Peladão debaixo do lençol com o priminho – Isso não vai prestar! – Parte 1 (Perv)
Essa tinha tudo para ser mais uma sexta-feira normal, onde eu iria sair com os meus amigos em algum barzinho, acabar transando com alguém e ido dormir bêbado, mas a chuva decidiu arruinar meus planos, então o que me restou foi acompanhar a minha mãe até o aeroporto, onde ela iria buscar meu tio que estava chegando de viagem, mas antes disso tínhamos que passar na casa da minha tia buscar ela e meu priminho, que iriam junto conosco.
Chegando na casa da minha tia, descemos para tomar um rápido café, já que a viagem seria um pouco cansativa, moro no interior de São Paulo e o aeroporto de Guarulhos fica umas duas horas de carro se você dirige devagar igual as mulheres da minha família, e como eu não poderia dirigir pois minha habilitação havia vencido e não tive tempo de renovar, teria que suportar a lerdeza da minha mãe na estrada.
Já sentado na mesa, minha tia me serve uma xícara de café, eu sinto a casa muito silenciosa e ainda não vi meu priminho Kayke, ele tem 7 anos e sempre costuma correr para me abraçar quando nos vemos, mas até agora nem vestígios dele.
- Tia, cadê o Kayke?
- Ah ele tá dormindo, de manhã ele teve ânsia tadinho. Tive que dar um Dramin e ele apagou, mas jajá vou acordar ele para a gente começar a sair.
- Coitado, mas ele melhorou?
- Sim, até comeu um lanche antes de dormir. Mas acho que ele ta meio enjuriado porque não queria ir com a gente buscar o pai.
- Criançada não tem paciência para estrada – responde a minha mãe entrando na conversa.
- Não mesmo, principalmente o Kayke que adora ficar em casa.
- Ai Su, vai ter que acordar ele coitado? – palpita minha mãe
- Ai vai ser o jeito, ele vai dormindo atrás com o Gabriel.
Ouvindo aquilo, eu que já não estava muito animado para ir decido sugerir ficar para cuidar do meu primo, enquanto as duas seguem para São Paulo. Como seria uma viagem de bate e volta, lá pelo fim da tarde já estariam de volta.
- Oo tia, você não quer eu fique aqui cuidando dele e vocês duas vão buscar o tio?
- Imagina querido, fazer você ficar aqui.
- Eu não ligo, sério mesmo. Para falar a verdade, eu to bem cansado também e nem to muito afim de pegar estrada, eu ia mais para fazer companhia mesmo.
- É Su, eu que arrastei ele junto – intervém minha mãe
- Você que sabe Ga! Tem certeza que prefere assim? – pergunta minha tia
- Sim, eu fico aqui vendo TV e descansando, se ele acordar a gente joga um videogame, eu distraio ele. Se ele ficar ruim de novo eu te ligo, fica tranquila.
Por fim, fica decidido então que a minha mãe e a tia Su vão para São Paulo buscar meu tio e que eu vou ficar esperando elas voltarem e de olho no meu priminho. Ufa! Me livrei de uma viagem cansativa. Alguns minutos depois então elas se despedem, entram no carro e partem para o aeroporto, eu fecho a porta e vou para o quarto do Pedro, meu primo mais velho que recentemente foi morar no Sul para fazer faculdade, o que significa que vou poder ficar a vontade na cama dele jogando vídeo game, mas não é bem isso que acontece...
Eu até começo a jogar algo, mas de repente a energia acaba, e além de perder meu entretenimento, começo a suar de calor, abro um pouco a janela para entrar um ar fresco, mas a chuva começa a cair dentro do quarto então fecho. Sem ventilador, sem poder abrir a janela, o que me resta é tirar a camisa e a calça, e é exatamente o que eu faço.
Apenas de cueca na cama, começo a buscar algum entretenimento no celular, até que no Twitter me deparo com o pornô e começo a me animar, em poucos minutos meu pau ta uma pedra e começo a bater uma punheta. Me animo mais ainda e quando me dou conta, já tirei a cueca e estou totalmente peladão me masturbando na cama do meu primo mais velho, pensar nisso me dá ainda mais tesão, sempre tive fetiche nesses lances familiares, incesto e coisas proibidas que são tabu na sociedade.
A chuva lá fora piora, e um grande estrondo de trovão treme as janelas da casa. Foi tão alto que até derrubei o celular na minha cara de susto, mas o susto maior viria a seguir... Eu totalmente pelado no quarto ouço um “MÃE”, só tenho tempo de me cobrir com o lençol antes do meu priminho Kayke entrar assustado no quarto, naquela meia luz com o pouco de claridade que vem da janela eu encaro seu rostinho assustado, e ele vem correndo para debaixo do lençol comigo, sem perceber que estou totalmente pelado.
- Cadê minha mãe Ga?
- Oi pequeno, ela foi buscar seu pai. Eu não queria ir então fiquei aqui para cuidar de você.
- Ah, eu to com medo.
- Fica com medo não, são só raios. A gente ta protegido aqui dentro.
- Ta bom!
Que situação, os raios continuavam caindo lá fora, fazendo barulho. A cada estrondo meu priminho Kayke, de 7 anos apertava o seu corpinho contra o meu. A sua bundinha roçava no meu pau, e eu que achava estar duro, descobri que tinha como ficar mais duro ainda. Eu sentia a grossura do meu pau roçando no shorts dele, e o suor do meu peito molhando as costinhas dele, que também estava sem camisa. Sem muito pensar, deixando apenas o tesão me controlar, eu começo a roçar de propósito mais e mais. Não demora muito, para eu entrar em um nível de tesão incontrolável, que vai me levar a cruzar os limites.
- Kayke, quer fazer uma brincadeira com o tio para passar o medo?
- Quero!
- Ok, primeiro vamos tirar a roupa? Tá muito calor né?
- Ta mesmo, mas a gente vai ficar pelado?
- Sim, não tem problema! É só não contar para nínguem, senão vão achar que você é gay.
- Ta bom, não vou contar não. Eu não sou gay.
- Eu sei que não. Então vai tirando o shorts que o tio vai buscar uma coisa na cozinha.
Vou até a cozinha e logo retorno ao quarto com um pote de Nutella, um danone e uma lata de leite condensado, escondo tudo isso nas minhas costas para ele não ver.
- Olha, a brincadeira vai ser assim. Você vai fechar o olho e eu vou colocar uma coisa na sua boca. Você vai ter que experimentar até descobrir o que é. Ok?
- Ta bom!!! – ele responde todo animado!
- Então bota o shorts assim na sua cabeça, isso! (Eu boto o shorts na cabeça dele para tampar sua visão) Ta vendo alguma coisa?
- Não!
- Vou começar então!
Eu passo um pouco de leite condensado na cabeça do meu pau e me direciono a boca do meu priminho.
- Abre a boquinha pro primo vai!
Ele abre e eu coloco a cabeça do meu pau para ele chupar. Confesso que a minha vontade era de socar minha rola inteira na garganta dele de uma vez. Mas tenho que ter paciência, não posso machuca-lo, e meu pau é meio grande, 20cm, brancão cheio de veias e bem grosso. (Foto no final do conto)
Kayke degusta a cabeça da minha rola, mas não consegue adivinhar o que é. Eu então coloco mais um pouco e volto a colocar na boca dele, dessa vez ouso um pouco mais, seguro a sua cabeça e empurro um pouco mais meu cabeção em sua boquinha. Cara! Que sensação gostosa, eu não sei explicar exatamente qual parte disso é melhor, se é o incesto, o abuso, a malicia ou se é estar no controle de uma criança e usa-la para o seu próprio prazer sexual. Talvez seja tudo isso, eu só sei que este tipo de tesão é muito além de qualquer relação sexual convencional.
Ficamos neste jogo por uns 20 minutos, eu fui trocando os sabores e a cada chute que ele dava eu tentava confundi-lo para que ele errase sempre, para que eu pudesse continuar enfiando meu pau na sua boquinha. A última enfiada foi sem nada, apenas meu pau babando demais.
- O que você acha que é Kayke?
- Esse tá salgado! É sal?
- Não, errou!
- Ai, então é tempero?
- Errou de novo!
- Não sei o que é Ga!
- Não? Tira o shorts da cabeça e olha então!
Ele tira o shorts todo animado e da de cara com a minha pica extremamente dura, pingando em frente a sua boca. Fica sem entender muito bem e da risada.
- É o seu pipi Ga?
- Era o pipi do primo Ga, gostou?
- Eca! – ele diz rindo e cobrindo o rosto.
- Não gostou é? Vou ficar triste assim.
- Não, é que... eu gostei, mas eu não sou gay.
- Ué, eu sei que não. Mas isso é nossa brincadeira, nosso segredo. Você só vira gay se você contar para alguém. Você não vai contar né?
- Não, eu não! Juro!
- Se você contar, você vai virar gay e nunca mais vai poder ver o primo.
- Eu nunca vou contar Ga.
- Então você gostou do pipi do primo Ga?
- Gostei, uhum! É salgadinho!
- É né? Quer experimentar mais?
- Querooo!!!
- Tem que chupar bem gostoso, quanto mais fundo você chupa mais gostoso o salzinho fica.
- Tá!
- Isso, lambe gostoso vai! Passa a linguinha de baixo até em cima para você sentir tudo!
- Assim? – Ele pergunta linguado meu pau da base até a cabeça.
- Isso! Agora tenta engulir o máximo que conseguir.
Eu gemo de tesão. O muleque até que chupa bem pow! Enquanto ele chupa vejo meu telefone tocar em cima da cama, sento e vejo que a minha tia. Falo para ele ajoelhar e continuar me chupando.
- Ajoelha no chão e chupa o primo, vou falar com a mamãe, tem que ficar quietinho, ok?
- Ok.
Atendo o telefone enquanto ele continua me chupando.
- Oi tia!
- Oi Ga, tudo bem aí? Kayke acordou?
- Acordou sim! Ele ta chupando sorvete que comprei pra gente!
- Ah ele ama sorvete!
- Sim, to vendo. Tá se deliciando aqui, não sabia que ele gostava tanto assim.
- Ah querido, se deixar ele chupa uns 10. Tem que controlar.
- Pode deixar tia, ele ta me obedecendo direitinho.
- Que bom, liguei só para dizer que estamos chegando no aeroporto daqui a pouco, antes de sair eu ligo avisando que estamos voltando. Vamos devagar porque a chuva apertou aqui.
- Ah ta bom tia, vem bem devagar. Cuidado na estrada, aqui tá tudo ótimo.
- Ok querido, beijos!
- Beijos tia!
Largo o telefone e solto um urro de tesão que estava segurando a ligação inteira! O muleque não parou de me chupar nem um segundo. Estou impressionado!
- Que delicia priminho!
- Ta gostoso Ga!
- Tá né, mas para um pouquinho. Vamos tentar outra brincadeira agora.
- Que brincadeira?
- Eu chamo de buraquinho. É bem gostosa. Quer brincar?
- Quero!!!
- Tá bom, deita na cama e fica de quatro pro primo!
Ele me obedece na hora! Que cena mais linda! Meu pequeno priminho de 4 na cama, preparado para levar uma rola de 20cm no cuzinho. Eu queria meter com força, fazer dele a minha putinha, mas vou ter que ter paciência, não vai ser uma entrada fácil! Aproveito que meu pau tá pingando de tanto tesão, e começo a passar a baba do meu pau misturado com a minha saliva naquele minúsculo buraquinho do meu priminho.
O resto da história? Eu posso contar na parte 2 se vocês quiserem. O que acharam da brincadeira com o meu priminho? Conta aí nos comentários, este foi só o começo!
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