Perdi o cabaço com 11 anos
Eu sempre fui uma criança hiper sexualizada. Desde muito novo gostava de "brincar" com meu pinto, o que é normal pra qualquer menino. Sou filho único de mãe solteira e, não raras vezes, minha mãe trazia seus namorados em casa e eu os espiava fazendo sexo. Hoje sei que minha mãe gostava da coisa e era o que chamam de “puta”.
Ver minha mãe trepando com os machos dela foi me deixando cada vez mais com tesão e logo passei a bater punhetas pensando nas transas dela. Curiosamente, passei a reparar mais nos homens do que nela.
Com 11 anos passei a cheirar suas calcinhas e, naturalmente, comecei a vesti-las, apesar de serem minúsculas, ficavam um pouco folgadas em mim. Também comecei a usar outras roupas dela e passava batom quando estava só em casa.
Nessa época tinha a turma da rua com meninos de variadas idades, eu era o mais novo e já demonstrava meu jeito delicado. Entre os meninos, tinham dois mais velhos e bem safados: Vitor de 13 anos e Juninho de 15 anos. Esses dois viviam me bolinando, principalmente quando estávamos só nós três. Eu adorava suas encoxadas e sentia o pau deles duro debaixo do shorts.
Certo dia fui na casa do Juninho jogar videogame e Vitor estava lá. Enquanto estava jogando, os dois me bolinavam e ficaram nus, ambos já de pau duro. Eu tinha 11 anos e já tinha visto alguns cacetes, mas nunca tão perto e nunca tinha colocado a mão em um. Parei de jogar e comecei a punhetar um em cada mão. Eram paus de tamanho compatível com a idade deles, nada muito grande. Juninho empurra minha cabeça pro pau dele e eu abocanho. Apesar de desajeitado, Juninho gemia gostoso, enquanto Vitor tirou meu shorts e ficou brincando com meu cuzinho virgem.
Vitor me colocou de 4, enquanto chupava Juninho, e tentou meter. Não rolou porque não tinha lubrificação e eu recuava a cada investida dele. Juninho disse que tinha que cuspir bem no meu cu senão não entrava. Juninho disse que ia mostrar como faz e trocou de posição com Vitor. Passei a chupar Vitor, que gemia a cada investida minha, e Juninho cuspiu no meu cu e foi enfiando o dedo.
Mal sabiam eles que aquele menino delicado de 11 anos não era tão inocente quanto pensavam. Eu já brincava com meus dedos no cuzinho e não era novidade pra mim. Juninho foi investindo no meu cu e cuspindo mais. Colocou a cabeça da rola na entrada e forçou um pouco, eu pulei e vi que era bem diferente do dedo. Me puxou pela cintura e tentou novamente, com mais cuidado. Senti entrar a cabeça e doeu. Me segurou firme pra não sair e foi forçando mais, eu gemi e soltei um grito: “Ai, tá doendo!”.
Juninho foi enfiando cada vez mais, mesmo sob meus protestos, e socou tudo. Eu tremia e sentia dor, mas estava gostando. Começou um vaivem e meu pintinho estava durinho, apesar de um certo desconforto, sentia prazer. Não demorou muito e Juninho gozou dentro de mim. Senti a porra dele escorrendo e Vitor não perdeu tempo e meteu logo em seguida. Foi mais fácil, pois já tinha lubrificação e já estava largo. Em minutos Vitor também gozou.
Fui pro banheiro e caguei toda a porra deles, não lembro de ter visto sangue, mas lembro da dor e da ardência.
Antes de ir embora, Juninho disse que era segredo nosso e ameaçou me dar uma surra se contasse. Claro que não contaria pra ninguém.
Voltei pra casa feliz por ter perdido a virgindade e corri pra bater uma punheta vestindo uma calcinha minúscula da minha mãe. Nessa época minha porra era ainda bem transparente, mas a sensação era maravilhosa.
Bom, virei a putinha dos dois por um tempo e melhoramos muito a transa. Cheguei até usar roupas da irmã mais nova do Juninho, que não era tão sexys quanto as da minha mãe, mas me serviam bem.
No próximo vou contar sobre o meu tio...
Ver minha mãe trepando com os machos dela foi me deixando cada vez mais com tesão e logo passei a bater punhetas pensando nas transas dela. Curiosamente, passei a reparar mais nos homens do que nela.
Com 11 anos passei a cheirar suas calcinhas e, naturalmente, comecei a vesti-las, apesar de serem minúsculas, ficavam um pouco folgadas em mim. Também comecei a usar outras roupas dela e passava batom quando estava só em casa.
Nessa época tinha a turma da rua com meninos de variadas idades, eu era o mais novo e já demonstrava meu jeito delicado. Entre os meninos, tinham dois mais velhos e bem safados: Vitor de 13 anos e Juninho de 15 anos. Esses dois viviam me bolinando, principalmente quando estávamos só nós três. Eu adorava suas encoxadas e sentia o pau deles duro debaixo do shorts.
Certo dia fui na casa do Juninho jogar videogame e Vitor estava lá. Enquanto estava jogando, os dois me bolinavam e ficaram nus, ambos já de pau duro. Eu tinha 11 anos e já tinha visto alguns cacetes, mas nunca tão perto e nunca tinha colocado a mão em um. Parei de jogar e comecei a punhetar um em cada mão. Eram paus de tamanho compatível com a idade deles, nada muito grande. Juninho empurra minha cabeça pro pau dele e eu abocanho. Apesar de desajeitado, Juninho gemia gostoso, enquanto Vitor tirou meu shorts e ficou brincando com meu cuzinho virgem.
Vitor me colocou de 4, enquanto chupava Juninho, e tentou meter. Não rolou porque não tinha lubrificação e eu recuava a cada investida dele. Juninho disse que tinha que cuspir bem no meu cu senão não entrava. Juninho disse que ia mostrar como faz e trocou de posição com Vitor. Passei a chupar Vitor, que gemia a cada investida minha, e Juninho cuspiu no meu cu e foi enfiando o dedo.
Mal sabiam eles que aquele menino delicado de 11 anos não era tão inocente quanto pensavam. Eu já brincava com meus dedos no cuzinho e não era novidade pra mim. Juninho foi investindo no meu cu e cuspindo mais. Colocou a cabeça da rola na entrada e forçou um pouco, eu pulei e vi que era bem diferente do dedo. Me puxou pela cintura e tentou novamente, com mais cuidado. Senti entrar a cabeça e doeu. Me segurou firme pra não sair e foi forçando mais, eu gemi e soltei um grito: “Ai, tá doendo!”.
Juninho foi enfiando cada vez mais, mesmo sob meus protestos, e socou tudo. Eu tremia e sentia dor, mas estava gostando. Começou um vaivem e meu pintinho estava durinho, apesar de um certo desconforto, sentia prazer. Não demorou muito e Juninho gozou dentro de mim. Senti a porra dele escorrendo e Vitor não perdeu tempo e meteu logo em seguida. Foi mais fácil, pois já tinha lubrificação e já estava largo. Em minutos Vitor também gozou.
Fui pro banheiro e caguei toda a porra deles, não lembro de ter visto sangue, mas lembro da dor e da ardência.
Antes de ir embora, Juninho disse que era segredo nosso e ameaçou me dar uma surra se contasse. Claro que não contaria pra ninguém.
Voltei pra casa feliz por ter perdido a virgindade e corri pra bater uma punheta vestindo uma calcinha minúscula da minha mãe. Nessa época minha porra era ainda bem transparente, mas a sensação era maravilhosa.
Bom, virei a putinha dos dois por um tempo e melhoramos muito a transa. Cheguei até usar roupas da irmã mais nova do Juninho, que não era tão sexys quanto as da minha mãe, mas me serviam bem.
No próximo vou contar sobre o meu tio...
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