Cuidando do meu vizinho
Eu trabalho em casa mesmo e sabendo disso um dia desses a Isa bate na minha porta e pergunta se eu eu podia ficar com ele no período da tarde, pois ela teve uma emergência no trabalho e não tinha com quem deixar. Aceitei ajudar. Perguntei o que ele gostava de fazer e comer e ela:
“Ah, ele como qualquer coisa, gosta de videogame e bater punheta. Você já teve a idade dele, sabe bem dessas coisas, vê aí o que ele quer fazer.”
Eu fiquei meio assustado, mas quis confirmar: “punheta?”
E ela: “Sim, vocês meninos fazem isso, as vezes juntos um com outro, vê aí o que ele quer”
Num outro momento eu conversei com ela e veio a explicação: “eu sou mãe solteira, o pai não está nem aí, ele não tem referência masculina, então agradeço se você puder ensinar essas coisas pra ele”
Eu queria ter certeza: você quer que eu ensine ele sobre punheta e essas coisas?
E ela: sim, se você não se importar. Sei que ele ta na idade e está curioso e não quero me meter nisso. Uns amigos falaram que pais, irmãos mais velhos, primos e tios fazem isso e eu não tenho ninguém.
Com essa liberação, eu fiquei mais tranquilo do que aconteceu depois entre o Yago e eu.
Naquela tarde, oferecei almoço. Fiz comida pra nós dois e ele comeu feito um maluco. Logo entendi: a mãe não tinha tempo nem ajuda e dava miojo e outras porcarias. Por isso a magreza.
Depois de comer, jogamos videogame. Ajudei ele na lição de casa. Conversei um pouco e fui ganhando a confiança e amizade.
No dia seguinte veio o mesmo pedido e mais uma vez ele ficou ali comigo. Comentei com ela o que fizemos e ela até ofereceu pra pagar. Falei que não queria, que estava feliz com a companhia e de poder ajudar. Ele não atrapalhava meu trabalho e todo mundo ficava feliz.
Uns dias depois, passei a nem me importar mais, estava tão a vontade que voltei a andar de cueca.
Na semana seguinte, mais confiante comigo, comecei a puxar conversas mais quentes com ele. Estava de cueca branca, mala marcando e percebi o olhar dele. Perguntei na lata se ele batia punheta (pelo que a mãe falava, ele já era punheteiro experiente). Mas ele disse que não. Estava curioso, sentindo algumas coisas, mas não sabia o que fazer com o que sentia. Perguntei se ele queria aprender. Falou que sim. Começamos.
Primeiro Yago ficou de cueca. Falei pra pegar no pau dele e ir sentindo. Fiz o mesmo. Em pouco tempo, duas barracas armadas. Chamei ele pra perto, baixei minha cueca, falei pra ele fazer o mesmo.
Ele tirou, ficamos de pau duro, do lado, ele começou a fazer uns movimentos estranhos. Pedi pra ele pra mostrar e ele topou. Depois pedi pra ele fazer comigo. E ele foi curtindo. EM pouco tempo, ele gozou. Se melou todo e até o sofá. Ficou com um pouco de vergonha, mas falei que era normal. Comecei a bater mais freneticamente pra gozar e mostrar pra ele. Logo soltei meu leite, era maior quantidade que a dele (fazia dias que eu não batia, provavelmente esperando esse momento).
Chamei ele pra tomar banho e assim fizemos. Logo ele estava de pau duro de novo e falei pra gente bater novamente. Demorou mais um pouco. Dessa vez comecei a brincar com o saco e o peito dele. Ele foi à loucura, revirou os olhos, soltou um jato mais forte. Se arrumou e logo mais tarde foi pra casa.
No dia seguinte, ele já chegou todo animado. Ele já veio ficar de cueca e pediu pra repetirmos. Falei pra ele bater pra mim, eu bati pra ele e gozamos quase juntos. Nesse momento as coisas mudaram um pouco com o Yago.
No terceiro dia, mais punheta e um olhar e um carinho diferente. Falei pra gente brincar na cama, de cueca. Ficamos lá, juntos, conversando e fui acariciando meu menino. Depois de brincar de lutinha na cama, paus duraços, abracei ele e começamos a nos beijar. Eu estava me apaixonando por Yago. E ele por mim. Ensinei ele a beijar e em pouco tempo ele já fazia como um mestre. Eu pegava seus cabelos, acariava, e trazia pra mim. Era um beijo gostoso, suave. Nossos corpos colados, nossos paus roçando. Ele já todo meladinho, deitei ele, abaixei sua cueca e comecei a chupar. Mamei aquele pau, peladinho, lindo, gostoso e logo ele gozou. Soltou jatos de leite de menino macho, gemia gostoso. Em seguida, ele começou a me chupar também. Fui ensinando de novo, logo me chupava como ninguém. Gozei em sua boquinha, puxei pra cima e nos beijamos gostoso. Dois machos, suados e com muito tesão.
Mas além disso, tinha mais. Depois disso, ele vira pra mim e fala: eu te amo. Eu falei que amava ele também, que queria que ele fosse meu namorado. Ele aceitou.
Depois desse dia, ele vinha pra casa todo dia, a gente passava horas se beijando e namorando pelados. Depois, a gente almoçava, eu continuava a trabalhar, e sempre que rolava uma folga, a gente namorava de novo. Quando eu não tinha tempo, ele ficava na sala batendo punheta ou jogando videogame. As vezes aparecia no escritório pra me beijar. Uma vez, pedi pra ele me chupar enquanto trabalhava.
E quanto a Isa? Falei que ele ficava comigo e que tinha abordado o assunto masturbação e outros assuntos de meninos, sem contar os detalhes. Ele sempre agradecia e falava que ele estava mais feliz, mais saudável, comendo melhor, se comportando melhor, tirando notas melhores na escola. Além de namorar eu o incentivei a estudar, fazer esportes. Sempre que possível, a gente nadava na piscina do prédio.
Yago me agradecia. Chegava em casa e me beijava, me abraçava, dizia que queria morar pra sempre comigo. Perguntou até como a gente podia se casar. Eu o amava e tratava com o maior carinho, amor e respeito do mundo. Era um amor verdadeiro, que só crescia. Um dos momentos mais lindos foi quando Isa precisou viajar e perguntou se eu poderia cuidar dele por uns dias. Falei que sim, mas isso fica pra outro dia. Espero que gostem.
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