1ª vez com meu irmão
Conto aqui a história de como perdi o cabacinho com o meu irmão
Então, gente. Primeiro gostaria de avisar que, eu postei um conto em um nick, porém descobri que já tinha outra pessoa usando o mesmo, então mudei. Aqui estou contando como perdi meu cabacinho, com o Lucas, meu irmão mais velho.
Eu tenho 15 aninhos, branquinha, olhos e cabelos castanhos. Cintura fina, coxas torneadas, peitos médios e redondinhos com o biquinho rosa e bunda pequena, mas empinadinha. Amo dar a minha pepequinha. Eu sou a Priscila, mas me chamem de Pri.
Bom, eu moro em um apartamento com minha mãe, meu padrasto, meu irmão mais velho, o Lucas de 19 e com meu irmão mais novo, o Cauã de 4.
Há quase 5 anos, quando minha mãe teve o Cauã, eu fiquei sozinha com o Lucas. Eu com 11 anos, e ele com 15.
O Lucas tava no quarto dele e eu no meu. Aí eu fui no quarto dele, e abri sem bater. Ele tava de costas pra porta, e tava meio ofegante. Quando ele ouviu eu entrar no quarto, tomou um susto. Mas pediu pra eu entrar
– Lu, que cê tá fazendo?
– Me masturbando, ué.
– Eu posso… Posso tocar nele?
– Eh…. Pode
Me sentei do seu lado. Nisso eu comecei a mexer no pau do meu irmão.
– Pri, você quer me chupar?
– Eu nunca fiz isso….
– Eu te guio
Me ajoelhei na sua frente. Eu fiz que sim com a cabeça, ele pegou o meu cabelo e levou minha cabeca até seu pau entrar na minha boca. E começou a bombar nela. Ele meio que fudeu a minha boca. Me lembro de a princípio não gostar do gosto dele. Depois de uns poucos minutos, ele me soltou e gozou na minha cara.
– Aaah, por que você fez isso, Lucas?
– Se fosse na boca você não ia gostar também.
Ele foi no seu armário, e pegou uma toalha de rosto e me estendeu. Limpei meu rosto e me sentei na cama. Ele se sentou do meu lado.
– Priscila, você já beijou?
– Já. Já fiquei com uns meninos, na verdade
– Então você é bem safadinha, né.
Ele veio até mim e me beijou. Ele iniciou um beijo mais profundo. E pôs a mão debaixo da minha saia. Nisso eu dei um pulo.
– Não mexe aí, Lucas.
– Ué, eu vou te retribuir o favor. So isso
– Não sei não, hein.
– Poxa, eu vou ficar tão chateado….
E eu, no auge dos meus 11 anos, cedi a chantagem do meu irmão. Não me arrependo de nada, mas mesmo assim, eu fui bem trouxa de cair nesse truque.
Abaixei a sainha junto com a calcinha, e me sentei só de top na cama do meu irmão.
Ele me deitou e abriu minhas pernas, ficando entre elas. E começou a chupar bem desajeitado. Certeza que era a primeira vez dele também. Até que ele me penetrou dois dedos de uma vez, e eu senti uma dor bem leve, pois mesmo sendo desajeitado, aquilo tava bem gostoso.
– Pri, você confia em mim?
– Claro, por quê?
– Eu quero te comer. Posso?
– Pode
Eu nem ao menos parei pra pensar, só disse que sim.
E ele levantou as minhas pernas que não eram muito grandes – ainda não são – e de uma vez só me penetrou. Nossa, eu foi uma dor horrível. Ele tapou minha boca, e lembro de ter derramado algumas lágrimas. Ele ficou uns minutos parado e começou a se mexer devagar. E enquanto ele bombava em mim, ele começou a mexer no meu clitóris, e logo eu comecei a sentir prazer de novo. E ele gozou dentro de mim, mas não parou de meter. Em pouco tempo eu já tava amando aquilo. Ele me pôs de quatro, e começou a meter, e naquilo, eu senti um pouquinho de dor. Mas ele ficou metendo, e acelerando os movimentos, e eu gozei na pica pela primeira vez.
Nós ficamos o dia todo daquele jeito. E claro, aconteceu outras vezes. Não ficou muito grande, mas é isso. Gente, sei que não tá dos melhores, mas é meu segundo conto ainda. Tenho muitas experiências pra contar pra vocês, e nessa quarentena vou estar bem presente aqui. Beijo na boca
Então, gente. Primeiro gostaria de avisar que, eu postei um conto em um nick, porém descobri que já tinha outra pessoa usando o mesmo, então mudei. Aqui estou contando como perdi meu cabacinho, com o Lucas, meu irmão mais velho.
Eu tenho 15 aninhos, branquinha, olhos e cabelos castanhos. Cintura fina, coxas torneadas, peitos médios e redondinhos com o biquinho rosa e bunda pequena, mas empinadinha. Amo dar a minha pepequinha. Eu sou a Priscila, mas me chamem de Pri.
Bom, eu moro em um apartamento com minha mãe, meu padrasto, meu irmão mais velho, o Lucas de 19 e com meu irmão mais novo, o Cauã de 4.
Há quase 5 anos, quando minha mãe teve o Cauã, eu fiquei sozinha com o Lucas. Eu com 11 anos, e ele com 15.
O Lucas tava no quarto dele e eu no meu. Aí eu fui no quarto dele, e abri sem bater. Ele tava de costas pra porta, e tava meio ofegante. Quando ele ouviu eu entrar no quarto, tomou um susto. Mas pediu pra eu entrar
– Lu, que cê tá fazendo?
– Me masturbando, ué.
– Eu posso… Posso tocar nele?
– Eh…. Pode
Me sentei do seu lado. Nisso eu comecei a mexer no pau do meu irmão.
– Pri, você quer me chupar?
– Eu nunca fiz isso….
– Eu te guio
Me ajoelhei na sua frente. Eu fiz que sim com a cabeça, ele pegou o meu cabelo e levou minha cabeca até seu pau entrar na minha boca. E começou a bombar nela. Ele meio que fudeu a minha boca. Me lembro de a princípio não gostar do gosto dele. Depois de uns poucos minutos, ele me soltou e gozou na minha cara.
– Aaah, por que você fez isso, Lucas?
– Se fosse na boca você não ia gostar também.
Ele foi no seu armário, e pegou uma toalha de rosto e me estendeu. Limpei meu rosto e me sentei na cama. Ele se sentou do meu lado.
– Priscila, você já beijou?
– Já. Já fiquei com uns meninos, na verdade
– Então você é bem safadinha, né.
Ele veio até mim e me beijou. Ele iniciou um beijo mais profundo. E pôs a mão debaixo da minha saia. Nisso eu dei um pulo.
– Não mexe aí, Lucas.
– Ué, eu vou te retribuir o favor. So isso
– Não sei não, hein.
– Poxa, eu vou ficar tão chateado….
E eu, no auge dos meus 11 anos, cedi a chantagem do meu irmão. Não me arrependo de nada, mas mesmo assim, eu fui bem trouxa de cair nesse truque.
Abaixei a sainha junto com a calcinha, e me sentei só de top na cama do meu irmão.
Ele me deitou e abriu minhas pernas, ficando entre elas. E começou a chupar bem desajeitado. Certeza que era a primeira vez dele também. Até que ele me penetrou dois dedos de uma vez, e eu senti uma dor bem leve, pois mesmo sendo desajeitado, aquilo tava bem gostoso.
– Pri, você confia em mim?
– Claro, por quê?
– Eu quero te comer. Posso?
– Pode
Eu nem ao menos parei pra pensar, só disse que sim.
E ele levantou as minhas pernas que não eram muito grandes – ainda não são – e de uma vez só me penetrou. Nossa, eu foi uma dor horrível. Ele tapou minha boca, e lembro de ter derramado algumas lágrimas. Ele ficou uns minutos parado e começou a se mexer devagar. E enquanto ele bombava em mim, ele começou a mexer no meu clitóris, e logo eu comecei a sentir prazer de novo. E ele gozou dentro de mim, mas não parou de meter. Em pouco tempo eu já tava amando aquilo. Ele me pôs de quatro, e começou a meter, e naquilo, eu senti um pouquinho de dor. Mas ele ficou metendo, e acelerando os movimentos, e eu gozei na pica pela primeira vez.
Nós ficamos o dia todo daquele jeito. E claro, aconteceu outras vezes. Não ficou muito grande, mas é isso. Gente, sei que não tá dos melhores, mas é meu segundo conto ainda. Tenho muitas experiências pra contar pra vocês, e nessa quarentena vou estar bem presente aqui. Beijo na boca
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