Dei pica pra filhinha - Sua amiguinha
Passamos a ler contos eróticos, juntos, ela sentava em meu colo e liamos tudo quanto é tipo de incesto, em um conto envolvendo a amiga, ela me contou que havia dito pra amiga sobre o que tinha rolado, e durante ela está contando, ela passava a mão entre a saia da amiga, Flávia, de apenas 7 anos, a menina também era louca por incesto, e tinha vontade de fazer o mesmo com seu pai, mas ele era pastor de uma igreja, e ela tinha muito medo de tentar algo.
Eu tive uma ideia, na quarta-feira, eu chegaria cedo do trabalho, e por isso eu poderia dizer que levaria elas duas ao cinema, já que elas só estudavam de manhã, parecia ser um plano perfeito, Gabrielle pulou do meu colo e foi direto mandar mensagem pra Flávia, que se animou com a ideia, o Pai dela aceitou, mas antes ele gostaria de me conhecer, e por isso nos falamos um bom tempo pelo whatsapp, ele me deu uma lista de coisas que sua filha não podia fazer, coisas do tipo: Não tomar refrigerante, evitar açúcar. O homem era muito chato, o importante foi que ele deixou.
Chegando o dia, eu pegaria elas na escola, mas tive uma ideia melhor, assim que o pai de Flávia chegou com a menina, ele estava muito atrasado e por isso apenas deixou ela na calçada e já ia saindo, pedi para falar com ele, e ainda conversamos por quase 5 minutos, depois ele se despediu e foi embora, estávamos do outro lado da avenida, e ele pediu para eu atravessar as meninas, como um favor pelo atraso, nem deu tempo, assim que ele sumiu do campo de visão, puxei as meninas para perto de meu carro e elas entraram rápidas. Elas não estavam esperando por isso;
-O Que foi tio? -Pai, nós vamos nos atrasar.
-Calma meninas, que tal vocês não forem pra escola hoje?
-Sério, tio? perguntou a Flávia
-Sim, eu e Gabi fazemos isso sempre
As meninas ficaram felizes, pedi para elas sentarem no banco da frente, elas eram tão magrinhas que cabiam as duas, Gabi ficou do lado da janela e Flávia no meu lado, eu fiquei um tempo admirando aquela gatinha, uma linda garotinha de 7 anos, minha filha era neguinha, já Flávia tinha a pele clara como neve, seus cabelos loirinhos, amarrados de lado, e cheirava a perfume doce, desses infantis que tem desenhos de princesa na frente, sua farda limpinha, era óbvio que sua mãe quem havia arrumado aquela menina antes de sair, seu nariz fino e delicado, seus olhos castanhos claro, uma verdadeira princesinha, e em breve seria toda minha, a menina era bem extrovertida, e o tempo todo ficava conversando e rindo com minha filha.
Passamos em uma loja de doces, comprei jujuba, bom bom, chocolate e tudo quanto é doce de criança, no caminho de volta, já bem familiarizado com a menina, botei minha mão em sua coxa, por cima da saia, e fique alisando aquelas perninhas, finas e pequena, minha filha cochichou lago no ouvido da menina, que apenas riu de volta, eu desci minha mão até o seu joelho e subi novamente, subindo sua sainha de escola, era lindo ver as meninas usando aquelas saias como uniforme escolar, revelando sua calcinha de princesa, era rosinha e tinha vários corações branco, eu fazia movimentos leve, e fui direcionando minha mão até a testa de sua xoxotinha, por cima da calcinha eu fiquei alisando toda a extensão de sua perereca.
-Tá gostando meu amor?
-Sim titio!
-Pode me chamar de papai, se quiser, você vai ser minha filhinha 2.
-Tabom... papai...
Quando chegamos em casa, as meninas pegaram as sacolas e foram para o meu quarto comer os doces, eu fui primeiro no banheiro, fechei todas as janelas e então fui procurar as meninas, cheguei e elas estavam comendo os chocolates, tirei meu short e fiquei apenas com uma cueca box, era lindo ver as meninas na minha cama, usando seus uniformes escolares, cheguei por trás de minha filha, deixei ela de quatro abri sua xana e vi que estava avermelhada, ela me disse que ainda estava dolorido, então abri sua budinha e cuspi no seu cuzinho, direcionei meu pau em seu anus e introduzir meu pau levemente naquele cuzinho infantil, Flávia olhava a expressão de dor e de prazer da amiga, seu anelzinho era quente e super apertado, minha filha dava gritinhos.
ai aai pai, devagar, assim, aah ai
Eu não tirava os olhos de Flávinha, a menina nos olhava meio assustada, pedi para ela tirar sua calcinha e dar pra mim, ela atendeu e jogou sua peça íntima pra mim, peguei em minhas mãos, era pequenina quanto sua dona, qualquer pessoa que visse aquela calcinha de coraçãozinho, jamais imaginaria que a mesma criança que usa, seria capaz de aguentar um pau adulto. Dei uma boa cheirada, sentindo o aroma de sua inocência, seu cheiro infantil, misturado com o gosto do melzinho que minutos antes, havia exalado de sua pequena e delicada vagina.
O cheiro de Flavinha me levou as alturas, quase gozei no cuzinho de Gabrielle, pedi para ela parar de se movimentar e tirei meu pau do cu dela, chamei Flávia, peguei um pirulito e passei ele em toda a extensão do meu pau, e mandei ela chupar, assim como quando minha filha me chupou pela primeira vez, Flávia também parecia bem experiente, a boquinha da menina era rosadinha e ela tentava pôr o máximo que conseguia, pouco mais da cabeça, ela ficava frustrada por não conseguir mais, e enfiava até engasgar.
Se continuássemos naquele ritmo, eu iria gozar logo, por isso parei, dei uma olhada pra ela, sua carinha de anjo com a boca saindo baba, me aproximei de seu rosto e dei um belo beijo naquela pequena, a menina não sabia beijar, mas isso não importava, foi o melhor beijo da minha vida, sua boca rosinha e sua linguinha desengonçada foram o suficiente.
Como ela era muito pequenininha, peguei um tubo de ky e lambuzei todo o meu pau, enquanto isso, pedi para minha filha chupar a amiga, ela se aproximou devagar e tocou levemente a xoxota de Flávia, que se retorceu todinha, enquanto era chupada pela colega, a expressão de prazer no rosto daquela garotinha de 7 anos, era evidente, sua respiração ficou cada vez mais forte, Gabi dedilhava sua xaninha, enquanto mergulhava sua cara no meio das pernas da amiga, fiquei admirando aquela cena, tinha duas garotinhas com farde de escola na minha cama, uma chupando a pepeka da outra, era como um paraíso.
Puxei minha filha, e me posicionei da abertura de Flávia, ela estava a poucos minutos de perder sua virgindade, sua perereca babava, liberando todo um mel que uma criança de 7 anos, tinha a oferecer.
-Tá preparada querida?
-Sim, titio... é papai.
-Hoje você vai ser minha filhinha, e filha minha já aprende a levar pica, cedo.
-Tabom papai, eu quero ser sua filhinha pra sempre. Fode sua filhinha papai.
Ao nosso lado, Gabi estava se masturbando levemente, parecia uma adulta, botei a cabecinha do meu pau na rachadura daquela menina, botei preção e Flávia já foi reclamando de dor. -aai tio, vai devagar. De fato, eu tinha que ser cuidadoso com aquela garotinha. Botei mais pressão na ponta do meu pau, e logo fui desbravando aquela bucetinha infantil. Ahhh ai. Senti uma barreira em minha frente, era o hímen da garota, botei mais força e senti sua bucetinha ceder, e cai levemente até o limite que aquela xaninha aguentava, ela apenas fechou o olho e cerrou os dentes, uma lágrima escorria de seus olhos, ela não abriu a boca em momento algum, mas sua expressão de dor era visível, fique um tempo dentro dela e só voltei a bombar depois de alguns minutos, a xoxotinha da menina era muito apertadinha, meu pau era acomodado dentro daquela abertura, o silencio de Flávinha era quebrado, e agora ela soltava belos gritinhos, Gabi também gemia alto, alimentei a velocidades das bombadas, e agora fudia aquela criança com força, ela gemia dando gritinhos e com os olhinhos cheios de lágrimas, não demorou e eu gozei, dei uma ultima estocada, deixando aquela xoxotinha recheada de minha leitinho, esporrei todo o meu esperma na xoxota daquela criança de 7 aninhos.
Tirei meu pau de dentro e vi aquela bucetinha se recompondo, havia muito sangue e esperma, tudo escorria de dentro da criança que acabara de ser fodida, mas meu pau não amoleceu, Gabi se aproximou de mim, e chupou minha pica, ela falou, entre chupadas, -Papai... Fode minha pepeka?
-Mas você não estava sentindo dor?
-Sim, mas eu aguento
Peguei ela pela cintura, coloquei ela sentada sobre minha rola, e ela imediatamente deu um grito agudo,
-Ai ai ai ai
-Agora aguenta, foi você que pediu o pau do papai.
Ignorei a dor dela, e dei bombadas mais fortes, ela começou a chorar e gemer, era uma mistura de dor e prazer, tentei diminuir a velocidade, mas ela sentava com muita vontade, gozei umas belas jatadas na xaninha de minha filha, ao nosso lado, Flávia tinha pegado no sono, eu tirei minha pica de dentro de Gabi e dei três jatadas de gala, no rostinho de Flávia.
A bela de um rosto infantil, cheio de gala, não tem preço, aquela menininha tinha acabado de provar os melhores prazeres da vida.
Fundemos o dia inteiro, arrebentei também o lacre do cuzinho de Flávia, era muito bom ter as meninas por perto, a noite, no cinema, as duas me fizeram um boquete, parecíamos uma família feliz, azar do homem que tem filhas em casa, e não tem coragem de ensinar a filha a foder, sexo é uma coisa normal como qualquer outra.
Os próximos meses foram complicados, ficamos fudendo sempre, as vezes Flávia dormia em casa, e sempre dormia leitada, tinha dias que nós dávamos uma rapidinha, antes da escola, dentro do meu carro, ela mandava fotos nua pra mim, e minha filha foi ficando cada vez mais com ciúmes, mesmo fudendo com ela toda noite. Até que elas brigaram e eçes se mudaram pra outra cidade, nunca mais vi Flávia.
Tive outra filha, e fudi o cuzinho dela, antes mesmo dela aprender a falar, quando cresceu já era uma putinha completa, Gabriele, hoje tem 22 anos, engravidou e se casou aos 17. Ainda fudemos quando dar, mas agora nós vamos iniciar suas filhas, são gêmeas, as pequeninas estão sendo preparada. Descobri que Flávia é mãe solteira e tentarei entrar em contato, quem sabe a família se une denovo.
desculpe os erros de português.
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