Enchi meu aluninho de porra
Sou professor de natação, tenho 28 anos, 1.90 de altura, pezão 45, cabelos castanhos e um corpo bem definido, faço muito sucesso com as mulheres e as mães dos meus alunos, já comi várias.
Por ter já ter comido várias mães, já me atrevi a chupar várias bucetinhas das crianças que faziam aula, sempre me deliciei com muitas bucetinhas inchadinhas e branquinhas das meninas, é uma delicia linguar e ver a putinha sentir cócegas sem saber que aquela sensação ia ser de tesão mais tarde.
Tenho um pau mt grande, 22cm e bem cabeçuda, então nunca me atrevi a fuder as meninas pq ia machuca-las, sempre fiquei só na linguada. Algumas mães já descobriram mas concordaram de me deixar fazer, acabava fudendo a mãe e chupando a filha.
Sempre fui homofobico, não deixava os meninos se esfregar e se encostar mt na minha aula até que esse dia mudou.
Em um dia após a aula fui informado de que Gabriel ia fazer aulas comigo, me aproximei para conhecer a mãe e o filho. A mãe não é gostosa nem feia, apenas normal. A cumprimentei e percebi o tamanho do bb que estava grudado em sua perna, tímido e mal me olhava. Abaixei até ele e tentei brincar:
- E ai garotão, beleza? Sai de trás da sua mãe pra cumprimentar o tio.
Aquela criança de 8 anos me olhava e desviava o olhar rapidamente.
Entendo ele, nem na minha cintura a criança dava, era muito pequeno, branquinho e magro. Era quase do tamanho da minha coxa.
Puxei ele pelas mãos para um abraço e assim ele veio todo desengonçado para abraçar meu peito sem camisa. Com um abraço a criança some dentro de mim, visto o tamanho que eu sou comparado com ela.
- Esse é o tio que vai te dar aula Gabi, gostou? Vai te ensinar a nadar.
- Vai virar nadador molecão? Pergunto eu
Ele com o dedo na boca e muito timido apenas balança a cabeça.
- Quero só ver, daqui uns anos vai para as olimpíadas. Respondo fazendo carinho em sua cabeça.
Nos despedimos e assim começaram as aulas.
Os dias se passaram e eu via o quanto aquela criança minúscula era tímida, não tendo amiguinhos, ficava apenas com os olhos vidrados em mim, achava engraçado aquilo, mas queria ver ele interagir melhor.
- Bora pro banho, molecada! Chega de piscina! - Ordenei
E assim todos foram para os banheiros e aquela criança ainda me deixava intrigado. Andava de forma extremamente afeminada, saia da piscina e já colocava a toalha como mulher, tapando os mamilos.
- Assim não campeão, coloca a toalha na cintura. Disse para Gabriel
- Não, tio! Deixa assim pra esconder
- Assim os moleques vão te zoar, meu parceiro.
- Posso tomar banho com as meninas então, tio?
- Óbvio que não, cara! Você é macho, tem que tomar com os moleques.
- Não quero, tio! Por favor, deixa?
Aquele moleque tava me atrasando, tava louco para ir no banheiro das meninas chupar uma bucetinha.
- Não, Gabriel! Você é homem! - Ordenei ele de forma mais rude
E assim ele foi.
Os dias se passaram e eu via o Gabriel ficar triste nos momentos do banho, então tive que fazer de outra forma:
- O que houve, campeão? - Perguntei
- Não quero ir para o banheiro dos meninos. Gabriel responde
- Vamos fazer o seguinte, você vai tomar banho depois deles então, beleza?
- Ta bom, tio! - Gabriel responde contente com a minha ideia
E assim aconteceu, todos os meninos tomaram banho e foram se trocar, e assim Gabriel entrou com a toalha tapando os mamilos de mãos dadas pra mim.
- Toma ai, o tio ta aqui esperando pra ver se algum moleque vai te zoar.
Gabriel sai correndo e começa a tomar banho e assim demora debaixo do chuveiro.
- Vamos, Gabriel! Não é banho demorado
- Calma, tio! Estou acabando
E nada daquela criança finalizar.
Vou em direção a ele e pego o sabonete para ajuda-lo
- Bora, deixa eu te ajudar. - Falo isso já esfregando o sabonete nele
Como sou muito alto e aquela criança é muito baixinha e muida, tenho que me agachar. Estava apenas de sunga e minha mala marcava demais.
Gabriel olhava aquilo intacto enquanto eu passava o sabonete em suas costas. De repente eu sinto um aperto em minha sunga e levo um susto.
- Calma, amigão! Não pode fazer isso não, que susto carai.
- Ta bem cheia aqui tio. Gabriel responde apertando de novo.
- Gabriel não pode fazer isso em homem, cara!
O viadinho ri com meu susto.
Continuo a passar o sabonete e desligo até sua bundinha branquinha e muito lisinha. Indo pra frente me deparo com aquele pauzinho parecendo um feijão, apontando pra cima de tão duro que estava.
- O garotão ai ta animado meu parceiro kkkk
- Você também tem, tio?
- Óbvio, cara! Somos homens
- Deixa eu ver tiooo?
- Isso não é coisa pra homem, Gabriel. É igual o seu.
- Deixa eu ver por favor! - Gabriel diz apertando novamente minha sunga
- Olha, o tio vai tomar banho com você rapidão.
Tirei a sunga sem pensar e fui pra debaixo do chuveiro. Aquela criança olhava pra minha pica mole de uma forma surreal, estava hipnotizado.
- Bora, Gabriel! Finaliza ai que eu já to finalizando aqui
Gabriel se aproxima e tenta pegar meu pau, eu tiro sua mão a tempo
- Sem pegar, garotão! Vamos, finaliza ai
Gabriel não fazia mais nada, só olhava hipnotizado pro meu pau.
Finalizei o banho e fui colocar de volta a sunga. Ao passar a sunga por entre minhas pernas, vejo a criança se aproximar e pegar no meu saco, não consegui evitar. A criança mal conseguia segurar meus dois ovão. Hipnotizado, começou a massagear minhas bolas
- Ajuda o tio, puxa a sunga pra cima. - Falei me tremendo de nervoso com a situação e tentando disfarçar.
Gabriel levanta minha sunga e segura meu pau antes de coloca-lo pra dentro.
Aquela cena ficou na minha cabeça todo o final do dia. Me deixava com odio de um viado me tocar e assustado com tudo isso.
E assim se passaram os dias e Gabriel sempre tomava banho por último e enrolava até eu tirar a sunga para tomar banho com ele. Começava a sempre me tocar, rapidamente e sem permissão, mas foi aumentando cada vez mais.
- Calma, cara! Pega devagar e coloca dentro da cueca logo. - Ordenei enquanto Gabriel segurava meu saco pra colocar dentro da sunga.
Aquilo foi ficando natural e a comecei a pedir pra lavar minha pica.
- Pronto, tirei a cueca! Toma banho logo ai pra gente ir embora. - Disse para o viadinho em um desses dias.
Gabriel na mesma hora vem em direção ao meu pau.
- Calma, devagar! Segura com calma.
Gabriel segurou meu pau mole, mas mesmo estando dessa forma, ela gigante para aquela criança.
- É muito grande, tio! Não consigo fechar minha mão envolta dele
- É, ajuda o tio a lavar pra gente finalizar.
E assim a criança com toda felicidade do mundo segurou minha rola pesada com uma mão e foi passando o sabonete.
Eu ficava só observando e de repente minha pica da um pulo, assustando o viadinho.
- Opa kkkk foi mal ai, cara!
- O que foi isso, tio? Que susto
- Fez cócega nele, campeão!
Ao falar isso Gabriel passa a mãozinha minúscula na cabeça, na tentativa de ver ele pular de novo.
Dou risada e ele olha pra mim rindo com carinha de safado. Nesse momento eu sinto algo estranho e me pego olhando para sua bundinha extremamente branca e seu feijãozinho duro.
Sinto que meu pau estava crescendo na mão daquela criança de 8 anos, ele se assusta mas em momento nenhum tira as mãos.
- Ele ta crescendo, tio!
- Ta mano, ficando grandão
- É normal, tio?
- Não era pra ser, mas é tarde demais né?
Ele sorri e continua vendo aquele monstro tomar forma em sua mãozinha.
De repente me vi com a cabeçona da minha rola brilhando a centímetros da boca daquele viadinho. 22cm em uma mãozinha que nem conseguia segurar ela toda de tão grosso.
- Traz o sabonete e vem aqui bb. - Ordenei não acreditando no que estava prestes a fazer.
Sentei em uma das privadas e a criança me acompanhou, era tarde demais pq minha pica já estava trincando.
Sentei no vaso com a pica apontando pra cima.
- Passa sabonete ai, lava pro tio. - Falei apontando pra minha pica e fechando os olhos
Gabriel me obedece ser questionar. Sinto aquele bb deslizando as mãozinhas minúsculas na minha pica veiuda. A sensação é inexplicável, apenas fecho os olhos e aumento a respiração.
- Ta bom, tio?
- Ta muito bom, meu amor! Continua. - Respondo em meio a suspiros fortes
Do nada sinto um beijo na cabeça do meu pau. Abro os olhos e vejo a criança sorrindo pra mim.
- Gostou de beijar bb?
- Uhum, pode?
- Pode, deixa eu tirar o sabão.
Tirei o sabão e voltei a sentar com a cabeça pulsando pedindo o beijo daquela criança.
- Beija, bb! Passa a língua no tio
E la veio ele com aquela linguinha pequena, deslizou pela cabeça me deixando maluco.
- Abre o bocão pro tio, abre.
Ele abriu e coloquei a cabeça dentro da boca daquela criança. Ele não sabia o que fazer, sentia os dentes dele, estava intacto com o cabeção daquele macho que antes só arrombava bucetas de mães.
Eu estava desacreditado naquela cena, fiz um carinho em seu cabelo e fiz um vai e vem com a cintura muito suave.
- O tio vai soltar um negócio que só da pra mulheres, ta?
Ele solta minha cabeça da boca:
- Mas eu sou mulher tio, sua mulher! - Gabriel diz sorrindo pra mim
- É amorzinho? Minha menininha?
Ele balança a cabeça e eu o aproximo e dou um beijo de lingua. Ele não se mexia, só recebia a língua daquele macho barbudo que passava pelo seu rostinho de pele fina e branquinha.
- Bota o cabeção na boquinha de novo. - Ordeno
Volto a fazer os movimentos com a cintura e sinto que minha porra estava vindo. Aumento a respiração e seguro ele pelo cabelo e solto um jato mt forte.
- aaaaah filho da putaaaa. - Falo em meio a gemidos em voz baixa.
Gabriel se assusta com os jatos de leite em sua boca mas não sai das minhas mãos.
Encho sua boquinha e seu rosto de leite! Ao levantar sua cara de deparo com seu rostinho pingando leite.
- Carai, viadinho kkkk te cobri de porra
Gabriel não entende o que era aquilo e só ri.
- Vai para o chuveio pra lavar o rosto.
E assim ele vai e eu fico ali no vaso com a pica amolecendo aos poucos e sem acreditar que um viadinho me fez soltar porra.
Volto para contar como fiz ele de mulher!
Deixem o tele para trocarmos ideia.
Por ter já ter comido várias mães, já me atrevi a chupar várias bucetinhas das crianças que faziam aula, sempre me deliciei com muitas bucetinhas inchadinhas e branquinhas das meninas, é uma delicia linguar e ver a putinha sentir cócegas sem saber que aquela sensação ia ser de tesão mais tarde.
Tenho um pau mt grande, 22cm e bem cabeçuda, então nunca me atrevi a fuder as meninas pq ia machuca-las, sempre fiquei só na linguada. Algumas mães já descobriram mas concordaram de me deixar fazer, acabava fudendo a mãe e chupando a filha.
Sempre fui homofobico, não deixava os meninos se esfregar e se encostar mt na minha aula até que esse dia mudou.
Em um dia após a aula fui informado de que Gabriel ia fazer aulas comigo, me aproximei para conhecer a mãe e o filho. A mãe não é gostosa nem feia, apenas normal. A cumprimentei e percebi o tamanho do bb que estava grudado em sua perna, tímido e mal me olhava. Abaixei até ele e tentei brincar:
- E ai garotão, beleza? Sai de trás da sua mãe pra cumprimentar o tio.
Aquela criança de 8 anos me olhava e desviava o olhar rapidamente.
Entendo ele, nem na minha cintura a criança dava, era muito pequeno, branquinho e magro. Era quase do tamanho da minha coxa.
Puxei ele pelas mãos para um abraço e assim ele veio todo desengonçado para abraçar meu peito sem camisa. Com um abraço a criança some dentro de mim, visto o tamanho que eu sou comparado com ela.
- Esse é o tio que vai te dar aula Gabi, gostou? Vai te ensinar a nadar.
- Vai virar nadador molecão? Pergunto eu
Ele com o dedo na boca e muito timido apenas balança a cabeça.
- Quero só ver, daqui uns anos vai para as olimpíadas. Respondo fazendo carinho em sua cabeça.
Nos despedimos e assim começaram as aulas.
Os dias se passaram e eu via o quanto aquela criança minúscula era tímida, não tendo amiguinhos, ficava apenas com os olhos vidrados em mim, achava engraçado aquilo, mas queria ver ele interagir melhor.
- Bora pro banho, molecada! Chega de piscina! - Ordenei
E assim todos foram para os banheiros e aquela criança ainda me deixava intrigado. Andava de forma extremamente afeminada, saia da piscina e já colocava a toalha como mulher, tapando os mamilos.
- Assim não campeão, coloca a toalha na cintura. Disse para Gabriel
- Não, tio! Deixa assim pra esconder
- Assim os moleques vão te zoar, meu parceiro.
- Posso tomar banho com as meninas então, tio?
- Óbvio que não, cara! Você é macho, tem que tomar com os moleques.
- Não quero, tio! Por favor, deixa?
Aquele moleque tava me atrasando, tava louco para ir no banheiro das meninas chupar uma bucetinha.
- Não, Gabriel! Você é homem! - Ordenei ele de forma mais rude
E assim ele foi.
Os dias se passaram e eu via o Gabriel ficar triste nos momentos do banho, então tive que fazer de outra forma:
- O que houve, campeão? - Perguntei
- Não quero ir para o banheiro dos meninos. Gabriel responde
- Vamos fazer o seguinte, você vai tomar banho depois deles então, beleza?
- Ta bom, tio! - Gabriel responde contente com a minha ideia
E assim aconteceu, todos os meninos tomaram banho e foram se trocar, e assim Gabriel entrou com a toalha tapando os mamilos de mãos dadas pra mim.
- Toma ai, o tio ta aqui esperando pra ver se algum moleque vai te zoar.
Gabriel sai correndo e começa a tomar banho e assim demora debaixo do chuveiro.
- Vamos, Gabriel! Não é banho demorado
- Calma, tio! Estou acabando
E nada daquela criança finalizar.
Vou em direção a ele e pego o sabonete para ajuda-lo
- Bora, deixa eu te ajudar. - Falo isso já esfregando o sabonete nele
Como sou muito alto e aquela criança é muito baixinha e muida, tenho que me agachar. Estava apenas de sunga e minha mala marcava demais.
Gabriel olhava aquilo intacto enquanto eu passava o sabonete em suas costas. De repente eu sinto um aperto em minha sunga e levo um susto.
- Calma, amigão! Não pode fazer isso não, que susto carai.
- Ta bem cheia aqui tio. Gabriel responde apertando de novo.
- Gabriel não pode fazer isso em homem, cara!
O viadinho ri com meu susto.
Continuo a passar o sabonete e desligo até sua bundinha branquinha e muito lisinha. Indo pra frente me deparo com aquele pauzinho parecendo um feijão, apontando pra cima de tão duro que estava.
- O garotão ai ta animado meu parceiro kkkk
- Você também tem, tio?
- Óbvio, cara! Somos homens
- Deixa eu ver tiooo?
- Isso não é coisa pra homem, Gabriel. É igual o seu.
- Deixa eu ver por favor! - Gabriel diz apertando novamente minha sunga
- Olha, o tio vai tomar banho com você rapidão.
Tirei a sunga sem pensar e fui pra debaixo do chuveiro. Aquela criança olhava pra minha pica mole de uma forma surreal, estava hipnotizado.
- Bora, Gabriel! Finaliza ai que eu já to finalizando aqui
Gabriel se aproxima e tenta pegar meu pau, eu tiro sua mão a tempo
- Sem pegar, garotão! Vamos, finaliza ai
Gabriel não fazia mais nada, só olhava hipnotizado pro meu pau.
Finalizei o banho e fui colocar de volta a sunga. Ao passar a sunga por entre minhas pernas, vejo a criança se aproximar e pegar no meu saco, não consegui evitar. A criança mal conseguia segurar meus dois ovão. Hipnotizado, começou a massagear minhas bolas
- Ajuda o tio, puxa a sunga pra cima. - Falei me tremendo de nervoso com a situação e tentando disfarçar.
Gabriel levanta minha sunga e segura meu pau antes de coloca-lo pra dentro.
Aquela cena ficou na minha cabeça todo o final do dia. Me deixava com odio de um viado me tocar e assustado com tudo isso.
E assim se passaram os dias e Gabriel sempre tomava banho por último e enrolava até eu tirar a sunga para tomar banho com ele. Começava a sempre me tocar, rapidamente e sem permissão, mas foi aumentando cada vez mais.
- Calma, cara! Pega devagar e coloca dentro da cueca logo. - Ordenei enquanto Gabriel segurava meu saco pra colocar dentro da sunga.
Aquilo foi ficando natural e a comecei a pedir pra lavar minha pica.
- Pronto, tirei a cueca! Toma banho logo ai pra gente ir embora. - Disse para o viadinho em um desses dias.
Gabriel na mesma hora vem em direção ao meu pau.
- Calma, devagar! Segura com calma.
Gabriel segurou meu pau mole, mas mesmo estando dessa forma, ela gigante para aquela criança.
- É muito grande, tio! Não consigo fechar minha mão envolta dele
- É, ajuda o tio a lavar pra gente finalizar.
E assim a criança com toda felicidade do mundo segurou minha rola pesada com uma mão e foi passando o sabonete.
Eu ficava só observando e de repente minha pica da um pulo, assustando o viadinho.
- Opa kkkk foi mal ai, cara!
- O que foi isso, tio? Que susto
- Fez cócega nele, campeão!
Ao falar isso Gabriel passa a mãozinha minúscula na cabeça, na tentativa de ver ele pular de novo.
Dou risada e ele olha pra mim rindo com carinha de safado. Nesse momento eu sinto algo estranho e me pego olhando para sua bundinha extremamente branca e seu feijãozinho duro.
Sinto que meu pau estava crescendo na mão daquela criança de 8 anos, ele se assusta mas em momento nenhum tira as mãos.
- Ele ta crescendo, tio!
- Ta mano, ficando grandão
- É normal, tio?
- Não era pra ser, mas é tarde demais né?
Ele sorri e continua vendo aquele monstro tomar forma em sua mãozinha.
De repente me vi com a cabeçona da minha rola brilhando a centímetros da boca daquele viadinho. 22cm em uma mãozinha que nem conseguia segurar ela toda de tão grosso.
- Traz o sabonete e vem aqui bb. - Ordenei não acreditando no que estava prestes a fazer.
Sentei em uma das privadas e a criança me acompanhou, era tarde demais pq minha pica já estava trincando.
Sentei no vaso com a pica apontando pra cima.
- Passa sabonete ai, lava pro tio. - Falei apontando pra minha pica e fechando os olhos
Gabriel me obedece ser questionar. Sinto aquele bb deslizando as mãozinhas minúsculas na minha pica veiuda. A sensação é inexplicável, apenas fecho os olhos e aumento a respiração.
- Ta bom, tio?
- Ta muito bom, meu amor! Continua. - Respondo em meio a suspiros fortes
Do nada sinto um beijo na cabeça do meu pau. Abro os olhos e vejo a criança sorrindo pra mim.
- Gostou de beijar bb?
- Uhum, pode?
- Pode, deixa eu tirar o sabão.
Tirei o sabão e voltei a sentar com a cabeça pulsando pedindo o beijo daquela criança.
- Beija, bb! Passa a língua no tio
E la veio ele com aquela linguinha pequena, deslizou pela cabeça me deixando maluco.
- Abre o bocão pro tio, abre.
Ele abriu e coloquei a cabeça dentro da boca daquela criança. Ele não sabia o que fazer, sentia os dentes dele, estava intacto com o cabeção daquele macho que antes só arrombava bucetas de mães.
Eu estava desacreditado naquela cena, fiz um carinho em seu cabelo e fiz um vai e vem com a cintura muito suave.
- O tio vai soltar um negócio que só da pra mulheres, ta?
Ele solta minha cabeça da boca:
- Mas eu sou mulher tio, sua mulher! - Gabriel diz sorrindo pra mim
- É amorzinho? Minha menininha?
Ele balança a cabeça e eu o aproximo e dou um beijo de lingua. Ele não se mexia, só recebia a língua daquele macho barbudo que passava pelo seu rostinho de pele fina e branquinha.
- Bota o cabeção na boquinha de novo. - Ordeno
Volto a fazer os movimentos com a cintura e sinto que minha porra estava vindo. Aumento a respiração e seguro ele pelo cabelo e solto um jato mt forte.
- aaaaah filho da putaaaa. - Falo em meio a gemidos em voz baixa.
Gabriel se assusta com os jatos de leite em sua boca mas não sai das minhas mãos.
Encho sua boquinha e seu rosto de leite! Ao levantar sua cara de deparo com seu rostinho pingando leite.
- Carai, viadinho kkkk te cobri de porra
Gabriel não entende o que era aquilo e só ri.
- Vai para o chuveio pra lavar o rosto.
E assim ele vai e eu fico ali no vaso com a pica amolecendo aos poucos e sem acreditar que um viadinho me fez soltar porra.
Volto para contar como fiz ele de mulher!
Deixem o tele para trocarmos ideia.
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