Papai, eu sou sua única putinha
Ah, como encaixa bem essa piroca na minha buceta.
Batendo o saco com força na minha bunda, rasgando minha bucetinha, eu já toda gozada. Agora, era a hora do cuzinho:
- abre a bundinha com as mãos, deixa o papai enfiar nesse cuzinho.
E eu ficava toda abertinha, sentindo a piroca entrando. Abrindo tudinho, chorando de dor, segurando no travesseiro.
- rebola, putinha. Tu gosta da pica do teu macho, toma só no cuzinho, rebola vai. - Papai manuseava minha bunda naquela piroca grossa, meu cuzinho todo apertado ardendo, mas ele socava firme.
Num gemido que era quase como um grito, ele enchia meu cu de porra.
Papai caiu sobre mim, finalmente meu corpinho teria paz, não que eu quisesse. Apenas um beijo longo, eu mal conseguia acompanhar.
Num abraço, ainda com a piroca dele entre minhas pernas, a gente adormeceu
Papai amava mesmo minha bucetinha de criança, acordei com as estocadas firmes na buceta.
A viagem da mamãe foi uma bênção. Levei tanta pirocada no cu, na buceta e na boca.
Mas, a mamãe voltou. Claro que fomos buscá-la no aeroporto, um abraço apertado, porque sim, eu amava ela. Não tenho culpa de ter nascido pra ser o depósito de porra do papai, o brinquedinho dele.
Voltamos de carro, eu no colo do papai enquanto ele dirigia, o pau duro dele esmagando minha buceta embaixo da saia. Disfarçando os gemidos.
A mamãe, tão ingênua nem desconfiava.
Preciso confessar que, a mamãe chupava minha buceta melhor que o papai. Os dois abusavam de mim, mas tentavam esconder um do outro, ou será que sabiam e eu era o brinquedo deles? Ah, era gostoso.
Bom mesmo quando o amigo do papai estava lá, aí sim, pirocada no cu e na buceta. Cheia de porra de macho, cheiro forte de pica. Eu gosto disso, ser usada, ser brinquedo de macho com a piroca grossa.
Amo dar o cuzinho e sentir tudo rasgando.
Batendo o saco com força na minha bunda, rasgando minha bucetinha, eu já toda gozada. Agora, era a hora do cuzinho:
- abre a bundinha com as mãos, deixa o papai enfiar nesse cuzinho.
E eu ficava toda abertinha, sentindo a piroca entrando. Abrindo tudinho, chorando de dor, segurando no travesseiro.
- rebola, putinha. Tu gosta da pica do teu macho, toma só no cuzinho, rebola vai. - Papai manuseava minha bunda naquela piroca grossa, meu cuzinho todo apertado ardendo, mas ele socava firme.
Num gemido que era quase como um grito, ele enchia meu cu de porra.
Papai caiu sobre mim, finalmente meu corpinho teria paz, não que eu quisesse. Apenas um beijo longo, eu mal conseguia acompanhar.
Num abraço, ainda com a piroca dele entre minhas pernas, a gente adormeceu
Papai amava mesmo minha bucetinha de criança, acordei com as estocadas firmes na buceta.
A viagem da mamãe foi uma bênção. Levei tanta pirocada no cu, na buceta e na boca.
Mas, a mamãe voltou. Claro que fomos buscá-la no aeroporto, um abraço apertado, porque sim, eu amava ela. Não tenho culpa de ter nascido pra ser o depósito de porra do papai, o brinquedinho dele.
Voltamos de carro, eu no colo do papai enquanto ele dirigia, o pau duro dele esmagando minha buceta embaixo da saia. Disfarçando os gemidos.
A mamãe, tão ingênua nem desconfiava.
Preciso confessar que, a mamãe chupava minha buceta melhor que o papai. Os dois abusavam de mim, mas tentavam esconder um do outro, ou será que sabiam e eu era o brinquedo deles? Ah, era gostoso.
Bom mesmo quando o amigo do papai estava lá, aí sim, pirocada no cu e na buceta. Cheia de porra de macho, cheiro forte de pica. Eu gosto disso, ser usada, ser brinquedo de macho com a piroca grossa.
Amo dar o cuzinho e sentir tudo rasgando.
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