Eu e o garoto nas pedras
No dia seguinte eu iria embora e estava dando o último adeus ao mar. Como estava cedo, não tinha ninguém, nem maconheiros, comuns ali, nem gente transando. Só eu e o nascer do sol.
Estava de boa quando ouvi vozes.
Dois garotos pulando pelas rochas, vindo da direção contrária da faixa de areia, passaram por mim sem dar atenção. Bem novinhos, uns 12 ou 13 anos. Estavam discutindo. A discussão era acalorada e o maior que ia na frente, de repente voltou e deu um tapa no menor. Deu um estalo, o garoto caiu e o maior prosseguiu seu caminho.
O pequeno ficou lá. Parado, sentado no chão, murmurando algo baixinho...
Vi a cena inusitada e fiquei observando de longe.
O menino se ajeitou, colocou o rosto nos joelhos e parecia chorar baixinho. Na certa nem se deu conta que eu estava observando.
Depois de uns 5 minutos, o chamei.
Levou um pequeno susto e me olhou... Chamei de novo, ele enxugou os olhos e foi escalando as rochas até chegar a mim.
Perguntei se ele sabia onde eu poderia comprar fumo.
Ele indicou um lugar na avenida. Mas eu nem dava importância no que ele falava. Eu o observava: magro, cabelo liso e meio comprido, short largo, estava fora do tamanho dele, camiseta surrada. Os dentes eram grandes e muitos brancos. Não era um menino bonito, mas achei gostoso.
Disse pra chegar mais perto que ia dar o dinheiro a ele pra comprar pra mim, assim que ele se aproximou, agarrei seu pulso e o puxei para a parte mais baixa das rochas. Ele tentou se livrar, puxou e se debateu, mas era tarde.
Trouxe ele até um tipo de caverna pequena que as rochas empilhadas faziam e longe da vista de alguém que pudesse passar. Ele continuava a se debater. Então dei um tabefe na sua cara. Tenho 180 e peso 90 kg, não tinha como ele resistir.
Ele parou de se debater, parecia ter entrado em choque. Mandei ele ficar quieto ou o matava.
E ele ficou sem qualquer reação.
Era hora de me deliciar. Tirei sua camiseta e fiquei chupando e lambendo seus pequenos mamilos. Adoro peito de menino. Lambia os dois..lambi sua barriga também. Tirei seu short e cueca. Seu pinto era pequeno, ovinhos pareciam bolas de naftalina, alguns fios de pentelhos nasciam na base do pau. Uma fimose cobria a cabeça do pau e era bem escuro, geralmente garotos tem pintos claros, nesse caso era bem escuro. Caí de boca, lambi os ovinhos, puxei a cabecinha, que era rosa, pra fora e mesmo molinho, foi uma delícia ficar brincando com o pintinho dele.
Depois virei ele de bruços e tirei meu pau pra fora pra meter nele.
A bundinha redonda e pequena estava totalmente tensa. Não conseguia colocar o pau dentro.
Comecei a ficar preocupado. O outro garoto poderia voltar, então resolvi gozar logo.
Coloquei ele deitado de frente novamente e esfreguei meu pau no pauzinho dele. Meu pau babava muito no pauzinho mole dele. Era uma delícia os dois paus juntos, um grande e duro, o outro pequeno e molinho. Passei meu pau babão na barriga dele também e nos mamilos. Esfreguei na sua cara e abri a sua boca. Mas não coloquei dentro, ele poderia morder. Segurei a boquinha dele aberta e bati punheta até gozar lá dentro.
Que delícia gozar naquela boquinha.
Ele cuspiu...mas não reclamou.
Fui me despedir do pauzinho dele e chupei mais um pouco.
Cheguei a colocar tudo na boca, saco e pau, pra ficar bem na memória aquele pinto juvenil.
Me vesti e ameacei ele mais um pouco, para não contar a ninguém sobre o que aconteceu.
E saí de lá o mais rápido possível.
Foi a última vez que vi o mar...
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