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Me exibindo pra um acabei ganhando dois

📅 Publicado em: 09/12/2024 03:25

👤 Autor: dedeia-passiva

🏷️ Tags: #Assédio #Gay #Teen
Fui criado com 3 irmãs, duas mais velhas e uma mais nova, pais separados e minha mãe não dava conta.

Criado na zona sul do Rio estudei em colégio católico só pra meninos e sempre fui o bobinho e ingênuo. Os garotos mandavam em mim pq tinha medo de apanhar, o mesmo acontecia com os primos, eu sempre era o delicado e vivia choramingando e obedecendo.

Rolavam sempre aquelas brincadeiras de moleque e eu sempre era o alvo, tanto no colégio quanto com os primos, era encoxado, levava dedada no cuzinho e pegava no pau deles, além de dar meu lanche e as vezes o dinheiro do lanche que ia comprar na cantina do colégio.

Perdi o cabacinho com 12 anos depois de muitas brincadeiras,mas depois eu conto.

Estava com 14 e já gostava de beber e fumar, como minha mãe não controlava muito por eu ser homem (rsrs) ficava nas ruas até madrugada.

Acostumado a sentir e gostar de pau, comecei a ficar nas ruas de madrugada depois de beber e fumar, fingindo que ia pra casa eu gostava de ficar pelado e mostrar a bunda.

Uma noite eu estava já meio tonto e cheio de tesão, entrei numa rua cheia de árvores no baixo Leblon, parei ao lado de uma obra de prédio e arrumei o shorts embaixo de uma amendoeira.

Devia ser perto de 1 da manhã e passava poucos carros. Eu tava de bunda de fora fingindo que tava fazendo xixi até que ouvi o portão da obra abrir e tomei um susto quando um preto sem camisa perguntou o que eu Tava querendo.

Eu nem consegui levantar o short e ele já veio em cima de mim e me chamando de viadinho gostoso de bunda branca e linda.

Ele mandou eu esperar e disse (eu sei que tú tá querendo, perai, vem comigo que eu tô querendo essa bunda).

Ele foi indo na frente e mandou eu ir seguindo. Fomos até o mirante do Leblon e ele começou a descer numa trilha pelas pedras,. A gente não falava nada, eu ia descendo atrás dele até que ele parou atrás de uma pedra e tinha um espaço, mas era alto e dava pra ouvir o mar batendo e o vento que tava forte.

Tava escuro, a luz da avenida não iluminava quase nada.Ele me colocou de costas, de peito na pedra, puxou meu short pra baixo e abriu minha bunda e ficou pincelando a cabeça do pau pra cima e pra baixo no meu cú.

O barulho do mar era maís alto que dos carros passando e de repente ele meteu o pau de uma vez só, me imprenssou contra a pedra de pé mesmo e meteu com força.

Ele tava metendo e eu quase desmaiando de dor e tesão e eu senti ele gozando nas sabia que ia sujar o pau dele.

Depois de gozar e ver que o pau tava sujo, ele pegou minha cueca pra limpar o pau. Quando ele tava limpando o pau apareceu um cara armado com um fuzil, eu nem vi direito mas ele gritou algumas vezes tipo ( que porra é essa? Tá fazendo o quê? Sai fora mané, sai sai ) e o pedreiro largou tudo e saiu rápido.

O cara era soldado que fazia segurança da boca do morro do Vidigal e depois que eu vi que era novinho, devia ser 2 anos mais velho que eu.

Assim que ficamos sozinhos ele desceu pra pedra que eu tava me xingando muito de tudo e mandou eu ficar parado no mesmo lugar.

(Vou arrebentar esse cú agora, já cagou no pau do Nego, agora vou tirar sangue)

Ele apoiou o fuzil na pedra e me xingando me deu um tapa na cara e depois vários tapas na minha bunda. Depois abriu minha bunda e ficou tentando meter, até que a cabeça entrou. Ele me comeu com força e gozou tudo dentro. Depois de gozar e se arrumar ele mandou eu esperar pra poder ir embora e disse que se me pegasse ali de novo eu ia apanhar muito.

Fui embora pra casa a pé sem camisa e só de short sem cueca e o cuzinho todo fudido.

Curto exibicionismo desde moleque

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