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Mamei o meu padrinho depois de descobrir que ele gostava

📅 Publicado em: 10/01/2026 01:02

👤 Autor: contos_anonimo

📂 Categoria: Gay

🏷️ Tags: #Gay
A luz do fim de tarde entrava pelo corredor lateral da casa, desenhando sombras compridas sobre o piso de

granito frio. Muriel, 25 anos, entrou devagar com os tênis rangendo de leve, o coração martelando contra o

peito. Há três semanas ele descobrira, por uma conta falsa no Instagram, que o padrão, o Dr. Marcel,

prestigiado clínico de quarenta e sete anos—marcava encontros com caras em motéis de beira de estrada,

sempre com as escondidas, e até matinha um relacionamento com outro homen. A informação queimava como ácido. Durante toda a vida,

Eu admirava o meu padrinho. Agora, o mesmo homem surgia em mensagens picantes, e marcações de encontros escondidos. Vamos entrando respondeu a voz grave do meu padrinho, entrando a sua casa a minha frente.

Fui entrando, o meu padrinho como sempre elegante usava apenas camisa social branca, os primeiros botões abertos, e calça cinza que acentuava o volume em sua calça. Dentro de casa ele me ofereceu um copo de água, e disse sente-se para que eu sentasse no sofá. Já eram sete e meia da noite, e então eu disse.

“Descobri tudo.” A minha voz soou rouca de adrenalina. “todas as suas mensagens para outros homens, os encontros marcados, e até seu relacionamento, eu sei de tudo. Não tô aqui para te expor, padrinho. Mas quero entender.”

O silêncio abriu-se pesado entre eles,

preenchido apenas pelo engolir seco do médico. “Isso não é conversa para você, eu não sei do que está falando”, ele murmurou,

apertando a ponte do nariz, “e como assim de onde você tirou essa história?.”

“Então me diga que é mentira,” eu insisti, dando um passo. “Diga que não é você, que manda mensagem desta forma, e mostrando as mensagens, e tem esse relacionamento.”

O olhar do meu padrinho fulminou-me por um segundo; depois, os ombros abateram-se. Parecia uma armadura

caindo pesada no chão. “Sim, é verdade,” respondeu ele, quase num sussurro. “Mas ninguem não pode saber. Ninguém

pode.”

A confissão detonou algo dentro de mim. Senti o estômago se contrair, calor subindo rapidamente pelas

costas. O ambiente climatizado pareceu, de repente, insuportavelmente quente. A imagem do meu padrinho nos

braços de outros rapazes acendeu uma centelha que ele já tinha: desejo. Não curiosidade apenas, um

desejo seco, urgentemente físico. Aproximei-me mais, a boca seca, o som do meu próprio sangue latejando nos

ouvidos. Quando fiquei a um palmo, parei. “Posso tocar?” perguntou baixo, sem saber exatamente o que pedia.

Meu padrinho entreabriu a boca para protestar, mas a voz morreu na garganta. O silêncio, porém, era permissão

suficiente. Eu me inclinei, os lábios tocando primeiro a curva quente do pescoço, depois roçando a barba por

sentir o aroma amadeirado do desodorante misturado ao suor. Ele deu um leve soluço, “Você não sabe o que está fazendo,” ele

rosnou, mãos tremendo.

“Sei sim.” respondi, deslizei a língua pelo traçado da veia lateral do pescoço, até o ponto em que a barba rareava,

senti o gosto de especiaria e suor. Suas mãos, minhas mãos, seguraram os quadris do meu padrinho por cima da camisa,

depois abaixaram, buscando o cinto. A fivela tilintou ao se abrir; o zíper desceu pausadamente, como cada dente

arranhava a expectativa. Ele respirou fundo, o peito estufando, mas não me empurrou para trás.

A calça desabou até os joelhos, deixando à mostra cueca boxer de algodão pálido abarrotada por um volume

perceptível. O pau do médio estava semicongelado, pulsando sob a malha, o contorno grosso de cabeça roliça

salientando-se. Eu me ajoelhei ali mesmo, sobre o carpete cinza, sentindo o frio subir pelas coxas. Puxei a

cintura da cueca para baixo, devagar, até a folga deixar o membro saltar, ereto, rosado na ponta, as veias

azuladas ramificando-se pela haste espessa de quase vinte centímetros. O cheiro de sexo fresco bateu-lhe no

rosto, uma mistura de desejo reprimido e sabonete hospitalar.

Sem cerimônia: abri a boca, deslizei a língua sob a glande por sentir o sabor salgado da fimose ainda

retraída, depois engoli até mais da metade. Meu padrinho soltou um gemido rouco, as costas doendo contra a parede. A mão minha mão esquerda segurou a base do cacete, apertando suave, enquanto minha boca subia

e descia num ritmo lento, lambendo o saco do topo, sugando o ponta da cabeça. A saliva escorreu-lhe do canto

dos lábios, caindo nos próprios joelhos, mas ele nem liguei — queria sentir mais.

“Não para, Murielzinho…” o médico murmurou, a voz quebrada. A mão que antes tremia agora repousava na minha cabeça, sem pressionar, apenas orientando. Os dedos enfiaram-se entre mechas de cabelo preto curto,

acariciando, mas por vezes cerrando de prazer quando o eu engolia mais fundo. O gosto aumentava: notas de

pele quente, toque leitoso de pré-sêmen que impregnava a ponta da língua.

Eu parei por uns segundos, só para admirar o pau babado reluzendo sob a luz dourada que entrava pela

janela. “Você é mais gostoso do que imaginei Dindo,” confessou, ofegante. “Queria isso há semanas.” voltei a abocanhar,

agora abrindo um pouco mais a mandíbula, fazendo o tronco deslizar até tocar a garganta. O reflexo quase o

fazia engasgar, mas controlei a respiração, acolhendo o membro inteiro numa entrada só. A nuca do meu padrinho

caiu para trás, o peito peludo, a camisa abrindo ainda mais e revelando os pelos pretos entre os mamilos.

A sala ecoava com sons úmidos e ofegantes, o clap-clap da minha boca fechando sobre a carne, o roce de

pernas que se moviam, ansiosas. Quando eu apertei os lábios na base e rocei a língua por baixo da haste,

senti o meu dindo inteiro tremer. “Vai gozar?” perguntei, um fio de saliva ligando-o ao pau. “Quero tomar tudo.”

Ele não respondeu com palavras; simplesmente guiou a cabeça de volta, um leve empurrão que dizia sim.

Voltei a sugar com mais gosto, a mão agora masturbando em sincronia com a boca, acelerando

gradualmente. O volume do cacete parecia crescer mais, as veias latejando contra o forro interno da bochecha.

Então veio o primeiro espasmo: um jato espesso, quente, espalhando-se num estalar pela minha língua e toda a boca. Eu

engasguei por um segundo, mas abri a garganta, deixando o gozo escorrer direto, saboreando a salgada

intensidade que invadia. Outro jato, outro, até a boca ficar tão cheia que um resto escorreu pelo canto dos

meus lábios, caindo no queixo.

Quando acabou, permaneci ajoelhado, chupando de leve, limpando a ponta com lambidas lentas, como

saboreando cada centímetro. Finalmente soltei o pau, já meia bomba, e passei o dorso da mão pela boca,

recolhendo o sêmen derramado.

Meu padrinho, ainda prostrado contra a parede, suspirou fundo, a voz trêmula. “Ninguém pode saber,” repetiu,

quase num lamento. “Nem sua mãe, ninguém. Isso não pode se repetir.”

Eu me levantei, sentindo o joelho ranger. “Mas pode,” respondi, limpando-me do resto do gozo com a minha

língua, o gosto ainda vibrando em cada palavra. “Pode sim. Só depende do senhor querer de novo.”

O silêncio que se seguiu pareceu pesar toneladas, mas nos olhos do meu padrinho, havia um brilho que não era só culpa

, era fome adiada, era medo, era o desejo que agora tinha nome. Do lado de fora, a noite caía completamente;

o primeiro neon da rua acendeu, tingindo o vidro de vermelho.
Nenhuma reação ainda.

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