Bezerrinho em Ascensão - 2º Ato
Pode parecer algo bobo pra maioria, mas o moleque friccionando a minha mala daquele jeito tava me dando um tesãozinho, mas junto já vinha um sentimento de culpa me dizendo que eu tinha que fazer ele parar.
Ficou um tempinho assim até que o moleque resolveu se ajeitar e juntou as mãozinhas debaixo da cabeça, tipo um sinal de “amém” e de vez em quando eu sentia uma pressãozinha no meu saco, era ele pressionando. Eu já tinha certas dúvidas se ele tava fazendo aquilo inocentemente ou não, era muito incomum pra uma criança ficar fazendo aquilo, a menos que alguém houvesse ensinado. O meu pau Já tava meia bomba ali e eu não sabia o que fazer, uma parte de mim achava errado aquilo, mas a outra tava gostando.
Mas não demorou muito, logo ele parou e se ajeitou de novo, deu uma levantadinha na cabeça, mudou os bracinhos de posição ali debaixo dele e voltou, dando uma sossegada, só que quando ele desceu eu senti algo estranho no pau, mas como ele tava ali todo coberto, eu não conseguia ver.
E enquanto eu via TV eu sentia que tinha algo errado acontecendo, eu sentia como se tivesse alguma coisa segurando a minha rola por cima do calção e apertando o volume de mansinho. Só que não era direto, eu sentia uma pressão, aí parava, depois vinha, ficava apertando mais um pouquinho e parava, como se quisesse disfarçar.
Eu não tava acreditando no que eu tava sentindo, o moleque tava com a mão ali embaixo sentindo o meu pau através do calção. Por isso ele se mexia tanto, tava procurando um jeito de ficar com a mãozinha aberta em cima da minha mala, só pode. Apesar de eu nunca ter cuidado de crianças antes, eu sabia que aquilo com certeza não era normal, alguém deve ter ensinado. E por mais que eu soubesse que aquilo era errado eu tava gostando daquela malandragem dele, aquela malícia em querer ficar sentindo o pau grande do tio tava me dando tesão. Eu já tava ficando de pau duro ali e dava a impressão que quanto mais o meu pau crescia, mais ele apertava, o garoto parecia gostar de fartura.
Aquela situação era diferente de tudo que eu já havia experimentado. Então entrei no joguinho do moleque e continuei lá parado olhando pra TV, fazendo de conta que não tava sentindo a mãozinha dele apalpando a minha mala. Agora fazia mais sentido pq as vezes eu pegava ele olhando pro meu calção quando eu tava em pé. Esses calções de futebol tem esse problema de deixar o pau da gente muito marcado e de certo isso deve ter aguçado a curiosidade dele.
Ficou um bom tempo assim e a única coisa que se ouvia era o som da TV, o moleque não falava nada e nem eu. Na verdade eu até preferia ficar quieto, por isso estava assumindo aquela postura mais passiva apenas deixando o moleque matar a vontade de sentir um pau grande na mão.
Depois de um tempo o tesão tava tanto que eu já sentia o meu pau babando a minha cueca, então eu respirei fundo e disse pra ele sair que o tio ia fazer um café pra gente. Ele relutou um pouco mas eu disse que ele podia brincar na rua ou no quarto com os brinquedos dele se ele quisesse. Enquanto eu fazia o café fiquei lá com 1000 pensamentos na cabeça, pensando no perigo do moleque falar algo para alguém. No trabalho voltei a pensar no assunto, me perguntando onde ele tinha aprendido aquilo e me lembrei que antes da minha cunhada voltar, tinha um cara com quem ela vivia lá no outro estado, mas ela veio sozinha sem ele, parece que tinham se separado. Será que foi com ele que o moleque pegou essa mania de ficar apalpando o pau da gente? Só sei que decidi que não ia mais deixar o garoto fazer aquilo.
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