Nem tudo são rosas, como contam por aí (aqui)
Não vou revelar a minha idade por motivos óbvios. E trocarei o meu nome e os outros nomes nessa história para manter em anonimato a identidade das pessoas envolvidas neste conto.
Vou me identificar como Lucas. Anos atrás, eu estava bem empregado e ganhava razoavelmente bem. Conheci uma mulher, vou chamá-la de Ana, e me tornei amigo dela. Essa amiga vivia com o seu marido, que era um tanto quanto irresponsável. Era mulherengo e deixava a desejar no trato com a sua esposa e as suas filhas (três). Eram umas meninas bonitinhas, mulatas de cabelos lisos encaracolados. Tinham os seus corpinhos lindos. Três filhas, uma de 11 e as outras duas de 9 e 7. Mas o meu relato não se refere a essas meninas. Essa minha amiga tinha uma meia irmã (filha de outro pai), era usuária de drogas. Tinha se relacionado com um cara e desse relacionamento nasceu um menino (Arthur). A mãe do garoto era fruto de um relacionamento com um cara loiro que nunca assumiu a sua filha e sumiu no mundo. O garoto tambem foi negligenciado pelo pai, que praticava assaltos a mão armada e vivia em uma favela. A mãe do Arthur era loira e o menino era de pele bem branquinha, com pequenas sardas no rostinho. Ele não era loiro, tinha os cabelos castanhos claros que formavam pequenos cachos. Era magrinho, coxas grossinhas em conformidade com o seu corpo, abdômen retinho, umbiguinho redondinho e fundo, uma beleza de criança.
O relacionamento da minha amiga com o seu marido estava por um fio quando eu comecei a frequentar a sua casa. Como eu tinha condições financeiras muito favoráveis, sempre a auxiliava em algumas de suas dificuldades de falta de grana. Aconteceu que um dia a mãe desse menino veio a falecer em decorrência de overdose. Arthur não tinha com quem ficar, já que o seu genitor nem tomou conhecimento da sua existência. Então sobrou para a sua tia a árdua tarefa de cuidar de mais uma criança em um lar praticamente já desfeito. A mulher se encontrava sozinha naquele momento com quatro crianças para cuidar e um marido praticamente ausente. Me tornei ainda mais assíduo por conta das circunstâncias. Nessa de frequentar a sua casa, me afeiçoei ao menino. Evidentemente, Arthur, muito carente de uma figura paterna, encontrou na minha pessoa aquilo que faltava na sua vida, uma referência masculina que pudesse despejar todo o seu carinho. O menino, nessa época já com 11 aninhos, e eu que não tinha filho e tambem não tinha esposa e nem namorada. nos tornamos grandes companheiros. Saíamos para passear, eu o levava ao Shopping (cinema e praça de alimentação), ao parque de diversões, circo, praia e até ao estádio de futebol), enfim, foi uma época das mais felizes da minha vida. Eu tinha ao meu lado um garotinho adorável e muito carinhoso. Aconteceu que cheguei um dia na casa da minha amiga e a encontrei fazendo a sua mudança para outra casa, estava se separando do seu marido. Mais do que nunca ela precisava da minha solidariedade. Foi o que fiz, a ajudei no que pude. Tudo que ela precisava era a eu que recorria. Arthur nunca tinha dormido na minha casa, o levava pra passear e logo em seguida o deixava na casa da sua tia. Num certo domingo, minha amiga queria sair com suas amigas para dar um relaxada. Me perguntou se eu podia ficar com o menino por uma noite que ela iria ao pagode. As meninas ela iria deixar com o pai, e Arthur ela não podia fazer o mesmo porque o cara não gostava muito dele. Aceitei de imediato. Alguma coisa estranha eu senti naquele instante que eu não conseguia explicar nem pra mim mesmo, era uma coisa involuntária, uma coisa instintiva. Eu não me conhecia até aquele momento. Sempre gostei de mulher, tive alguns relacionamentos não muito longos com elas. Eu era muito tímido, só saía com alguem quando este alguem dava em cima de mim. Nunca tomei a iniciativa de tentar conquistar uma mulher, eu tinha um certo bloqueio que me impedia de fazer isso. Morria de medo de levar um “não”. Ela marcou para que eu pegasse o moleque às 7 horas da noite, o levaria no dia seguinte direto para a sua escola às 7 da manhã. Foi o que fiz, passei no horário marcado, o garoto tratou de colocar na sua mochila o uniforme e seu material escolar. Chegando na minha casa, eu falei para que ele fosse tomar um banho, preparei o shampoo, tinha comprado um da Boticário bem cheirosinho, sabonete da mesma marca. Quando ele terminou, eu peguei um hidratante da Natura e passei nele. Ele estava com um short vermelho que realçava com a tonalidade da sua pele branquinha. Só em passar o creme pelo seu corpo fiquei excitado, eu mesmo me assustei em ficar naquela situação. Estava sentindo desejos por aquele garoto. Mas não podia deixar que ele percebesse, eu estava com muito medo de perder a amizade com a sua tia e a admiração que o Arthur tinha por mim. Perguntei a ele se se importava em dormir sozinho na cama de solteiro no outro quarto, eu estava torcendo que ele pedisse para dormir comigo na minha cama de casal. Queria dormir agarradinho com ele, só tinha a intenção naquilo e mais nada. Só que é muito difícil a gente conseguir controlar nossos impulsos sexuais. Para minha decepção, ele aceitou dormir sozinho. Era um menino independente, muito por conta de passar grande parte dos onze anos da sua vida tendo praticamente que se virar sozinho nas coisas mais simples. Quando morava com a sua mãe, preparava seu próprio café, já preparava seu almoço e sua janta, dormia sozinho sempre, já que sua mãe passava a madrugada inteira na rua se drogando. Era uma criança com atribuições de um adulto. Ficamos assistindo televisão até umas 10 da noite, quando me levantei do sofá e falei que deveríamos ir dormir, iríamos acordar às 6 horas por conta da escola. Me deitei e tive dificuldades para pegar no sono, estava a poucos metros do meu “objeto” de desejo. Rolava de um lado para o outro na cama. Já era meia noite quando me surpreendi com um vulto abrindo a porta do meu quarto, era arthur de pé olhando em minha direção, ele não sabia que eu estava acordado., fingi que estava apagado. Ele subiu na cama, colocou seu travesseiro ao meu lado, deitou-se e me abraçou. Eu estava de barriga pra cima. Eu fingi que havia despertado naquele instante, virei na sua direção e retribuí o abraço. Ele, inocentemente, virou de costas e puxou o meu braço em volta do seu corpinho e segurou a minha mão. Achei que ele estava dando sinal verde para uma ação minha mais audaciosa, depositei minha mão sobre seu pênis, ele imediatamente a afastou. Eu gelei na hora, fiquei muito constrangido. Tomei coragem e perguntei se podia fazer carinho no seu pipi. Ele falou que não gostava daquilo. Eu então, tremendo feito uma vara verde, insisti que ele deixasse, que era só um gesto de carinho. Como ele estava muito envolvido comigo, acabou deixando. Peguei no seu pauzinho, media mais ou menos uns 5 centímetros mole e 10 centímetros ereto. Comecei vagarosamente a fazer carinhos delicados. Senti o seu piruzinho crescer na minha mão. Nesse instante ele estava de barriga pra cima. Arriei um pouco o seu short e pedi para colocar a minha boca naquela coisinha linda que pulsava na minha mão. Ele falou que não queria. Então eu falei
_ Mas eu gosto tanto de voce, é só um carinho.
_ Ele falou: Mas eu não gosto, Eu não quero .
Insisti novamente: “Eu faço tudo que voce quer. Faço todas a suas vontades. Quando peço um carinho, voce não me dá”. “Tô triste!”.
Então ele cedeu mais uma vez: “Tá bom, pode fazer!” E completou: “Voce é chato, fica me pedindo pra fazer saliência, eu não gosto de fazer isso”
Eu então fiz “charminho”, e falei: “Não quero mais nada de voce, vou dormir, gosto muito de voce e não quero que voce faça nada contra a sua vontade. Virei pro outro lado e fiz menção de dormir. Ele então me abraçou encostando o seu membrinho na minha bunda. Começou a me pedir desculpas e falou que eu podia sim fazer carinhos nele. Eu, para valorizar o “meu passe”, fiz “cú doce” e falei que não queria mais. Ele me puxou de modo que eu ficasse de frente pra ele, pegou minha mão e colocou no seu pau. e começou a fazer movimentos de vai e volta. Me deu um beijo no rosto, me abraçou e me implorou por desculpas. Eu então falei pra ele: “Eu não quero que voce faça nada por obrigação, eu gosto muito de voce”. Ele falou: “Mas agora eu quero fazer saliência, olha como ele tá duro!”, fazendo eu sentir sua piroquinha dura feito um bambu. Comecei a fazer carinhos novamente, ele puxou a minha cabeça em direção a sua piroca e falou que eu podia chupar. Caí de boca, percorrendo da glande até o seu saquinho, dava linguadas na cabecinha e olhava para ele que estava de olhinhos fechados com suas mãos agarradas ao meu cabelo. Forçava minha cabeça até todo o seu piru penetrar na minha boca. Num dado momento, eu perguntei se ele estava com vontade de fazer xixi. Ele falou que não e perguntou: “Por quê?”. Então eu falei: “É que eu queria que voce fizesse xixi na minha boca”. Ele falou: “Que nojo! Voce gosta disso” Então eu falei: “Eu amo tudo que vem de voce”. Me dei conta de que estava completamente apaixonado por aquele garoto. Continuei pagando aquele boquete gostoso, ele começou a meter mais rápido na minha boca. Tirava o seu pau durinho, olhava pra ele, e metia novamente. Mandou eu fazer chupetinha só na cabecinha. Nisso, em vez de chupar, eu já estava mamando feito uma chuquinha de nenenzinho. Passeava a minha lingua em volta da cabecinha. Lambia o seu mastro como se fosse um picolé, deixando ele todo babadinho. Minha saliva escorria pelo tronco do seu pau e eu sugava ela de novo. Eu estava louco de tesão. nunca havia experimentado tamanho prazer. Não me cansava de chupar aquele garotinho lindo. Subi mais um pouco e comecei a beijar sua barriguinha. Ele começou a sentir cócegas e se retraiu. Eu puxei o seu quadril pra frente , segurei suas mãos e continuei a beijar sua barriguinha e seu lindo umbiguinho. Até que ele se acostumou e não se retraía mais. Puxou minha cabeça para baixo, pegou seu piru e enfiou na minha boca novamente. Chupei mais um pouco. Não sabia se ele já gozava. Tinha muita curiosidade em saber. Nisso ele tirou sua piroca da minha boca, ficou de pé e começou a bater punheta freneticamente. Logo em seguida, puxou minha cabeça e deu dois jatinhos no meu rosto. Quando gozou, deu um gemido de prazer. Ele pediu pra eu chupar mais um pouco pra limpar o que restava do seu sêmen na cabecinha, e eu fiz. Nunca tinha provado esperma na minha vida. Estava tão extasiado de prazer que lambi como se fosse um mel. Depois que terminamos, ele levantou o seu short e voltou a se deitar de barriguinha pra cima. Eu abracei sua cinturinha e deitei o meu rosto na barriguinha dele. Ele perguntou: “Voce ainda quer meu xixi na sua boca?” Eu fiquei um pouco surpreso com a pergunta e respondi: “Quero sim, por quê? Ele falou: “Porque eu tô com vontade”
Ele então levantou, ficou de pé em cima da cama, botou o pau pra fora do short, notei que o seu piruzinho tava durinho de novo, e falou: “Vem!” Eu me pus de joelhos, abri a boca e ele o introduziu. Fiquei parado esperando a sua torneirinha abrir. Ele demorou um pouco pra liberar. Acho que estava se concentrando. Depois de uns 30 segundos, um liquido quente e salgado invadiu a minha boca. Ele mijava com força e eu tive muita dificuldade para beber tudo e evitar que pingasse em cima da cama. Meu estômago foi de enchendo de xixi. Ele mijou muito na minha boca. No final, tive que arrotar, pois estava de barriga cheia. Depois, toquei uma bronha ali mesmo e gozei na sua frente.
Logo após, me virei pra ele e disse: “Obrigado!” Ele deitou na cama afastado de mim. Eu tentei abraça-lo e ele me rejeitou. Pairou em mim, naquele momento, um sentimento horrível de arrependimento. Eu tinha ido longe demais. Certamente aquela criaturinha jamais me olharia da forma como me via antes. Não consegui dormir mais. Me levantei as 5 horas, preparei o seu café da manhã, pus à mesa. Quando deu 6 horas, eu o chamei para se preparar para ir a escola. Em silêncio ele estava, em silêncio ele ficou por todo o restante de tempo em que ficamos juntos. Eu estava com um sentimento muito grande de perda. Não sabia o que aconteceria depois daqueles acontecimentos. Temia que ele contasse para a sua tia. Temia que desse merda pra mim. E pior, temia que eu não o visse nunca mais. Quando fui tomar meu banho, fiquei em prantos. Cheguei a chorar relativamente alto, com a agua do chuveiro caindo sobre o meu rosto, ao ponto do garoto, que estava na sala, quase ouvir. Sorte a minha que o som da televisão abafou o barulho. Me resignei e me preparei pra enfrentar o problema de frente. Não queria me rebaixar. Decidi que não iria pedir a ele segredo do que tinha acontecido. Saímos caminhando em direção a sua escola que era perto da minha casa. Já o havia levado à escola algumas vezes. Antes dele entrar sempre me abraçava. Dessa vez foi diferente, ele nem olhou na minha cara. No outro fim de semana, tambem no domingo, a sua tia me telefonou e perguntou se eu poderia ficar com o Arthur novamente, pois ela iria a um casamento de um amigo e não iria levar as crianças porque eles ficavam sonolentas muito cedo. Percebi que ele guardara segredo, não tinha contado a ninguem o que ocorrera. Eu não sabia qual seria a sua reação ao estar comigo novamente, estava curioso. Ela marcou no mesmo horário de antes, eu teria que cumprir o mesmo ritual, levá-lo à escola no dia seguinte. Fui lá eu novamente buscá-lo na casa da sua tia. Ele agiu normalmente, como se nada tivesse acontecido. Chegando na minha casa, tomei meu banho e, em seguida, falei pra ele tomar o seu. Fiz a mesma coisa, deixei o shampoo e o sabonete da boticário no banheiro para ele se banhar, nem tentei passar o hidratante no seu corpo. Eu já estava suficientemente traumatizado com a rejeição que ele tinha me dispensado na semana anterior. Ele ficava muito cheirosinho depois do banho. imaginem um menininho lindo e cheiroso, é de dar tesão em qualquer pessoa. Nos sentamos de frente à tv. Eu, pra descontrair e quebrar um silêncio ensurdecedor que pairava sobre o ambiente, perguntei se ele não queria dar uma volta. Poderíamos pegar o carro e ir ao Mc Donald’s, já que ele adorava esse tipo de programa. Ele abriu um largo sorriso e falou que sim. Fomos em direção ao carro e partimos em direção ao fast food. Ele encontrou lá alguns garotos brincando naquele parquinho improvisado da lanchonete. Perguntou se podia brincar ali, eu falei que sim. Ele rapidamente se enturmou e começou a interagir com os outros meninos. Eu, por outro lado, comecei a me dar conta de que estava paquerando os moleques, cada um mais lindo que o outro. Deixei ele brincar bastante. Só ele lanchou, depois de brincar bastante. Eu não gosto desse tipo ração. Quando deu umas 9 horas, aproximadamente, o chamei para irmos embora. No carro, o silêncio prevaleceu. Chegamos em casa e perguntei se ele queria jogar playstation, ele chegou a vibrar com a minha sugestão. Jogamos o FIFA. Modéstia à parte, eu sou bom no futebol. Comecei goleá-lo. Ele olhava pra minha cara e ficava desanimado. Comecei, de propósito, a jogar mal. Ele meteu um gol e olhou pra mim com uma cara de deboche. Meteu mais dois gols e deu careta pra mim. Foi a careta mais linda que alguem já tinha me dado. Ele estava se soltando. Eu estava voltando a ter um sentimento de felicidade. Meu menininho brincando comigo novamente, era tudo que eu poderia querer. 10 horas da noite, hora de dormir. Ele se levantou, eu não sabia que direção ele iria tomar, se iria para o outro quarto ou para o meu. Para minha surpresa, ele foi em direção ao meu. Meu coração ficou acelerado, eu estava embriagado de felicidade. Me deitei e ele ao meu lado. Ficou próximo a mim, então eu o abracei, e ele aceitou o meu abraço normalmente. Tomei coragem e perguntei se eu poderia lhe fazer carinhos novamente.
Ele falou: “Pode fazer carinho sim, só não quero que voce faça saliência comigo”
Eu: “Mas que tipo de carinho eu posso fazer?”
Ele: Pode me abraçar, pode me beijar no rosto, só não pode mexer no meu pinto”
Eu: “Mas aí não tem graça, eu gosto do seu pintinho”
Ele gritou comigo: “Nããããão! Voce não é mulher e eu não sou viado! Não gosto de fazer essas coisas com homem”
Aquilo me derrubou por completo. Me virei pro canto da cama, e comecei a tentar fazer um jogo sentimental. Não funcionou. Eu, um adulto achando que aquele jogo iria surtir algum efeito. Santa Ilusão!!!
Então, desisti e fui dormir. No dia seguinte, me levantei antes dele pra preparar o café. Logo depois, o levei para escola. Eu estava decidido a não procurá-lo mais. Teria que me afastar da minha amiga tambem. Talvez fosse egoísmo da minha parte, só que eu não tinha mais condições de ficar perto daquele menino. Mas depois de um mês, as coisas mudaram um pouco. Isso fica para o próximo conto…
👁️ 0 visualizações