Como perdi minha virgindade com meu meu tio
Nomes fictícios, história real. Já me apresentei no conto anterior, mas uma breve sinopse ajuda. Vivi até meus 18 anos com meus pais, nunca fui de muitas amizades e aprendi desde cedo a estudar para tomar meu rumo precocemente. Meu pai, minha mãe e meu tio sempre me incentivaram a ser independente e pensar por sí própria. Fui uma criança solta, tive o prazer de poder brincar na rua e aprender certas maldades. Pelo que eu consigo lembrar, a primeira vez que vi um pau, era do meu pai e no banho. Por volta de 6 a 8 anos. Isso para mim era normal, comecei a "me cuidar" por volta de 13 anos onde minha mãe sentou comigo e tivemos uma conversa séria já que eu tinha menstruado. Lembro perfeitamente de toda a transparência de minha mãe falando sobre sexo e homens, o que me ajudou a despertar curiosidade e vontade de aprender cedo. Onde entra meu tio. Ele se chama Rogério, e sempre me tratou como uma princesa. Sempre íamos ao sítio dele num estado de divisa com o meu, onde é região de sítios, chácaras e praias. Era sempre muito divertido, rolava música raiz de sertanejo, eles faziam churrasco e bebiam bastante. Eu sempre encontrei paz no sítio do meu tio, brinquei muito lá mas eu mal sabia que iria ter meu primeiro contato com uma rola lá mesmo. Como eu era muito mimada por ele, foi um dos primeiros a saber que eu menstruei, e a partir dali sua postura comigo mudou. Os anos se passaram, fiz 14, 15 e quando estava para completar 16 anos, aconteceu. Iríamos comemorar no sítio mesmo, e da minha menstruação até 16 namorei, aprendi a mamar e piscava de vontade de liberar a buceta, mas não era hora e meu namoradinho nem era a pessoa certa. Nesse meio tempo, passei a usar roupas um pouco mais maduras pra época, vestidos e shorts, e eu percebia que meu tio me olhava estranho. Sua conversa já não era mais a mesma nem suas brincadeiras, qual uma amiga minha na época traduziu para mim que ele queria me foder. Eu aceitei a ideia, não sou e nunca fui de ter medo de nada devido a minha vivência mais solta. Meus pais me levaram para o sítio quando eu estava perto do meu aniversário, me deixaram com meu tio e voltaram para casa para buscar carretinha e meus avós. Fiquei um dia e meio sozinha com meu tio, fomos ao mercado, ao centro, praia e conversamos muito. Perto da hora do almoço de uma quinta feira, meu tio chegou até mim e disse que meus pais so chegariam sábado perto do início da tarde, tinhamos praticamente dois dias restantes sozinhos. Nesse momento ele já sabia o que queria, e eu também. Ele é forte e bonito, igual meu pai, só que tem barba e cabelo. Na época a moda era usar barba e cabelo compridos e bem feitos, o que tirava qualquer menina do sério. Eu já estava com um corpo bonito para a idade que tinha. Não era magricela, praticava bastante esporte no ginásio, a única parte que não tinha desenvolvido bem era meus peitos. Mas sempre tive o orgulho de ter uma bunda farta e pernas muito bem estruturadas. Almoçamos, fomos a praia durante a tarde e quando chegamos ele foi para a ducha mas acabei não percebendo. Fui até o quarto pegar minha toalha e outras coisas, e me diriji ao banheiro que estava com a porta semi aberta. Só me atentei que meu tio estava lá na hora que eu o vi sua sombra através do box fumê fazendo um vai e vem com a mão em seu pau. Eu já sabia do que se tratava e queria participar. Fiquei encostada no caxilho da porta observando, eu estava suja da areia e água do mar, com um maio preto usando rabo de cavalo alto. O que muitos anos depois meu tio soltou que era sua tara em mulheres. Ele abriu o box, pegou a toalha e quando percebeu se deu conta de que eu estava o observando. Ele ficou estagnado me olhando e perguntou o que eu estava fazendo ali, e respondi que eu estava esperando pra usar o chuveiro e não era novidade ver um homem pelado já que eu tomava banho com meu pai e "já tinha namorado" (coitada não sabia de absolutamente nada). Ele ficou mudo pensando em algo a dizer, eu tomei a iniciativa e pedi para ele me ajudar a tirar a areia das costas e cabelo, fui entrando no box me despindo, ele gaguejou dizendo que não poderia pois eu era sua sobrinha e meu pai tinha plena confiança nele. Eu ignorei e pedi novamente, dizendo que era só para me ajudar. Ele ficou em silêncio novamente, consegui entrar no box já despida e virei de costas para ele, já me banhando. Ele ficou atrás de mim sem saber o que fazer, desprendi meu cabelo e entreguei o shampoo para ele e pedi para passar em meu cabelo, nesse momento eu percebi o tamanho do medo no rosto dele misturado com tesão, seu pau estava meia bomba coberto por metade de uma mão, e a outra aberta para eu colocar o shampoo. Ele estava simplesmente travado, virei de costas novamente e ele começou a lavar meu cabelo. Foi se acostumando com a situação, sempre delicado ao me tocar. Lavou minhas costas enquanto eu me ensaboava, senti que sua respiração foi aumentando, ele chegou mais perto de mim e pude sentir seu pau em minhas costas e suas mãos alisando meus peitos pequenos. Nessa hora eu senti um pouco de receio, mas já sabia que iria acontecer e doer. Deixei nas mãos dele por ser bem mais velho e ter postura de homem, já que minha própria amiga me incentivava perder com ele. Me entreguei sem experiência. Ele pressionava e esfregava seu pau, beijava meu pescoço e alisava minhas pernas. Foi a primeira vez que senti tesão de verdade, virei de frente para ele e pude observar ele todo molhado, com seus cabelos compridos escorridos e seu pau barbudo duro de tesão. Ele me perguntou se eu sabia beijar na boca eu eu respondi que sim, ele me segurou pela cintura e me deu um beijo longo. Apalpando e abrindo minha bunda, com seu pau molhado tocando minha barriga. Ele me botou de joelhos e fechou o registro da água, eu nem dei tempo de ele falar algo e comecei a chupar. Não tinha muita habilidade, mas segurei com as duas mãos e colocava de pouco em pouco dentro da boca. Ele forçava minha cabeça suavemente segurando meu cabelo, até que consegui engolir quase tudo e voltei tossindo. Nesse momento ele abriu um sorriso e disse que eu gostava e isso o orgulhava. A partir daí foi só baixaria. Ele lavou minha buceta e meu cu, me secou e levou para o quarto em seu colo. Um homem de mais ou menos 1.80 e uma menina de 15 anos, ele me colocou na cama com cuidado no estilo frango assado, me deu um beijo e desceu até meus peitos, brincou com eles e foi até a direção da minha buceta lacrada, começou a lamber minhas pernas e foi até a direção da minha xotinha peluda, mordiscando minhas pernas e chupando meu grelo com delicadeza. Lembro me perfeitamente da minha respiração ofegante e o tesão que eu sentia. Estranhava quando ele chupava meu cu mas eu já amava aquilo. Ele conseguia colocar metade da língua no meu cuzinho, com uma mão segurando, apertando e abrindo uma das minhas nádegas e a outra massageando meu grelinho. Alternava a chupada de cima a baixo. Aquilo estava me deixando doidinha para minha idade. Ele começou a forçar a língua contra meu hímen, babava de tesão chupando minha buceta quente do banho, circulava e massageava meu cu com uma mão enquanto a outra apertava um dos meus peitinhos, onde ele perguntou se eu estava pronta. Respondi que sim com a cabeça, lembro de ele ter pego um lubrificante. Ensopou minha buceta com o gel e mirou sua grande cabeça na porta da minha buceta. Ele só sussurou que iria doer um pouquinho e que era pra eu pedir pra parar se não quisesse mais, começou a me beijar e lentamente e foi tentando penetrar. Demorou um pouco, e consegui sentir seu pau entrando de pouco em pouco gradativamente, quando passou da cabeça eu senti o rompimento e retrai o corpo com a dor. Ele parou por um momento com a cabeça do seu pau dentro da minha buceta e ficou me observando, não falei nada e respirei fundo, ele tirou lentamente e massageou minha buceta e meu grelo com o gel que ainda havia espalhado, novamente, devagar, voltou a me preencher com sua rola maravilhosa. Ficamos um pouco naquele vai e vem devagar, eu me sentia com um calor infernal, a dor foi diminuindo e sentia claramente a forma do tesão no seu estado verdadeiro. Ele estava quase conseguindo por tudo dentro de mim, onde senti uma tremedeira nas pernas. Sentia que iria explodir, mas era meu primeiro orgasmo. Ele notou e carinhosamente começou a me beijar. Preenchida com todo seu pau, sentia minha buceta ter contrações e minha pernas travaram. Ele deixou seu pau todo dentro enquanto eu me recompunha daquele estado de transe, ele voltou a bombar dessa vez colocando tudo e tirando, num vai e vem gostoso. A dor tinha se transformado em prazer. Eu sentia minha buceta arder mas ele era tão bom que fazia ficar gostoso. Ele não passou muito tempo metendo. Ficamos a mais ou menos 15 minutos nessa, trocando posições e mamadas, até ele me colocar de lado e começar a penetrar de um jeito mais bruto. Em poucos minutos senti ele sacar a rola e mirar na minha barriga e peitos. Ele beijava meu ombro nesse momento, onde senti jatos molhando meus peitos, pescoço e queixo, deixando minha barriga toda branca e quente. Hoje compreendo o tamanho da gozada dele e consigo imaginar o prazer que ele sentiu comigo. Fiquei observando aquela rola experiente apontada pra cima, babando esperma e com a cabeça latejando. Ele voltou a si, me colocou deitada de barriga pra baixo e começou a mamar minha bunda e se masturbar ao mesmo tempo. Ele ficou brincando com meu cu e minhas nadegas enormes durante um bom tempo. Ele se deitou ao meu lado me limpando e dormimos abraçados, acordamos, tomamos um banho e conversamos seriamente sobre tudo. Após isso fizemos meu aniversário, onde engoli jatos consistentes de esperma pela primeira vez, e também transamos em outras ocasiões posteriores. Hoje ele já é falecido, e tenho enorme gratidão por essa iniciação, e sei que fui a melhor sobrinha que ele poderia ter no mundo inteiro.
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