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os cachorros da vovó - parte 4

📅 Publicado em: 29/01/2023 23:06

👤 Autor: a-historia-de-luquinha

📂 Categoria: Gay

🏷️ Tags: #Estupro #Gay #Tween #Zoofilia
—vem aqui Luquinha – gritou a minha avó lá da cozinha.

Quando cheguei na cozinha tinha quatro homens muito grandes, um deles era bem negro com uma barba grande e estava vestido com uma calça jeans apertada mostrando um grande volume, cinto com uma fivela grande, camisa xadrez e botas de caubói e um chapéu na cabeça. Fiquei morrendo de vergonha, pois minha avó não deixava eu vestir roupas e eu estava peladinho.

—nossa em dona Zilda, dessa vês você acertou na escolha, esse gurizinho é bem bonitinho, sobe na mesa ai para nós te olhar melhor moleque.

—eu não.

—Luquinha! O que nós conversamos? – minha avó disse brava.

—tá bom vovó – eu disse a obedecendo e subindo na mesa.

Aqueles homens fizeram um circulo em volta de mim, eles começaram a me analisar, olhando minha boca meu pinto, um deles abriu bem as bandas da minha bunda e olhou bem o meu cuzinho.

—caramba, hoje vou gozar pra caralho, vou encher esse piá de porra – disse aquele homem negro olhando bem o meu cuzinho.

—esse é o Tonhão Luquinha, foi ele que forneceu os cachorros e o cavalo, ele vai morar conosco para cuidar dos animais, você deve obedece-lo em tudo, ele também vai te ajudar quando você for se alimentar do cavalo.

—sim vovó.

—podem ir lá pra sala rapazes, o Luquinha esta a disposição de vocês para fazerem o que quiserem com ele, não é mesmo Luquinha?

—sim, eu vou fazer tudo o que me mandarem – eu tive que dizer se não minha avó me batia.

—que bom garoto, nos acompanha – disseram os homens.

Assim que chegamos na sala aqueles homens foram arrancando suas roupas e quatro rolas bem duras e grandes balançavam sobre meu rosto com um cheiro bem forte.

Um daqueles homens passou aquele negocio gelado e escorregadio no meu cu e então se sentou no sofá e foi me puxando para o colo dele, seu pinto foi entrando dentro do meu cu, doía muito más eles não estava nem ai, senti o seu saco encostar na minha bunda, o outro veio e foi colocando seu pinto na minha boca enquanto os outros me fizeram segurar os seu pintos, e lá estava eu, levando rola no cuzinho enquanto chupava o outro e com um pinto em cada umas das minhas mãos, o homem me levantava e me puxava de volta, o outro atolou ate o talo seu pau na minha boca, eu engasgava e meu olhos corriam lagrimas.

—isso garoto, que cuzinho delicioso ...tá vindo, vou gozar.

—goza na cara dele – o outro disse.

Ele me tirou de cima dele fazendo seu pinto sair do meu cuzinho e o foi apontando na minha cara e se masturbando e foi então que seu pinto foi esguichando na minha cara toda a deixando melada de porra.

—minha vez agora – o outro homem disse e começou a me comer de quatro e eu fui obrigado a chupar aquele que estava me comendo e batia punheta para os outros, quando ele estava para gozar também parou de me comer e gozou de-novo na minha cara. Eles foram fazendo rodizio até todos me comerem e gozar na minha cara, meus cabelos, meu rosto nariz boca estava cheia de porra que iam escorrendo para o meu pescoço barriga me deixando todo cheio de porra.

Meu cuzinho ardia muito, más eles não paravam e continuavam a me comer, desta vês eles gozaram no meu cuzinho, eu sentia aquelas porras quente encher meu cuzinho, eu gemia demais por estar muito sensível e eles gostavam, me chamavam de cadela, de putinha, de viadinho, davam tapas na minha bunda. Passei a minha bunda assim que eles terminaram, tinha muita porra e doía muito.

—deita ai garoto, nós vamos mijar em cima de você.

Eu me deitei no chão e aquele homens fizeram um circulo em volta de mim, e foi quando eles começaram a mijar, aquela urina quente e fedida ia me molhando todo, pernas, barriga rostos, molhavam a minha boca me fazendo engolir, meus cabelos, eles me deram um banho de urina e ainda me fizeram chupar um por um até gozarem novamente e me fazer engolir.

—gente, já chega, não aguento mais, gozei muito.

—mandou bem em garoto – disse um dos homens sorrindo para mim.

Eles se vestiram e fomos para a cozinha onde minha avó que assistiu a tudo momentos antes nos esperavam fumando seu cigarro, eu estava coberto de porra e mijo.

—deixa nós dar uns pegas nesse baseado ai também dona Zilda, esse moleque acabou com nós hoje.

Aqueles homens fumavam aquele cigarro fedido passando de boca em boca, e foi quando a minha avó disse:

—muito bem Luquinha, é assim que a vovó gosta, um menino bem obediente e submisso, você vai até ganhar um chocolatinho como recompensa, más antes vamos lá para você conhecer o ventania e te alimentar com a baba e a porra dele, depois de tudo isso você deve estar com muita fome.

Minha avó disse e fomos ver o cavalo.
Nenhuma reação ainda.

Comentários

K

Kaio084 comentou:

Tá demorando muito pra postar tá da hora o conto mas conta com mais frequência assim fixo ansioso

12/04/2023 07:58
A

anônimo comentou:

cadê a parte 5

12/04/2023 07:58