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Uma senhora pegada

📅 Publicado em: 10/10/2024 14:52

👤 Autor: bia

🏷️ Tags: #Outros
Esse conto e baseado realmente, num vizinho garanhão que tenho.

Não sou afeminado, mas confesso que estou mais do lado dos bis.

Já tinha notado que meu vizinho, era um sujeito safadinho.

E que toda manhã, frequentava a padaria do Bairro.

Resolvi relacionar me com o mesmo, pois a única coisa em comum entre a gente, era

Bom Dia e Boa Tarde.

Nesse dia, estava só em casa, já que o pessoal estava para a casa de praia.

Assim que o vizinho saiu, naquela manhã.

Peguei a moto do Tio e ao passar por ele, parei e ofereci carona, falando que também estava indo para a padaria.

O homem subiu na minha garupa e como a moto o banco era caído para a frente, senti assim que sai, o homem encostar nas minhas costas.

E na minha bunda, o volume do seu caralho.

E foi, também que compreendi o por que que falavam na rua, que o vizinho era bem safadinho.

Assim que subiu na moto, em vez de se segurar nos estribos que a moto tem na traseira, o espertinho, abraçou a minha cintura.

O trajeto até a padaria não era tão longe, mas o espertinho do coroa, subiu varias vezes suas mãos, da minha cintura para cima até encontrar meus mamilos.

Isso, foi deixando me com uma tesão sem precedentes,

E nem poderia reclamar, pois a blusa que usava, era curta e larga, disso se aproveitando o homem.

Não viu, mas sentiu que os meus mamilos estavam rígidos e intumescidos, prontos para serem chupados.

Na volta da padaria, como só teve um obrigado.

A noite inteira daquele dia, fiquei bolando, pois queria mais do que umas passadas de mãos sobre minhas mamas.

Revirei a cesta de roupas a serem lavadas que ficava no banheiro e encontrei uma calcinha e um sutiã usados de minha prima.

Separei uma bermuda com a cintura bem baixa que tinha, para que a calcinha aparecesse por trás de minhas costa, já que as minhas blusas eram todas largas e curtas.

No dia seguinte, preparei a moto e assim que o vizinho saiu para padaria, segui em frente com o plano que para mim seria infalível.

Pois futuquei sobre a vida do vizinho com o rapaz que cuidava do jardim do Tio e passei a saber que

O coroa, era chegado a trans.

Parei a moto e o homem subiu, com o mesmo modo operante, segurou na minha cintura, só que quando suas mãos, subiram procurando meus mamilos, estacionaram no sutiã que usava.

E largando uma das mãos do guidão da moto, ajeitei minha blusa, puxando a para cima, deixando que o homem visse um bom pedaço da minha calcinha, que era da cor de rosa e cheia de desenhos de flores.

Saciamos as nossas vontades de compra no estabelecimento e quando retornamos, a mão do vizinho, alisava meu mamilo esquerdo por debaixo da blusa.

E em vez de obrigado, o homem falou que assim que guardasse a moto, fosse tomar o café em sua companhia

Não pensei duas vezes e fui assim mesmo como estava vestido.

Só, que minha consciência dizia que não era viado e o passo que estava dando, não teria retorno e perderia o que por muito tempo preservei, que e castidade do meu rabo.

Tomamos café e o vizinho levou me para conhecer um grande guarda vestido que tinha no seu quarto.

Ele pediu me para abrir uma das portas que apontou.

E fiquei embasbacado com a quantidade de perucas que tinha, era da sua mulher que o largara, por causa de outro homem.

Perguntou me, qual era a peruca mais bonita, falei que estava confuso, pois todas o eram.

O homem pediu para que pegasse uma e escolhi a de cabelos volumosos e compridos.

O homem abriu outra porta e o que tinha de camisolas, era um absurdo, todas lindas e sex.

Ele escolheu uma camisola cor de rosa transparente e falou com a voz carinhosa, para que vesti-se as peças, para que pudesse lembrar de sua esposa.

Sentei me em frente a um espelho de uma penteadeira, coloquei a peruca e ficando só de sutiã e calcinha, vesti a camisola.

Foi quando olhei para trás, o vizinho estava nu em cima da cama de casal, fazendo sinal para que viesse.

Assim que cheguei, falou ao pê do ouvido, que estava maravilhosa e que era sabedora que iria dar e receber muito carinho.

O vizinho abraçou me e pediu me um beijo, sem pestanejar nos beijamos na boca, onde sentia suas mãos percorrendo todo meu corpo.

Agradeci, minha intuição, pois todas manhãs ao acordar em não só lavar e escovar os dentes, como também, lavar e perfumar o rabo.

Pois dica se de passagem.

Que o homem, deu me um banho de língua em todo o corpo só parando no meu cu.

Enfiou a língua ásperas que provocava me cócegas.

Eu quis dar carinho a ele, chupando sua pica, que era bem grande e curva para um lado.

Mas o homem falou que era a vez dele de acarinhar me..

Nossa como cozei.

O coroa sabia comer um rabo, invadiu minhas entranhas, alojando toda sua carga de esperma.

Isso sem falar nos meus mamilos, abocanhados chupados mordidos e cuspidos.

Fui para casa, satisfeito e feliz, mas com a bunda vermelha e arrombada.

Fiquei uns dias sem sentar, com a vontade co mixando para repetir a dose.

Engraçado, depois que tudo que passei, deitada numa cama de casal, vestida de camisola, com peruca de cabelos volumosos e compridos, de calcinha e sutiã, com uma pica de uns vinte centímetro, toda atoladinha no meu rabo.

Ainda tenho certeza, que sou o mesmo homem.

Bia.
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