A festa de fim de ano do colegas de trabalho
16, 17 e 18/12
Finalmente uns dias de calmaria. Semana passada não fizemos nada na chácara, nem minha sogra apareceu nos últimos 10 dias. Mas como está chegando o natal, vou fazer festa para os pessoal das minhas 2 lojas. Avisei a todos, fechando a loja todo mundo para a chácara, pode levar marido, esposa, namorado(a), filhos. Todos confirmaram, mais minhas mulheres e o sogro. Avisei, começa no fim da tarde de sábado e vira até a noite de domingo, quem aguentar fica, quem não, tem colchão espalhado pela casa. Minha família que é eu, minha puta amada Soraia, o riquinho meu filho com a Soraia, minha cunhadinha Sônia e um casal de filhos pequenos fomos já na sexta a noite, para arrumar o lugar. Nosso filho só mama e dorme, os dois da Sônia nem entraram e foram correndo para o gramado. Levando várias coisas do caro para dentro de casa, outras tantas já estavam na área gourmet, onde será a festa, com a piscina também. Paramos depois das 22 horas, fomos as crianças na cama, eu tenho que contar uma estorinha para menina dormir. Fomos os três para nosso puteiro (quarto) namorar e dormir. Primeiro fiquei com a Sônia, depois com a Soraia. Concordamos em pegar leve hoje porque amanhã o bicho vai pegar.
No sábado acordamos cedo, fomos ao mercadinho, eu a Sônia e as crianças. A Soraia ficou para fazer o café e arrumar a mesa, além de pôr o riquinho pegar um solzinho até voltarmos. Voltamos logo e tomamos o café da manhã ao lado da piscina, depois terminar de arrumar o lugar. Quando foi umas dez e trinta chegam minha meu sogro com a sogrinha, que chegou dando um beijo no rosto e apertando meu cacete por cima da bermuda. Perguntam se podem ajudar, olho para a Marli (a sogra) e falo que ela poderia preparar uma comidinha bem gostosa que o seu genro está querendo comer. o Victor (o sogro) diz que é boa ideia. Ela olha com uma cara de malícia e diz que vai preparar algo saboroso para mim. Vira e, sem o marido ver, dá uma empinada na bunda e vai para dentro de casa. Em menos de uma hora, está um cheiro delicioso no ar, ela aparece na porta e chama:
- Genrinho querido vem ver o que fiz para você.
Subi para a casa rapidinho, cheguei na porta, passei a soleira ela me pega num beijo de língua, vira-se encosta em mim, pega nas minhas mãos e leva encoxando ela até cozinha. Põe eu sentado numa das pontas e dá umas esfregada de seio na minha cara, que a Soraia vê, logo atrás chegam os outros e não viram nada. Logo depois do almoço o Victor, como dá um cochilo em algum canto, mostro o quarto onde ele pode dormir, ele entra e fecha a porta. A Sônia chega em mim e na Marli e fala que colocou umas gotas de sonífero no copo do pai, e dá risada A Soraia chega em seguida e fala para a mãe não gritar alto, nos beijamos e vou com a mãe delas para nosso puteiro (quarto) passar a tarde enquanto o sogro cochila. Ficamos na cama namorando até aquecer, comecei num frango assado onde ela gemeu e xingou um monte, o riquinho que dormia ao nosso lado começa a chorar. A Soraia entra fala brava que pediu para a mãe maneirar nos gritos. E continuamos o fuk fuk até gozar dentro da xoxota. Paramos um tempo, onde ganhei muito carinho da sogra. O riquinho volta a dormir, a Soraia vem por cima, nos beijamos e ela fala para não fazermos barulho. Levanta e saí do quarto. Rindo e voltamos a nos beijar, empurro-a com a barriga sobre um travesseiro, vou por trás e começo a passar a língua e dedos do grelo ao cu, dando atenção a xoxota inchada. Ela morde o lençol enquanto goza na minha língua. Subo a língua gozada até seu cu, que ela abre os lados com suas mãos. Tento fazer a língua entrar no seu cu, ele pisca. Me levanto o monto, enfiando o cacete no cu. Ela rebola a cada centímetro que entra, depois ela comanda prendendo e soltando, aos pouco o cacete vai sumindo. Ela aguentou até eu gozar no fundo então gritou mesmo. não só gritou como amoleceu. A porta se abre de novo, entra so Sônia e fala:
- Assim o pai vai acordar. Se controla mamãe.
Terminamos ali e fomos tomar banho, onde meti na sua xoxota de novo, debaixo do chuveiro. Saímos do quarto e estava tudo igual. Ninguém havia chegado e o Victor continuava dormindo. Logo me sogro saí do quarto perguntando da festa, em instantes começam a chegar vários carros , os meus colaboradores estão chegando, direto pra piscina. A maioria do pessoal chegou junto, e a festa pegou fogo. Todo mundo alegre, se divertindo, bebendo, comendo, nadando. A noite chegou e o pessoal mais embalado, o efeito álcool estava começando. Quando foi umas 21 horas o primeiro casal foi embora, avisando que voltaria no dia seguinte. E a festa foi diminuindo, sobraram dois colaboradores mais jovens com namoradas eles pediram se poderiam dormir ali, mostrei o local, colocamos 2 colchões de casal no chão e disse fiquem a vontade. Entrei em casa e estavam preparando para dormir, levei a menina para o quarto onde os avós vão dormir, e como sempre contei uma estorinha para a menina dormir. Meu genro, deitado, ficou atento ao que eu fazia. A menina dormiu, levantei a cobri e dei-lhe um beijinho de noite, desejei boa noite ao menino e o sogro e saí do quarto, a Marli esperando do lado de fora para dar o boa noite. Ao lado da porta, sem que meu sogro visse, empurro ela na parede, encosto esfregando nela e dou-lhe um beijo de língua, que a deixa ofegante. Solto-a e digo que ela ficará com desejo de estar no puteiro ao lado. Ela cena afirmativamente e vai em direção ao quarto onde está o Victor e as crianças, enquanto eu vou ao puteiro, onde estão minha puta amada, minha cunhada safada e meu riquinho. No quarto a Soraia da de mamar ao riquinho, sentada na cama ao lado da Sônia. Beijo a Soraia e deito ao lado da Sônia e começamos a namorar. Quando o riquinho volta ao berço a Soraia vem participar do namoro. Fiquei metendo na Sônia, deitada de pernas abertas e namorando a Soraia. Depois que gozamos deitamos, eu no meio abraçando a Soraia e sendo abraçado pela Sônia e assim dormimos.
Acordamos cedo, dei leitinho na boca da Soraia no banheiro, tomamos banho e comi a Soraia no chuveiro. Fui comprar pães, com a Marli, aproveitando para dar "atenção" a ela, que teve que dormir com o marido (meu sogro). Voltamos e, terminando nosso café da manhã, o pessoal começa a retornar para continuar a festa. O sol já começa a queimar, o dia promete. Ao acabarmos de tomar o café da manhã a Marli diz que vai colocar o maiô para aproveitar a piscina. Digo que tenho um presente para ela. Seguro em sua mão e a levo para dentro de casa. Vamos ao puteiro (quarto), dou um embrulho a ela, que me beija. Ao abrir o presente vê um maiô, fica feliz, vira-se e pede para abrir seu vestido, abaixo o zíper e o vestido caí, abraço-a por trás, subo as mãos levantando seu soutien e pegando seus seios, enquanto beijo seu pescoço. Depois abaixo a calcinha deixando-a nua e beijo sua xoxota. Depois ajudo-a e vestir o maiô, cavado. Ela olha-se no espelho e me agarra, beijando, feliz pelo presente. Ela me pergunta:
- O presente é só o maiô ou o ajudante de troca vem junto?
- Quando precisar do ajudante é só pedir...
- Gostoso lindo. - Me dá outro beijão de língua. Saímos do quarto e voltamos para a festa.
A Soraia ao ver-nos se aproxima, me agarra e beija, dizendo:
- Mamãe, a senhora está linda!
- Obrigada, presente do meu genrinho amado. - Me abraça apertado e dá um beijo no rosto.
A festa segue sem maiores lances até que início da tarde o tempo começa a mudar, aviso que quando chove um pouco mais forte a estrada fica intransitável. Houve várias ocasiões que fiquei ilhado ali. Todos começaram a se mexer. As 17 horas todos os convidados haviam partido, ficaram a minha família, mais o sogro e a sogra. Estávamos terminando de dar uma arrumadinha e começa a chover, nos apressamos em por algumas coisas no carro e ir embora. Não deu tempo, começa cair uma tempestade. Corremos nos abrigar. Depois de meia hora de chuva intensa falo que dormiríamos ali, com certeza o caminho já estaria alagado. Arrumamos os quartos, fui contar estorinha para menina dormir, ao voltar para a sala meu sogro diz que gostou de ver a minha atenção para as crianças. A Marli chega, passando a mãos na minha cabeça. e fala para o marido:
- Nossas filhas conseguiram um marido de ouro.
- Começo a crer que é verdade. Meus parabéns.
A Marli desce a mãos pelas minhas costas e fica me acariciando, e nós de frente para o Victor. Logo ele diz que está com sono e vai deitar, a Marli diz já vai também. A Sônia puxa conversa com a mãe, fala que dessa vez foram cinco gotas. A Marli abre um sorriso maroto para a filha. Vira-se, beija-me e diz já volto, e vai para o quarto. Sobrou eu a Soraia e a Sônia, fechamos a casa, a chuva ainda caia. Fomos ao puteiro (quarto) e ficamos os três a namorar. Após alguns minutos a porta se abre e a Marli entra, tirando o pijama que usava e se jogando sobre mim, sua xoxota engole meu cacete, nem ligando para as filhas que estavam uma de cada lado. Me envolve em seus braços e nos beijamos ardorosamente (parece que não dá pra mim há vários dias). A Soraia cutuca e fala:
- Oiii, mãeee!
Ela olha para a Soraia e diz:
- O que você quer?
- O meu macho!
A Marli sorri, beija a filha e diz:
- Já vai... - e continua em cima de mim, com a cacete dentro dela. E começa e rebolar. Ergue-se e os seus seios balançam em minha cara. Ela se empenha em ter o cacete inteiro dentro dela. até soltar um gritinho de prazer, aconchega-se sobre mim e fala baixinho :
- Que macho gostoso...
A Sônia a empurra para sair de cima de mim, o que ela faz, depois de outro beijo ardente do desejo realizado. a Soraia, então me beija enquanto a Sônia mama meu cacete. Após alguns minutos a Sônia segura o mastro e fala para a Soraia:
- Vem mana, é todo seu.
A Soraia beija a irmã e senta no cacete, e aos pulinhos vai engolindo ele, parando para rebolar eventualmente. A Marli e a Sônia ficam, cada uma de um lado, vendo-nos, acariciando e beijando-nos. A sensação é indescritível. Estou fervendo, o tesão só cresce. Numa das vezes que a Soraia quica eu a seguro com cacete enterrado nela e gozo, ela dá um gritinho, sorri safadamente para mim e apoia-se no meu peito. Me abraça e nos beijamos. Ainda não terminou, a Sônia continua queimando. Então depois de alguns minutos com a Soraia volto a atenção para a Sônia, que se derrete finalmente com a minha atenção a ela. Passei a estimulá-la, ela fica de quatro, deixando que me aproveitasse de suas partes. Lambi e dedilhei sua xoxota e cu, fazendo ela pedir meu cacete nela. Ela dá aquela fatal piscada de cu, montei nela, enterrando o cacete no cu dela, que geme quando a cabeça entra. Olho de lado e a Marli está lambendo a xoxota da Soraia, ao meu lado, coma bunda para mim. Passo a meter no cu da Sônia e apalpar a bunda da Marli. Quando a Sônia goza a primeira vez acelero as estocadas, para enterrar o mais que consigo e gozarmos juntos. Nós dois desmontamos depois dessa gozada. A Marli divide com a Soraia a limpeza do meu cacete, deixam ele limpo e em pé rapidamente. Então a Soraia senta de costas para mim agasalhando meu cacete no seu cu. Só me deixando em paz depois de ganhar gozada no cu também. A Marli, a contra gosto me dá mais uns beijos e carinho veste-se e saí do quarto. Dormimos nós três abraçados. Era mais de 4 horas da manhã. Na manhã da segunda-feira fui com o Victor comprar pães e ver como estava a estrada. Mais uma ou dois horas teria como sair de lá. Voltamos tomamos nosso café da manhã, terminamos de arrumar os carros e fomos embora. Conseguimos cruzar o trecho onde alagou e fomos começar a última semana do natal. Já avisando que o natal passaríamos na chácara também, mas só nossa família.
Finalmente uns dias de calmaria. Semana passada não fizemos nada na chácara, nem minha sogra apareceu nos últimos 10 dias. Mas como está chegando o natal, vou fazer festa para os pessoal das minhas 2 lojas. Avisei a todos, fechando a loja todo mundo para a chácara, pode levar marido, esposa, namorado(a), filhos. Todos confirmaram, mais minhas mulheres e o sogro. Avisei, começa no fim da tarde de sábado e vira até a noite de domingo, quem aguentar fica, quem não, tem colchão espalhado pela casa. Minha família que é eu, minha puta amada Soraia, o riquinho meu filho com a Soraia, minha cunhadinha Sônia e um casal de filhos pequenos fomos já na sexta a noite, para arrumar o lugar. Nosso filho só mama e dorme, os dois da Sônia nem entraram e foram correndo para o gramado. Levando várias coisas do caro para dentro de casa, outras tantas já estavam na área gourmet, onde será a festa, com a piscina também. Paramos depois das 22 horas, fomos as crianças na cama, eu tenho que contar uma estorinha para menina dormir. Fomos os três para nosso puteiro (quarto) namorar e dormir. Primeiro fiquei com a Sônia, depois com a Soraia. Concordamos em pegar leve hoje porque amanhã o bicho vai pegar.
No sábado acordamos cedo, fomos ao mercadinho, eu a Sônia e as crianças. A Soraia ficou para fazer o café e arrumar a mesa, além de pôr o riquinho pegar um solzinho até voltarmos. Voltamos logo e tomamos o café da manhã ao lado da piscina, depois terminar de arrumar o lugar. Quando foi umas dez e trinta chegam minha meu sogro com a sogrinha, que chegou dando um beijo no rosto e apertando meu cacete por cima da bermuda. Perguntam se podem ajudar, olho para a Marli (a sogra) e falo que ela poderia preparar uma comidinha bem gostosa que o seu genro está querendo comer. o Victor (o sogro) diz que é boa ideia. Ela olha com uma cara de malícia e diz que vai preparar algo saboroso para mim. Vira e, sem o marido ver, dá uma empinada na bunda e vai para dentro de casa. Em menos de uma hora, está um cheiro delicioso no ar, ela aparece na porta e chama:
- Genrinho querido vem ver o que fiz para você.
Subi para a casa rapidinho, cheguei na porta, passei a soleira ela me pega num beijo de língua, vira-se encosta em mim, pega nas minhas mãos e leva encoxando ela até cozinha. Põe eu sentado numa das pontas e dá umas esfregada de seio na minha cara, que a Soraia vê, logo atrás chegam os outros e não viram nada. Logo depois do almoço o Victor, como dá um cochilo em algum canto, mostro o quarto onde ele pode dormir, ele entra e fecha a porta. A Sônia chega em mim e na Marli e fala que colocou umas gotas de sonífero no copo do pai, e dá risada A Soraia chega em seguida e fala para a mãe não gritar alto, nos beijamos e vou com a mãe delas para nosso puteiro (quarto) passar a tarde enquanto o sogro cochila. Ficamos na cama namorando até aquecer, comecei num frango assado onde ela gemeu e xingou um monte, o riquinho que dormia ao nosso lado começa a chorar. A Soraia entra fala brava que pediu para a mãe maneirar nos gritos. E continuamos o fuk fuk até gozar dentro da xoxota. Paramos um tempo, onde ganhei muito carinho da sogra. O riquinho volta a dormir, a Soraia vem por cima, nos beijamos e ela fala para não fazermos barulho. Levanta e saí do quarto. Rindo e voltamos a nos beijar, empurro-a com a barriga sobre um travesseiro, vou por trás e começo a passar a língua e dedos do grelo ao cu, dando atenção a xoxota inchada. Ela morde o lençol enquanto goza na minha língua. Subo a língua gozada até seu cu, que ela abre os lados com suas mãos. Tento fazer a língua entrar no seu cu, ele pisca. Me levanto o monto, enfiando o cacete no cu. Ela rebola a cada centímetro que entra, depois ela comanda prendendo e soltando, aos pouco o cacete vai sumindo. Ela aguentou até eu gozar no fundo então gritou mesmo. não só gritou como amoleceu. A porta se abre de novo, entra so Sônia e fala:
- Assim o pai vai acordar. Se controla mamãe.
Terminamos ali e fomos tomar banho, onde meti na sua xoxota de novo, debaixo do chuveiro. Saímos do quarto e estava tudo igual. Ninguém havia chegado e o Victor continuava dormindo. Logo me sogro saí do quarto perguntando da festa, em instantes começam a chegar vários carros , os meus colaboradores estão chegando, direto pra piscina. A maioria do pessoal chegou junto, e a festa pegou fogo. Todo mundo alegre, se divertindo, bebendo, comendo, nadando. A noite chegou e o pessoal mais embalado, o efeito álcool estava começando. Quando foi umas 21 horas o primeiro casal foi embora, avisando que voltaria no dia seguinte. E a festa foi diminuindo, sobraram dois colaboradores mais jovens com namoradas eles pediram se poderiam dormir ali, mostrei o local, colocamos 2 colchões de casal no chão e disse fiquem a vontade. Entrei em casa e estavam preparando para dormir, levei a menina para o quarto onde os avós vão dormir, e como sempre contei uma estorinha para a menina dormir. Meu genro, deitado, ficou atento ao que eu fazia. A menina dormiu, levantei a cobri e dei-lhe um beijinho de noite, desejei boa noite ao menino e o sogro e saí do quarto, a Marli esperando do lado de fora para dar o boa noite. Ao lado da porta, sem que meu sogro visse, empurro ela na parede, encosto esfregando nela e dou-lhe um beijo de língua, que a deixa ofegante. Solto-a e digo que ela ficará com desejo de estar no puteiro ao lado. Ela cena afirmativamente e vai em direção ao quarto onde está o Victor e as crianças, enquanto eu vou ao puteiro, onde estão minha puta amada, minha cunhada safada e meu riquinho. No quarto a Soraia da de mamar ao riquinho, sentada na cama ao lado da Sônia. Beijo a Soraia e deito ao lado da Sônia e começamos a namorar. Quando o riquinho volta ao berço a Soraia vem participar do namoro. Fiquei metendo na Sônia, deitada de pernas abertas e namorando a Soraia. Depois que gozamos deitamos, eu no meio abraçando a Soraia e sendo abraçado pela Sônia e assim dormimos.
Acordamos cedo, dei leitinho na boca da Soraia no banheiro, tomamos banho e comi a Soraia no chuveiro. Fui comprar pães, com a Marli, aproveitando para dar "atenção" a ela, que teve que dormir com o marido (meu sogro). Voltamos e, terminando nosso café da manhã, o pessoal começa a retornar para continuar a festa. O sol já começa a queimar, o dia promete. Ao acabarmos de tomar o café da manhã a Marli diz que vai colocar o maiô para aproveitar a piscina. Digo que tenho um presente para ela. Seguro em sua mão e a levo para dentro de casa. Vamos ao puteiro (quarto), dou um embrulho a ela, que me beija. Ao abrir o presente vê um maiô, fica feliz, vira-se e pede para abrir seu vestido, abaixo o zíper e o vestido caí, abraço-a por trás, subo as mãos levantando seu soutien e pegando seus seios, enquanto beijo seu pescoço. Depois abaixo a calcinha deixando-a nua e beijo sua xoxota. Depois ajudo-a e vestir o maiô, cavado. Ela olha-se no espelho e me agarra, beijando, feliz pelo presente. Ela me pergunta:
- O presente é só o maiô ou o ajudante de troca vem junto?
- Quando precisar do ajudante é só pedir...
- Gostoso lindo. - Me dá outro beijão de língua. Saímos do quarto e voltamos para a festa.
A Soraia ao ver-nos se aproxima, me agarra e beija, dizendo:
- Mamãe, a senhora está linda!
- Obrigada, presente do meu genrinho amado. - Me abraça apertado e dá um beijo no rosto.
A festa segue sem maiores lances até que início da tarde o tempo começa a mudar, aviso que quando chove um pouco mais forte a estrada fica intransitável. Houve várias ocasiões que fiquei ilhado ali. Todos começaram a se mexer. As 17 horas todos os convidados haviam partido, ficaram a minha família, mais o sogro e a sogra. Estávamos terminando de dar uma arrumadinha e começa a chover, nos apressamos em por algumas coisas no carro e ir embora. Não deu tempo, começa cair uma tempestade. Corremos nos abrigar. Depois de meia hora de chuva intensa falo que dormiríamos ali, com certeza o caminho já estaria alagado. Arrumamos os quartos, fui contar estorinha para menina dormir, ao voltar para a sala meu sogro diz que gostou de ver a minha atenção para as crianças. A Marli chega, passando a mãos na minha cabeça. e fala para o marido:
- Nossas filhas conseguiram um marido de ouro.
- Começo a crer que é verdade. Meus parabéns.
A Marli desce a mãos pelas minhas costas e fica me acariciando, e nós de frente para o Victor. Logo ele diz que está com sono e vai deitar, a Marli diz já vai também. A Sônia puxa conversa com a mãe, fala que dessa vez foram cinco gotas. A Marli abre um sorriso maroto para a filha. Vira-se, beija-me e diz já volto, e vai para o quarto. Sobrou eu a Soraia e a Sônia, fechamos a casa, a chuva ainda caia. Fomos ao puteiro (quarto) e ficamos os três a namorar. Após alguns minutos a porta se abre e a Marli entra, tirando o pijama que usava e se jogando sobre mim, sua xoxota engole meu cacete, nem ligando para as filhas que estavam uma de cada lado. Me envolve em seus braços e nos beijamos ardorosamente (parece que não dá pra mim há vários dias). A Soraia cutuca e fala:
- Oiii, mãeee!
Ela olha para a Soraia e diz:
- O que você quer?
- O meu macho!
A Marli sorri, beija a filha e diz:
- Já vai... - e continua em cima de mim, com a cacete dentro dela. E começa e rebolar. Ergue-se e os seus seios balançam em minha cara. Ela se empenha em ter o cacete inteiro dentro dela. até soltar um gritinho de prazer, aconchega-se sobre mim e fala baixinho :
- Que macho gostoso...
A Sônia a empurra para sair de cima de mim, o que ela faz, depois de outro beijo ardente do desejo realizado. a Soraia, então me beija enquanto a Sônia mama meu cacete. Após alguns minutos a Sônia segura o mastro e fala para a Soraia:
- Vem mana, é todo seu.
A Soraia beija a irmã e senta no cacete, e aos pulinhos vai engolindo ele, parando para rebolar eventualmente. A Marli e a Sônia ficam, cada uma de um lado, vendo-nos, acariciando e beijando-nos. A sensação é indescritível. Estou fervendo, o tesão só cresce. Numa das vezes que a Soraia quica eu a seguro com cacete enterrado nela e gozo, ela dá um gritinho, sorri safadamente para mim e apoia-se no meu peito. Me abraça e nos beijamos. Ainda não terminou, a Sônia continua queimando. Então depois de alguns minutos com a Soraia volto a atenção para a Sônia, que se derrete finalmente com a minha atenção a ela. Passei a estimulá-la, ela fica de quatro, deixando que me aproveitasse de suas partes. Lambi e dedilhei sua xoxota e cu, fazendo ela pedir meu cacete nela. Ela dá aquela fatal piscada de cu, montei nela, enterrando o cacete no cu dela, que geme quando a cabeça entra. Olho de lado e a Marli está lambendo a xoxota da Soraia, ao meu lado, coma bunda para mim. Passo a meter no cu da Sônia e apalpar a bunda da Marli. Quando a Sônia goza a primeira vez acelero as estocadas, para enterrar o mais que consigo e gozarmos juntos. Nós dois desmontamos depois dessa gozada. A Marli divide com a Soraia a limpeza do meu cacete, deixam ele limpo e em pé rapidamente. Então a Soraia senta de costas para mim agasalhando meu cacete no seu cu. Só me deixando em paz depois de ganhar gozada no cu também. A Marli, a contra gosto me dá mais uns beijos e carinho veste-se e saí do quarto. Dormimos nós três abraçados. Era mais de 4 horas da manhã. Na manhã da segunda-feira fui com o Victor comprar pães e ver como estava a estrada. Mais uma ou dois horas teria como sair de lá. Voltamos tomamos nosso café da manhã, terminamos de arrumar os carros e fomos embora. Conseguimos cruzar o trecho onde alagou e fomos começar a última semana do natal. Já avisando que o natal passaríamos na chácara também, mas só nossa família.
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