As calcinhas da prima 3 (meu primo junto)
Continuação direto do conto anterior...
Desde que minha prima Adriana foi morar na minha avó, ficou comum eu chupar ela quase todo dia, até que ela começou a trabalhar, então além da faculdade agora o emprego dela ocupava. As oportunidades de cair de boca naquela buceta diminuiram, mas ainda existiam. Mas pra conseguir me segurar o fogo, eu ainda cheirava muito as calcinhas dela e me punhetava.
Afonso era meu primo de 16 anos, alto e branco, corpo definido e bem peludo, olhos castanhos e cabelo escuro, pau de 14 cm mas muito grosso e dono de uma bela bunda branca redonda.
Um dia durante minha sessão de punheta, Afonso me pegou no flagra. Ele gostou e pediu uma das calcinhas pra se masturbar também. Ele começou uma punheta frenética ao meu lado. Estávamos na cama da suíte da prima. O pai de Afonso brilhava de tanto líquido pré ejaculatório. Muito melado e gostos de ouvir aquele barulho.
Em dado momento, percebi ele olhando mais pro meu pau do que para as calcinhas, então ele me fez um pedido.
Afonso: Sebastian, veste a calcinha amarela, deixa eu ver ela em vc!
Eu: que viadagem primo! Tá maluco,.eu de calcinha.
Afonso: vai, só pra me ajudar a gozar. Coloca que eu chupo seu pau!
Eu que tanto queria um boquete, não me fiz de rogado. Vesti a maldita calcinha amarela suja da minha prima. Afonso chegou perto e começou a apertar minha bunda. Alertava com força e desejo, enquanto colou o nariz bem onde meu pau estava. Aquilo me excitava bastante, até que ele tirou meu pau pela lateral da calcinha. Ele lambeu a cabeça do meu pau com muita delicadeza. Depois começou a mamar.
Ele mamava como uma puta profissional. Me segurava pela bunda e controlava o ritmo como se eu tivesse metendo em uma buceta. Quando eu gozei, ele engoliu cada gotinha da minha porra e ainda limpou meu pau lambendo.
Afonso vestiu uma calcinha branca de renda, mas ele me pediu algo diferente.
Afonso: sabe, eu não quero que vc me chupe. Me come, finge que meu cu é o cu da nossa prima.
Eu: sabia que vc era viadinho mas não sabia que eu ainda ia te comer.
Afonso: para de papo. Só come meu cu, anda logo.
Peguei um óleo corporal da nossa prima, moleque meu pau e joguei um pouco na entrada do cu dele. Ela rosinha aquele buraco, uma lindeza, que contratava com aquele sacão cheio.
A cabeça entrou fácil mas não passava disso. Foi uma luta até empurrar tudo pra dentro daquele cu. Meu pau de 16 cm sempre foi mais grosso que a média, e pra um cu, realmente não foi tarefa fácil.
Quando entrou tudo, parei um pouco pra deixar aquele buraco se acostumar. Então comecei o movimento, e meti, meti, meti. Acelerei e meti forte, até gozar de vez dentro daquele cu. Quando sai, meu primo virou pra mim,.tirou o pau pra fora e começou uma punheta forte.
Ele gozou na minha barriga, aí desceu e limpou tudo com a lingua áspera dele.
Foi minha primeira experiência gay, mas não foi a última. Tesão é tesão.
Desde então, sempre que eu estava só e Afonso estava atoa, as punhetas pra minha prima continuaram, mas agora eu tinha um buraco pra meter, imaginando ser o dela, e quando cheirava aquelas calcinhas sujas.
Foram quase 2 anos nessa rotina, até que ela se mudou e acabou.
Desde que minha prima Adriana foi morar na minha avó, ficou comum eu chupar ela quase todo dia, até que ela começou a trabalhar, então além da faculdade agora o emprego dela ocupava. As oportunidades de cair de boca naquela buceta diminuiram, mas ainda existiam. Mas pra conseguir me segurar o fogo, eu ainda cheirava muito as calcinhas dela e me punhetava.
Afonso era meu primo de 16 anos, alto e branco, corpo definido e bem peludo, olhos castanhos e cabelo escuro, pau de 14 cm mas muito grosso e dono de uma bela bunda branca redonda.
Um dia durante minha sessão de punheta, Afonso me pegou no flagra. Ele gostou e pediu uma das calcinhas pra se masturbar também. Ele começou uma punheta frenética ao meu lado. Estávamos na cama da suíte da prima. O pai de Afonso brilhava de tanto líquido pré ejaculatório. Muito melado e gostos de ouvir aquele barulho.
Em dado momento, percebi ele olhando mais pro meu pau do que para as calcinhas, então ele me fez um pedido.
Afonso: Sebastian, veste a calcinha amarela, deixa eu ver ela em vc!
Eu: que viadagem primo! Tá maluco,.eu de calcinha.
Afonso: vai, só pra me ajudar a gozar. Coloca que eu chupo seu pau!
Eu que tanto queria um boquete, não me fiz de rogado. Vesti a maldita calcinha amarela suja da minha prima. Afonso chegou perto e começou a apertar minha bunda. Alertava com força e desejo, enquanto colou o nariz bem onde meu pau estava. Aquilo me excitava bastante, até que ele tirou meu pau pela lateral da calcinha. Ele lambeu a cabeça do meu pau com muita delicadeza. Depois começou a mamar.
Ele mamava como uma puta profissional. Me segurava pela bunda e controlava o ritmo como se eu tivesse metendo em uma buceta. Quando eu gozei, ele engoliu cada gotinha da minha porra e ainda limpou meu pau lambendo.
Afonso vestiu uma calcinha branca de renda, mas ele me pediu algo diferente.
Afonso: sabe, eu não quero que vc me chupe. Me come, finge que meu cu é o cu da nossa prima.
Eu: sabia que vc era viadinho mas não sabia que eu ainda ia te comer.
Afonso: para de papo. Só come meu cu, anda logo.
Peguei um óleo corporal da nossa prima, moleque meu pau e joguei um pouco na entrada do cu dele. Ela rosinha aquele buraco, uma lindeza, que contratava com aquele sacão cheio.
A cabeça entrou fácil mas não passava disso. Foi uma luta até empurrar tudo pra dentro daquele cu. Meu pau de 16 cm sempre foi mais grosso que a média, e pra um cu, realmente não foi tarefa fácil.
Quando entrou tudo, parei um pouco pra deixar aquele buraco se acostumar. Então comecei o movimento, e meti, meti, meti. Acelerei e meti forte, até gozar de vez dentro daquele cu. Quando sai, meu primo virou pra mim,.tirou o pau pra fora e começou uma punheta forte.
Ele gozou na minha barriga, aí desceu e limpou tudo com a lingua áspera dele.
Foi minha primeira experiência gay, mas não foi a última. Tesão é tesão.
Desde então, sempre que eu estava só e Afonso estava atoa, as punhetas pra minha prima continuaram, mas agora eu tinha um buraco pra meter, imaginando ser o dela, e quando cheirava aquelas calcinhas sujas.
Foram quase 2 anos nessa rotina, até que ela se mudou e acabou.
Nenhuma reação ainda.
0
curtidas
👁️ 0 visualizações