Minha Enteada Safadinha de 13 aninhos
Me chamo Guilherme (fictício), tenho 40 e na época tinha 30 e ela tinha 13.
Conheci a mãe de Eduarda e de Daniela (fictícios) e começamos a nos relacionar, e elevamos o estatos pra morar juntos sem nenhum pensamento que um dia aquela menina poderia me fazer sentir e pensar tais coisas.
Uma carinha de anjo, magrinha cabelos negros e muito afetuosa, Eduarda sempre gostou de ser carinhosa e gostava muito de me abraçar e beijar, sem nenhuma malícia por enquanto, até um dia falando com a mãe dela sobre o sexo da noite passada ela ficou curiosa sobre isso, esperou a mãe sair pra me falar que ouviu gemidos vindo do nosso quarto. Daí parei e falei que não tinha sido nada, ela como toda criança curiosa perguntou se eu tinha transato com a mãe, me assustei de início e inventei outra coisa pra ela se distrair, o que não foi difícil.
Os dias passaram e uma noite de rola na minha esposa percebi uma sombra na nossa porta, e pra minha grata surpresa era DUDA espiando eu metendo na mãe dela que estava por cima de mim. Fiquei admirado pq ela estava assustada e ao mesmo tempo curiosa com a cena, no dia seguinte esperei a mãe dela sair e fui falar sobre o que ela tinha visto, e novamente para minha grata surpresa ela disse que ficou nos admirando e sentindo uma sensação estranha, como se a ppkinha estivesse ficando molhada e não era xixi. Quis rir, mas para não cortar o clima fiquei instigando ela a me contar mais sobre isso. Daí qdo menos esperei estava de pau duro ouvindo seus relatos.
Desse dia em diante comecei a provocar mais minha enteadinha, com bjs no pescoço, pedindo pra ela sentar no meu colo, coisa que ela nunca recusou, e o melhor de tudo deitar comigo numa rede que ficava em nossa sala, a mãe sempre que dormia cedo, por conta de seu remédio, eu deitado na rede vendo TV e ela me aparecia com um shorts bem fininho e uma blusa que deixava os seios já apontando a mostra, querendo deitar comigo. Quem não deitou em uma rede não sabe que é quase impossível manter-se afastado um do outro, quase que dois corpos ocupando o mesmo lugar no espaço. Com aquele copinho encostado no meu, sem perfume só o cheiro de virgem. Qdo de repente ela começa a esfregar aquela bundinha linda em mim, e sentindo meu membro ficar duro, em vão tanto me afastar e ela percebendo foi intensificando o ritmo sem quer se afastar e puxando minha mão por cima de seus sensíveis peitinhos. Fiquei ali com meu pau no meio daquela bundinha e acariciando pequenos seios rosados. Até que ouvi um barulho no quarto, a mãe dela acordando para ir ao banheiro.
Nos arrumamos e depois que meu pau se acalmou fui para o quarto.
No dia seguinte, com muito medo dela falar uma besteira fui, tomar meu café da manhã, Eduarda já estava lá e me olhou com olhos de safada pois sabia que nem ela nem eu tínhamos terminado o que começamos.
A mãe de Eduarda teve que sair ao super mercado ficamos só Eduarda, Daniela e eu. Dani era muito inocente e nunca ia enterder, foi só a mãe sair que ela veio sentar em meu colo perguntado se eu ia fazer mais hoje, eu com medo de dar uma merda disse que não, que alguém poderia saber e eu ter que me mudar pra bem longe. Mas ela foi logo dizendo que aquilo seria só nosso, mais ninguém ficaria sabendo. Fiquei admirado com minha enteada.
Então à noite fui ver minha TV e minha amada enteada foi logo dizendo que estava com frio e queria se esquentar comigo, vdd seja dita estava frio mesmo, oportunidade mais que perfeita para nosso joguinho secreto. Sendo que dessa vez ela estava com seu vestidinho de dormir. Deitou-se comigo e qdo a mãe, já dopada com seu remédio, foi dormir ela começou seu esfrega-esfrega da noite anterior. Desde de que eu ganharia uma surpresa dessa vez. Qdo meu kct tava latejando dentro do meu calção, ela levou minha mão entre suas lindas coxinhas magras, foi aí caros leitores que ganhei minha surpresa, Duda estava sem calcinha, senti seus pelos macios e finos entre meus dedos e senti mais pra baixo sua xoxotinha quente e macia, fiquei louco nessa hora, comecei a esfregar seu clitóris e senti que ela foi respirando fundo e fechando os olhos como se estivesse em um transe. Senti suas pernas apertando minha mão e seus suspiros aumentando cada vez mais. Foi aí que comecei a explorar aquela grutinha com meu dedo, mas ela só queria que eu continuasse em seu carocinho especial. Atendi o desejo daquela ninfeta e quando me dei conta sua mão estava apertando meu pau que a estava furando nas costas, cada vez que eu fazia movimentos mais fortes ela apertava com mais força. Foi aí que vi o primeiro orgasmo de uma virgem, a boca entre aberta, coração acelerado, ofegante… ela se contorcia e gemia bem baixinho. Gozei quase que na mesma hora, deixando ela toda molhada. Ela olhou pra mim quase desfalecendo e disse que aquilo era a coisa mais gostosa que já tinha sentido. Eu só pude dizer que também tinha sido muito bom pra mim.
Mandei ela trocar de roupa e jogar o vestido na máquina antes da mãe dela ver…
Na próxima vou contar como xupei a buceta da minha enteada. Lembrando que ela só tinha 13a.
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