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ORGASMORTAL - Serviços Profissionais para um Casal

자료: 31/12/2004 22:00

저자: orgasmortal

Meu nome é Luciana e descrevo neste conto detalhadamente o que aconteceu e ainda acontece comigo e meu marido. Este conto é extenso e não é só sobre o ato sexual em si, mas sobre todas as nuances que o tornam especial. Creio que vocês adorarão, pois é um conto realista e cheio de tesão e liberdade - ou libertinagem ;-) Tenho 20 anos, sou branca, mas morena clara, da cor do pecado, bem alta e bem magra do tipo "modelo" - por isso acho que meus peitos são pequenos (embora pontudos) e minhas pernas muito longas, mas é bem verdade que os homens me secam o tempo todo, pois sou bonita, tenho cabelos longos e avermelhados e uma bundinha deliciosa.Tudo começou há 1 ano, quando o casamento mostrou seus primeiros problemas sexuais. Moro com meu marido desde os 18 anos e namoramos desde os 16, e neste tempo já não era mais virgem desde os 12. Meu marido me mostrou o que é prazer e devo dizer que sempre fui e sou plenamente e imensamente satisfeita com ele.Mas ele não é satisfeito...Eu adoro sexo, de verdade, mas como a maior parte das mulheres tenho menos desejo, ou menos frequentemente do que os homens, ao passo que meu marido é literalmente tarado!Sem brincadeira: ele quer praticamente todo dia e às vezes mais que uma vez - chegamos a transar 11 vezes num fim de semana!Isso gerou atritos porque eu dava para ele sem vontade, e ele (que não é bobo) percebendo isso ficava puto e às vezes até parava e saía xingando. Ele dizia que queria qualidade com pelo menos um pouco mais de quantidade.Mas só era bom mesmo quando eu estava com tesão e eu não consiguia mesmo satisfazê-lo como ele merecia, o pobre coitado se masturbava feito um louco e já estava desanimando. A situação estava séria. Ele me disse então que assim não podia continuar, e disse: - "Olha Lú, eu te amo demais, não quero te trair, mas estarei traindo a mim mesmo se me condenar a uma vida insatisfeita, estou avisando que ou nós dois melhoramos ou eu vou procurar outras. Eu não vou ir embora nem deixar você partir e perder tudo que temos de bom só por causa do sexo, nós nos damos muito bem em todo resto, acho que você devia vencer o ciúme e deixar eu mais livre porque com as outras só será sexo, com você sempre foi amor. Você e eu seremos mais felizes." Bem, eu pensei nisso por um tempo e voltamos a discutir isso acaloradamente por semanas. E eu disse enfim: "Mas o que você sugere afinal?".Meu marido sempre foi nos puteiros antes de me conhecer, e queria muito repetir algo que ele tinha feito algumas vezes, transar com 2 mulheres. Nós já haviamos fantasiado e conversado sobre isso e confesso que embora tivesse medo de ter nojo ou coisa parecida, tinha um pouco de curiosidade. e ele falou então: "Bem, lembra daquele lance à três,então, a gente podia tentar..." respondi "Não... Não sei...Mas com quem?" Na verdade eu não queria fazer isso tinha muito medo, medo de mim mesma, medo do ciúmes de vê-lo com outra, e além disso quem chamaríamos? Não podia ser alguém conhecido pois e se eu desse pra trás na hora H? Mas eu sabia que se não fizéssemos aquilo ele iria acabar me traindo e podia ser bem pior. Ele insistiu muito! e dizia: "Olha, você fica no comando, não vai acontecer nada que você não quiser! Não é traição pois é algo às claras e você vai estar participando..." eu acabei dizendo que teria que ser uma profissional e que fosse limpa e atraente. Ele jubilou de alegria! falou: "Olha você e ela só fazem um boquete para mim e daí por diante e é você que manda. Se você não quiser nem tem penetração." Fiquei muito mais sossegada de estar no controle, e feliz por realizar este desejo de meu marido. Logo após acertarmos isso ficamos fantasiando e imaginando e trepamos de uma maneira louca que nos levou às alturas. Começei a gostar da idéia no meu íntimo. Como seria beijar outra mulher, ser penetrada enquanto ela chupa meus mamilos? Isso estava me excitando, mas ainda tinha medo de vê-la cavalgando meu marido...Nas nossas fantasias durante os dias seguintes decidimos que pegaríamos uma câmera de vído emprestada e que faríamos a filmagem de tudo. Já havíamos tirado fotos mas o que faltava era alguém de fora para filmar legal. Isso era uma tara antiga nossa! Decidimos que a mulher tinha que ser o oposto de mim, ou seja, Loira, do tipo gostosa (que o meu marido chama de "gordinha", mas que na verdade é o normal) com seios bem grandes, e que fosse simpática. Então meu marido falou: "Olha, tem certeza que você não vai se magoar? Não quero te ver sofrer.Podemos cancelar..." Fiquei feliz de ele pensar em mim, mas eu também pensei nele e disse: "Não, eu quero fazer isso!Do jeito que está eu nunca vou te satisfazer. E eu quero te ver feliz na cama como no resto!" Ele ficou feliz, emocionado, mas também falou sinceramente preocupado:"Veja bem Luciana, eu não sei o que eu faria se eu não pudesse te satisfazer mais de repente e ouros pudessem, você sabe que eu sou extremamente ciumento, mas talvez aceitasse que você buscasse continuar sendo feliz e saciando seus desejos. Mas eu jamais aceitaria que você depois dessa nossa experiência chegasse e quisesse experimentar com outro homem, porque eu lhe satisfaço, e você que não sacia nem a minha sede vai dar de beber para outro!? Nem sei o que eu faria! Eu não vou te dividir com outro! Nunca!" Eu pensei comigo mesma que isso era injusto, mas logo percebi que a bem da verdade o que ele dizia era certo, pois ele fazia a parte dele de maneira que eu não tinha necessidade de outro homem, logo se eu fosse um dia querer transar com outro era porque estaria atraída por alguém específico, e se isso acontece, seria traição pois não é só sexo, é sentimento. Ademais eu nunca tive prazer com outros homens e a maioria deles (principalmente em primeiros encontros) só quer gosar e te deixar na mão. Quanto ao desejo de fazer com meu marido e outros homens junto, confesso que não tinha, e sei que isso seria impossível pois meu marido tem muito nojo de tocar outros homens, se ele e o outro homem não se tocassem, não seria sexo a 3 mas sim apenas 2 homens me comendo, perderia muito a graça pois faltaria entrosamento. Quanto a nossa experiência com uma puta, seria realmente sexo com três participantes entre si, todos tocando e fazendo sexo com todos, uma verdadeira suruba...era isso que me excitava, isso e a curiosidade de tocar outra fêmea. Eu acabei reafirmando ao meu marido que era a hora de agir! e foi o que ele fez. Durante 3 fins de semana ele foi nos puteiros e atrás de anúncios para encontrar a mulher certa. Toda vez que ele voltava eu perguntava ansiosamente detalhes dos lugares e dos encontros, e isso era muito excitante!Antes de ele sair eu dava uma rapidinha pro meu marido não "cair em tentação" e esperar até o dia combinado, e na volta o que ele via e me contava fazia por si só o nosso casamento melhorar, trepávamos longamente ansiando a hora chegar. Meu marido se chama Daniel, é inteligente, 27 anos, moreno claro, tem um rosto lindo, com cavanhaque, e é muuuuito charmoso e másculo. Ele é gordinho, mas é forte, tatuado, cheiroso, tem uma técnica no sexo que impressiona (basta dizer que ele prefere o sexo em si do que o orgasmo), e se dedica e se importa com a parceira. Tem um pau de 18 centímetros, grosso (não precisa inventar como muitos homens que tem 23 25 cm!!), que fere e acende meus buracos. A língua então, parece ter vida própria como uma eguia elétrica, quente e ágil. Deus como ele é gostoso! Quando começamos a namorar, estranhei ao ver como suas ex-namoradas eram lindas, uma delas até me irritava porque sempre corria atrás dele querendo-o de volta. Mas ele já me amava. No começo eu não gosava, e até hoje tenho dificuldade em gosar com um pau, porque se é rápido eu não tenho tempo de gosar, e se demora muito, a vagina fica seca e dolorida e dificulta o orgasmo, tem que ser do jeito e no tempo certo para eu gosar. Mas ele com paciência se dedicava, e aguentava mais de uma hora sem gosar, parando nos momentos certos, e aliado ao seu pau ele mamava e me dedilhava e enfim me trouxe explosões orgásticas que fazem qualquer mulher fazer qualquer coisa como agradecimento! Sem preconceitos à 2, ele traz às vezes um vibrador e um massageador borboleta e junto com sua língua e seu pau, vem penetrando e tirilando todo meu corpo, me prenchendo e me trazendo horas de prazer sem pressa ou afobação. Mas o que eu mais adoro é ser chupada por ele. Ninguém eu juro, homem ou mulher, faz um sexo oral tão maravilhoso. E eu não exagerei em nada neste conto, sendo fiel aos fatos. Se ao menos eu conseguisse aconpanhar sempre o tesão dele...Mas tudo bem porque como estava contando, resolvi este problema. Numa terça-feira às 19 hs ele me liga dizendo que encontrou uma mulher que é exatamente como procurávamos, e perguntou se podia trazê-la. Fui pega de surpresa no meio da semana, mas aceitei, falei para ele esperar uma hora para eu arrumar a casa e me preparar. Ele a encontrou num barzinho, por indicação de um amigo, e antes de me ligar eles conversaram muito, ela se mostrou muito simpática e discreta, educada, na verdade ela era uma puta de luxo, que tinha uma clientela selecionada. Seu nome era Verônica, e ela falou que cobrava 200 reais a hora. Quando ela disse isso, meu marido falou: "Olha, eu não sabia o preço, e eu não posso pagar tudo isso, me desculpe por trazê-la até aqui, mas já que você está aqui deixe-me pagar-lhe uns drinks e uma porção, eu tive um dia cansativo e quem sabe podemos ter uma conversa gostosa e você pode até me indicar alguma amiga...". Ela aceitou dizendo que meu marido era muito educado, e depois de um tempo de bate papo, não vendo alguma aliança , quis saber porque ele tinha que ir atrás de garotas de programa, e não tinha namorada. Ele então disse que a tirara para o encontro e explicou para ela o que queríamos e nosso "problema". Ela disse para o Daniel que gostava de mulheres e de homens, mas que preferia em geral as mulheres por serem menos brutas e saberem dar e receber prazer, disse que não gosava com homens clientes não porque ela não queria, pois alguns eram bem atraentes, mas nunca dava tempo, eles não aguentavam o suficiente e nem se importavam. Ele respondeu: "É uma pena, pois o que eu queria era uma garota profissional que não fosse 'puta', que se entregasse, e participasse nos ajudando e sendo ajudada na busca de prazeres, por isso já estou procurando a tanto tempo pela pessoa certa, não adianta alguém que vá lá só cumprir uma obrigação.". Eles continuaram conversando sobre sexo, e a conversa foi bem humorada e picante. Daniel então falou: "Verônica, foi um prazer mas eu tenho de ir, você é muito simpática, e te desejo boa sorte!" e deixou 50 reais na mesa para a conta se levantando. Ela então disse: "Ah! Espera que eu vou te dar o nome da minha amiga...." ele a interropeu dizendo: "Não, não precisa, você é quem procurávamos, prefiro esperar um pouco mais e quando tiver o suficiente te chamar. Se você aceitar. Tchau!" Ela então o segurou e pediu que esperasse ela terminar o drink, Daniel assim fez e ela então perguntou: "Quanto você ia pagar?" Ele disse: "Bem, eu ia pagar até 100 reais mas não dá só uma hora..." Ela falou então: "Então você só tem 50 reais agora!?" Daniel respondeu que sim e acrescentou: "Olha, deixa pra lá, você vale muito mais do que os 200 por hora que você pede, mas eu vou fazer o quê? Obrigado pelo papo de qualquer forma." Ela então falou: "Por 50 eu não faço mesmo...mas como eu achei você demais, eu vou de graça. Você depois paga o táxi para minha casa." Daniel não acreditava, achou que era mentira e sorriu feito uma criança, e ela disse: "Ou você é um puta mentiroso, xavecador ou você é muito homem...Porque se você for tão bom na cama como você é na mesa do bar!Eu tô perdida!" E os dois riram. Logo após ele me ligou e depois foi pegar a câmera de vídeo com um colega e passou na farmácia pra comprar camisinhas (inclusive algumas femininas). Bem gente agora o conto pega fogo... Daniel entrou no apartamento com Verônica e logo vi que ela era uma verdadeira gata!Nos cumprimentamos, mas eu estava muito sem jeito. Daniel nos deixou no sofá e foi preparar uma caipirinha pra me desinibir (sou fraca pra bebida). Perguntei como ele a encontrara e ela muito simpática contou sobre o barzinho, enquanto isso Daniel trouxe a bebida e enquanto pedia pra eu beber rápido pra subir, ligava a filmadora no tripé e colocava um sonzinho. Daniel falou: "Fica sossegada que a Verônica já tá sabendo de tudo e é muito legal, ela vai fazer tudo com calma e bem gostoso!" Verônica falou: "É, vim acender o seu fogo pra juntas apagarmos o dele!" e rimos. Daniel sugeriu então que dançássemos pra aquecer, e então dançamos variando os pares e rimos bastante pois meu marido não dança nada bem. Entretanto a bebida e o tesão subiam e eu já me sentia mais a vontade. A dança virava agarramento, e amassos e então beijei Daniel bem gostoso; Verônica veio no lugar de meu marido e disse: "Você é muito bonita, posso te dar um beijo?". Concordei envergonhada e ela me deu um selinho. Senti quase um choque, e ela emendou outro beijo agora mais molhado, não senti nojo algum, e continuei o beijo até nossas línguas se tocarem e se entrelaçarem enquanto ela apalpava por entre minha saia. Minha nossa, como era bom! Era diferente, imoral e isso trazia o tesão na flor da pele. Falei: "Acho que você já acendeu meu fogo" e dei um sorriso malicioso. Meu marido estava radiante ao ver nosso beijo. Verônica então falou:"Seu marido é muito fofo" e o atacou em beijos numa dança em que parecia uma stripper. Senti ciúmes, mas ao mesmo tempo queria ser mais tocada por ela, penetrada por ele e enfim ver meu marido em ação era bonito, dava tesão. Estava confusa da bebida, esqueci então do ciúme e me concentrava na putaria de corpo e alma pois sabia que ela só estava lá para o sexo e tinha certeza do amor de meu marido, então por que não aproveitar? Não tive muito tempo pra pensar pois logo Daniel junto a mim e me abraçou por trás fazendo eu sentir seu pau roçando minha bunda. Verônica veio pela frente fazendo um sanduíche comigo por recheio, me beijando. Daniel tirou minha blusa e Verônica abaixou minha saia me deixando só de lingerie. Continuamos assim por um pouco e estava bem gostoso. Verônica se afastou e dançando começou a fazer um strip na nossa frente, enquanto Daniel por trás me alisava por cima da calcinha, me deixando louca. Como ela era gostosa, seus seios eram bem fartos e ela os massageava no strip até que enfim ficou só com uma calcinha muito bonita de renda. Daniel soltou então meu soutien por trás e ela se aproximou me abraçando. Daniel sentou-se no sofá e ficou nos fitando pedindo pra continuarmos e pra eu me soltar. Ela desceu e mamou meus peitos bem gostoso e passava a mão ainda por sobre a minha calcinha. Daniel pediu pra eu fazer o mesmo com ela, e então eu fiz. Sempre quis ter peitões e agora os tinha, eu os olhava, apertava, curiosa e com vontade, e então começei a lambê-los (tenho prática nisso pois faço com meu marido). Era muito diferente, macio e gostoso, e eu já estava pra lá de Bagdá de tanto tesão. Daniel agarrou Verônica por trás e comçou a descer sua calcinha mostrando uma bucetinha pequena com uma leve penugem loira, percebi que ela tinha um bronzeado bonito pelas marcas no biquíni, que ela não tinha nos seios por fazer topless. Daniel abriu o sofá-cama e Verônica então me deitou e começou a tirar minha calcicha com os dentes. Deitou do meu lado e começou a me mamar enquanto alisava minha buceta que é grande e depilada. Estava muito bom e eu chamei Daniel pra me dar seu pau pra eu chupar. Foi quando ela disse para eu esperar mais um pouco, e se levantou indo ao lado de Daniel. Começou abrindo a camisa dele e mordiscando seus mamilos, Daniel mandou eu me masturbar me olhando nos olhos e eu obedeci, ela tirou seu cinto, abaixou suas calças, e puxando o pau pra fora da cueca e olhando de frente pro cacete de meu homem disse: "Vamos apagar esse fogo!" e o beixou na cabecinha. Pediu pra Daniel se sentar numa cadeira, Daniel se desvencilhou das roupas e sentou. Verônica então lentamente abocanhou o pau do mem marido e começou a chupá-lo. Ele estava imenso e muito duro e vermelho, ela gemia "Hmmm, Ahnnn" e sugava aquele cacete se camisinha nehuma. Eu estava atordoada, e Vorônica chupava me olhando com tesão, então ela agarrou o pau dele e me perguntou: "Quer?" Eu foi como uma cadelinha me arrastando e comecei a ajudá-la a lamber meu macho, ficamos frente a frente, ela esfregando a boca de um lado do pau e eu do outro lado, nos beijando com seu pau, era a glória. Fui chupar os mamilos do Dani enquanto ela continuava no pinto, e depois nos revezávamos nos mamilos, no cacete e nas bolas. Parávamos e o beliscávamos para fazê-lo aguentar, e depois de quase uma hora de chupeta decidímos que era hora de deixá-lo gosar. E Mamamos juntas como vampiras aquela pica pulsante até ele despejar sua porra em nossas bocas. Ele gritava de prazer. Verônica e eu nos beijamos e lambíamos uma na outra a porra de meu marido até fazer espuma. Fomos até o banheiro limpar o rosto e perguntei se ela não tinha medo de doença, e ela me disse que fazia sexo sempre com proteção, e que não sabia o que aconteceu, me mostrou na bolsa que fazia teste HIV todo mês e que era muito limpa. Vendo que ela se preocupou falei que a gente nunca havia tido outros parceiros e que ela podia ficar sossegada que o leite do Daniel era 100%. Ela sorriu e falou que estava sendo a primeira vez dela com um casal de verdade também e que estva com muito tesão, especialmente pelo meu marido. Ela perguntou se eu tinha gostado ou estava com ciúmes, e eu respondi que estava ótimo mas eu tinha um pouco de medo de perdê-lo. Ela me disse: "Olha seu marido te ama muito, e é muito honesto, talvez por isso eu esteja aqui sem medo algum". Eu já estava gostando dessa moça! Daniel então entrou no banheiro e disse que tinhamos negócios a concluir e nos chamou pra sala de novo. Chegando lá eu vi os nossos brinquedo sobre a cama, e então vi que era minha vez de gozar! Eu deitei e Verônica chupava meu peito esquerdo enquanto Daniel o direito, ela desceu e começou a lamber munha buceta enquanto Daniel me mamava. Ela fazia bem, mas eu não estava conseguindo gosar, era como se faltasse algo e nós já estávamos cansados daquela posição. Ela disse: "Nossa, Você é difícil de gosar mesmo!" então quando eu já estava quase desistindo, Daniel pediu pra trocar de lugar. Começou a fazer as suas voltinhas no meu clitóris e afundava na minha buceta com sede e gosto, Verônica mamava gostoso a ocasionalmente passava seus peitos na minha cara. Retomei o tesão rapidamente e comecei a gosar feito louca "Ahhhhh, que delícia, meu macho" rosnava e gritava muito, pois até então acho que havia sido meu melhor orgasmo. Verônica ficou quieta por uns instantes enquanto os 3 dividíamos um cigarro. Então ela disse: "Olha, eu não cobrei nada pra vir aqui, mas eu não saio sem provar essa língua. Por favor Luciana, se eu não te fiz gosar, ele deve ser muito bom." Fiquei meia sem graça, o Daniel percebeu e falou que por ele tudo bem mas mentiu que não tinha rolo de papel filme pra cobrir o contato. Eu resolvi acabar de uma vez com o ciúme, e estava orgulhosa de meu macho e falei: "Ela não tem doença, me mostrou o exame". Daniel falou que isso não era garantia...mas ela falou: "Olha Daniel, o teu colega Eduardo te ligou sobre mim porque ele transa comigo e queria saber depois como foi,e como vocês são na cama, eu sou amante dele, que é um safado e vive pondo chifre na mulher! Eu tenho ele e mais três homens que são meus amantes e pagam todas minhas contas e minha faculdade. e os bobões nem sabem dos outros. Se eu faço exame é por medo das safadezas deles e não minha! Eu não sou suja! Vim pra cá por que você foi muito simpático e humano" Eu então acalmei ela que já estava quase chorando e perguntei se ela tinha namorado, ela disse que o último descobriu e bateu nela, desde então ela saá com mulheres. Ela pediu pra não contar nada pro Eduardo e falou que ia embora e me disse: "Vocês são um casal de sorte, você é muito legal e bonita e ele também. Ele parece ser diferente". Eu a segurei e pedi que ficasse e olhei pro Daniel como que pedindo auxílio, e ele então falou: "Verônica, não quero te julgar, mas você merece muito mais, bom saber que o Eduardo é um falso, acho que você deveria tentar outras coisas. Quanto a você ser suja, eu só tenho uma coisa a fazer...." E Daniel a abraçou e completou "Vamos te dar um presente". Ele a beijou e a deitou suavemente, foi descendo pelo seu corpo, chupando os peitos dela com toda calma, enquanto eu o olhava com admiração, que homem eu tenho! Ele desceu com sua lingua pela barriguina sexy dela arrepiando seus pelinhos enquanto a olhava profundamente olhos nos olhos. Ele soltou seu hálito quente sobre a sua bucetinha criando expectativa enquanto apertava levemente os mamilos rosados dela com as mãos umedecidas com saliva, quando ele pôs a boa sobre sua buceta ela gemeu muito alto. Eu olhava ansiosa e concentrada e meu tesão se reacendia. Ele a chupava com maestria e ela se contorcia. Daniel pediu que eu chupasse os seios dela enquanto ele a acariava na vagina com sua língua de ouro, eu assim fiz com muito prazer. Que seios lindos! Ela falou que ia gozar, mas na hora Daniel parou e disse que ainda não. Ela quase chorava de tesão. Daniel perguntou se eu não queria ver uma bucetinha assim de pertinho, Verônica gostou da idéia e eu, muito curiosa fui do lado de Daniel. Eu abria e olhava bem de perto e achava tudo extremamente interessante. Como pode ser tão diferente da nossa, tão profunda por dentro, sei lá. Ver de perto e de frente, a milímetros é outra coisa. Achei estranho mas tive uma vontade de saber qual era o gosto, a sensação e fui com a ponta da língua, aos poucos comecei a lamber e chupar dividindo-a com Daniel entre beijos. Verônica disse que queria gosar e pediu pra eu chupar seus seios e pro Daniel voltar a fazer como antes e terminar o que começou. Ela gritava coisas sem nexo e pedia mais, me agarrou os cabelos e disse "Me chama de puta!" Eu pedia "Vai faz essa puta gosar, faz ela gosar na sua cara". Daniel estava com toda corda e acelerou fazendo-a gritar a ponto de acordar o prédio. Ela gosava muito e quando acabou, Daniel foi tirar a cabeça mas ela não deixou, pedindo mais. Foi então que tive inveja dela pois ela gosou de novo seguidamente. Eu nunca vi isso antas! Ela terminou trêmula e me disse que era muito bom. Beijou o Daniel na boca e o apertou forte dizendo Filha-da-Puta!Que gostoso!". Daniel pediu pra irmos ao banheiro tomarmos um banho, levamos a filmadora. Ele estava com o mastro erguido e só eu sei como é duro de abaixar aquilo depois da primeira vez. Ele é incansável. Pegou meus peitihos pontudos e mamava ora os meus ora os dela, debaixo do chuveiro. Verônica estava louca pra dar e falou: "Vem, come essa puta na frente da tua esposa!". Daniel então enfiou seu cacetão por trás e ela gemeu gostoso me encarando "Hmmmm. Isso é que é homem, e agora ele é meu". Aquilo foi me deixando puta e ela percebeu, e falou: "Tô te provocando pra levar uns tapas na cara! Bate vai! Mas devagar..." Eu então sentei-lhe a mão enquanto ela provocava e me lambia as tetas" Daniel fodia vigorosamente e eu não acreditei mas em cerca de 15 minutos ela gosou feito louca de novo. Os homens por aí devem ser fracos mesmo porque aquela puta gosava muito e pedia sempre mais. Dei mais valor ainda pro meu macho. Então quis que ela comesse o cú daquela puta. Ela gostou da idéia e pediu pra eu ajudar. Deitamos ela no chão do banheiro, já quente, peguei o vibrador e enfiava em sua buceta com força, ela pedia mais, e eu a chupei no clitóres enquanto enfiava o vibrador na xana dela e esfregava minha buceta na cara dela, como num 69. Daniel então passou KY no rabinho dela e falou pra eu ver tudo de camarote sugando a buceta dela. Eu já estava louquinha de vontade de gosar novamente. Daniel penetrou-a firmemente batento na bunda dela e nas coxas e ela gritou de dor. Mas ele continuou. Ela pedia: "Vai, me arromba, me vira do avesso!" Ele fodeu aquele cú por uns vinte minutos e jorrou lá dentro. Eu lambi a porra que escorria do cú dela pros meus dedos. Foi quando ela pediu para ele chupá-la novamente para ela conseguir gosar. Ele fez o pedido e ela gosou de novo. Fomos para a sala e Daniel preparou uma vodca pra ele, enquanto eu pedi para ela me foder com o vibrador. Ficamos nesse joguinho um pouco, mas eu queria o pau do meu macho. Comecei a chupá-lo e ele logo se animou novamente. Então pedi pra ele se deitar e montei no pau dele, cavalgando-o suavemente do jeito que eu adoro. Ele esfregava meus mamilos nos seus dedos méio e polegar e batia a ponta deles com o indicador, eu ficava doida, mas tinha dificuldade em gosar, principalmente após já ter gosado e após tanto sexo já estava dolorida. Daniel então falou para Verônica lamber suavemente meu clitóris enquanto ele mexia meus quadris, me rebolando sobre sua pica. Ficamos assim por um tempo grande mas eu via que ia gosar, ficávamos falando sujeira tipo: "Sua Lésbica...quer um pau entre as pernas...gosa como a putinha..." Eu comecei a ficar louca, rangia os dentes, arranhava o peito de meu marido, puxava meus cabelos, e então a Verônica enfiou o dedo no meu cuzinho, foi o que faltava...Eu literalmente apaguei, tudo escureceu, e eu entendi finalmente porque os franceses chamam o orgasmo de "Le petit mort" - a pequena morte. Daniel me ergueu e antes que eu pudesse esboçar reação arrombou meu cú de um única vez, tentei fugir, pois só faço isso de vez em quando, e bem devagar, quando ele me prendeu e enfiou frenéticamente num vai-vem animalesco e pediu pra Verônica ficar de quatro. Ele me tirou de cima e me pôs de quatro ao lado dela e mandou nos beijarmos enquanto ele tirava de um cuzinho pra por no outro. Eu sentia dor mais queria satisfazê-lo mais uma vez, e aguentei até que ele avisou que ia gosar; nós duas nos viramos e dividimos a porra deliciosa sorvendo tudinho. Após essa louca transa já era mais de 3 da madrugada, e nos despedimos de Verônica. Nós a encontramos frequentemente, para reviver estes momentos felizes. E experimentamos muitas coisas diferentes também...Se você é mulher bonita e simpática, saudável e atrevida, e quer participar conosco nessas aventuras entre em contato comigo no e-mail [email protected] Só mulheres, sem outro homem e se possível mande foto. Responderemos todas! Se você gostou deste conto verídico, vote nele, mostrando que nosso esforço ao transcrevê-lo não foi perda de tempo. Mandaremos outros contos - só verídicos - com o nome ORGASMORTAL - procure e desfrute dessa experiência!
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