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Estuprado pelo colega de trabalho II

Publié: 31/12/2004 22:00

Auteur: casadoputinha

Passei muitos dias encucado depois que fui comido pelo Jorge, meu colega de trabalho. Não fui trabalhar no dia seguinte. Tinha medo do que podia acontecer, achava que Jorge poderia ter comentado com alguém, que todos olhariam pra mim. Acima de tudo, morria de medo de pensar na minha própria reação ao ver Jorge de novo. Afinal, eu não podia negar que tinha gostado. Até aquele momento fatídico eu era homem, mas depois que a porra de Jorge tocou a minha boca e seu pau abriu o meu cu, eu não era mais o mesmo. Chorei, relutei, esperneei, mas fui dominado e estuprado, mas o fato é que havia gozado, e ainda terminara aquela foda sumbmisso, gemendo e me humilhando ainda mais só para satisfazer o macho que me dominou. Depois da folga forçada, fui trabalhar no próximo dia e, alívio, não encontrei Jorge. Trabalhávamos em setores diferentes e, pelo visto, apesar de tudo, ele não iria me procurar ou me constranger. Talvez fosse só uma fantasia passageira, pensei. Talvez eu mesmo possa esquecer tudo isso, e continuar minha vida de homem, sonhei. O sonho durou exatamente uma semana. Naquela manhã, Jorge me interceptou antes mesmo de ir ao meu cubículo. Tremi dos pés à cabeça e, felizmente, não havia mais ninguém por perto ou eu estaria perdido. Jorge, confiante, sorriu um sorriso malicioso pra mim, intimando-me: Hoje chego em casa às 5. Quero você lá às 6, disse - Mas hoje eu... - tentei argumentar - Às 6 - repetiu, enfático, Jorge e, ao meu ouvido, sussurrou, todo malandro - Qualé menina... eu sei muito bem do que você gosta. Esteja lá. Menina? Eu, que já estava trêmulo, fiquei num misto de surpreso, puto e excitado. Ele praticamente ameaçava minha masculinidade em público (felizmente ninguém viu), e isso me deixava puto. Ao mesmo tempo, porém, não conseguia tirar da memória a sensação daquela pica na minha boca, daquele corpo sobre o meu, do domínio daquele macho. Aceitei, no fim, e fui passar o mais improdutivo dia de trabalho da minha vida. Foi até fácil arranjar uma desculpa pra sair mais cedo, de tão estranho que eu estava. Só não conseguira avisar minha mulher de que chegaria mais tarde em casa devido ao "trabalho extra", pois ninguém atendeu minha ligação no fim da tarde. Paciência - pensei, já sem ter como evitar o fluxo dos acontecimentos. Cheguei às 6. Subi ao apartamento. Porta aberta e ninguém na sala, a não ser um bilhete - Te quero putinha hoje. Vista isso pra mim - acompanhado de uma sexy lingerie preta, e um vestidinho preto estilo escritório, comportado, mas curtinho. Submetido, vesti as roupas e, de certa forma, a sensação do estupro voltou. Eu era uma menina, tímida, dominada, à mercê de um macho que fazia de mim o que queria. Enquanto eu me olhava, atônita, Jorge entrou, vindo do quarto. Já estava apenas com uma bermuda que, num movimento rápido retirou, revelando-me mais uma vez aquele mastro duro que me hipnotizava. Chupa, menina - ordenou - Você já sabe muito bem o que fazer. Chupei, dedicada, delicada, menina, e Jorge gemia, curtindo. De vez em quanto tirava a pica e batia na minha cara - Tá gostoso, putinha? Hummm.. uma delícia. Não entendi.. você tá gostando mesmo de chupar o meu pau, sua putinha? Gosto... gosto muito. Gosta que eu te chame de putinha? Goooosto. Gosta de macho? Gooosto. Jorge perguntava e eu, transtornada, agindo como uma vagabundinha qualquer, só concordava. Continue chupando, putinha. Não pare agora, heim? - disse Jorge, e em seguida gritou - Pode vir! Eu te disse que ele era menina. Ninguém mandou você não acreditar. Agora vai ter q. me dar também essa bundinha... Eu levei o maior susto da minha vida. À porta que levava ao quarto estava minha mulher, ainda de lingerie, atônita, enquanto Jorge, de pé, socava pica na minha boca, enquanto eu tentava me explicar. Amor.. hummmm.. isso não .. hummmmm... é nada... hummmmm... delícia... Estava sem controle, e nem o susto parece que era capaz de me tirar do transe. Eu disse pra você que ele era menina - disse Jorge - Ela não acreditou, putinha - falou pra mim - Disse várias vezes enquanto comia essa vagabundinha que eu ia te comer também. Falei pra ela que quando eu te pegasse, você ia se abrir todinha pra mim, exatamente como ela se abriu, mas ela não acreditou. Até apostou que me daria a bundinha, se eu conseguisse, e agora eu vou desvirginar o cuzinho da sua puta... porque você é mais putinha que ela... hummmmm. Minha mulher não acreditava na cena e, no choque da minha reação, começou a chorar. Jorge, impiedoso, mandou-me ficar de quatro "pra mostrar pra putinha o que ela iria encarar depois". Tirei a calcinha e apoiei-me no sofá, pela segunda vez na vida, para receber aquela pica, que eu já amava, na minha bundinha. Hummmm.. aiii.. aiiiiii. Gemia, gemia. Mais uma vez a pica doía na porta do meu cuzinho. Mas eu, já totalmente submissa, rebolava... sabia que o que viria depois era um prazer único, que só quem vira fêmea nas mãos de um macho de verdade conhece. Minha mulher olhava, chocada, seu marido de vestido, rebolando e agasalhando a pica de um homem que, dois meses antes, tinha dominado ela própria, sem eu saber. Jorge começou a meter forte, e eu só rebolava e gemia. Você gosta da minha pica, putinha? Adoooooro... aiiii. Mete mais... Naquele momento, só sabia rebolar minha bundinha, dar gemidos afetados e, acima de tudo, sentir aquela tora dentro de mim.. Fala pra ela, putinha, fala.. diz do que é que você gosta - humilhou-me Jorge - Eu gosto de pica - falei, olhando nos olhos da minha mulher - aiii.. hummmm... eu gosto de piiiicaaaaaa - gemi.. e comecei a gozar, involutariamente, mais uma vez, como no estupro, descontrolada, sem tocar no pau. A gozada me esfriou, vi as lágrimas de minha mulher, vi minha vida indo por água abaixo, mas sabia o que Jorge queria, e continuei rebolando e gemendo. Não podia negar.. estava dominada. Ahhh putinha... como você dá gostoso.. como você aprende rápido - sacaneava Jorge. Num movimento mais rápido, meu macho tirou a pica de dentro de mim, arrancou a camisinha e, autoritário, chamou-me novamente. Agora vem e chupa que eu quero gozar. Aiiiiii.. rebolando, levantei-me, ajeitei o vestidinho, sem calcinha mesmo, e ajoelhei-me para chupar o meu macho novamente. Jorge, sem cerimônias, segurou-me com as mãos e meteu na minha boca, transtornado de tesão. Chupava, gemia, e Jorge fodia a minha boca com tesão, pulsando, curtindo, até que gozou, enchendo a minha boca. Eu, dominada e transformada, mais uma vez gozei, mais uma menina na coleção de Jorge. Na mesma noite, minha mulher pagou a aposta, à sós com seu amante, enquanto eu voltava pra casa de espartilho e vestidinho, torcendo para não encontrar ninguém no caminho até o meu apartamento... Meu e-mail: [email protected]
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