Pedófilo abusador, pegando a neta do irmão de 8 anos. 1
Para contar e descrever uma situação tem que ter conhecimento de causa, e vivênciado essa situação. Ficção é uma coisa, mas a realidade é outra.
Nossa família mudou de Porto Franco do Maranhão para Gurupi, uma bela cidade, localizada no meio norte goiano, antes da divisão do estado. Voltamos para o nosso estado de origem. Essa mudança ocorreu por incentivo de dois amigos de longa data do meu pai. João Roseno e Olímpio mais conhecido por Olímpinho. Ali nossa família criou raízes, muitos dos meus irmãos e irmãs casaram, outros foram estudar fora, meu pai faleceu e foi enterrado lá. O estado foi dividido e Gurupi passou a fazer parte do novo estado do Tocantins. Meu segundo irmão Teodoro casou-se com Marluce e tiveram um casal de filhos. O filho do Olímpinho numa bobeada engravidou uma mulher da vida. Ele tinha só 16 anos, moleque de tudo e como sua mãe andava muito doente Olímpinho não quis assumir a neta para criar. Como a mãe não tinha condições de ficar com ela, meu irmão a adotou com dois dias de nascida, registrando como sua filha legítima. Vanessa cresceu cercada de muito amor, sem conhecer o seu passado. Estudou, fez faculdade, se casando com um funcionário que trabalhava na farmácia da sua mãe. Teve um casal de filhos, Maria Cláudia e Junior com 2 anos de diferença um do outro. Teodoro vendeu tudo se mudando para o Pará. Comprou uma fazendinha num lugar privilegiado ás margens do rio capim e também uma casa na cidade de Aurora. Sua mulher montou outra farmácia. O motivo da sua mudança foi um convite nosso. Sua vinda causou a reunião de 6 irmãos na mesma cidade, depois de muitos anos de separação. A filha mais velha de Teodoro,
casou-se e foi morar em Tucumã. O filho também casou e continuou em Gurupi, junto com Vanessa. Mas nas férias ou final de ano levava ou a vó vinha buscar seus filhos para ficar com eles, e matar a saudade dos avós. Eu e Teodoro éramos muito unidos. Como era de se esperar crei um relacionamento sólidos com as crianças também. Eu havia me separado já tinha um bom tempo e estava solteiro. Maria Cláudia puxou a mãe, morena clarinha, cabelos castanhos escuros quase negros e curtos, um pouco rebeldes. Rosto bonito com olhos negros grandes expressivos e muito espertos. Ela era muito inteligente e danada. Era a copia da mãe em miniatura. Perninhas bem torneadas e uma bundinha que chamava atenção desde pequena. Redondinha e bem empinada. Já seu irmão puxou ao pai e era o xodó da mãe. Ambos muito ativos só paravam quando estavam em frente à TV. Era uma luta constante dos dois pela posse do controle. Sempre era convidado para comer na casa deles, era uma luta para fazer a Maria Cláudia comer comida normal, ela só comia besteiras. Eu fazia aposta com ela pra ver quem terminava primeiro e claro ela sempre ganhava apertado, pois eu deixava. Nessa época ela já estava com 7 anos e seu irmão com 5. Ela adorava o colo do avô e o meu também. A casa deles foi construída no cimo de um morrote cercada de mato e fruteiras. Tinha três quartos, duas salas e uma cozinha, com um só banheiro para todos os quartos. Possuia uma área grande que circulava a casa por três lados. Um dos lados podia até guardar um carro servindo de garagem. Na parte do fundo tinha também outro banheiro e área de serviço. Meu irmão mandou construir um muro alto na frente com um portão eletrônico. Apesar de achar Maria Cláudia uma linda garota, nunca tive segundas intenções em relação a ela... nem de longe. Tanto que quando se sentava no meu colo, não sentia o menor tesão, tinha respeito e a olhava como criança apesar do meu histórico de abusador. Minha alma de pedófilo ainda estava adormecida dentro do armário. Mas eu tinha um histórico de peso, pois tinha ficado com duas filhas, duas sobrinhas e uma irmã. Tem coisas que acontecem com a gente difícil de explicar. Eu tinha um dom no trato com crianças e muita facilidade para conquista-las. Não sei se nasceu comigo, ou foi desenvolvido depois que tracei minhas duas filhas criando gosto pela coisa. Nunca tinha sentido ou olhado para uma criança com desejos sexuais, antes de dar uns pegas na Cris minha filha do meio. Tive um criação muito rígida com meus avós que eram mineiros linha dura. Era como se fosse filho único, pois fui criado por eles. Dizer que crianças não se tem desejos, é mero engano, sou prova viva disso. Não sei precisar quando começou, mas com seis anos já me masturbava. Com 7 anos fui flagrado por minha vó e levei uma surra, descobrindo da pior forma possível que era uma coisa proibida. Mas no meu sub consciente já desconfiava, tanto que fazia escondido e ser flagrado foi erro de percurso. Mas não parei só tomei mais cuidado para não ser descoberto de novo. Devem estar se perguntando, como sabia que tinha sete anos. Minha vó contou o acontecido ao meu avô, enfatizando...
- Esse moleque só tem sete anos, e já aprendeu fazer severgonhice. Aquilo ficou gravado dentro da minha cabeça. Mas antes disso aconteceu outro fato que me marcou muito, não sei se já aconteceu com alguns de vocês. Meu avô era gerente da oficina mecânica de uma revenda da Volkswagen. A secretária se chamava Maria, uma moça muito bonita, ela brincava muito comigo falando que me achava muito lindo. Eu gostava do cheiro dela, adorava ficar por perto de onde ela estava, algo nela me atraia. Um dia ela afastou a cadeira da mesa e me colocou no colo e me deu um beijo. Inavertidamente toquei num seio dela. Ela riu e falou...
- Gosta de um peito né danadinho? Mamou pouco foi? Quer mamar? - Levantou a blusa junto com o sutiã. Senti um calor e o coração disparou. Usava só um shortinho ela olhou e viu que meu pintinho tava duro.
- Vc é um taradinho... heim Zezinho. - Me desvensilhei do seu colo e corri pra fora do escritório e me escondi no meio dos carros estacionados da oficina com vergonha. Fiquei por lá até meu pintinho baixar que demorou um bocado. Depois disso aconteceu várias vezes, pois era só a gente ficar sozinhos ela pegava no meu piruzinho, me punha pra chupar seus peitos. Não esqueço o dia que ela levantou a saia pegou minha mão e colocou em contato direto com sua buceta, puxando a calcinha de lado. Ficou gravado na minha memória o cheiro que exalava e a sensação do toque, numa buceta adulta cabeluda. As mulheres na época não se depilavam como hoje. Ela chegou o ponto de mamar no meu pintinho. Eu adorava aquilo, nunca mais corri dela. Hoje sei que fui abusado, mas gostava muito daquilo, mesmo sem saber a realidade da coisa. Tive outra experiência com uma garota mais velha do que eu. Meu avô comprou uma chácara, praticamente dentro da cidade. Quase fazia divisa com o parque de exposição de Anápolis, Goiás. A gente morava nela, e tínhamos um vizinho que não morava, mas tinha um caseiro para tomar conta. Ele tinha uma filha bonitinha e gostava muito de ir brincar com ela. Só não ía sozinho, pois toda vez que chegava perto da cerca, vinha um ganso enorme, grasnando e batendo asas pra cima de mim, me colocando pra correr. O desgraçado não ía com minha cara e eu morria de medo dele. Mas quando ela vinha da escola, vestida numa saia plissada azul marinho curta, blusa branca, sapatos pretos com meia branca até o meio da canela eu ficava animadinho. Ela passava dentro da nossa chácara pra ir pra deles. E muitas vezes encostava e pedia pra minha avó pra me liberar pra ir lá brincar. Minha vó sempre deixava pra se livrar de mim, pois era muito atentado. Só assim eu entrava protegido de ataque do ganso assassino. Era só ter uma oportunidade a gente fugia pro fundo do pomar para ficar longe das vistas dos pais dela. Selminha era morena clarinha, bem engraçadinha, era falsa magra não muito alta pra idade. Pelo seu biótipo, hoje presumo que ela devia ter uns 12 anos, pois tinha peitinhos do tamanho de uma laranja, e na bucetinha, só uma penugem fininha como o bigode de Hitler na estrada da xoxotinha. Ela me contava que brexava os pais na hora do sexo e que sua mãe gemia muito. Via tudo que eles faziam. Contei minha aventura com a Maria. Como era bem mais velha, ela conduzia tudo.
Passamos primeiro pra fase de descobertas ela se mostrava pra mim e eu pra ela. Via seus peitinhos e bucetinha e mostrava o meu pintinho duro. A imagem que mais marcou foi ela abaixando uma calça vermelha que batia no meio da canela, tinha elástico na cintura, ela puxou abaixando junto com a calcinha então vi sua bucetinha pela primeira vez. Em contrapartida desci meu calção e mostrei meu pintinho durinho. Depois vieram os toques, depois a ação, a gente tentava reproduzir o que o pai e a mãe dela fazia. Não me lembro se consegui alguma penetração, mas lembro das chupadas que ganhei e das que dei nela. A lembrança do gostinho da bucetinha dela na primeira vez. Não gostei muito, tive nojo. Ela tinha que se assear num rego d'água para poder me convencer a chupar de novo. Essas lembranças me acompanham até os dias atuais. Então pergunto crianças sentem ou não sentem prazer? Sendo que a menina mulher se desenvolve muito mais rápido que menino homem. Uma mocinha de 15 anos já está preparada para ser mãe, um menino de 15 é um moleque imaturo. Antigamente nessa época as crianças nasciam de olhos fechados, atualmente já nascem quase falando. A sexualidade está aflorando cada dia mais cedo nas meninas. Podem pesquisar e ver. Isso acontece devido alimentação e veículos de informação, como TV e Internet. A troca de nudes entre os jovens já se tornou corriqueiro. Nos somos o produto do meio. Acho que o gosto por meninas novinhas despertou em mim no momento que vi minha filha de oito anos se masturbando. Ela estava num corredor entre o muro e a casa onde se guardava bagulhos, com o vestido levantado e a calcinha abaixo do joelhos, perninhas abertas e dedilhando sua bucetinha linda, bem rosinha com fúria. Seu olhos estavam cerrados e a respiração suspensa se movimentando o dedinho no seu pilotinho freneticamente. Estava vermelhinha e quase suando pelo esforço. Aquela cena me deixou fascinado e algo explodiu dentro de mim, um tesão absurdo surgiu. Daquele momento pra frente, nunca mais consegui olhar minha garotinha com olhos de pai, mas de macho. Acho que depois daquele instante passei a ser um pedófilo. Consegui sufocar isso não querendo aceitar, mas muita coisa mudou dentro de mim. Vc já se olhou interiormente?
Tentei me segurar, mas hoje sei de quem minha filha tinha herdou o gosto pela masturbação. Sei também o motivo que ela me provocava... tinha desejos. Eu era o macho que ela tinha como referência e estava mais próximo dela. Foi a junção da fome com a vontade de comer. Sabe o porquê de uma menina ser mais putinha que outra? Depende dos seus hormônios e precocidade. Umas nascem peitos e pelos mais cedo e consequentemente menstruam mais cedo. Com a evolução da sexualidade das meninas surgindo cada dia mais cedo, também aumentou a quantidade de homens e mulheres de criaram interesses por crianças. Se eu estiver errado que joguem a primeira pedra. Notei o desejo da minha filha quando chupei sua bucetinha pela primeira vez aos 9 anos e senti que ela teve seu primeiro orgasmo. Tive outras oportunidades com outras novinhas, dessa idade e um pouco mais velhas, que não vem ao caso agora. Garanto que muitas das leitoras desse site, que passaram por situações idênticas me deram razões. Hoje tenho conciência que sou um pedófilo e abusador. No próximo vou contar o que aconteceu com a neta do meu irmão a Maria Cláudia e a Zana minha sobrinha. Se quiserem me julgar que julguem mas não vou ficar em cima do muro, nem dentro do armário. Gosto de novinhas e crianças, se surgir uma oportunidade eu pego e abuso sem violência.
Nossa família mudou de Porto Franco do Maranhão para Gurupi, uma bela cidade, localizada no meio norte goiano, antes da divisão do estado. Voltamos para o nosso estado de origem. Essa mudança ocorreu por incentivo de dois amigos de longa data do meu pai. João Roseno e Olímpio mais conhecido por Olímpinho. Ali nossa família criou raízes, muitos dos meus irmãos e irmãs casaram, outros foram estudar fora, meu pai faleceu e foi enterrado lá. O estado foi dividido e Gurupi passou a fazer parte do novo estado do Tocantins. Meu segundo irmão Teodoro casou-se com Marluce e tiveram um casal de filhos. O filho do Olímpinho numa bobeada engravidou uma mulher da vida. Ele tinha só 16 anos, moleque de tudo e como sua mãe andava muito doente Olímpinho não quis assumir a neta para criar. Como a mãe não tinha condições de ficar com ela, meu irmão a adotou com dois dias de nascida, registrando como sua filha legítima. Vanessa cresceu cercada de muito amor, sem conhecer o seu passado. Estudou, fez faculdade, se casando com um funcionário que trabalhava na farmácia da sua mãe. Teve um casal de filhos, Maria Cláudia e Junior com 2 anos de diferença um do outro. Teodoro vendeu tudo se mudando para o Pará. Comprou uma fazendinha num lugar privilegiado ás margens do rio capim e também uma casa na cidade de Aurora. Sua mulher montou outra farmácia. O motivo da sua mudança foi um convite nosso. Sua vinda causou a reunião de 6 irmãos na mesma cidade, depois de muitos anos de separação. A filha mais velha de Teodoro,
casou-se e foi morar em Tucumã. O filho também casou e continuou em Gurupi, junto com Vanessa. Mas nas férias ou final de ano levava ou a vó vinha buscar seus filhos para ficar com eles, e matar a saudade dos avós. Eu e Teodoro éramos muito unidos. Como era de se esperar crei um relacionamento sólidos com as crianças também. Eu havia me separado já tinha um bom tempo e estava solteiro. Maria Cláudia puxou a mãe, morena clarinha, cabelos castanhos escuros quase negros e curtos, um pouco rebeldes. Rosto bonito com olhos negros grandes expressivos e muito espertos. Ela era muito inteligente e danada. Era a copia da mãe em miniatura. Perninhas bem torneadas e uma bundinha que chamava atenção desde pequena. Redondinha e bem empinada. Já seu irmão puxou ao pai e era o xodó da mãe. Ambos muito ativos só paravam quando estavam em frente à TV. Era uma luta constante dos dois pela posse do controle. Sempre era convidado para comer na casa deles, era uma luta para fazer a Maria Cláudia comer comida normal, ela só comia besteiras. Eu fazia aposta com ela pra ver quem terminava primeiro e claro ela sempre ganhava apertado, pois eu deixava. Nessa época ela já estava com 7 anos e seu irmão com 5. Ela adorava o colo do avô e o meu também. A casa deles foi construída no cimo de um morrote cercada de mato e fruteiras. Tinha três quartos, duas salas e uma cozinha, com um só banheiro para todos os quartos. Possuia uma área grande que circulava a casa por três lados. Um dos lados podia até guardar um carro servindo de garagem. Na parte do fundo tinha também outro banheiro e área de serviço. Meu irmão mandou construir um muro alto na frente com um portão eletrônico. Apesar de achar Maria Cláudia uma linda garota, nunca tive segundas intenções em relação a ela... nem de longe. Tanto que quando se sentava no meu colo, não sentia o menor tesão, tinha respeito e a olhava como criança apesar do meu histórico de abusador. Minha alma de pedófilo ainda estava adormecida dentro do armário. Mas eu tinha um histórico de peso, pois tinha ficado com duas filhas, duas sobrinhas e uma irmã. Tem coisas que acontecem com a gente difícil de explicar. Eu tinha um dom no trato com crianças e muita facilidade para conquista-las. Não sei se nasceu comigo, ou foi desenvolvido depois que tracei minhas duas filhas criando gosto pela coisa. Nunca tinha sentido ou olhado para uma criança com desejos sexuais, antes de dar uns pegas na Cris minha filha do meio. Tive um criação muito rígida com meus avós que eram mineiros linha dura. Era como se fosse filho único, pois fui criado por eles. Dizer que crianças não se tem desejos, é mero engano, sou prova viva disso. Não sei precisar quando começou, mas com seis anos já me masturbava. Com 7 anos fui flagrado por minha vó e levei uma surra, descobrindo da pior forma possível que era uma coisa proibida. Mas no meu sub consciente já desconfiava, tanto que fazia escondido e ser flagrado foi erro de percurso. Mas não parei só tomei mais cuidado para não ser descoberto de novo. Devem estar se perguntando, como sabia que tinha sete anos. Minha vó contou o acontecido ao meu avô, enfatizando...
- Esse moleque só tem sete anos, e já aprendeu fazer severgonhice. Aquilo ficou gravado dentro da minha cabeça. Mas antes disso aconteceu outro fato que me marcou muito, não sei se já aconteceu com alguns de vocês. Meu avô era gerente da oficina mecânica de uma revenda da Volkswagen. A secretária se chamava Maria, uma moça muito bonita, ela brincava muito comigo falando que me achava muito lindo. Eu gostava do cheiro dela, adorava ficar por perto de onde ela estava, algo nela me atraia. Um dia ela afastou a cadeira da mesa e me colocou no colo e me deu um beijo. Inavertidamente toquei num seio dela. Ela riu e falou...
- Gosta de um peito né danadinho? Mamou pouco foi? Quer mamar? - Levantou a blusa junto com o sutiã. Senti um calor e o coração disparou. Usava só um shortinho ela olhou e viu que meu pintinho tava duro.
- Vc é um taradinho... heim Zezinho. - Me desvensilhei do seu colo e corri pra fora do escritório e me escondi no meio dos carros estacionados da oficina com vergonha. Fiquei por lá até meu pintinho baixar que demorou um bocado. Depois disso aconteceu várias vezes, pois era só a gente ficar sozinhos ela pegava no meu piruzinho, me punha pra chupar seus peitos. Não esqueço o dia que ela levantou a saia pegou minha mão e colocou em contato direto com sua buceta, puxando a calcinha de lado. Ficou gravado na minha memória o cheiro que exalava e a sensação do toque, numa buceta adulta cabeluda. As mulheres na época não se depilavam como hoje. Ela chegou o ponto de mamar no meu pintinho. Eu adorava aquilo, nunca mais corri dela. Hoje sei que fui abusado, mas gostava muito daquilo, mesmo sem saber a realidade da coisa. Tive outra experiência com uma garota mais velha do que eu. Meu avô comprou uma chácara, praticamente dentro da cidade. Quase fazia divisa com o parque de exposição de Anápolis, Goiás. A gente morava nela, e tínhamos um vizinho que não morava, mas tinha um caseiro para tomar conta. Ele tinha uma filha bonitinha e gostava muito de ir brincar com ela. Só não ía sozinho, pois toda vez que chegava perto da cerca, vinha um ganso enorme, grasnando e batendo asas pra cima de mim, me colocando pra correr. O desgraçado não ía com minha cara e eu morria de medo dele. Mas quando ela vinha da escola, vestida numa saia plissada azul marinho curta, blusa branca, sapatos pretos com meia branca até o meio da canela eu ficava animadinho. Ela passava dentro da nossa chácara pra ir pra deles. E muitas vezes encostava e pedia pra minha avó pra me liberar pra ir lá brincar. Minha vó sempre deixava pra se livrar de mim, pois era muito atentado. Só assim eu entrava protegido de ataque do ganso assassino. Era só ter uma oportunidade a gente fugia pro fundo do pomar para ficar longe das vistas dos pais dela. Selminha era morena clarinha, bem engraçadinha, era falsa magra não muito alta pra idade. Pelo seu biótipo, hoje presumo que ela devia ter uns 12 anos, pois tinha peitinhos do tamanho de uma laranja, e na bucetinha, só uma penugem fininha como o bigode de Hitler na estrada da xoxotinha. Ela me contava que brexava os pais na hora do sexo e que sua mãe gemia muito. Via tudo que eles faziam. Contei minha aventura com a Maria. Como era bem mais velha, ela conduzia tudo.
Passamos primeiro pra fase de descobertas ela se mostrava pra mim e eu pra ela. Via seus peitinhos e bucetinha e mostrava o meu pintinho duro. A imagem que mais marcou foi ela abaixando uma calça vermelha que batia no meio da canela, tinha elástico na cintura, ela puxou abaixando junto com a calcinha então vi sua bucetinha pela primeira vez. Em contrapartida desci meu calção e mostrei meu pintinho durinho. Depois vieram os toques, depois a ação, a gente tentava reproduzir o que o pai e a mãe dela fazia. Não me lembro se consegui alguma penetração, mas lembro das chupadas que ganhei e das que dei nela. A lembrança do gostinho da bucetinha dela na primeira vez. Não gostei muito, tive nojo. Ela tinha que se assear num rego d'água para poder me convencer a chupar de novo. Essas lembranças me acompanham até os dias atuais. Então pergunto crianças sentem ou não sentem prazer? Sendo que a menina mulher se desenvolve muito mais rápido que menino homem. Uma mocinha de 15 anos já está preparada para ser mãe, um menino de 15 é um moleque imaturo. Antigamente nessa época as crianças nasciam de olhos fechados, atualmente já nascem quase falando. A sexualidade está aflorando cada dia mais cedo nas meninas. Podem pesquisar e ver. Isso acontece devido alimentação e veículos de informação, como TV e Internet. A troca de nudes entre os jovens já se tornou corriqueiro. Nos somos o produto do meio. Acho que o gosto por meninas novinhas despertou em mim no momento que vi minha filha de oito anos se masturbando. Ela estava num corredor entre o muro e a casa onde se guardava bagulhos, com o vestido levantado e a calcinha abaixo do joelhos, perninhas abertas e dedilhando sua bucetinha linda, bem rosinha com fúria. Seu olhos estavam cerrados e a respiração suspensa se movimentando o dedinho no seu pilotinho freneticamente. Estava vermelhinha e quase suando pelo esforço. Aquela cena me deixou fascinado e algo explodiu dentro de mim, um tesão absurdo surgiu. Daquele momento pra frente, nunca mais consegui olhar minha garotinha com olhos de pai, mas de macho. Acho que depois daquele instante passei a ser um pedófilo. Consegui sufocar isso não querendo aceitar, mas muita coisa mudou dentro de mim. Vc já se olhou interiormente?
Tentei me segurar, mas hoje sei de quem minha filha tinha herdou o gosto pela masturbação. Sei também o motivo que ela me provocava... tinha desejos. Eu era o macho que ela tinha como referência e estava mais próximo dela. Foi a junção da fome com a vontade de comer. Sabe o porquê de uma menina ser mais putinha que outra? Depende dos seus hormônios e precocidade. Umas nascem peitos e pelos mais cedo e consequentemente menstruam mais cedo. Com a evolução da sexualidade das meninas surgindo cada dia mais cedo, também aumentou a quantidade de homens e mulheres de criaram interesses por crianças. Se eu estiver errado que joguem a primeira pedra. Notei o desejo da minha filha quando chupei sua bucetinha pela primeira vez aos 9 anos e senti que ela teve seu primeiro orgasmo. Tive outras oportunidades com outras novinhas, dessa idade e um pouco mais velhas, que não vem ao caso agora. Garanto que muitas das leitoras desse site, que passaram por situações idênticas me deram razões. Hoje tenho conciência que sou um pedófilo e abusador. No próximo vou contar o que aconteceu com a neta do meu irmão a Maria Cláudia e a Zana minha sobrinha. Se quiserem me julgar que julguem mas não vou ficar em cima do muro, nem dentro do armário. Gosto de novinhas e crianças, se surgir uma oportunidade eu pego e abuso sem violência.
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