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Papai me Tocava... E Eu Gostava

📅 Publicado em: 22/03/2023 13:29

👤 Autor: miabia

📂 Categoria: Incesto

🏷️ Tags: #Incesto #Tween #Virgem
Olá!

Antes de começar, acho que eu deveria esclarecer algumas coisas. Primeiramente, isso não é um conto. É um relato de memórias minhas, quer você acredite ou não. E por ser um relato, e não um conto fictício, não é estruturado da forma que uma história normalmente seria. Por isso, peço paciência. Caso haja interesse por parte dos leitores, eu posso continuar. Pois tenho dúzias e dúzias de memórias que poderiam ser de interesse de vocês.

Eu decidi escrever isso porque acredito que a minha experiência possa esclarecer algumas coisas para leitores e pessoas com desejos similares aos meus. E sim, isso quer dizer que aprovo o tipo de relacionamento que vou descrever no relato.

Por fim, queria deixar claro que estou mais do que disposta a discutir o tema com potenciais leitores. Afinal de contas, não conheço ninguém em meu círculo social que seja aberto a discutir esses tópicos. Então ironicamente, isso seria mais fácil com estranhos na internet. Por isso, se quiser pode deixar algum tipo de contato seu nos comentários. De preferência, algo anônimo, como telegram. De qualquer maneira, vamos ao relato.

-//-

Meu nome é Beatriz. E esse é o único nome real que vou manter. Meu relacionamento especial com meu pai começou quando eu tinha apenas 10 anos de idade, e não conhecia bem o conceito de sexo e sexualidade. Afinal de contas, esse não é o tipo de coisa que você se preocupa nessa idade.

Nossa família sempre foi super unida. Éramos eu, meu pai, minha mãe e dois irmãos mais velhos. Meus irmãos sempre foram do clássico tipo "molecão", dos que jogam bola na rua e arrumam confusão diariamente. Enquanto eu, desde pequena, sempre preferia ficar em casa. Mesmo naquela época, já tinha preferência por ler, estudar e até jogar videogame, o que no começo dos anos 2000 ainda era considerado algo só "de menino".

Meu pai sempre foi muito apegado a mim, e vice versa. Como eu passava a maior parte do tempo em casa, a gente ficava juntos quase todo dia. Minha mãe era enfermeira, o que significava que ela trabalhava em plantões de 12 horas quase todos os dias. E enquanto meus irmãos estavam fazendo baderna por aí, eu ficava com o pai. Sempre tive o costume de sentar no colo dele, e ler um gibi ou algum livrinho enquanto ele assistia TV. Era nossa forma de ficar juntos, mesmo quando fazíamos coisas diferentes.

Quando ele ia fazer comida eu seguia, e quando eu ficava com sono ele me levava pra cama. Acho bom mencionar essas coisas, pra deixar claro como foi essencial pra mim ter tido um bom pai. Nossa intimidade, como viria a evoluir, nunca poderia ter sido a mesma sem a confiança e o carinho que ele passava.

E foi nessa época que ele começou a me tocar.

Primeiramente, acho que seria bom me descrever. Assim como a minha mãe, eu puxei muito ao lado europeu da família. Ou seja, da família dela. Meu cabelo sempre foi loiro, daquele tão clarinho que parece até branco às vezes. E até as minhas sobrancelhas são loiras, o que apesar de ainda ser lindo hoje, me fazia parecer um anjinho na época. Até me admiro o quanto meu pai resistiu. E por ficar em casa o tempo todo, eu também era bem pálida. Meus olhos, ao invés de verdes como o da mamãe, são castanhos bem clarinho como os do meu pai. E por isso gosto bastante deles.

Naquela época, como qualquer menina da minha idade, eu não tinha peito nenhum. Mas já tinha uma bundinha bem redonda e macia, o que já era quase uma dica de como eu viria a crescer.

Meu pai, por outro lado, era bem diferente. Ele sempre foi enorme, desses homens que até assusta de olhar. E apesar disso, até hoje continua sendo um dos homens mais gentis que eu conheço. Ele tem a pele um pouco mais escura que a minha, e cabelo preto. Já na época ele trabalhava como engenheiro. É um homem bem alto, com braços fortes e um sorriso super gentil.

Mas voltando ao contexto.

Nessa época, comecei a notar como ele me tocava. Depois de um certo tempo, toda vez que eu sentava no colo dele, ele colocava as mãos nas minhas coxas. Ficava me alisando um pouco, e subindo cada vez mais. Eu achava um pouco estranho, é claro, mas não me incomodava. Afinal de contas, ele era meu pai. E pra dizer a verdade, já naquela época eu era bem carente. Então qualquer carinho vindo do meu pai era sempre bem vindo.

Então depois das primeiras vezes, onde eu só continuava lendo e deixando ele tocar as minhas pernas, eu comecei a ficar um pouco mais... à vontade. Seria mentira se eu dissesse que já sentia prazer com aquilo, pelo menos da forma que eu sinto com sexo hoje em dia. Mas por puro instinto, eu sabia que aquilo era bom. E sabia que, se deixasse ele continuar, nós dois iríamos gostar.

Então certa vez, e essa é uma que continua fresca na minha memória, eu fui um passo além. Numa típica tarde, sentada no colo dele enquanto ele via tv, senti as mãos dele tocando minhas coxas. Nesse dia eu estava usando um vestidinho, desses bem light de verão. Então quando ele começou a me tocar, eu fui lentamente abrindo as perninhas. Lentamente me entregando ao toque do único homem que eu teria deixado fazer aquilo.

Nem preciso dizer o quanto ele gostou, né?

Papai me perguntou se eu estava gostando. E sabendo bem da resposta, eu concordei acenando. Então ele continuou, dessa vez indo desde os meus joelhos até a minha calcinha. E bem quando os dedos dele alcançavam a minha rachinha, ele tirava a mão e começava lá de baixo novamente.

Nós fizemos isso muitas vezes. Até admiro a paciência que ele teve, em me deixar confortável com aquele toque seuxal de um adulto. E a paciência dele foi rapidamente recompensada, porque depois de certo ponto, eu comecei a ficar toda afobada esperando ele chegar em casa. Toda ansiosa, porque sabia que quando ele chegasse, eu poderia sentar no colo dele. E ele faria aquele carinho tão gostoso nas minhas perninhas...

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Por hoje é só. Sei que parece pouco, mas tenho muitas memórias pra compartilhar por aqui. E não se preocupe. Posso garantir que vai valer a pena. Nós fomos muito, muito além do toque...

De qualquer forma. Se você quer ler mais relatos como esse, é só me dizer. Sinta-se livre pra postar nos comentários, e dizer o que está achando.

De qualquer forma, tenha um ótimo dia. E até a próxima.

~ Bia
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