Minha filha de 11 anos "Pai… isso duro é seu pau?!"
Foi essa frase que me deixou maluco. Me chamo Mario, sou casado com Sônia e tenho uma deliciosa garotinha de 11 anos, a Beatriz, ou Bia como a chamamos. Bia tem cabelo claro quase loiro e branquinha, mas por ser muito moleca e estar sempre brincando na rua, tem um bronzeado dourado. Ela tem um corpo que é uma versão mais jovem da mãe, tem um belo par de pernas e um bumbum até grande pra idade, os seios agora que estão aparecendo, então os mamilos são apenas “bicudinhos”.
Estávamos voltando de um passeio que fizemos a praia que fica perto da casa da minha sogra. Para entender como estávamos dispostos no carro, minha esposa no volante, minha sogra no carona, eu e Bia atrás. Ela no meu colo de biquíni molhado usando um roupão de banho de adulto, não achamos o da Bia. A viagem era curta, uns 40 min até a casa da sogra. Na praia, questionei minha esposa por comprar um biquíni, esses que amarram com lacinho, tão pequeno para nossa filha.
sônia: nem é tão pequeno, ela que é toda grandona
e deu tapa na bunda da Bia que balançou e me fez notar que belo rabo minha filha tinha.
Bia: ai mãe… isso dói!
Sônia: manhosa!
Bia: Olha, ficou a marca né pai!?
ela pergunta isso se empinando para o meu lado. Aproveitei a deixa pra poder admirar, realmente minha filha é bem desenvolvida para idade. meu pau deu até uma despertada, agradeci por estar de bermuda.
eu: só um pouco vermelha amor.
e passo a mão como se estivesse limpando. A questão é que aquela imagem me perturbou. E quando voltamos, ela sentou no meu colo para não molhar o carro, o meu pau endureceu na hora, Bia se ajeitava para encontrar uma posição confortável. Meu pau não é dos maiores, 17 cm, mas é bem grosso,quando duro faz um bom volume, resumindo, não é algo que uma ninfeta de 11 anos ia sentar sem sofrer um pouco. E agora a Bia estava sentada de costas pra mim, aconchegando minha rola no seu rego. Do nada ela vira e diz baixinho.
Bia: "Pai… isso duro é seu pau?!"
eu congelei, pq minha esposa e sogra estavam na frente do carro é poderia ter ouvido. E baixinho continuou.
Bia: tá durão!
Ao falar isso ela deu uma espécie de reboladinha. senti um choque, quase dei uma estocada instintiva pra responder a provocação. Mas me segurei.
eu: não é não filha, é pano da bermuda
Bia: num é pai, da pra sentir
eu: ta bom amor, fala baixinho, senão a mamãe briga com nos dois
Bia: ta bom!
o problema e que agora ela ficava rebolando, como e rachinha dela ficou em cima do pau, sem querer ela estava se estimulando, a safadinha curtiu a sensação. E após o susto, comecei a tomar coragem. segurei pela cintura, e passei a puxa-la contra meu corpo. Ela curtiu. Sempre olhava se as duas na frente não estava notando algo, conversavam que nem nos notaram, o tesao era tanto que fiquei mais ousado, meti a mao dentro da parte da baixo do biquini, Bia deu um sobressalto e virou rosto como se perguntasse “o que o senhor ta fazendo?”
eu: papai vai brincar, fica quietinha tá?
bia: aham..
Desci a mão ate a xaninha dela, tava empadada e não era água praia, forcei o dedo para dedo, bia ofegou. Com algum esforço achei o grelinho dela, ai passei a massagear. fazia movimento circulares bem devagar, e ela acompanha com o quadril, depois aumentei a velocidade, Bia fechou as pernas e deu um gemido audível.
Sônia: o que foi menina?
Bia: nada mãe (Sem jeito)
eu: foi um soluço amor. (massageio a costa dela pra fingir preocupação)
Sônia volta a prestar atenção na estrada. Bia se joga sobre mim relaxada e vai falar algo mas eu a interrompo sussurrando no seu ouvido “em casa a gente conversa”. Chegamos na casa da minha sogra, descarregamos as coisas e minha esposa e sogra foram no mercado. Assim que elas saem corro para o quarto onde estava hospedada. Bia estava na cama vendo desenho, puxo ela e coloco no colo e começo a beija-la, ela ri. Então a beijo na boca, não com selinho, mas de verdade enfio a língua nela, ela tenta fazer o mesmo sem jeito. ficamos nos agarrando por um tempo. Estava maluco e queria trepar com ela ali.
Eu: ama o papai, Bia?
Bia: muito
Eu: e quer continuar a brincadeira do carro?
Bia: quero sim!
Meto mais um beijo nela e ja arranco fora a parte de cima do biquíni. Vou beijando o pescoço ate e chupo do bico do seio que ainda estão desapontado, ela solta um gemidinho. Com uma das mãos vou explorando o corpinho até alcançar a alça desfazendo-o. Agora meu bebe ta nuazinha, deito ela na cama. Levanto e tiro a bermuda, a rola dura salta pra fora. Bia se assusta com o tamanho, faço questão que ela veja, com um pouco de receio ela coloca a mão. passado o susto ela passa a manipular a rola, e começa a punheta-lo devagar, sem jeito, mas é bem gostoso. Ela é bem malvadinha e apertar com um pouco de força, mas não machuca.
bia: não doi?
Eu: não amor… é bom pegar nele?
Bia: é sim… e macio e duro ao mesmo tempo.
eu: você vai me dizer quando sentar nele
Bia: mas eu já sentei… no carro lembra (fala isso rindo)
Eu: não é desse jeito…
Bia: tem outro?
eu: tem… mas primeiro o papai vai fazer uma coisa muito gostosa.
Ela me encara com curiosidade. Peço para ela deitar de barriga para cima, abro sua pernas e admiro sua bucetinha, lisinha, nada de pelos, mas bem gordinha. coloco a mão em cima, e escorrego dedão sobre o grelinho, ela morde os lábios e sorria ansiosa. Movimento devagar, ela solta a cabeça na cama e começa a curtir. Vou fazendo movimento circulares e acompanho ela se contorcer. Sinto que ela esta ficando molhada, como no carro. Me posiciono entre suas pernas, pego meu pau vou pincelando a cabeça bem no meio da buceta, ela levanta a cabeça e olha. Bia geme a cada investida minha contra sua buceta. Paro e coloco o pau em cima da xaninha lisa e inchada. É claro o quanto é desproporcional.
Eu: olha amor, será que cabe tudo dentro?
Bia: não sei… parece muito grosso. Pai... O senhor vai meter ele em mim?
Eu: Eu quero amor… por isso está duro. vc nao quer amor?
Bia: ai pai… eu nao sei...hummm
Passo a esfregar o clitoris com a cabeça. Forço a entrada devagar, Bia faz uma carinha de aflita com a boca aberta. Vou ate sua boca e beijo, dou mamada nos pequenos seios e desco ate a xaninha. Beijo e começo a chupa-la, primeiro os lábios e depois o grelinho ela se contorce com força. Era algo novo, nunca sentiu aquilo, me empolgo e meto a língua até o fundo. Ela geme, pede mais, no frenesi ela tenta fechar as pernas, eu seguro. Chupo mais um tempo e ela tem um forte orgasmo. Vou ate ela e deito do ladinho. Ela se aninha no meu peito e adormece. Minha vontade era comer ela de todos os jeitos mas nada ainda. Ela dorme por uns 20 min. assim que acorda pergunto se ela ta bem e se gostou.
Bia: pai...isso foi muito gostoso. No carro senti… mas agora foi mais forte.
Eu: quer fazer de novo?
Bia: quero sim
Eu: mas antes tem que chupar o papai
Bia: chupar?
Seguro meu pau meia bomba que dormiu tmb esperando por ela. Papai te chupou, então vc tem fazer igual. Ela morde o lábio insegura, ela fixa o olhar na rola engrossando enquanto massageia.
Eu: Mas se nao quiser nao tem problema amor… vamo parar ta bom? Papai te ama e…
Bia: eu faço pai. Eu quero
Eu: isso amor, vem aqui!
Levanto e fico de pé do lado da cama, jogo o edredom no chao pra fazer um tapete. Sento na cama e mando ela ficar de joelhos na minha frente. Explico o básico da punheta e boquete. Ela segura o meu com a mao, e começa um vai e vem, ela ri e me olha.
Bia: assim pai?
Eu: isso amor, ta gostoso. Continua
Ver ela batendo uma pra mim e mais excitante do que o ato em si. Ela pega o jeitone se empolga.
Bia: posso chupar
Eu: claro amor… e todo seu.
Ela primero beija, mas logo vai lambendo, como havia explicado antes. Em seguida ela lambe a cabeca, ela estranha o "melzinho" peço que ela continue, quase implorando. Ela foca novamente e mete na boca, senhor que sensaçao. A visao de uma bebezinha, minha bebe, engolindo uma pica dura e unica. Bia tira da boca e diz.
Bia: é salgado papai!
Eu: é sim filha, quer parar?
Bia: nao… pera
Bia mete na boca de novo, ela arranha a glade com os dentes, eu sofro, e explico como ela deve fazer. Sempre paciente, pois nao quero q ela estranhe. Mais algumas dixas ela ja esta chupando e revezando na punheta. Esta tao gostoso que sinto.
Eu: isso amor… vai… nao para de bater
Ela mantem o ritmo, coloca na boca, fazendo forca pra engolir, ela deixa baba cair do labio ate a rola e continua batendo.
Eu: isso amor...papai vai gozar!!!
Ejaculo quatro esguijos fortes de porra para cima. Fazia muito tempo que nao gozava assim. Tem semem por todo o lado, no colchao, no chao e nas maos e nos bracos do meu amorzinho.
Eu: filha...desculpa. Veio muito rapido.
Bia: pai o que é isso?
Ela mostra a mao cheia de porra
Eu: e o leite do papai… foi tao bom que vc tirou leite de mim.
Bia: nao parece leite…
Eu: mas é… eu dou pra sua mae toda noite beber
Bia: credo, nao acredito.
Eu: é verdade amor
Ouco um som de carro, pulo como um gato, quase escorrego na porra no chao. Vou pra janela, era no vizinho do lado. Mas o susto me lembra que tenho que arrumar tudo antes das duas chegar. Bia reclama que queria ser chupada de novo.
Eu: amor… o que a gente fez aqui…
Bia: nao é pra contar nem pra mamãe nem pra vó
Eu: pra ninguem, muito menos pra elas. Segredo ta? Te amo.
Bia: ta bom papai, te amo tmb...muito, muito!
As duas chegaram apenas duas hiras depois. Podia ter aproveitado mais, mas era arriscado. Precisava esperar outra oportunidade.
Continua.
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