A FAMILIA QUE APRENDI A AMAR
Demorei a compreender esta família com a qual me relaciono, meu amigo, um estudante universitário de 20 anos pouco menos que brilhante, culto, pacato, quem não o conhecesse pensaria ser tímido, mas grande comedor, era uma pessoa aparentemente de bem com a vida; sua mãe uma mulher exuberante, culta, jovial e elegante em seus 45 anos era a dona de casa de classe média alta perfeita; seu padrasto um executivo bem sucedido de 52 anos, homem reservado e austero, mas muito gentil e educado era um homem de poucas palavras, parecia se esquivar de todos, mas quando solicitado era gentil e amável.
Meu amigo não era uma pessoa popular, mas fiz com ele uma amizade fácil e confortável que inspirava sinceridade e solidez, ao final do primeiro ano letivo já éramos quase íntimos, grandes camaradas, aborrecia-me apenas o fato de que quase todas as garotas que eu conquistava terminavam por conhece-lo na cama também, mas como nenhuma delas nunca foi nada de sério preferia mantê-lo meu amigo, com algumas até mesmo facilitei um ménage a trois.
Logo estávamos freqüentando nossas casas, ele a minha humilde casa de classe média, onde me esforçava por recebe-lo da melhor maneira possível, e eu a dele, uma grande e confortável casa, quase luxuosa, de classe média alta, onde sempre fui muito bem recebido, inclusive por sua lindíssima mãe que me dispensava atenções e gentilezas, sempre puxando um dedo de prosa comigo.
Nossa amizade cresceu em intimidade, que se estendeu também a sua mãe, que convivia de perto conosco e, ressalvando o respeito que tinha por ela, se portava como uma amiga, quase como uma colega de faculdade, rindo, brincando e algumas vezes jogando cartas comigo enquanto meu amigo preferia pesquisar ou desenvolver textos, dos trabalhos escolares, ao computador.
Em alguns momentos eu chegava a perder a perspectiva de que se tratava da mãe de meu amigo, tal a camaradagem e intimidade que se formava entre nós, mas meu amigo não se aborrecia com isso, ao contrário, demonstrava apreciar e incentivar esta intimidade; em não muito tempo eu era tão ou mais amigo de sua mãe do que dele próprio.
Inevitavelmente, por esta mulher, sentia desejo, quase paixão, que ficava cada vez mais difícil de dissimular; para meu temor e maior excitação, sob o olhar complacente de meu amigo.
Sua mãe dava sinais sutis de corresponder ao meu sentimento, com o arrepiar de sua pele sedosa a um fortuito toque meu, ou com seu olhar doce e sorriso franco em atenções à mim, era impossível que meu amigo não estivesse percebendo este crescente envolvimento, pois a muito já percebera que ele era o confidente de sua mãe, além de ser uma pessoa bastante observadora e inteligente.
Varias vezes tive vontade de abrir e expor meus sentimentos à ele, já tínhamos intimidade para isso, mas sempre me acovardava receoso do ridículo que poderia parecer e me calava.
Certa vez estávamos, com sua mãe, lendo e comentando varias apostilas deitados os três ao chão sob o espesso carpete da sala, sua mãe ao meu lado e ele de frente a nós, em um movimento ela encostou seu corpo ao meu e brincava de cutucar-me a perna direita com sua esquerda, ao que eu respondia com idêntico movimento, ela parecia roçar-se sutilmente ao chão e pousou seu braço esquerdo sobre minhas costas dedilhando meus cabelos com sua mão, em dado momento ela se virou lânguida, deitada de costas ao chão como uma gata no cio, e meu amigo avançou erguendo apenas seu dorso e com o rosto sobre sua mãe, em posição invertida a dela, roçaram a ponta das línguas sem tocarem-se os lábios, depois beijou seu pescoço de uma forma sensual e nada filial, voltando em seguida as posições que ocupavam antes.
Me esforcei por aparentar absoluta naturalidade escondendo meu espanto e enorme excitação, mas meu pau havia saído de sua intumescência e se tornado uma duríssima alavanca que me incomodava, além de minha respiração que ficou descompassada, acho difícil que eles não tenham notado alguma alteração em mim, mas continuavam ali, bem humorados como se nada de estranho tivesse ocorrido.
Família de origem escandinava, a muito radicada no Brasil, conhecia bem seus modos e pensamentos paradoxalmente reservados e liberais, e era evidente relacionarem-se mais como confidentes do que como mãe e filho, mas nunca pensei em presenciar um carinho tão sensual e ousado entre eles; não sabia o que achar do que havia visto.
Era assídua minha presença na casa deles e a noite tanto ele como sua mãe insistiam com veemência que pernoitasse ali, de forma que eu passei a participar da intimidade desta família como fosse um membro dela, era comum agora vê-la de pijama com os bicos dos mamilos acesos sob o fino tecido ao café da manhã, ou vê-la em um roupão de banho com os lindos cabelos molhados, sabendo não haver nenhuma outra vestimenta por baixo, exótico e talvez um pouco constrangedor é que isto ocorresse sob a presença de seu reservado e gentil esposo, que também pude perceber, não gozava da simpatia de seu enteado, embora se tratassem com cortesia.
Assim tão de perto, reparei a sutil natureza sensual dos carinhos que trocavam, era um tom de voz mais rouco, os corpos se colarem com as cabeças afastadas enquanto com um sorriso conversavam mais baixo, era o rosto dela buscando o contato da pele de outro rosto, com respiração alterada, quando abraçava desejando boa noite ou bom dia, e coisas assim, tão sutis, mas agora claramente percebidas, que para meu encantamento e constrangimento se estendiam também para mim, que já não sabia como agir.
Meu amigo por vezes me olhava longamente em silencio e quando de alguma forma eu reagia ao seu olhar apenas me devolvia um sorriso, como se me aprovasse.
Em uma tarde estava sentado ao sofá lendo uma apostila, ouvindo um cd do Café del mar, quando sua mãe deitou sua cabeça sobre meu colo, lendo Demian de Hesse; com minha mão esquerda me pus a acariciar seus cabelos, testa e rosto, com extrema delicadeza, meu amigo ergueu-se da poltrona e sentou-se ao chão, de costas para nós, aos pés do sofá, recebendo de sua mãe os mesmos carinhos que ela recebia de mim.
Interrompendo por um instante sua leitura ela perguntou ao seu filho: -Vocês são os meus namorados?
Ele interrompendo também sua leitura e jogando a cabeça para traz, em delicia com seus carinhos, respondeu com voz meiga: -Não, eu sou o filho.
-Bobo! Foi tudo o que ela respondeu erguendo seu olhar para mim com um sorriso de delicia que me fez estremecer por dentro, momentos assim se multiplicavam em nosso cotidiano.
Outra tarde, vestindo uma camisa xadrez de flanela e calça jeans, não muito justa, lendo ainda o mesmo livro de Hesse, ela deitou-se ao chão, onde me encontrava, colocando ousadamente sua coxa esquerda sobre minha coxa ficando sua pélvis sobre minha nádega direita; deliciado com seu gesto e tendo seu filho de costas para nós ao computador, interrompi minha leitura e deitando meu rosto sobre meu braço esquerdo e acariciei sensualmente seus cabelos com minha mão direita.
Ela repousou seu livro ao chão e me beijou a boca, hipnotizado por seu perfume correspondi ao beijo mais doce e delicioso que me recordo com o coração batendo forte em meu peito, por um segundo olhei seu filho, que de costas não nos via e falei baixo em seu ouvido que precisava encontrar um meio de leva-la a um motel.
Com um sorriso ela respondeu que não poderia esperar tanto tempo assim e erguendo-se me puxou pela mão em direção da porta, passamos por seu filho que nos deu um rápido olhar voltando novamente a se concentrar no computador, no corredor em direção ao seu quarto, completamente atônito e encantado, temeroso perguntei sobre seu filho e ela com calma disse-me que não havia problema algum.
Em seu quarto ela fechou sua porta sem trancar e nos beijamos longamente com os corpos colados, deslizei minha mão em suas costas e deliciosa bunda, ainda sem acreditar totalmente na maravilha que me acontecia, apalpei suavemente seus seios sobre a camisa e desabotoei seus botões expondo seus peitos, que mamei com carinho, brincando minha língua nos bicos salientes de seus mamilos rosados.
Ela puxou minha blusa para fora da calça e depois tirou-a de mim alisando meu tórax com as mãos espalmadas, desabotoou minha calça e a puxou para baixo enquanto fazia o mesmo com ela.
De calcinha branca diante de mim voltou a me beijar com paixão alisando meu pau duro fora da cueca que ela em seguida empurrou para baixo, nu ela me levou para dentro dos lençóis de sua cama e finalmente tirou a calcinha.
Voltamos a nos beijar como quiséssemos nos devorar e trocávamos carinhos em nossos sexos, podia com o dedo introduzido em sua vagina perceber o quanto era apertada e molhava minha mão com seu suco enquanto ela gemia em delicia, desarrumando as cobertas ela dobrou o corpo segurando meu caralho e esfregou seu rosto sobre ele, para em seguida chupa-lo como quem chupa com volúpia um caroço de manga.
Quando meu pau já devia chorar aquela gosma que antecede o orgasmo ela lambeu a pontinha da minha glande e me trouxe para cima dela abrindo suas pernas em frango assado, agasalhou meu cacete com a boceta apertada, em uma penetração lenta, sibilando de prazer o ar entre os dentes cerrados, apertando com as mãos minhas costas e cabelo e depois movimentando seus quadris em vai e vem tremulo e rápido, fodendo ela o meu cacete, eu apenas mantinha o caralho enterrado naquela boceta apertada, dando poucas e profundas estocadas em seu útero, admirando sua ânsia e tesão evidentes em seu movimento trôpego e sua face transtornada com a testa franzida.
Eu delirava a cada contração daquela boceta enlouquecida em meu caralho, e o céu se abria em ondas de arrepio e suor que se formava em meu corpo, admirava com encanto a dobrinha de sua pequena barriga se contraindo de tesão junto com sua boceta; não era apenas o coito entre um jovem macho e uma fêmea madura, era a minha amiga, a mulher amada, a mãe do meu amigo, que tocava o céu junto de mim.
Quando ela gemeu em exclamação em um escandaloso orgasmo não pude mais me conter, urrei como animal furioso subjugando a presa, socando com violência meu pau dentro dela, esporrando como rasgasse meu caralho a cada estocada, e depois permaneci latejante dentro dela com nossos corpos suados e ofegantes.
Ela abriu os olhos e o sorriso doce de uma mãe que amamenta e falou o obrigada mais encantador que já ouvi; aquela mulher me levara em delírio ao paraíso e ainda me agradecia, não me contive e rindo, com lagrimas nos olhos, falei um engasgado te amo, que ela retribuiu com um beijo longo, calmo e apaixonado.
Sua língua riscava uma constelação no céu da minha boca quando alguém bateu a sua porta, as estrelas caíram do céu na boca de meu estomago e tive receio, era seu filho perguntando se ela estava ali.
-Estou filho.
-Você vai demorar?
-Vou só tomar um banho.
-O lanche está servido, vou esperar por vocês na sala de almoço.
-Esta bem, já vamos descer.
Não havia segredos, ele sabia exatamente o que fizéramos, ela percebeu minha preocupação e acariciando minha cabeça me confortou que estava tudo bem, seu filho sabia o que ela sentia por mim e aprovava, em seguida levanto-se e me arrastou para um banho rápido.
Eu usava novamente minhas roupas mas ela estava com um roupão de banho branco e felpudo, me sentia constrangido e não conseguia encarar meu amigo, mas era o único constrangido, ela e seu filho agiam com naturalidade ignorando o acontecido.
Depois de lanchar, percebendo meu embaraço e adivinhando que gostaria de conversar com seu filho, ela levantou-se e saiu deixando-nos a sós.
Não sabia por onde começar, estava envergonhado sob o olhar calmo de meu amigo que aguardava silencioso que eu falasse algo, eu o prezava muito e não queria ferir nossa amizade e embora os tivesse visto agir com absoluta naturalidade ainda tinha receio que estivesse magoado com o que fiz em sua mãe, mas foi ele que impacientando-se com meu silencio quebrou o gelo:
-E aí cara? Não vou agora ter que te chamar de papai, vou?
Dei risada relaxando minha tensão.
-Acho que você já sabia o que eu sinto pela sua mãe e também sabe o que eu sinto por você. Você é meu melhor amigo e não quero perder tua amizade, e tenho medo do que você pense sobre o que aconteceu entre eu e a sua mãe...
-Esta tudo bem, minha mãe e eu não temos segredos, ela só estava esperando você tomar coragem, ela precisa de alguém como você, eu já sabia disso e procurei facilitar as coisas para vocês.
-O seu padrasto, também não quero desrespeita-lo na casa dele e nem interferir no ...
Meu amigo me interrompeu, com ar de gravidade.
-Ele é um cara legal, minha mãe gosta dele e já o amou, mas eles tem um relacionamento só de aparência. - agora constrangido continuou Ele tem interesse no casamento com minha mãe porque meu avô, na Dinamarca, é acionista da empresa em que ele trabalha, mas ele discretamente também se interessa por rapazes... Bom, se você puder manter a discrição na frente dele e das empregadas, por mim estará tudo bem.
Eu me sentia bem melhor agora, mas não sabia bem com continuar a conversa, apenas afirmei que não deixaria outras pessoas da casa perceberem nosso envolvimento e ele prosseguiu:
-Minha mãe esta louca por você e você também sabe o quanto gosto da tua amizade e de tê-lo aqui em casa conosco, nós temos outros segredos também, que você vai descobrir no tempo certo, se é que já não sabe.
Um arrepio percorreu minha espinha e secou minha boca, senti meu rosto e orelhas se aquecerem, achava que sabia ao que ele se referia, mas tinha medo de arriscar, ele entendeu minha reação e concluindo que eu já deveria ter percebido e continuou:
-Amo minha mãe como filho, de outra forma também, mas não me sinto confortável com isso. Você sempre dividiu suas mulheres comigo, se não se importar em dividir esta também, eu acho que não me importo em dividir minha mãe com você.
Eu não atinava corretamente suas palavras e, tremulo em meu intimo, não tinha certeza se atribuía o significado correto ao que acabava de ouvir, então preferi não fazer nenhum comentário, apenas balbuciei:
-Eu gostaria que ela fosse minha mãe para dividi-la com você.
Levantando-se e com o braço sobre meus ombros, sorrindo satisfeito, devolveu minha afirmação:
-E é cara! Com certeza, também é!
E subimos para o quarto de meu amigo para continuarmos o trabalho que havia interrompido para amar sua mãe.
As tardes transcorriam em confortável amizade e sensualidade, éramos um casal de namorados na presença de um amigo muito intimo, seu filho não se importava quando nos beijávamos com ardor ou tocávamos discretas caricias sob seu olhar, sempre havia um momento em que ele se afastava ou se absorvia em alguma tarefa deixando o caminho livre para que, sem constrangimento, sua mãe me levasse ao seu quarto, para então nos amarmos como um casal em lua de mel.
Era gostoso e muito sensual foder a mulher amada, a mãe do meu melhor amigo, com ele próximo, no seu quarto ao final do corredor, com o risco de ouvir nossos gemidos.
Eu beijava sua boceta com ela gozando, me arrancando os cabelos, alargava seu anus com meu prazer e tremia com meu caralho esfregando em seu útero, depois relaxados voltávamos a namorar na companhia de nosso mais intimo e querido amigo e cúmplice, seu filho.
Continuava observando a relação intima e sensual que ela tinha com meu amigo, seu filho, e já sem estranhar apenas evitava questionar.
Certa feita, como era comum acontecer, estava sentado ao chão com as pernas dobradas e abertas com ela sentada entre elas com as costas apoiadas em meu peito, sendo abraçada e acariciada por mim, seu filho mais abaixo também deitado ao chão repousava a cabeça no colo da mãe, tocando sua nuca na altura do sexo dela, que visivelmente excitada acariciava a cabeça do filho, e de repente com voz rouca cheia de tesão falou:
-Gostoso... Estou no meio de meus dois namorados gatões!
Seu filho, como à provoca-la protestou:
-Eu sou só o filho.
Incrédulo e cheio de um redobrado tesão, com meu pau duríssimo na sua costa ouvi-a responder:
-Não chateia filho, faz amor comigo junto com meu homem.
Ato continuo virou seu rosto sob o meu e nos beijamos com as línguas em desespero, enquanto seu filho virava-se de frente para ela e abocanhava sua boceta sobre sua calça de moleton.
Ao tempo que erguia sua blusa expondo seus peitos de bicos duríssimos, seu filho puxava sua calça deixando-a com uma calcinha branca de algodão que revelava a umidade que verteu de sua boceta, fomos os três entre beijos e caricias obscenas em suas tetas para o seu quarto.
Enquanto eu mamava seus peitos meu amigo tirou a calcinha da sua mãe lambendo e mamando em seu clitóris, e ela ronronava no cio, por um momento desvencilhou-se de nossos carinhos e enfiou-se na cama, debaixo das cobertas que seu filho arrancou ao chão e deitou-se ao seu lado mamando com delicadeza seus peitos, abri suas pernas e chupei seu grelo enfiando um dedo em seu cu, ela começou a rebolar em delírio.
Esticando seu braço ela alcançou o cacete duro do filho, que o ofereceu para que ela chupasse se lambuzando toda como fosse uma fruta madura, sua boceta latejava de tesão em minha língua e seu cu se contraia apertado em meu dedo, ela puxou-me pelo cabelo, dolorosamente, e me coloquei frente ao meu amigo para que ela chupasse meu caralho.
Erguendo-se ela deitou seu filho e abocanhou meu caralho, com as duas mãos em sua cabeça fodi sua boca até quase gozar enquanto com o braço esticado para traz ela masturbava o cacete do filho, quando parei de subjugar sua boca como a uma boceta larga, falou transtornada de desejo:
-Come gostoso meu cuzinho que eu vou foder a bocetinha com meu filhote gostoso.
De joelhos ela abriu as pernas sobre seu filho e desceu sua boceta em seu pau que, deslizou dentro dela, deitada no peito de meu amigo com as duas mãos ela esticou as bochechas da bunda arreganhando seu cu para mim, que de imediato, com o caralho babado com sua saliva e gosma, arrombei seu cu em uma estocada lenta e firme.
Com sua mãe soluçando entre nós dois, gememos e derretemos nossos corpos em suor por pelo menos dez minutos, seu filho também tinha bom controle de seu orgasmo, e só quando ela começou a rebolar descompassada e gritar de gozo soltamos com fúria nossas porras em seus buracos.
Com a mão para traz ela tirou meu caralho de seu cu, desmontou sua boceta do pau de seu filho e caiu de buços na cama, ofegante, lustra de suor e imóvel, deitei-me ao seu lado e meu amigo, erguendo-se um pouco, estendeu-me sua mão em um tapa e aperto contra a minha, em um comprimento solidário e cúmplice, sobre sua mãe desfalecida e satisfeita.
Adormeci para acordar quando ela estava no chuveiro e meu amigo, já banhado, me despertava com delicadeza alertando-me que seu padrasto não demoraria a chegar, pus-me em pé, e nu o ajudei a trocar as mudas de cama de sua mãe, que de dentro do banheiro indagava ao meu amigo:
-Meu outro filho gostoso já acordou? Manda ele para cá filhote, quero meus dois machões bem perfumados e limpinhos para o jantar.
Meu amigo sorrindo e meneando a cabeça, apontou em direção ao banheiro falando:
-Pode? Agora agüenta a fera maninho, bem vindo a bordo!
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Isto nos aconteceu a muito tempo, e desde então vivemos uma relação de muito amor, que transcendeu largamente o horizonte da amizade, acumulando muitas histórias que reconhecemos serem exóticas para a maioria das pessoas.
Eu e meu amigo já não somos mais jovens, mas nossa mãe continua para nós uma mulher linda e desejável, que nós amamos muito, de todas as formas.
Se lhe agrada que conte, com minha memória e imaginação, a aventura de nossas vidas incomuns e plenas deste amor, então vote neste conto e saberei que posso prosseguir em meu relato.
Minha mãe e meu irmão, é para vocês que dedico este esforço de minha memória, um beijo.
Meu amigo não era uma pessoa popular, mas fiz com ele uma amizade fácil e confortável que inspirava sinceridade e solidez, ao final do primeiro ano letivo já éramos quase íntimos, grandes camaradas, aborrecia-me apenas o fato de que quase todas as garotas que eu conquistava terminavam por conhece-lo na cama também, mas como nenhuma delas nunca foi nada de sério preferia mantê-lo meu amigo, com algumas até mesmo facilitei um ménage a trois.
Logo estávamos freqüentando nossas casas, ele a minha humilde casa de classe média, onde me esforçava por recebe-lo da melhor maneira possível, e eu a dele, uma grande e confortável casa, quase luxuosa, de classe média alta, onde sempre fui muito bem recebido, inclusive por sua lindíssima mãe que me dispensava atenções e gentilezas, sempre puxando um dedo de prosa comigo.
Nossa amizade cresceu em intimidade, que se estendeu também a sua mãe, que convivia de perto conosco e, ressalvando o respeito que tinha por ela, se portava como uma amiga, quase como uma colega de faculdade, rindo, brincando e algumas vezes jogando cartas comigo enquanto meu amigo preferia pesquisar ou desenvolver textos, dos trabalhos escolares, ao computador.
Em alguns momentos eu chegava a perder a perspectiva de que se tratava da mãe de meu amigo, tal a camaradagem e intimidade que se formava entre nós, mas meu amigo não se aborrecia com isso, ao contrário, demonstrava apreciar e incentivar esta intimidade; em não muito tempo eu era tão ou mais amigo de sua mãe do que dele próprio.
Inevitavelmente, por esta mulher, sentia desejo, quase paixão, que ficava cada vez mais difícil de dissimular; para meu temor e maior excitação, sob o olhar complacente de meu amigo.
Sua mãe dava sinais sutis de corresponder ao meu sentimento, com o arrepiar de sua pele sedosa a um fortuito toque meu, ou com seu olhar doce e sorriso franco em atenções à mim, era impossível que meu amigo não estivesse percebendo este crescente envolvimento, pois a muito já percebera que ele era o confidente de sua mãe, além de ser uma pessoa bastante observadora e inteligente.
Varias vezes tive vontade de abrir e expor meus sentimentos à ele, já tínhamos intimidade para isso, mas sempre me acovardava receoso do ridículo que poderia parecer e me calava.
Certa vez estávamos, com sua mãe, lendo e comentando varias apostilas deitados os três ao chão sob o espesso carpete da sala, sua mãe ao meu lado e ele de frente a nós, em um movimento ela encostou seu corpo ao meu e brincava de cutucar-me a perna direita com sua esquerda, ao que eu respondia com idêntico movimento, ela parecia roçar-se sutilmente ao chão e pousou seu braço esquerdo sobre minhas costas dedilhando meus cabelos com sua mão, em dado momento ela se virou lânguida, deitada de costas ao chão como uma gata no cio, e meu amigo avançou erguendo apenas seu dorso e com o rosto sobre sua mãe, em posição invertida a dela, roçaram a ponta das línguas sem tocarem-se os lábios, depois beijou seu pescoço de uma forma sensual e nada filial, voltando em seguida as posições que ocupavam antes.
Me esforcei por aparentar absoluta naturalidade escondendo meu espanto e enorme excitação, mas meu pau havia saído de sua intumescência e se tornado uma duríssima alavanca que me incomodava, além de minha respiração que ficou descompassada, acho difícil que eles não tenham notado alguma alteração em mim, mas continuavam ali, bem humorados como se nada de estranho tivesse ocorrido.
Família de origem escandinava, a muito radicada no Brasil, conhecia bem seus modos e pensamentos paradoxalmente reservados e liberais, e era evidente relacionarem-se mais como confidentes do que como mãe e filho, mas nunca pensei em presenciar um carinho tão sensual e ousado entre eles; não sabia o que achar do que havia visto.
Era assídua minha presença na casa deles e a noite tanto ele como sua mãe insistiam com veemência que pernoitasse ali, de forma que eu passei a participar da intimidade desta família como fosse um membro dela, era comum agora vê-la de pijama com os bicos dos mamilos acesos sob o fino tecido ao café da manhã, ou vê-la em um roupão de banho com os lindos cabelos molhados, sabendo não haver nenhuma outra vestimenta por baixo, exótico e talvez um pouco constrangedor é que isto ocorresse sob a presença de seu reservado e gentil esposo, que também pude perceber, não gozava da simpatia de seu enteado, embora se tratassem com cortesia.
Assim tão de perto, reparei a sutil natureza sensual dos carinhos que trocavam, era um tom de voz mais rouco, os corpos se colarem com as cabeças afastadas enquanto com um sorriso conversavam mais baixo, era o rosto dela buscando o contato da pele de outro rosto, com respiração alterada, quando abraçava desejando boa noite ou bom dia, e coisas assim, tão sutis, mas agora claramente percebidas, que para meu encantamento e constrangimento se estendiam também para mim, que já não sabia como agir.
Meu amigo por vezes me olhava longamente em silencio e quando de alguma forma eu reagia ao seu olhar apenas me devolvia um sorriso, como se me aprovasse.
Em uma tarde estava sentado ao sofá lendo uma apostila, ouvindo um cd do Café del mar, quando sua mãe deitou sua cabeça sobre meu colo, lendo Demian de Hesse; com minha mão esquerda me pus a acariciar seus cabelos, testa e rosto, com extrema delicadeza, meu amigo ergueu-se da poltrona e sentou-se ao chão, de costas para nós, aos pés do sofá, recebendo de sua mãe os mesmos carinhos que ela recebia de mim.
Interrompendo por um instante sua leitura ela perguntou ao seu filho: -Vocês são os meus namorados?
Ele interrompendo também sua leitura e jogando a cabeça para traz, em delicia com seus carinhos, respondeu com voz meiga: -Não, eu sou o filho.
-Bobo! Foi tudo o que ela respondeu erguendo seu olhar para mim com um sorriso de delicia que me fez estremecer por dentro, momentos assim se multiplicavam em nosso cotidiano.
Outra tarde, vestindo uma camisa xadrez de flanela e calça jeans, não muito justa, lendo ainda o mesmo livro de Hesse, ela deitou-se ao chão, onde me encontrava, colocando ousadamente sua coxa esquerda sobre minha coxa ficando sua pélvis sobre minha nádega direita; deliciado com seu gesto e tendo seu filho de costas para nós ao computador, interrompi minha leitura e deitando meu rosto sobre meu braço esquerdo e acariciei sensualmente seus cabelos com minha mão direita.
Ela repousou seu livro ao chão e me beijou a boca, hipnotizado por seu perfume correspondi ao beijo mais doce e delicioso que me recordo com o coração batendo forte em meu peito, por um segundo olhei seu filho, que de costas não nos via e falei baixo em seu ouvido que precisava encontrar um meio de leva-la a um motel.
Com um sorriso ela respondeu que não poderia esperar tanto tempo assim e erguendo-se me puxou pela mão em direção da porta, passamos por seu filho que nos deu um rápido olhar voltando novamente a se concentrar no computador, no corredor em direção ao seu quarto, completamente atônito e encantado, temeroso perguntei sobre seu filho e ela com calma disse-me que não havia problema algum.
Em seu quarto ela fechou sua porta sem trancar e nos beijamos longamente com os corpos colados, deslizei minha mão em suas costas e deliciosa bunda, ainda sem acreditar totalmente na maravilha que me acontecia, apalpei suavemente seus seios sobre a camisa e desabotoei seus botões expondo seus peitos, que mamei com carinho, brincando minha língua nos bicos salientes de seus mamilos rosados.
Ela puxou minha blusa para fora da calça e depois tirou-a de mim alisando meu tórax com as mãos espalmadas, desabotoou minha calça e a puxou para baixo enquanto fazia o mesmo com ela.
De calcinha branca diante de mim voltou a me beijar com paixão alisando meu pau duro fora da cueca que ela em seguida empurrou para baixo, nu ela me levou para dentro dos lençóis de sua cama e finalmente tirou a calcinha.
Voltamos a nos beijar como quiséssemos nos devorar e trocávamos carinhos em nossos sexos, podia com o dedo introduzido em sua vagina perceber o quanto era apertada e molhava minha mão com seu suco enquanto ela gemia em delicia, desarrumando as cobertas ela dobrou o corpo segurando meu caralho e esfregou seu rosto sobre ele, para em seguida chupa-lo como quem chupa com volúpia um caroço de manga.
Quando meu pau já devia chorar aquela gosma que antecede o orgasmo ela lambeu a pontinha da minha glande e me trouxe para cima dela abrindo suas pernas em frango assado, agasalhou meu cacete com a boceta apertada, em uma penetração lenta, sibilando de prazer o ar entre os dentes cerrados, apertando com as mãos minhas costas e cabelo e depois movimentando seus quadris em vai e vem tremulo e rápido, fodendo ela o meu cacete, eu apenas mantinha o caralho enterrado naquela boceta apertada, dando poucas e profundas estocadas em seu útero, admirando sua ânsia e tesão evidentes em seu movimento trôpego e sua face transtornada com a testa franzida.
Eu delirava a cada contração daquela boceta enlouquecida em meu caralho, e o céu se abria em ondas de arrepio e suor que se formava em meu corpo, admirava com encanto a dobrinha de sua pequena barriga se contraindo de tesão junto com sua boceta; não era apenas o coito entre um jovem macho e uma fêmea madura, era a minha amiga, a mulher amada, a mãe do meu amigo, que tocava o céu junto de mim.
Quando ela gemeu em exclamação em um escandaloso orgasmo não pude mais me conter, urrei como animal furioso subjugando a presa, socando com violência meu pau dentro dela, esporrando como rasgasse meu caralho a cada estocada, e depois permaneci latejante dentro dela com nossos corpos suados e ofegantes.
Ela abriu os olhos e o sorriso doce de uma mãe que amamenta e falou o obrigada mais encantador que já ouvi; aquela mulher me levara em delírio ao paraíso e ainda me agradecia, não me contive e rindo, com lagrimas nos olhos, falei um engasgado te amo, que ela retribuiu com um beijo longo, calmo e apaixonado.
Sua língua riscava uma constelação no céu da minha boca quando alguém bateu a sua porta, as estrelas caíram do céu na boca de meu estomago e tive receio, era seu filho perguntando se ela estava ali.
-Estou filho.
-Você vai demorar?
-Vou só tomar um banho.
-O lanche está servido, vou esperar por vocês na sala de almoço.
-Esta bem, já vamos descer.
Não havia segredos, ele sabia exatamente o que fizéramos, ela percebeu minha preocupação e acariciando minha cabeça me confortou que estava tudo bem, seu filho sabia o que ela sentia por mim e aprovava, em seguida levanto-se e me arrastou para um banho rápido.
Eu usava novamente minhas roupas mas ela estava com um roupão de banho branco e felpudo, me sentia constrangido e não conseguia encarar meu amigo, mas era o único constrangido, ela e seu filho agiam com naturalidade ignorando o acontecido.
Depois de lanchar, percebendo meu embaraço e adivinhando que gostaria de conversar com seu filho, ela levantou-se e saiu deixando-nos a sós.
Não sabia por onde começar, estava envergonhado sob o olhar calmo de meu amigo que aguardava silencioso que eu falasse algo, eu o prezava muito e não queria ferir nossa amizade e embora os tivesse visto agir com absoluta naturalidade ainda tinha receio que estivesse magoado com o que fiz em sua mãe, mas foi ele que impacientando-se com meu silencio quebrou o gelo:
-E aí cara? Não vou agora ter que te chamar de papai, vou?
Dei risada relaxando minha tensão.
-Acho que você já sabia o que eu sinto pela sua mãe e também sabe o que eu sinto por você. Você é meu melhor amigo e não quero perder tua amizade, e tenho medo do que você pense sobre o que aconteceu entre eu e a sua mãe...
-Esta tudo bem, minha mãe e eu não temos segredos, ela só estava esperando você tomar coragem, ela precisa de alguém como você, eu já sabia disso e procurei facilitar as coisas para vocês.
-O seu padrasto, também não quero desrespeita-lo na casa dele e nem interferir no ...
Meu amigo me interrompeu, com ar de gravidade.
-Ele é um cara legal, minha mãe gosta dele e já o amou, mas eles tem um relacionamento só de aparência. - agora constrangido continuou Ele tem interesse no casamento com minha mãe porque meu avô, na Dinamarca, é acionista da empresa em que ele trabalha, mas ele discretamente também se interessa por rapazes... Bom, se você puder manter a discrição na frente dele e das empregadas, por mim estará tudo bem.
Eu me sentia bem melhor agora, mas não sabia bem com continuar a conversa, apenas afirmei que não deixaria outras pessoas da casa perceberem nosso envolvimento e ele prosseguiu:
-Minha mãe esta louca por você e você também sabe o quanto gosto da tua amizade e de tê-lo aqui em casa conosco, nós temos outros segredos também, que você vai descobrir no tempo certo, se é que já não sabe.
Um arrepio percorreu minha espinha e secou minha boca, senti meu rosto e orelhas se aquecerem, achava que sabia ao que ele se referia, mas tinha medo de arriscar, ele entendeu minha reação e concluindo que eu já deveria ter percebido e continuou:
-Amo minha mãe como filho, de outra forma também, mas não me sinto confortável com isso. Você sempre dividiu suas mulheres comigo, se não se importar em dividir esta também, eu acho que não me importo em dividir minha mãe com você.
Eu não atinava corretamente suas palavras e, tremulo em meu intimo, não tinha certeza se atribuía o significado correto ao que acabava de ouvir, então preferi não fazer nenhum comentário, apenas balbuciei:
-Eu gostaria que ela fosse minha mãe para dividi-la com você.
Levantando-se e com o braço sobre meus ombros, sorrindo satisfeito, devolveu minha afirmação:
-E é cara! Com certeza, também é!
E subimos para o quarto de meu amigo para continuarmos o trabalho que havia interrompido para amar sua mãe.
As tardes transcorriam em confortável amizade e sensualidade, éramos um casal de namorados na presença de um amigo muito intimo, seu filho não se importava quando nos beijávamos com ardor ou tocávamos discretas caricias sob seu olhar, sempre havia um momento em que ele se afastava ou se absorvia em alguma tarefa deixando o caminho livre para que, sem constrangimento, sua mãe me levasse ao seu quarto, para então nos amarmos como um casal em lua de mel.
Era gostoso e muito sensual foder a mulher amada, a mãe do meu melhor amigo, com ele próximo, no seu quarto ao final do corredor, com o risco de ouvir nossos gemidos.
Eu beijava sua boceta com ela gozando, me arrancando os cabelos, alargava seu anus com meu prazer e tremia com meu caralho esfregando em seu útero, depois relaxados voltávamos a namorar na companhia de nosso mais intimo e querido amigo e cúmplice, seu filho.
Continuava observando a relação intima e sensual que ela tinha com meu amigo, seu filho, e já sem estranhar apenas evitava questionar.
Certa feita, como era comum acontecer, estava sentado ao chão com as pernas dobradas e abertas com ela sentada entre elas com as costas apoiadas em meu peito, sendo abraçada e acariciada por mim, seu filho mais abaixo também deitado ao chão repousava a cabeça no colo da mãe, tocando sua nuca na altura do sexo dela, que visivelmente excitada acariciava a cabeça do filho, e de repente com voz rouca cheia de tesão falou:
-Gostoso... Estou no meio de meus dois namorados gatões!
Seu filho, como à provoca-la protestou:
-Eu sou só o filho.
Incrédulo e cheio de um redobrado tesão, com meu pau duríssimo na sua costa ouvi-a responder:
-Não chateia filho, faz amor comigo junto com meu homem.
Ato continuo virou seu rosto sob o meu e nos beijamos com as línguas em desespero, enquanto seu filho virava-se de frente para ela e abocanhava sua boceta sobre sua calça de moleton.
Ao tempo que erguia sua blusa expondo seus peitos de bicos duríssimos, seu filho puxava sua calça deixando-a com uma calcinha branca de algodão que revelava a umidade que verteu de sua boceta, fomos os três entre beijos e caricias obscenas em suas tetas para o seu quarto.
Enquanto eu mamava seus peitos meu amigo tirou a calcinha da sua mãe lambendo e mamando em seu clitóris, e ela ronronava no cio, por um momento desvencilhou-se de nossos carinhos e enfiou-se na cama, debaixo das cobertas que seu filho arrancou ao chão e deitou-se ao seu lado mamando com delicadeza seus peitos, abri suas pernas e chupei seu grelo enfiando um dedo em seu cu, ela começou a rebolar em delírio.
Esticando seu braço ela alcançou o cacete duro do filho, que o ofereceu para que ela chupasse se lambuzando toda como fosse uma fruta madura, sua boceta latejava de tesão em minha língua e seu cu se contraia apertado em meu dedo, ela puxou-me pelo cabelo, dolorosamente, e me coloquei frente ao meu amigo para que ela chupasse meu caralho.
Erguendo-se ela deitou seu filho e abocanhou meu caralho, com as duas mãos em sua cabeça fodi sua boca até quase gozar enquanto com o braço esticado para traz ela masturbava o cacete do filho, quando parei de subjugar sua boca como a uma boceta larga, falou transtornada de desejo:
-Come gostoso meu cuzinho que eu vou foder a bocetinha com meu filhote gostoso.
De joelhos ela abriu as pernas sobre seu filho e desceu sua boceta em seu pau que, deslizou dentro dela, deitada no peito de meu amigo com as duas mãos ela esticou as bochechas da bunda arreganhando seu cu para mim, que de imediato, com o caralho babado com sua saliva e gosma, arrombei seu cu em uma estocada lenta e firme.
Com sua mãe soluçando entre nós dois, gememos e derretemos nossos corpos em suor por pelo menos dez minutos, seu filho também tinha bom controle de seu orgasmo, e só quando ela começou a rebolar descompassada e gritar de gozo soltamos com fúria nossas porras em seus buracos.
Com a mão para traz ela tirou meu caralho de seu cu, desmontou sua boceta do pau de seu filho e caiu de buços na cama, ofegante, lustra de suor e imóvel, deitei-me ao seu lado e meu amigo, erguendo-se um pouco, estendeu-me sua mão em um tapa e aperto contra a minha, em um comprimento solidário e cúmplice, sobre sua mãe desfalecida e satisfeita.
Adormeci para acordar quando ela estava no chuveiro e meu amigo, já banhado, me despertava com delicadeza alertando-me que seu padrasto não demoraria a chegar, pus-me em pé, e nu o ajudei a trocar as mudas de cama de sua mãe, que de dentro do banheiro indagava ao meu amigo:
-Meu outro filho gostoso já acordou? Manda ele para cá filhote, quero meus dois machões bem perfumados e limpinhos para o jantar.
Meu amigo sorrindo e meneando a cabeça, apontou em direção ao banheiro falando:
-Pode? Agora agüenta a fera maninho, bem vindo a bordo!
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Isto nos aconteceu a muito tempo, e desde então vivemos uma relação de muito amor, que transcendeu largamente o horizonte da amizade, acumulando muitas histórias que reconhecemos serem exóticas para a maioria das pessoas.
Eu e meu amigo já não somos mais jovens, mas nossa mãe continua para nós uma mulher linda e desejável, que nós amamos muito, de todas as formas.
Se lhe agrada que conte, com minha memória e imaginação, a aventura de nossas vidas incomuns e plenas deste amor, então vote neste conto e saberei que posso prosseguir em meu relato.
Minha mãe e meu irmão, é para vocês que dedico este esforço de minha memória, um beijo.
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