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Melhor premio do mundo.

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: mimoso

📂 Categoria: Traição/Corno

CASADO, 27 anos, me considero infeliz no meu casamento, razão pela qual vivo atras de aventuras. Quem não tem cão caça com ! gato... E de uma certa maneira acho que a minha profissão (corretor de imóveis) facilita as coisas neste sentido. Ha algum tempo, eu estava andando na rua principal da minha cidade quando dei de cara com uma morena clara, longos cabelos, lábios vermelhos, um olhar cheio de sensualidade. Olhamos um pra o outro-e eu me pus a seguir os seus passos, o coração aos pulos. Descontrolado, emocionado diante de tanta beleza, com muita dificuldade consegui balbuciar alguma coisa estúpida, assim como "Oi, tudo bem. Gostaria de..." Ela apressou o passo e, como insisti em acompanha-la, me mostrou o seu dedo com a aliança: "Esta vendo? Sou noiva." Eu a interrompi para dizer que tudo bem, eu só queria a oportunidade de olhar mais um pouquinho para ela, que não é todo dia que se encontra uma moça assim tão bonita na rua, onde é que ela tinha andado escondida etc. Ela deu uma corrida dizendo desculpe e adeus, e desapareceu para dentro de uma casa, que mais tarde fiquei sabendo tratar-se de um consultório psicanalitico. Passaram-se mais de dois meses até que eu a reencontrasse, apesar de morarmos numa cidade pequena como Campos. Desta vez, Neusa - digamos que ela se chama assim - falou comigo e fiquei sabendo que ela e o noivo, filho de um grande usineiro, não iam muito bem. Deixei que ela desabafasse, falasse tudo o que estava sentindo. Depois disso passamos a nos encontrar com certa freqüência. Criou-se um vinculo de atração, amizade, enfim, uma ligação forte entre a gente. E Neusa, muito expansiva e sincera, não procurava esconder isso de ninguém. Com ela é tudo as claras, tudo a luz do dia. Se ela tinha vontade de me abraçar no meio da rua, ela o fazia, pouco se importando com a opinião dos outros. Mas quando eu tentava falar em sexo ela recuava. Com muito custo consegui leva-la ao cinema e se me perguntarem qual foi a fita confesso que não sei..Eu só tinha um objetivo em mente: acaricia-la como fêmea, até onde fosse possível. Mal transpusemos a porta do cinema; a roleta, e nos vimos em plena escuridão, comecei a fazer tudo o que tinha vontade, a realizar o sonho que me torturava, pois tudo o que é proibido fica cada dia mais desejado. Ali Neusa já não opunha mais resistência. Nos abraçamos e beijamos loucamente, chupei-1he tantos os lábios até acabar com qualquer vestígio de batom, satisfazendo um desejo ha tanto tempo acalentado. Ela tinha um cheiro e um gosto maravilhosos, o pescoço, o corpo inteiro exalava um cheiro de fêmea, de modo que o meu membro não podia ficar mais duro do que estava, sob o risco de explodir ali mesmo sob as calças. Eu me lembrei até do anuncio de pneu e ri sozinho, imaginando que o meu membro é um "penis-aço", querendo sair para fora das calças. Com os movimentos, o vestido de Neusa subiu e os joelhos ficaram de fora. Ensandeci de vez e fui subindo minhas mãos pelas coxas dela enquanto ela acariciava os pelos do meu peito e me beliscava os mamilos, achando graça por eles ficarem durinhos como os dela, quando eu os alisei e chupei. Mais uma vez levei as mãos as suas coxas lisas e torneadas e, desta vez, ela não impediu o seu caminho e eu alcancei aquela fenda molhada de tesão e trabalhei o seu clitóris, que senti durinho no meu dedo, até que num sussurro mais alto ela gemeu de gozo na penumbra do cinema. 0 filme acabou e eu fiquei numa situação critica para sair do cinema. Não havia diabo que fizesse baixar o meu volumoso e extenso membro. Ajeitei-o como podia na direção do umbigo e com as mãos no bolso nos tocamos para um motel a fim de terminar o que havíamos começado no cinema. Entramos e fomos tomar um banho. Esfreguei-1he todo o corpo, seios, ventre, coxas, .púbis, nádegas - tudo foi explorado pelas minhas mãos. Ela por sua vez me deu aquele banho, segurou meu pênis duro, lavou direitinho, fazendo uma vigorosa massagem. Uma vez mais tive que me segurar - aquilo já estava virando uma tortura -, para não explodir num gozo antecipado em suas mãos. Banhados e lindos nos abraçamos e caímos na cama cercada de espelhos por todos os lados, e, ao som de musica altamente erótica, começamos a sinfonia do amor. Aquele corpo moreno e bronzeado foi por mim beijado milímetro por milímetro, das pontas dos pés ao ultimo fio de cabelo. Enquanto ela se contorcia, tirei-1he a calcinha mínima com os dentes e afundei meu rosto em sua vagina ensopada de tesão. Passei a língua avidamente pelo seu clitóris rosado, enquanto ela segurava minha cabeça com as duas mãos e apertava as coxas em volta do meu pescoço, quase me sufocando, Gozou, gozou quantas vezes pode e eu suguei todo o delicioso suco que escorria daquela caverna quente e cheirosa. Como para retribuir todo o prazer que eu 1he tinha proporcionado, ela veio por cima de mim, tomou meu pênis, beijou-o e se pos a chupa-lo. Eu tinha os seus pelos pubianos bem a altura do meu rosto e, enterrando-1he um dedo no ånus, bem devagar recomecei a lamber a sua vulva, que chegava a estar seca de tal modo eu a havia sugado. Estávamos naquela posição maravilhosa, ela me chupando desde os testículos, esfregando-os no rosto, agasalhando-os cuidadosamente um de cada vez na quentura de sua boca. Ronronando igual a uma gata no cio, abocanhou a glande, impetuosamente, e sugou até que ela, não agüentando mais, tentei parar, mas ela não deixou, continuou a sugar, até que eu, num movimento de quadris, atingi sua garganta, esguichando todo o meu esperma acumulado horas seguidas. Neusa estava louca, tarada, coma se nunca tivesse experimentado tanto gazo na vida. Continuou a sugar e eu, com o pinto ainda duro, ,fiquei estupefato de ver a transformação que tinha se operado nela. A menina cheia de temores estava ali na cama metamorfoseada numa verdadeira profissional, adquirindo uma dimensão que eu desconhecia nela. Neusa passou a me dominar completamente, Passei a ser um objeto em suas mãos. Cheia de determinação, ela abandonou o meu membro e, pegando da bolsa um vidro de óleo de amêndoas, lubrificou-o. Em seguida lubrificou o próprio anus e veio com uma expressão estampada no rosto, que eu jamais havia vista em mulher alguma. Passou as pernas em volta da minha cintura e foi sentando devagar enquanto segurava meu pênis na direção do seu róseo buraquinho . Assim que sentou, olhando no espelho, acertando o alvo e ajeitando, graduando a entrada dos meus 20 centímetros para dentro do seu furinho macio, quentinho, delicioso, que se contraia como se quisesse engolir tudo e não largar nunca mais. Subindo e descendo, ela me cavalgou como se fosse uma amazona comandando um cavalo selvagem. Descabelada, ela gritava, gemia, chorava, dizendo que tinha se realizado como mulher, que estava feliz, se contorcendo igual a uma cobra, rebolando igual a uma passista de samba. De repente ela se descontrolou e sentou de vez, ficando com tudo atochado dentro do seu admirável traseiro. E, contraindo nervosamente o anus, se deitou ofegante sobre mim, oferecendo-me os lábios que beijei com toda a sede. Quando ela se acalmou, coloquei dois travesseiros sob o ventre dela e então foi a minha vez: beijei aquele anus que estava se oferecendo, lubrifiquei-o com a secreção da sua própria vagina e fui entrando, entrando, até sentir os meus pelos colarem em suas nádegas. E ali fiquei num vaivém lento e suave, para não magoa-la. Como foi gostoso! Quando eu .estava quase gozando, ela deu um jeito, com uma das mãos segurou-me suavemente os testículos e me disse que deixasse tudo dentro que ela iria gozar novamente e, só rebolando, fez com que eu, todo atochado em seu anus, despejasse todo o esperma que eu era capaz de produzir naquele momento. Fiquei por algum tempo ainda deitado por cima dela, descansando, sentindo as contrações dos músculos de seu anus em volta do meu pênis. Exaustos, adormecemos e em seguida fomos para o banho nos refazer. De volta a cama, liguei a televisão para dar um tempo. Mas para que? Começou um tremendo filme pornográfico pelo circuito interno. A Neusa, vendo o filme ficou eletrizada e começou a fazer comigo tudo aquilo que via. Tudo bem. E eu pensando que ela já se saciara! Quando ela me falou que eu seria premiado com a melhor coisa que poderia me dar, deixei tudo por conta dela. Como sou um homem com muita potência, o meu pênis já apontava para o alto e aguardava ansioso a surpresa. Toda molhadinha por baixo, foi tomando posição e encaixando a cabeça do meu membro entre os seus lábios vaginais. Foi sentando, o bichinho escorregava, ela segurava, uma loucura! vibrando, gozando, as narinas dilatadas, suando, os nervos descontrolados, forçava com seu peso a minha entrada - ou ela era muito estreita ou meu diâmetro fora do normal, pensei. Até que, no ultimo impulso para baixo, ela deixou escapar um gemido mais alto, como se estivesse sentindo uma forte dor. Neste momento o pênis entrou todo e ela, chorando de gozo, suspirou: "Adeus, minha virgindade. Até que enfim consegui me tornar uma mulher." Tomei um susto e me dei conta da minha estupidez : eu a tinha explorado com meus dedos e a minha língua e não tinha percebido. Sai de dentro dela e pude ver o meu pênis todo sujo de sangue. Fiquei com medo e tesão ao mesmo tempo. Ser premiado com aquilo era a melhor coisa do mundo. Deixei ela fazer comigo o que queria até desfalecer. Então foi' a minha vez de ficar' por cima dela e penetrar outra vez naquele caminho aberto ha poucos minutos. Devagar, cuidadosamente, eu entrava com ela gozando, gozando até que não pude mais e jorrei mais uma vez o meu esperma naquela vagina nunca dantes navegada. Meus queridos leitores, podem não acreditar e não fiquem com água na boca, mas no momento em que termino esta nossa experiência sexual, o fato com a Neusinha sentada no meu colo, nuazinha e daquele jeito que ela gosta: com meu pênis atochado no seu traseirinho. Se alguma leitora quiser experimentar fazer tudo que ela fez comigo - não precisa ser virgem, afinal de contas ninguém é perfeito -, basta me escrever."

mimoso@gostoso.com.br
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