Tenho um viadinho em casa
No dia em que comi meu próprio filho, ele tinha acabado de fazer 14 anos na época eu tinha 38 anos e foi algo extremamente surreal pra mim, nunca na vida eu tinha imaginado que faria isso com meu menininho. Foi assim, como sempre eu buscava ele na escola na sexta à tarde para o nosso final de semana juntos, eu já ia fo trabalho pra pegar ele então quando chegávamos no apartamento tomávamos banho juntos, mas nesse dia ele não quis vir comigo, fiquei decepcionado por meu filho não querer mais fazer coisas comigo, tomamos banho separadamente, quando ele estava no banho eu aproveitei para sondar o que tinha no celular dele, estava bloqueado mas no touch estava a marca do desenho do padrão de bloqueio, só contornei e pronto! Na galeria de fotos tinha muitos vídeos gays.
Fiquei decepcionado pois ele já tinha começado a despertar a sua vida sexual sem me contar nada, olhei o Whatsapp dele e tinha conversinha com um amiguinho da escola. Coloquei o celular no mesmo lugar e sentei-me no sofá esperando ele sair, eu não tinha certeza se eu queria confrontá-lo naquele momento, só fui levando sem planejar nada, quando ele saiu, eu o chamei, ele tava só com a toalha na cintura.
- Ju... vem cá!
- Que foi?
- Senta aí...
- Eu vou trocar de roupa...
- É rapidinho senta aí...
- Tá o que foi? - Ele se senta do meu lado.
- Quer me contar alguma coisa?
- Que eu saiba não!
- Tem certeza...?
- Acho que sim... porquê?
- É que... Você está crescendo e... Acho que está na hora de conversar com você de Pai pra Filho, de homem pra homem!
- Pai... - Ele sorri debochado.
- É sério! Tem coisas que você precisa saber...
- Pai eu aprendo essas coisas no colégio... Não precisa disso!
- Mas não aprende tudo...
- Tanto faz...
- Olha... Eu só quero que saiba que você pode confiar em mim pra dizer qualquer coisa tá!
- Eu sei...
- O pai sabe que você é diferente... - Ele se assusta e disfarça.
- Diferente como??
- Você sabe do que eu tô falando... Eu percebo no seu jeito... Tá tudo bem... - Pego na mão dele.
- Pai.. eu não... - Ele faz cara de choro.
- Shiii... Calma... Papai tá aqui... - Abraço ele alisando suas costas, descendo até em baixo...
Ficamos quietinhos assim um tempo, seu corpinho tava cheiroso, macio, lisinho e fresco, o tesão me aparece, dou um jeito de puxar ele mais pra perto e sem querer sua toalha se abre, ele tenta se cobrir.
- Deixa assim... - Falo.
Ele deixa sem questionar, continuo alisando ele e chego perto do bum bum, disfarço e volto a alisar até o bum bum, dou uma olhada e noto seu pau pequeno e timido endurecendo, nos afastamos e eu o encaro, ponho minha mão sob a bermuda exibindo meu grosso escondido, ele me olha boquiaberto e olha meu pau.
- Quer ver o que o papai tem aqui? - Ele concorda levemente com a cabeça.
Tiro a bermuda até os pés apertando-o sob a cueca.
- Quer pegar? Pega aí... todo seu.. - Ele não toma atitude então pego sua mão e a coloco no meu pau ensinando ele a alisar, rapidinho solto sua mão e ele continua, aprende rápido meu garotão.
- Isso Ju... Assim mesmo... Pode tirar ele...
Ele abaixa minha cueca e meu pau salta pra fora, ele segura com a mãozinha pequena mal cabia nela, ele começa uma punheta rápida pra mim, provavelmente ele já tinha começado a se masturbar sozinho, volto a alisar o bum bum dele e o viadinho empina o rabinho pra facilitar, dou uma dedada no seu buraquinho minúsculo que piscava pedindo rola.
- Quer chupa? Já fez isso? Sabe como faz?
- Não pai...
- Assim olha... põe na sua boquinha e chupa que nem um picolé, pode babar nele, respira pelo nariz pra não engasgar tá...
- Tá... - Ele sorri e cai de boca...
Ele chupa devagar com vontade mesmo, puxa que tesão! O danadinho dava um jeito de chupar até o fim, ele tinha que abrir muito a boquinha dele para caber o meu pau, depois de um tempo nos levantamos e eu dei um beijo de língua no meu molequinho, aquela boquinha pequena e inocente, de vez em quando dava uma apertada bem forte na bundinha dele, como eu tenho 1,83 de altura meu filho baitia na altura no meu peito, peguei ele pela mão e o levei até o quarto, voltamos a nos beijar e fui levando ele em direção a cama, subimos nela e nos deitamos, fico por cima dele sem parar de beijar, era como beijar uma bonequinha, paro por um momento e encaro ele, com aqueles olhinhos azuis, quero fodê-lo... posso? devo? ele quer?
- Ju...?
- Que?
- Já faz isso antes?
- Não pai... é a primeira vez... Até o Beijo...
- Quer que eu pare?
- Não...
- Posso te comer?
- Vai doer..?
- Pode doer um pouquinho... A gente vai com calma... Tem que relaxar tá bom?
- Tô com medo...
- Tá tudo bem... se não quiser é só dizer...
- Não eu... eu quero...
Me levanto da cama e pego uma camisinha na gaveta da cômoda.
- Já usou uma dessas?
- Não...
- Abri aí... - Jogo a camisinha pra ele e volto pra cama.
- Como abre?
- Abre com o dente. - Ele abre. - Quer pôr no pai?
- Quero! - diz ele sorrindo, parece uma menininha. - Não dá!
- Dá sim, tem que forçar... deixa um espacinho sobrando aqui em cima... Viu entrou! - Sorrio pra ele de volta! - Deita de bruços pro pai deita!
Ele obedece sem demora, abraçando o travesseiro e olhando pra trás pra ver o que eu vou fazer, dou um tapinha de leve naquela bundinha branca e ele sorri, abro ela com uma mão e com a outra eu punheto meu pau, vejo seu cuzinho minúsculo rosinha, dou umas dedadas e ele começa a abrir, caio de boca naquele cuzinho, meto a língua faminto, buraquinho intocável e inocente, a cada lambida o molequinho respira fundo, forço devagar o meu dedo para dentro dele abrindo caminho, deixando bem molhadinho logo cabia dois dedos, vou fodendo e lambendo ao mesmo tempo, quando vejo que ele já tá abertinho decido enfiar minha tora.
- Relaxa tá.. Qualquer coisa você avisa tá?
- Tá pai... - Boto na entradinha.
- Pronto? Relaxa tá... - Dou uma empurrada e ele solta um gemidinho. - Tá doendo?
- Um pouquinho... continua... - Tento novamente, quase entra mas volto atrás quando vejo a carinha de dor dele.
- Quer que pare?
- Não por favor! continua eu aguento...
- Olha lá hein... - Tento mais uma vez e entra, ele suspira enquanto vou enfiando. - Relaxa tá quase... - Continuo até sua bundinha encostar em mim, estou com o pau todo dentro dele. - Pronto! Relaxa aí.. - Começo a foder ele e ele geme, aos poucos aumento a velocidade.
Seu buraquinho está sob medida pra mim e entra e sai facilmente, deito por cima dele e repiro fundo no pé do ouvido, meu menininho gostoso. Mudamos de posição depois de um tempo, me sentei na cama encostado na cabeceira enquanto ele montou em mim, ele sorri de vez enquando, viadinho safado adora senta na piroca do pai, segura ele pela cinturinha de boneca, enquanto isso ele bate uma punhetinha agressiva, trago ele pra perto para beijar enquanto meto bronca naquele cuzinho gostoso! acelero cada vez mais e gemo alto o tesão tava muito grande que não aguentei, gozei dentro do meu viadinho, eu estava de camisinha então fiquei tranquilão e curti pra caralho! Depois ele gozou na minha barriga ainda com meu pau dentro dele, ele adorou deu pra ver na carinha dele, eu não acreditava que tinha feito aquilo, voltamos a ter a mesma relação de pai e filho que tínhamos antes, agora com uma nova brincadeira, dormimos pelados agora, não temos mais vergonha de tocar um no outro, faz quase quatro anos que eu como meu próprio filho todo final de semana, muitas das vezes ele que começa a insinuar, seus hormônios não sossegam, tô com 41 e ele 17 anos.
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Lagartixa
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