A morena do 5º andar...
Certa vez, descendo no elevador do meu prédio, me deparei com a morena mais gostosa que já vi passar por aquele elevador. Era muito cedo, cerca de seis horas da manhã. Imaginei logo que ela não morava no prédio, pois eu era morador antigo, logo conhecia todos os vizinhos.
Ela saiu do quinto andar e, o único homem que morava no quinto andar e que poderia estar comendo aquela potranca estava viajando. Não perdi tempo e fui logo procurar a pessoa mais indicada para me passar a ficha da morena: o porteiro!
Ele disse que era uma moradora nova. Disse, ainda, que ela era viúva e que havia herdado uma grana do marido, com a qual iria iniciar uma reforma no apartamento.
Sou arquiteto, logo pensei que seria a pessoa mais indicada para lhe dar as boas vindas. Hehehehe....
Como se não bastasse essa coincidência, ela tinha um carro igual ao meu. Percebi colado no vidro do carro um adesivo de uma clínica de ortopedia e esse foi o gancho que precisava para dar a cantada certeira...
Na semana seguinte, voltando da academia, encontrei a boazuda no hall de serviço esperando o elevador. Puxei conversa dizendo que vi o adesivo da clínica no carro e que precisava de uma opinião de um médico para resolver um problema no joelho. Ao chegar no andar dela, ficamos conversando na porta do elevador durante algum tempo e, afim de liberar o elevador, ela me convidou para entrar e continuar a conversa. (Nem preciso dizer que aceitei na mesma hora).
Na cozinha continuamos nossa conversa. Ela me contou sua vida. Contou que tinha 30 anos e que era viúva há 3 anos. Desde então não havia saído com mais ninguém. Nessa hora percebi a fissura em que ela se encontrava. Ela ainda estava toda de branco, com os cabelos presos pelos óculos escuros. Eu também estava suado das séries de exercícios que havia acabado de fazer. Dei a idéia de deixá-la ir tomar banho e trocar de roupa. Enquanto isso eu subiria para meu apartamento e faria o mesmo e, logo depois, desceria novamente e continuaríamos o papo que estava tão agradável. Ela aceitou, se despediu dando três beijinhos estalados bem pertinho da minha boca, segurando no meu rosto. Fiquei maluco!
Ela nem me levou até a porta. Entrou em direção ao quarto e deixou que eu saísse. Mas eu estava fora de controle. Fui andando em direção de seu quarto afim de saber mais sobre sua intimidade, já pensando em uma desculpa para estar entrando em sua casa. A única desculpa que vinha em minha mente era o tesão que estava sentindo.
Via a porta entreaberta e uma muda de roupas brancas no chão. Na medida que eu ia chegando mais perto, ia surgindo aquele corpão cheiroso e moreno. Ela estava sentada na cama só de calcinha, acariciando os peitinhos mais gostosos que já vi. Estava de olhos fechados e seu corpo queimando como o meu. Sua marquinha de biquíni me dava vontade de cair de boca em cada parte branquinha de seu corpo.
Eu sabia que ela estava pensando em mim, mas se ela me visse ali ficaria puta da vida. Sabia também que mais tarde, quando eu voltasse do banho, ia comê-la com certeza. Mas se ela me visse ali, nunca mais ia ter aquela chance.
Não teve jeito. Quando percebi eu já estava segurando meu pau dentro do quarto dela. Ela quando viu a cena fez valer o ditado: "Quem nunca viu não sabe o que é. Quem já viu não se espanta." Eu não acreditei quando vi aquela morena se ajoelhando e engolindo com prazer minha rola. Ela me chupava com vontade. A vontade de quem não via algo parecido há 3 anos...
Minhas pernas bambeavam e, quando estava quase gozando ela parou, deitou na cama e falou:
Goza em cima de mim. Quero sentir seu gozo na minha barriga!
Quando gozei ela esfregou tudo em cima dela. Espalhou desde suas coxas até seus peitos. Quanto tirei a calcinha dela comecei a acariciar seus pentelhos devagarinho e depois fui escorregando para seu clitóris. Ela estava encharcada! Caí de boca naquela flor adormecida e foi quando ela deu um berro e agarrou nos meus cabelos gritando:
Ai! Mete em mim! Mete! Veeeemmm!
Ela se arreganhou e eu trepei em cima. Agarrei as duas pernas dela e as levantei. Comecei a enfiar a cabecinha e fiquei brincando só na portinha.
Ela estava doida, com um olhar alucinado. Parecia que ia pirar. Eu brincava só com a cabecinha e de vez em quando enfiava bem fundo e forte... Ela pediu para parar de brincar, então comecei a aumentar as estocadas. Eu quase que podia sentir ela apertando meu pau com a xota dela.
Após ter gozado bastante, ela ficou de quatro e começou a rebolar o rabo para mim. Aquela marca de biquíni me deixava cada vez mais doido. Comecei a beijar a bunda dela. Lambi todinha! A xoxota dela estava piscando, mas era o cuzinho dela que eu queria. Tentei colocar na rosquinha, mas ainda estava sem lubrificação. Foi aí que ela me chupou e me deixou em ponto de bala. Nunca vi um cuzinho tão apertadinho e raspadinho....
Ela estava louca! Batia na própria bunda e gemia alto! Cada vez que eu apertava a bunda dela e puxava os cabelos, era um berro que ela dava.
Quando estava quase gozando tirei e gozei na bunda dela. Foi o cuzinho mais gostoso que já comi.
Tenho viva esta cena em minha mente até hoje. Também pudera, neste momento ela dorme tranqüila a poucos metros de mim...
Ela saiu do quinto andar e, o único homem que morava no quinto andar e que poderia estar comendo aquela potranca estava viajando. Não perdi tempo e fui logo procurar a pessoa mais indicada para me passar a ficha da morena: o porteiro!
Ele disse que era uma moradora nova. Disse, ainda, que ela era viúva e que havia herdado uma grana do marido, com a qual iria iniciar uma reforma no apartamento.
Sou arquiteto, logo pensei que seria a pessoa mais indicada para lhe dar as boas vindas. Hehehehe....
Como se não bastasse essa coincidência, ela tinha um carro igual ao meu. Percebi colado no vidro do carro um adesivo de uma clínica de ortopedia e esse foi o gancho que precisava para dar a cantada certeira...
Na semana seguinte, voltando da academia, encontrei a boazuda no hall de serviço esperando o elevador. Puxei conversa dizendo que vi o adesivo da clínica no carro e que precisava de uma opinião de um médico para resolver um problema no joelho. Ao chegar no andar dela, ficamos conversando na porta do elevador durante algum tempo e, afim de liberar o elevador, ela me convidou para entrar e continuar a conversa. (Nem preciso dizer que aceitei na mesma hora).
Na cozinha continuamos nossa conversa. Ela me contou sua vida. Contou que tinha 30 anos e que era viúva há 3 anos. Desde então não havia saído com mais ninguém. Nessa hora percebi a fissura em que ela se encontrava. Ela ainda estava toda de branco, com os cabelos presos pelos óculos escuros. Eu também estava suado das séries de exercícios que havia acabado de fazer. Dei a idéia de deixá-la ir tomar banho e trocar de roupa. Enquanto isso eu subiria para meu apartamento e faria o mesmo e, logo depois, desceria novamente e continuaríamos o papo que estava tão agradável. Ela aceitou, se despediu dando três beijinhos estalados bem pertinho da minha boca, segurando no meu rosto. Fiquei maluco!
Ela nem me levou até a porta. Entrou em direção ao quarto e deixou que eu saísse. Mas eu estava fora de controle. Fui andando em direção de seu quarto afim de saber mais sobre sua intimidade, já pensando em uma desculpa para estar entrando em sua casa. A única desculpa que vinha em minha mente era o tesão que estava sentindo.
Via a porta entreaberta e uma muda de roupas brancas no chão. Na medida que eu ia chegando mais perto, ia surgindo aquele corpão cheiroso e moreno. Ela estava sentada na cama só de calcinha, acariciando os peitinhos mais gostosos que já vi. Estava de olhos fechados e seu corpo queimando como o meu. Sua marquinha de biquíni me dava vontade de cair de boca em cada parte branquinha de seu corpo.
Eu sabia que ela estava pensando em mim, mas se ela me visse ali ficaria puta da vida. Sabia também que mais tarde, quando eu voltasse do banho, ia comê-la com certeza. Mas se ela me visse ali, nunca mais ia ter aquela chance.
Não teve jeito. Quando percebi eu já estava segurando meu pau dentro do quarto dela. Ela quando viu a cena fez valer o ditado: "Quem nunca viu não sabe o que é. Quem já viu não se espanta." Eu não acreditei quando vi aquela morena se ajoelhando e engolindo com prazer minha rola. Ela me chupava com vontade. A vontade de quem não via algo parecido há 3 anos...
Minhas pernas bambeavam e, quando estava quase gozando ela parou, deitou na cama e falou:
Goza em cima de mim. Quero sentir seu gozo na minha barriga!
Quando gozei ela esfregou tudo em cima dela. Espalhou desde suas coxas até seus peitos. Quanto tirei a calcinha dela comecei a acariciar seus pentelhos devagarinho e depois fui escorregando para seu clitóris. Ela estava encharcada! Caí de boca naquela flor adormecida e foi quando ela deu um berro e agarrou nos meus cabelos gritando:
Ai! Mete em mim! Mete! Veeeemmm!
Ela se arreganhou e eu trepei em cima. Agarrei as duas pernas dela e as levantei. Comecei a enfiar a cabecinha e fiquei brincando só na portinha.
Ela estava doida, com um olhar alucinado. Parecia que ia pirar. Eu brincava só com a cabecinha e de vez em quando enfiava bem fundo e forte... Ela pediu para parar de brincar, então comecei a aumentar as estocadas. Eu quase que podia sentir ela apertando meu pau com a xota dela.
Após ter gozado bastante, ela ficou de quatro e começou a rebolar o rabo para mim. Aquela marca de biquíni me deixava cada vez mais doido. Comecei a beijar a bunda dela. Lambi todinha! A xoxota dela estava piscando, mas era o cuzinho dela que eu queria. Tentei colocar na rosquinha, mas ainda estava sem lubrificação. Foi aí que ela me chupou e me deixou em ponto de bala. Nunca vi um cuzinho tão apertadinho e raspadinho....
Ela estava louca! Batia na própria bunda e gemia alto! Cada vez que eu apertava a bunda dela e puxava os cabelos, era um berro que ela dava.
Quando estava quase gozando tirei e gozei na bunda dela. Foi o cuzinho mais gostoso que já comi.
Tenho viva esta cena em minha mente até hoje. Também pudera, neste momento ela dorme tranqüila a poucos metros de mim...
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