos bebendo e

conversando animadamente enquanto Pedro se mostrava um pouco

constrangido por não conseguir ficar sem olhar para os seios generosos

e de mamilos inchados de minha mulher, que eram exibidos em sua grande

parte devido ao pouco tecido do biquíni.Pedro vendo que eu não me

importava com seus olhares gulosos para os seios de minha esposa ficou

mais tranqüilo, e conversamos muito até o anoitecer.

Perto

da hora de nos despedirmos, eu tinha decidido que aquele homem era a

pessoa certa para fazer parte da nossa fantasia, desde que Vilma

concordasse, Pedro é uma pessoa muito simpática apesar de não ser

nenhum modelo de beleza, ele é moreno bronzeado pelo sol diário do

local, é quase da minha altura aparentando uns 36 anos, tem o corpo bem

moldado pelo trabalho árduo da pesca e pelo ambiente saudável onde

vive, os músculos não são avantajados como dos freqüentadores de

academia, mas são definidos como devem ser numa pessoa comum e saudável.

Eu percebendo que Vilma já se sentia à vontade ao lado do nosso novo

amigo, pois conversavam animadamente como velhos conhecidos, decidi

arriscar e o convidei para ir até a casa de praia onde estávamos

hospedados para beber mais alguma coisa conosco, minha esposa gostando

da idéia reforçou o convite e Pedro dizendo estar preocupado com a

família já que tinha passado do horário habitual da sua chegada,

aceitou o convite com a condição de que nos acompanharia numa

caipirinha ou uma cerveja apenas, e depois iria para sua casa para não

deixar preocupada a sua mulher.

Mesmo sabendo que aquela condição de Pedro não fazia parte dos meus

planos, achei que só o fato dele estar conosco na privacidade da casa,

seria um começo para eu perceber a aceitação dele e de Vilma para

aquilo que eu tinha em mente.

Seguimos então pela praia conversando animadamente pelo efeito das

caipirinhas e fomos direto para a casa alugada por nós, entramos e

Vilma muito animada pela bebida foi tomar banho e se livrar do creme

protetor que tinha na pele, Pedro e eu fomos para os fundos da casa

onde fica a área de churrasco cercada por muros altos aumentando a

nossa privacidade, tomamos um banho na ducha fria que tem por ali para

tirar a areia e o suor do corpo e abrimos uma cerveja.

Notei então que nosso convidado que vestia apenas uma bermuda surrada

estava sem cueca, porque depois do banho de ducha o tecido da bermuda

colou ao corpo e grudou em torno do seu pênis deixando-o em destaque,

percebi também que mesmo adormecido o membro de Pedro tinha um tamanho

considerável e que aquilo chamaria a atenção de Vilma.

Ficamos tomando a cerveja em pé ao lado da mesa até que minha esposa

chegou e conseguiu chamar nossa atenção com as roupas que usava, Vilma

vestia uma das suas pequenas tangas que deliciosamente enterrava-se na

sua bunda carnuda, por cima ela colocou um short rosa de tecido

maleável muito curto e agarrado, fazendo as popas da bunda ficarem

expostas, vestia também um top curtinho que realçava ainda mais seus

seios pontudos e grandes, qualquer pessoa que estivesse com a cabeça a

altura de sua barriga com um pouco de curiosidade poderia ver os peitos

inchados de minha mulher, ela também calçava um chinelo colorido com

sola de madeira um pouco alta que deixava sua bunda mais empinada

ainda, se Vilma estivesse vestida assim na cidade ao invés de ser na

praia, seria facilmente confundida com uma prostituta.

Vi

o nosso convidado surpreso com os olhos arregalados, e depois do susto

vi também ele come-la com os olhos descaradamente sem se lembrar da

minha presença, apesar de estar um pouco alta ainda, Vilma pediu

cerveja também e notei na sua expressão que estava orgulhosa por causar

aquele efeito em nos dois, então ela baixou os olhos para a bermuda de

Pedro e viu o contorno do seu cacete que agora estava um pouquinho mais

inchado na bermuda molhada, por ver minha deliciosa esposa vestida

naqueles trajes.

Continuamos a beber e conversar e então Pedro

sugeriu que colocássemos uma musica, então eu disse a ele que entrasse

na casa e colocasse um cd da sua preferência no aparelho,

Quando ele entrou na casa eu agarrei minha deliciosa esposa e disse no seu ouvido:

-Você esta uma delicia com essa roupa, desse jeito vai enlouquecer

nosso convidado que já esta ficando de pau duro vendo você vestida

assim.

Então Vilma me olhando com uma expressão irônica vulgar e provocante me respondeu:

-Ora meu amor, foi sempre você que me encheu a cabeça de fantasias,

agora vendo o pau desse homem ficar duro, to com vontade de agarrar ele

e enfiar tudo na boca, foi você que começou, agora agüenta.

Fiquei muito excitado ouvindo minha esposa falar daquela maneira

vulgar, e antes que Pedro voltasse, eu disse a ela com tom de

consentimento:

-Eu amo você demais sua putinha.

Pedro voltou então com o aparelho de som portátil e colocou sobre a

mesa e pôs para rodar o cd que escolhera, logo então ouvimos uma musica

animada de forró que saia do aparelho e voltamos a conversar.

Depois de alguns minutos embalada pela cerveja, Vilma começou a mexer o

quadril acompanhando a musica dançando sozinha, Pedro e eu

acompanhávamos os seus rebolados e nosso convidado apreciava cada

pedaço do corpo de minha mulher, tentando guardar na memória todas as

curvas daquele monumento, ela vendo nossa expressão abobada por sua

causa ficou mais animada ainda e tentou me puxar para si para

dançarmos, eu como nunca fui muito bom com os pés me fiz de rogado, ela

sem se importar com minha recusa e sem dizer nada, pegou Pedro pela mão

e o puxou para si que um pouco assustado olhou para mim que aprovei com

um sorriso amigável, então ele abraçou Vilma pela cintura e apertou-a

em seu corpo e começaram a dançar.

Agarrada

a Pedro minha esposa agitava o corpo no compasso da dança e gingava sua

bunda gostosa para todos os lados, enquanto me olhava tentando me

causar ciúmes, percebi que nosso convidado estava adorando sentir no

seu corpo sem camisa a barriguinha da minha mulher que o top não

cobria, os seios fartos apertados contra o seu peito e as coxas roçando

uma na outra.

Quando terminou uma das musicas, eles se separaram e

Vilma foi buscar outra cerveja enquanto Pedro tentava disfarçar sua

ereção, que pelo fato de sua bermuda ser um pouco larga o seu cacete

duro empurrava o tecido para frente do lado esquerdo formando um grande

e constrangedor volume, então para não deixa-lo tão constrangido, eu

decidi tranqüiliza-lo e assim conseguir mais cumplicidade e intimidade

entre nos três e disse:

-Calma Pedro, somos todos adultos e entendo que ninguém agüenta ficar

colado com essa minha mulher vestida desse jeito, e não ficar nesse

estado, pode ficar tranqüilo que ela também não vai se importar, sempre

fomos muito liberais nesse sentido.

Pronto, estava dada a dica agora com certeza ele sabia a minha intenção

em dividir minha deliciosa mulher com ele, só não sabia até que ponto

eu ou Vilma aceitaria o seu avanço, por isso tentou ficar mais

tranqüilo enquanto minha esposa voltava com a cerveja.

Percebi que minha mulher viu o cacete duro de Pedro e sorriu com

malicia e satisfação para si mesma, percebi então que Vilma dançou a

musica toda com Pedro sentindo seu pau esfregando em sua buceta sobre o

short, percebi também que a bermuda molhada do nosso convidado tinha

umedecido o short de minha mulher marcando mais ainda o contorno de sua

pequena calcinha, e o volume saliente de seu sexo, depois ela sorveu um

copo quase cheio de cerveja e em seguida puxou-o Pedro pela mão pedindo

outra dança no ele atendeu prontamente.

Os

dois dançavam mais à vontade agora sabendo da minha cumplicidade sobre

o que acontecia durante a dança, Pedro agora apertava minha esposa com

mais força no seu corpo, percebi até quando Vilma abriu um pouco as

pernas e ajeitou com as coxas a pica do nosso convidado alojando-a

entre suas pernas, para senti-la mais em contato com seu sexo que a

essa altura deveria estar encharcado, o clima de excitação estava no ar

e Pedro parecia não mais suportar a vontade de agarrar minha esposa e

foder ela ali mesmo na minha frente, e acho que foi por causa desse

desejo incontrolável que para não perder a cabeça e sem estar certo

completamente de nossa intenção, ele terminando a dança começou a

insistir em ir embora para junto de sua família, tentamos demove-lo

dessa idéia mais não foi possível, acho que assustado com tudo o que

estava acontecendo, ele resolveu fugir para pensar melhor no que estava

fazendo, então apesar da nossa insistência ele nos deixou, mais antes

marcou um encontro conosco na praia no mesmo lugar em que nos

conhecemos, ficamos de certa forma decepcionados e para compensar fomos

para o quarto e transamos loucamente, colocando agora um rosto e uma

pessoa real na nossa fantasia, e essa pessoa era Pedro

Continue explorando o DESVIADOS