Aprendendo a ser mulher submissa 3
Continuando a minha história, irei contar o que o meu avô fez comigo.
Como dito na parte anterior do conto, meu pai me levou para a senzala da fazenda da família e fez meu irmão me comer para me ensinar meu lugar como mulher submissa. Em um dos dias em que estava naquele local horrível e aguardava a chegada do meu pai ou irmão, então de repente ouço movimento e pensei que fosse meu um deles, porém quando a venda foi tirada eu me assustei e desesperei no momento em que eu vi que era meu avô, mas apesar do desespero e medo (quem leu o primeiro conto vai entender) não pude dizer nada já que minha boca estava amordaçada. Ele vendo o medo e desespero no meu olhar esboçou um sorrisinho, então ele colocou em mim novamente a venda e acorrentou minhas pernas, me soltou da corrente que prendia minhas mãos e as algemou, depois interligou as mãos com as pernas e começou a me levar para fora daquele ambiente. Foi me guiando até que senti que tinha entrado novamente em outro local fechado, então ele me levou até um canto e soltou minhas pernas, perdendo apenas uma em um gancho que havia no local, soltou minhas mão e então imediatamente retirou minha venda e minha mordaça, me dando visão de onde eu estava, um galpão que no inicio não entendi o que ali eu estava fazendo até que vi ele pegando uma mangueira e uma escova, então ligou a mangueira e começou a jogar água em mim, a água estava bem fria e eu tive a reação de me encolher e gritar, por causa disso ele veio até mim e deu um tapão em meu rosto que me fez cair.
Após ele me lavar, me levou de volta até a senzala e me fez descer até o calabouço e me prendeu na berlinda, se posicionou na minha frente e me fez chupar aquele pinto brocha dele, que estava nojento. Como eu não estava fazendo do jeito que ele queria, ele buscou um facão e falou que tinha prometido ao meu pai que não ia me marcar, mas que se eu não cumprisse meu papel muito bem ele não teria problema em fazer então voltei a chupa-lo até que ele gozou na minha boca e me obrigou a engolir, nesse momento quase vomitei. Ele saiu e alguns minutos depois voltou com um chicote, se posicionou atrás de mim e disse que porque eu não tinha cumprido meu papel de submissa com perfeição naquele dia ia me punir, então começou a bater na minhas costas, bunda e pernas, ao total deve ter me dado umas 100 chicotadas, minha pele estava ardendo muito e podia sentir escorre bem de leve algo que supus que fosse sangue.
Nesse dia ainda tive que servir ao meu irmão e pai, que não tiveram dó de mim falando que se estava naquela situação era porque eu mereci.
Volto em breve com mais uma parte dessa historia.
Como dito na parte anterior do conto, meu pai me levou para a senzala da fazenda da família e fez meu irmão me comer para me ensinar meu lugar como mulher submissa. Em um dos dias em que estava naquele local horrível e aguardava a chegada do meu pai ou irmão, então de repente ouço movimento e pensei que fosse meu um deles, porém quando a venda foi tirada eu me assustei e desesperei no momento em que eu vi que era meu avô, mas apesar do desespero e medo (quem leu o primeiro conto vai entender) não pude dizer nada já que minha boca estava amordaçada. Ele vendo o medo e desespero no meu olhar esboçou um sorrisinho, então ele colocou em mim novamente a venda e acorrentou minhas pernas, me soltou da corrente que prendia minhas mãos e as algemou, depois interligou as mãos com as pernas e começou a me levar para fora daquele ambiente. Foi me guiando até que senti que tinha entrado novamente em outro local fechado, então ele me levou até um canto e soltou minhas pernas, perdendo apenas uma em um gancho que havia no local, soltou minhas mão e então imediatamente retirou minha venda e minha mordaça, me dando visão de onde eu estava, um galpão que no inicio não entendi o que ali eu estava fazendo até que vi ele pegando uma mangueira e uma escova, então ligou a mangueira e começou a jogar água em mim, a água estava bem fria e eu tive a reação de me encolher e gritar, por causa disso ele veio até mim e deu um tapão em meu rosto que me fez cair.
Após ele me lavar, me levou de volta até a senzala e me fez descer até o calabouço e me prendeu na berlinda, se posicionou na minha frente e me fez chupar aquele pinto brocha dele, que estava nojento. Como eu não estava fazendo do jeito que ele queria, ele buscou um facão e falou que tinha prometido ao meu pai que não ia me marcar, mas que se eu não cumprisse meu papel muito bem ele não teria problema em fazer então voltei a chupa-lo até que ele gozou na minha boca e me obrigou a engolir, nesse momento quase vomitei. Ele saiu e alguns minutos depois voltou com um chicote, se posicionou atrás de mim e disse que porque eu não tinha cumprido meu papel de submissa com perfeição naquele dia ia me punir, então começou a bater na minhas costas, bunda e pernas, ao total deve ter me dado umas 100 chicotadas, minha pele estava ardendo muito e podia sentir escorre bem de leve algo que supus que fosse sangue.
Nesse dia ainda tive que servir ao meu irmão e pai, que não tiveram dó de mim falando que se estava naquela situação era porque eu mereci.
Volto em breve com mais uma parte dessa historia.
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