Grávida meu padrasto e minha mãe sabe
Tenho 15 anos, tenho seios grandes, mais ou menos 700g pelo que a médica falou, agora que estou grávida isso vai aumentar.
Bem moro em jundiaí-sp interior de São Paulo, moramos em quatro aqui em casa, minha mãe, minha avó, eu e no ano início do ano passado o meu padrasto.
Para minha avó o homem sempre está certo, devemos sempre agradar o meu padrasto.
Ele não é um homem ruim, na verdade talvez seja um dos melhores homens que eu conheci, bem melhor que os outros exs da minha mãe.
O Renato trabalha no banco, paga quase todas as contas de casa sozinho, ainda sempre dá uma jeitinho de agradar minha mãe.
Não era próxima dele, mal trocamos palavras, mas tudo mudou, depois que ele começou a trabalhar de forma híbrida.
Antes eu chegava do colégio, e ficava em casa sozinha. Sendo assim fica apenas de lingerie, até o horário da minha avó chegar.
Mas depois que o Renato começou a trabalhar de forma híbrida, não podia fazer isso, tinha que me manter comportada.
Nos primeiros meses dele aqui foi normal, peguei mais confiança e foi me permitindo, foi usando shorts mais curtos, foi ficando só de top. Eu não via maldade em me sentir à vontade em casa.
Até o dia que enquanto eu lavava a louça, meu padrasto me deu uma bela de uma encoxada, esfregou mesmo o pau da minha bunda.
Acho que foi o primeiro teste de vários, eu não contei nada então ele foi continuado, não disfarçava o olhar para os meus seios, batia “sem querer” na minha bunda, me encoxava, entre outras coisas.
Eu fico desconfortável, mas sempre que eu penso em contar para minha mãe ou avó, lembrava da minha avó falando, que o homem sempre tem razão, nunca erra. Ainda mais um homem como o Renato que sustenta a casa quase sozinho.
Esses pequenos testes tiveram duração por volta de um mês, até ele mesmo pegar confiança e começar a avançar.
Lembro de estar colocando a roupa da máquina, eu estava com um short curto e top, quando ele chegou por trás. Mas não foi como as outras encoxadas, ele passou a mão e apertou os meus seios, senti o pau dele semi duro na minha bunda.
Eu nunca tinha visto pênis até então, só nos cadernos do colégio, aquilo me deixou assustada e ao mesmo tempo curiosa. Dei algumas pesquisadas. Então fiquei feliz, de saber que alguém estava me desejando.
Eu sei que não sou feia, até tinha alguns conversantes no colégio, mas nada sério.
Então saber que um homem adulto e bonito, tinha algum desejo por mim, fez meu ego subir.
No outro dia, quando estávamos esperando minha avó arrumar a cozinha, sentei ao lado dele e o Renato começou a tocar minhas pernas, suas mãos deslizavam até minha buceta e voltavam.
Não demorou para eu pegar confiança nos toques dele, e principalmente para que tivesse vontade de mostrar mais do meu corpo. Peguei um pouco do dinheiro que meu pai tinha de pensão e comprei pela Internet, uma lingerie de renda.
Quando chegou eu estava no colégio, passei correndo para pegar, fui para casa, o Renato estava na sala trabalhando, fiz o de sempre, tomei banho, e coloquei a lingerie.
Assim saí em direção a cozinha para preparar o almoço, ouvi ele se levantar do sofá, em alguns segundos, senti ele atrás de mim. As mãos dele pareciam explorar um brinquedo novo, foi sentindo o pau dele endurecer contra o shorts.
Com certeza força ele me virou para ele, e teve a visão dos meus peitos, segurou um deles e puxou a renda para baixo. Comigo apoiada contra a pia, o Renato começou a me mamar.
Doeu, doeu bastante!
A outra não desceu para minha buceta e começou a tocá-la, eu não estava molhada, então ardeu um pouco os dedos dele ali.
Depois de uns 5 minutos ele parou se afastou e achei que ia ser como sempre ele ia voltar para o computador dele, mas não!
O Renato abaixou o shorts e a cueca e o pau dele ereto, pulou para fora, ele me olhou e me obrigou a ajoelhar no chão, segurou meu cabelo e esfregou o pau na minha cara.Até forçar na minha boca, eu não falava nada, estava com medo, então de um jeito meio bruto ele me fez o chupar, chupar por longos minutos.
Minha mandíbula ficou dolorida, eu senti muita dor, ele apenas sorria. Achei que tinha acabado.
O Renato me ergueu, me levou até a mesa e me inclino contra ela, minha bunda ficou para cima e ele deu alguns tapas nela. Senti ele pincelar o pau dele na minha entrada, que não estava molhada, eu estava com medo.
Pedi para ele parar!
Mas ele riu, e disse “Vou quem pediu por isso”
Ele me penetrou devagar, eu rasguei, eu sangrei, mas ele não ligou, só me comeu como desejava. O Renato ia fundo, me fazia rebolar e socava, ele falava de como era apertadinho, como era gostoso.
Em mim apenas senti dor, uma dor indescritível. No meio pro final comecei a sentir algo além disso, mas eu segurei os gemidos.
Demorou muito para ele gozar, muito mesmo! Mas quando gozou foi sem dó, no fundo do meu útero.
Quando acabou ele, sentou na cadeira encarou minha buceta pingando a porra dele, e o pouco de sangue que ainda tinha.
Fiquei ali parada, depois que recuperei minhas forças, foi pro quarto, nem comi ou tomei banho, só deitei e dormi com dor.
Foi para o colégio com dor, mas não poderia falar nada para minha mãe, eu realmente provoquei, eu quem comprei a lingerie.
Quando cheguei em casa, estava sozinha, era dia do Renato trabalhar presencialmente. Então fiquei repassando tudo, até minha avó chegar e eu ter que a ajudar.
Como sempre o Renato chegou antes da minha mãe, quando percebeu que eu não abri a boca para minha avó, esperou a chance certa e me encoxou.
No outro dia era sábado, minha mãe ia trabalhar até meio dia, e minha avó ia com as amigas dela para algum lugar. Ficamos só nós dois em casa.
O Renato entrou no meu quarto, sem camisa, só de cueca, seu pau estava semi duro, ele veio para cima de mim, me beijou a força e foi tirando o meu pijama, mamou meus seios com força, quase com raiva, quando conseguiu tirar o shorts, atacou minha buceta, ele afastou minhas pernas e caiu de boca.
Eu nunca tinha sentido algo como aqui antes, foi como ir ao céu, não me segurei e gemi. Gemi alto. O Renato riu entre minhas pernas, eu tinha gozado.
Ele deixou minha buceta, tirou a cueca e entrou forte em mim, mas diferente do outro dia entrou sem doer, ele comeu forte.
A cama batia forte na parede, eu gemia, quase desmaiei e ele me fodia feliz falando a buceta apertada que era só dele. Assim como da outra vez demorou para ele gozar, mas quando foi, foi dentro e me leitou toda.
Quando sai do quarto vi minha avó! Ela não falou nada. Mas o Renato sim, apenas disse para ela não contar pra minha mãe. Disse que estava insatisfeito e precisava tentar se sentir mais homem. Minha avó apenas olhou para ele e disse que o homem sempre tem que ter suas necessidades atendidas.
Foi com um aval para ele, depois disso o Renato não teve medo de me tocar ou falar nada na frente da minha avó. Ela chegou em mim e disse “ uma boa mulher segura a homem pelo sexo, e minha mãe era uma péssima mulher.
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