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Srª Lurdes 5

📅 Publicado em: 15/10/2021 23:02

👤 Autor: escritor-misterio

🏷️ Tags: #Outros
Lurdes, após pensar bem como haveria de se vingar da sua madrinha e do marido dela, decidiu que sozinha era muito mais complicado, do que ter uma aliada, e pensou naturalmente na srª Catarina, agora sua amante também.

Numa das vezes que estavam as duas deitadas na cama de srª Catarina, completamente nuas, Lurdes começou a conversar com a srª Catarina, enquanto esta lhe acariciava os enormes seios:

- Catarina, eu tenho um segredo que nunca revelei a ninguém mas preciso que me ajudes.

- Qual segredo Lurdes?

- Eu só posso contar uma grande parte dele, a outra parte não posso ,pois estão envolvidas mais pessoas.

- Mas conta lá Lurdes, agora deixaste-me muito curiosa.

- Bem, está relacionado com a minha madrinha e o marido dela.

- Eles, como sabes trouxeram-me a mim e aos meus pais da aldeia para cá, para eu poder continuar os meus estudos, até fui eu quem pediu.

- Sempre foi tudo muito bem, até que fiz os 18 anos. Aí obrigaram-me a fazer uma coisa, que eu não posso dizer-te, mas que fui obrigada a fazê-lo ou morreria.

- Morrerias????

- Sim Catarina, mas não te posso contar o que foi que tive de fazer, só posso dizer que não matei ninguém nem roubei.

- Continua... onde entro eu nessa história?

- Catarina tu notas-te que eles desde a 3 anos para cá ficaram mais ricos, não notas-te?

- Sim é verdade, a Fátima anda com umas roupas mais caras, até tem umas joias bem caras também, o marido dela veste-se melhor... compraram uns terrenos... sei disso sim.

- Ganharam isso tudo graças a mim, Catarina.

- Como assim??? Prostituíram-te?

- Não posso contar Catarina... mas de uma certa maneira sim.

- E que queres tu fazer, Lurdes?

- Quero tudo que eles têm. Mas sozinha não consigo faze-lo. E como a uns dias confessas-te que não gostas lá muito da minha madrinha...

- E não gosto, sempre a achei uma vaidosa, e parva...

- Ajudas-me, Catarina?

- Só com uma condição, minha Lurdes... que não seja nada de ilegal, e que me contes outra coisa, e essa diz-me respeito.

- O quê Catarina?

- Andas a fornicar com o padre José dentro da igreja? E não me mintas.

- Sim ando, já fornicamos na sacristia, na pedra do altar, pela igreja toda.

- O mentiroso... é que eu ando a meses a pedir-lhe para me fornicar na igreja e ele diz que é pecado...

- Bem até é... mas sabes que eu como não acredito em Deus tanto se me dá fornicar na igreja como num hotel... ou numa mata... na praia...

- Ou na minha cama...

Lurdes beija Catarina na boca, metendo a língua dentro da boca dela, e Catarina retribui, quando o beijo acabou, Lurdes diz:

- Contigo Catarina, até no largo da câmara municipal eu faria amor.

- Sua descarada, disse Catarina a sorrir. Mas olha na escola eu não me importava...

- Vem ter comigo logo a tarde... a escola está fechada mesmo por causa das férias de Verão, só lá estou eu e a professora Maria, mas ela vai para casa cedo.

- E as outras professoras?

- Reformaram-se, daqui a duas semanas quando as aulas começarem, vêem duas novas professoras.

- Quem são?

- Não sei, só espero que sejam novas...

- Não gostas de maduras?

- Gosto de ti, sua tonta.

Catarina começa a beijar Lurdes nos seios dela, a mordisca-los, e com uma mão começa a masturba-la, deixando-a bem húmida. De seguida vai buscar uns dildos que entretanto tinha comprado, colocou uma a sua cintura, com umas cordas atou as pernas de Lurdes aos pés da cama, deixando-a completamente aberta, depois atou as mãos de Lurdes á cabeceira da cama, e baixinho segredou-lhe ao ouvido... vou-te fornicar toda... e sim aceito participar na tua vingança, com uma condição... quero fornicar-te na escola e na igreja... já amanhã.

- Sim Catarina... respondeu Lurdes com a voz rouca... mas agora fornica-me.

Catarina coloca-se no meio das pernas de Lurdes, e com um movimento apenas enterrou o dildo todo dentro da vagina de Lurdes, que mexeu-se fazendo os seus enormes seios balançarem, e Catarina disse:

- Eu poderia passar os dias inteiros a ouvir-te gemer e a ver os teus seios a balançarem... Que visão tão bonita...

- TOMAAA.... TOMMMAAAAA...TOMMMMAAAAAAAAAA

- AI CATARINA FORNICA-ME... METE TUDOOOOOOOOOOO... ISSSSSOOOOOOOOOOOO

- SUA PUUUUTTTTTTTTAAAAAAAAAAAA.... TTOOOOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMMMMAAAAAAAAAAAA.... ANDAS A FORNICAR COM A TUA MADRINHA...O MARIDDDOOOOOOO...O PPPPPAAAAAAAAAAADDDDDRRRRRRRRRREEEEEE...ES UMMMAAAAAAAAAAAAA PPPPPPPPPPPPPPPUUUUUUUUUUUUUTTTTTTTTTTTAAAAAAAAAA... MAS EU GOSSTOOOOOOOO...TOOOOMMMMMAAAAAAAAAAAA

- AIIIIIIIIIIINNNNNNNNNNNNN...AAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIINNNNNNN... FORNICA-ME CATARIIIIINNNNNNNNNNNNNNNNNAAAAAAAAAAAAAA...

E Lurdes tem um orgasmo. Aproveitando Catarina vai usar agora um dildo muito maior e mais grosso, parece um pénis de cavalo, e coloca ele a sua cintura, prende-o, e começa a mete-lo dentro da vagina de Lurdes, que está completamente entregue a Catarina, e geme bem alto, sente o dildo a entrar cada vez mais dentro dela, olha para baixo e vê que nem metade tinha ainda entrado e diz, com uma voz rouca... Ai Catarina... isssooo... nãooo...vaiiii... caberrrr

Catarina responde:

- Cabe sim... vais levar com ele todooo.

- Ai nãaaaaoooooooooooo.... sinto ele a preencher-me a barriga toda...

- Aguenta-te sua putinha... já falta pouco...

- Catarrriiiiinnnnnaaaaaaaaaaaaaaaaaa... pppppppppppaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrraaaaaaaaaaaa.

- Falta só uns centímetros... TTTTTTTOOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMMMMMMAAAAAA

E enterou o dildo todo na vagina de Lurdes, e desamarrou o dildo da sua cintura, e foi embora do quarto, voltando pouco depois com o padre José, que entretanto tinha batido a porta, mas Lurdes não tinha ouvido.

Ao ver Lurdes toda nua na cama de Catarina, de pernas abertas, com um dildo grosso enfiado na vagina, ficou fascinado a olhar para ela... e perguntou:

- Que significa isto???

Catarina respondeu-lhe:

- Padre José, anda a fornicar a Lurdes pela igreja toda, anda a fornicar-me também, eu a Lurdes também fornicamos uma com a outra, porque não fornicamos os três juntos? A Lurdes quer, eu também... e as suas calças não mentem pois o seu pénis até parece querer rasga-las... mas com uma condição... amanhã fornicamos os três na igreja...

- Na igreja srª Catarina????

- Se a fornicas lá tambem me fornicas a mim, ouviste?

Padre José embora um pouco contrariado, aceitou.

Catarina então, pôs-se de joelhos a frente do padre José, despiu-lhe as calças, e os bóxeres, e começou a mamar no pénis do padre José. Este olhava para Lurdes, ali toda nua, com o dildo todo atolado na vagina, a gemer e aqueles seios a balançarem por todo o lado, a gemer e a dizer:

- Está tãaaooo dentrrrrrrrrooooooo... fffffuuuuuuuuunnnnnnnnnnnnndddddddddddddddddddoooooo

Catarina parou de mamar no pénis de padre José, e disse-lhe:

- Enquanto eu te mamo, dás murros com força no dildo que está dentro da Lurdes...

E voltou a mamar no pénis dele... este então deu um murro na base do dildo, e Lurdes soltou um gemido misturado com um grito enorme... AAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMMMMM... pararrrraaaaaaaaaaaaaa

Mas padre José, excitadíssimo com aquele grito e gemido deu outro murro ainda com mais força, fazendo com que Lurdes grita-se novamente... é que aqueles murros davam-lhe como que choques elétricos, que percorriam o seu corpo todo, dando-lhe dor e prazer...

Padre José deu-lhe uma boa quantidade de murros, Catarina atingiu muitos orgasmos, ao ponto de começar a pedir por mais, e mais murros. Padre José não resistiu aos bicos tesos de Lurdes, e começou a mordisca-los, enquanto Catarina prendia o dildo a cintura novamente, e fornicava Lurdes com fúria.

A certa altura, deixando a mesma o dildo na vagina de Lurdes, começa a fornicar com o padre José deitada ao lado de Lurdes e a mamar nos seios dela. Padre José estava doido com aquelas duas mulheres, queria fornica-las a todo o custo, e Catarina bem sentia a força das estocadas de padre José, que a fornicou até se esporrar dentro da vagina dela, e ela rapidamente colocou-se com a sua vagina na boca de Lurdes, que sugou o sémen todo do padre José e engoliu-o.

Catarina soltou então Lurdes, e começou a retirar o dildo da vagina dela e padre José ficou espantado com o tamanho e a grossura do dildo.

Catarina deitou-se de costas na cama, com o dildo ainda posto, e disse ao padre José:

- Agarra nela, poem-lhe daquele lubrificante no cu.

Padre José deitou Lurdes ao colo, e começou a colocar o lubrificante no cu de Lurdes. Meteu-lhe um dedo... dois dedos... três dedos no cu...

- Agora agarra nela e enfia-lhe o dildo no cu... até ao fim.

Lurdes quando ouvi-o aquelas palavras, olhou para Catarina, e disse:

- Isso não vai entrar no meu cu, nem pensar.

- Lurdes, eu sei que tu fornicas com um burro... eu já vi.

- JJJááá????

- Sim numa das vezes que fui ver a tua madrinha e ela não estava, ouvi uns gemidos... fui as cavalariças e estavas tu com o pénis do burro todo enterrado no cu... este dildo só é mais grosso e comprido...

Padre Luís agarra então em Lurdes, sobe com ela para cima da cama, aponta-lhe a cabeça do dildo ao cu, e empurra-a para dentro de Lurdes, que solta um berro e tenta escapar ,mas padre José não deixa. Segura ela então pela cintura, e força ela a deslizar pelo dildo abaixo, quando ia a cerca de metade Lurdes quase consegue tirar ele todo de dentro do seu cu ,pois empurrou o padre Luís e este quase cai, mas ele consegue equilibrar-se e voltou a forçar ela a deslizar pelo dildo, só que desta vez foi mesmo até ao fim. Lurdes debatia-se e chorava, e gritava, mas padre Luís segurava-a com força, e Catarina tambem a segurava puxando-lhe pelos longos cabelos.

- Enfia-lhe o teu pénis na vagina que eu estou a segura-la, padre José.

E padre José, assim o fez, largou Lurdes, que tentou escapar mas não deu, e padre José abrindo bem as pernas de Lurdes, enfiou o seu pénis todo dentro da vagina de Lurdes, e fornicou ela até se esporrar dentro dela... Lurdes a esta altura era um ser que estava só com uma coisa no pensamento... fornicar...fornicar... o seu corpo queria e pedia por mais sexo.

Quando padre Luís se veio, extenuado deitou-se, Catarina e Lurdes também estavam esgotadas. Lurdes ao fim de pouco tempo teve de sair, deixando Catarina e padre José a fornicarem.

Chegou a casa, andando com dificuldades, mas ainda nates de entrar, foi as cavalariças, e deu a sua vagina e o seu cu ao burro. Sé então foi dar banho e depois jantar.

No dia seguinte, ela, o padre José e a sraª Catarina fornicaram na escola, e na igreja também, já de noite. Se houvesse alguem que por algum acaso fosse à igreja, quase de certeza ouviria os gemidos e os gritos quer de Lurdes quer de srª Catarina, pois eles fornicaram na pedra do altar também e os ecos dos seus gemidos eram bem ouvidos, mas eles os três não tinham tempo nem se importavam com isso... a luxuria e a vontade de ter prazer eram maiores.

A cerca de uma semana do inicio das aulas, chegaram a cidade, duas novas mulheres, gémeas, as novas professoras.

Eram morenas, com cabelo castanho, de média estatura corpo normal, seios médios, mas com uns rostos muito bonitos.

Na manhã seguinte foram a escola para conheçer as instalações, as colegas novas, e que as viu primeiro foi Lurdes. Estas quando a viram trocaram um olhar cúmplice e um sorriso maroto, e gostaram da simplicidade de Lurdes, que as convidou para almoçarem.

Durante o almoço entre outras conversas triviais, Ana perguntou a Lurdes:

- Lurdes, e como que umas raparigas aqui se podem divertir, quando não a escola?

- Podemos almoçar juntas, ir ao cinema ou teatro, passear... a praia também é perto...

- E como são os rapazes daqui?? Perguntou Sílvia.

- Penso que são como são em todo o lado.

- E as mulheres? Perguntou Ana.

- Ana, deixa de ser atrevida, disse Sílvia. O que vai pensar a Lurdes da gente???

- Ora Sílvia a Lurdes é da nossa idade, já estamos nos anos 70, e não na altura das nossas avós...

- São boas mulheres, mas vocês as duas são muito bem vindas, pois são ambas lindas, respondeu Lurdes, a sorrir para elas e piscou-lhes o olho.

Elas sorriram e Ana diz a Lurdes:

- Sabes Lurdes, a minha irmã pensa que como esta cidade é pequena as pessoas têm outra mentalidade... mais reservada.

- E as pessoas mais velhas têm, mas eu não. Já morei uns tempos em Lisboa para acabar os estudos, e cresci bastante nessa altura.

- E se cresceste, comentou Ana, olhando para os seios enormes de Lurdes, percorrendo os lábios com a língua.

- Ana não sejas atrevida, disse Sílvia. Lurdes desculpa-a, ela é tola, não pensa no que diz.

- Eu reparei que vocês olham muito para os meus seios, disse Lurdes, sorrindo.

- É que são enormes... não dá como não reparar... aposto que lá na escola deves ser a professora preferida, e os alunos da 4ª classe...

- Este ano é o primeiro que vou dar aulas á 4ª classe, disse Lurdes.

- Aposto que se houver algum aluno mais velho este ano aplica-se, ahahahah.

- Não sejam assim. falou Lurdes, que sinceramente gostava da maneira atrevida delas especial Ana.

- Que me dizem irmos a praia esta tarde, aproveitar este tempo antes das aulas?

- Boa ideia, mas nós não temos biquíni...

- Podemos ir comprar algum na loja de roupa.

- E não a nenhuma praia aqui...onde...onde... dizia Sílvia.

- Desembucha de uma vez mana... o que aminha mana quer perguntar é se podemos fazer nudismo... fazemos nudismo muitas vezes.

- Sim podemos ir para a praia mais afastada daqui... eu própria gosto de nudismo, embora o faça poucas vezes, respondeu Lurdes.

- Está combinado e vamos já agora, que fazer uma sestazinha de barriga cheia toda nua na praia é do melhor, rsrsrsrs disse Ana, vamos de táxi?

- Não perdes uma oportunidade de estares nua, Ana disse Sílvia. Que vai pensar a Lurdes?

- Eu gosto de pessoas espontâneas, disse Lurdes. E penso que vamos ser boas amigas.

- Então vamos ou não apanhar um pouco de sol nas maminhas? disse Ana

- Sim vamos, respondeu a Lurdes.

No caminho para a praia, elas contaram a sua história a Lurdes, que viveram 6 anos na América, pois o seu pai trabalhou lá durante esse tempo, que a sua mãe morrera lá atropelada, e ele voltou então para Portugal onde trabalhava numa empresa de construção, era arquiteto.

Chegando a praia, as três caminharam um pouco e chegando perto de umas dunas, e quando verificaram que ninguém estava por perto, começaram a despir os vestidos, sendo que Lurdes ficou logo toda nua, pois não usava lingerie deixando Ana e Sílvia a olharem para ela. Ana desatou a rir e comentou:

- Andas tu Sílvia a censurar-me e a Lurdes é que não usa lingerie, ahahah. Mas deixa-me dizer-te Lurdes, que tens um belo corpo, e uma cara bem bonita, os homens devem cair aos teus pés.

- Ana, respondeu Lurdes, eu gosto de homens... e de... mulheres.

Ana e Silvia olharam-se nos olhos, despiram o resto da roupa, ficando nuas e Lurdes contemplou o seus corpos nus... morenos sem marcas brancas, os seios durinhos e tamanho médio, as vaginas sem pelos, tal com a sua, as pernas bem torneadas, desejo-as imediatamente. Sílvia comentou;

- Lurdes, és muito bonita... esses seios enormes com esses bicos grande e tesos... a tua vagina...bem és perfeita, não é Ana?

- Se é... Lurdes vamos divertir e bem. Nós somos também bi sexuais, e eu confesso que desde te vi a pouco na escola que desejei que também fosses... só não pensei foi ver-te nua já hoje, eheheheh.

- Eu também tive tesão por vocês assim que as vi... são tão parecidas, parecem duas gotas de água.

Sílvia voltou-se de costas para Lurdes, abriu as nalgas e disse-lhe:

- Estas a ver este pequeno sinal aqui quase ao pé do buraquinho do meu cu? Eu tenho e a Ana não, só assim nos diferenciam.

- Começamos a procurar qualquer diferença entre nos, que explorávamos o corpo uma da outra, que olha passamos a gostar do toque femenino, e a gostar que outras mulheres nos tocassem. Assim como queremos tocar no teu corpo Lurdes. E avançaram para Lurdes, e começaram a beijar os seios de Lurdes e a tocar-lhe na vagina, que começou a ficar húmida. Estiveram assim algum tempo, até que Lurdes se deitou na areia e elas ajoelharam-se cada uma do seu lado, e alem de mamarem nos seios de Lurdes, alternadamente, iam-lhe enfiando dedos na vagina, e Ana também a lambia e mordiscava-lhe o clitóris arrancando gemidos profundos a Lurdes.

Ana e Sílvia começaram a tocar-se, e Lurdes começou a acariciar-lhes as vaginas, e estas beijavam-se na boca e chupavam-lhe os seios, e Lurdes também chupavas-lhe os seios, fazendo com que ambas ficassem também húmidas.

Começaram então a roçar as vaginas umas nas outras, e os gemidos passaram a gritinhos e sorrisos de prazer, e estiveram assim pela tarde toda a fornicarem umas com as outras, a dar banhos todas nuas no mar, até ao por do sol.
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