Faz Uma Semana Que Tomei Coragem E Tomei No Cu
Sou Ed e tenho 43 anos.
Sou casado há 20 anos e tenho dois filhos. O mais velho tem 19 e a caçula tem 13.
Nunca deixei ninguém saber que tinha esse desejo abafado.
Mas tenho certeza que Jenifer desconfia. Uma vez até insinuou, mas desconversou e eu fingi que não entendi.
Eu sempre fantasiava dando, chupando e tudo mais. Mas só de três anos pra cá eu comecei a aceitar que realmente era um viado encubado. No início do de pensar nisso ficava muito incomodado. Mas aos poucos esse desejo foi se tornando cada vez maior. Era uma fagulha no início. Mas de um mês pra cá era um incêndio que me impedia de pensar em outra coisa. Eu só me via com as pernas pro alto e um cara sentando a rola pra dentro de mim. Tem dez dias que eu decidi que tinha que botar logo a puta pra fora. Mas não achava que aconteceria. Era só pra dar tesão essas ideias e planos malucos que eu fazia. Um deles era fazer o que um cara aqui mesmo disse. Fazia tempo que eu lia esse site. Mas tem um ano mais ou menos que não entrava aqui. Estava justamente tentando fazer o que a igreja disse pra fazer quando o pecado vem na mente, que é rezar. Eu rezava o tempo todo. Mas num dia, exatamente dez dias atrás, não rezei e entrei no xvideos. Estava só em casa e meti uma banana de vez numa camisinha e soquei pra dentro de mim cheia de óleo de coco. Duas horas de puro prazer, esfolando meu reto. Tinha um vídeo que eu deixei ele direto. É só a rola socando e depois ficando parada balançando dentro do cu todo enterrado. Só dava pra ver o saco e uma pontinha da rola e faça pra perceber que tava gozando. Então, quando a rola sai, pingando porra, aparece a porra escorrendo do cu. Esse vídeo voltava e voltava enquanto eu ia à loucura com a banana, trancado no meu quarto, de frente pro espelho do guarda-roupa e escorado na cama. A banana foi amolecendo e eu só tirei quando já não fazia diferença alguma. Foi então que eu decidi que tinha que ter uma rola de verdade no cu. Queria saber qual era a sensação de receber uma gozada lá dentro igual a do vídeo.
Sábado eu estava que parecia que ia fazer uma prova. Pura tensão. Assim que fechou a loja onde trabalho, lá pelas 16, eu decidi parar num bar e tomar uma. Pedi cerveja, mas deu vontade de tomar um mel também. Esse bar fica quase na entrada da comunidade e eu estava fazendo como um cara tinha ensinado em um conto que tinha lido mais de um ano atrás. Eu não achava mesmo que fosse funcionar. Mas eu fiz os três olhares do jeito igualzinho ao ensinado para um cara que estava jogando numa maquininha e que parecia estar tomando prejuízo. No segundo olhar ele deu um sorriso e balançou a cabeça. E fez exatamente o que estava escrito que faria. Ficou apertado o pau e me olhando vez ou outra disfarçado. Eu até fiquei com mistura de medo e tesão. Pensei em pagar a conta e ir embora. Mas resolvi dar o terceiro olhar. E ele encarou exatamente por uns três segundos e olhou pra baixo, tipo para o pau dele, e depois me olhou de novo. Meu coração disparou. Ele foi no banheiro, passando por mim, me olhando de rabo de olho. O cara tem 38 anos. Escuro de cabelo bem curtinho. Meio magro e um pouco só mais alto que eu, que tenho 1, 79. Quando ele passou por mim de volta, naquele corredor do bar, eu evitei olhar pra ele. Estava com medo e até sentindo vergonha. Pois ele sabia que eu era viado por causa dos olhares. Era uma confissão. Então ele pediu uma lata de cerveja e pegou a conta. Na hora de sair me olhou. Mas eu não olhei. Ele postou na porta do bar e antes de desaparecer pro lado, né olhou de novo. Eu respirei aliviado. Sentia uma vergonha enorme. Olhava para as pessoas no bar pra ver se alguém demonstrava ter percebido alguma coisa. Mas parecia que só ele sabia. Depois de beber mais uma cerveja eu paguei a conta e sai do bar, depois de minha esposa perguntar se eu ia chegar tarde e eu disse que não. Era normal eu beber aos sábados de pagamento e chegar só lá pelas 20. Mas eu disse que já ia pra casa. Mas quando eu estava quase chegando no ponto de ônibus, fui surpreendido pelo cara, que estava parado na esquina fumando. Meu coração disparou e eu até perdi a passada. Ele estava no meu caminho e me olhando. Eu fingi ignorar ele. Mas assim que eu cheguei bem perto, ele perguntou as horas. E eu tive que parar pra pegar o celular. Queria dar a impressão de que nem sei o quê. Então ele perguntou se eu fumava, me oferecendo cigarro. Fazia tempo que eu tinha parado. Mas eu senti muita vontade de fumar e aceitei. Enquanto pegava o cigarro, ele olhou para um lado e para o outro e disse me encarando, no momento que acendia o cigarro pra mim com o seu isqueiro, que eu tinha uma boca bem carnuda. Eu até engasguei com a tragada e cheguei a tossir. Ele deu uma risada e perguntou se eu queria ver uma coisa que ele tinha guardado. Eu morria de vergonha. Tremia. Tentava não transparecer. Mas era evidente. E ele percebeu. E disse que parecia que eu estava com medo dele. Foi quando apertou o pau, perguntando se eu queria ou não. E eu já não tinha mais como resistir. Era medo e vontade ao mesmo tempo. Muita vontade. Eu olhei para a mão dele apertando o pau. Não respondi e abaixei a cabeça. Olhei pro lado e outro outro, soltei a fumaça e então voltei a olhar pra ele, que tava com aquele sorriso me encarando. Olhei pro pau dele e lembrei do vídeo. Imaginei aquilo fazendo a mesma coisa comigo. No meu cu. Mas o que eu não esperava era aquela vontade súbita que me deu de chupar e ver a rola gozando. Ele começou a andar, como que pra eu o seguir e eu fui. Assim que dobramos uma esquina numa rua só de casas, ele pegou o celular e começou a dizer que fazia tanto tempo que ele não pegava gay, que ia até machucar a pika. Eu já não estava mais com tanta vergonha. De repente ele parou. Era debaixo de uma árvore. Estava garoando. Apesar do frio, por dentro eu só sentia calor. Então ele disse que tava vindo. O Uber parou e a gente entrou. E eu não queria conversa no carro. Não sabia outra onde a gente ia nem nada. Evitava do motorista me ver. Estava sentado atrás dele. O Tiago estava no meio com a perna esquerda roçando na minha. Então eu senti a mão dele por baixo, na minha bunda. Naquele momento eu já estava com muito tesão de dar e chupar. Queria sentir a mão dele na minha bunda e dei uma viradinha. Quando senti os dedos dele no meu rego, tive um arrepio e meu pau estava até babando. Então o Uber entrou no motel. E nós fomos para o apartamento. Eu estava me sentindo a vontade. E estava ansioso demais. Assim que entramos. Com aquele vídeo na minha imaginação, quando a porta foi trancada, eu só me abaixei e fiquei esfregando a cara no pau dele no jeans, enquanto tirava o casaco e a blusa. Tava frio. Mas o tesão era muito. Ele segurou minha cabeça, falando putaria, me chamando de viado, e dizendo pra eu fazer o que gosto. A rola tava marcando de tão dura. Ele abriu a calça e botou pra fora. Eu não esperava que parecesse tão grande uma rola na nossa cara, dura daquele jeito. Tinha pele na cabecinha, mesmo dura. E era mais escura que ele. Eu botei a mão e arregacei ela virada pra minha cara. Fiquei um tempo olhando. Não dava pra acreditar que aquilo estava mesmo aconteceu. Ele disse pra eu ir logo com aquilo. Segurou e ficou esfregando na minha cara. Pediu pra eu chupar logo. E já foi segurando meu queixo e eu senti a cabecinha vindo e passando pelos meus lábios. Abri a boca e fechei os olhos. Pronto. Senti aquela coisa penetrando na minha boca até bater no céu da minha boca. Não entrava mais. Só que eu queria mais. Estava muito dura. Ele foi tirando de vagar, segurando meu rosto e depois voltou a empurrar de vagar. Eu não aguentei. Tirei da boca e segurei ela com as duas mãos. Eu estava abaixado. Mas fui indo pra direção da cama e sentei na cama, trazendo ele pela rola. Fiquei esfregando a cabecinha nos meus lábios e comecei a chupar igual via em um vídeo de glory hole, enquanto tirava o resto da minha roupa, ficando só de cueca. Eu não imaginava que chupar dava tanto tesão. Era sensação de perigo e de coisa errada, misturada com um tesão que eu só tremia e só conseguia sentir vontade de ver aquilo soltando porra. Chupava e tocava pra ele. Tava soltando melzinho e eu lambia e espremia. Isso fez eu bater punheta mais forte pra ele, enquanto lambia e chupava a cabecinha. As vezes abocanhava até aonde dava, quando achava que ele ia gozar. Fiz isso algumas vezes. Mas para a minha surpresa, quando ele disse que ia gozar, num instante que eu fui tirar um pentelho do dente, achei que teria tempo de botar a boca. Mas ele deu um chega pra trás e já soltou um jato na minha cara dizendo toma na cara, me chamando de viado. Deu pra sentir o impacto e a pressão daquilo. Bateu entre meu nariz e o olho direto. Eu virei o rosto, e então ele veio e virou minha cara e eu fechei os olhos. Mais um jato na minha cara. Então eu tentei trazer pra minha boca. Mas ele queria mesmo era gozar na minha cara. Disse que a primeira rua que ser toda na cara, só pra esculachar. Eu estava com um tesão que não me aguentava mais. Cheguei gemer. Não tentei mais chupar e fiquei só levando na cara. Um jato após o outro. Até que ele ficou esfregando o restinho nos meus lábios depois de dizer pra eu não abrir a boca. Quando terminou, disse pra eu ver a cara da puta no espelho toda estragada de leite. E eu fui ver. Um tanto bateu na vista e começou a arder. Mas deu muito tesão ver minha cara daquele jeito. Enquanto isso ele foi pro banheiro. Eu passei o dedo num pouco de porra no rosto e fui trazendo pra minha boca. E depois que fiz isso, não consegui mais parar. Aquela acidez nós lábios e na pontinha da língua deu muito tesão. Eu fui trazendo toda porra do meu rosto pra minha boca. E me vendo fazer aquilo, meu pau parecia que ia quebrar. Eu quase tava gozando de tamanho tesão. Ele voltou e eu estava limpando meu rosto me encarando no espelho. Não sentia a menor vergonha dele mais. Ele perguntou se tava de boa. Mas eu não entendi a intenção e disse que sim. Então ele foi mais direto perguntando se tava limpeza. Então eu me liguei. Eu não esperava que nada daquilo fosse acontecer. Então eu fui pro banheiro e retirei a ducha e fiz limpeza. Foi três vezes e eu ainda fiquei um tempo pra ter certeza de não ter ficado água dentro e então retornei.
...
Conto a segunda parte amanhã. Minha esposa veio lá de fora.
Sou casado há 20 anos e tenho dois filhos. O mais velho tem 19 e a caçula tem 13.
Nunca deixei ninguém saber que tinha esse desejo abafado.
Mas tenho certeza que Jenifer desconfia. Uma vez até insinuou, mas desconversou e eu fingi que não entendi.
Eu sempre fantasiava dando, chupando e tudo mais. Mas só de três anos pra cá eu comecei a aceitar que realmente era um viado encubado. No início do de pensar nisso ficava muito incomodado. Mas aos poucos esse desejo foi se tornando cada vez maior. Era uma fagulha no início. Mas de um mês pra cá era um incêndio que me impedia de pensar em outra coisa. Eu só me via com as pernas pro alto e um cara sentando a rola pra dentro de mim. Tem dez dias que eu decidi que tinha que botar logo a puta pra fora. Mas não achava que aconteceria. Era só pra dar tesão essas ideias e planos malucos que eu fazia. Um deles era fazer o que um cara aqui mesmo disse. Fazia tempo que eu lia esse site. Mas tem um ano mais ou menos que não entrava aqui. Estava justamente tentando fazer o que a igreja disse pra fazer quando o pecado vem na mente, que é rezar. Eu rezava o tempo todo. Mas num dia, exatamente dez dias atrás, não rezei e entrei no xvideos. Estava só em casa e meti uma banana de vez numa camisinha e soquei pra dentro de mim cheia de óleo de coco. Duas horas de puro prazer, esfolando meu reto. Tinha um vídeo que eu deixei ele direto. É só a rola socando e depois ficando parada balançando dentro do cu todo enterrado. Só dava pra ver o saco e uma pontinha da rola e faça pra perceber que tava gozando. Então, quando a rola sai, pingando porra, aparece a porra escorrendo do cu. Esse vídeo voltava e voltava enquanto eu ia à loucura com a banana, trancado no meu quarto, de frente pro espelho do guarda-roupa e escorado na cama. A banana foi amolecendo e eu só tirei quando já não fazia diferença alguma. Foi então que eu decidi que tinha que ter uma rola de verdade no cu. Queria saber qual era a sensação de receber uma gozada lá dentro igual a do vídeo.
Sábado eu estava que parecia que ia fazer uma prova. Pura tensão. Assim que fechou a loja onde trabalho, lá pelas 16, eu decidi parar num bar e tomar uma. Pedi cerveja, mas deu vontade de tomar um mel também. Esse bar fica quase na entrada da comunidade e eu estava fazendo como um cara tinha ensinado em um conto que tinha lido mais de um ano atrás. Eu não achava mesmo que fosse funcionar. Mas eu fiz os três olhares do jeito igualzinho ao ensinado para um cara que estava jogando numa maquininha e que parecia estar tomando prejuízo. No segundo olhar ele deu um sorriso e balançou a cabeça. E fez exatamente o que estava escrito que faria. Ficou apertado o pau e me olhando vez ou outra disfarçado. Eu até fiquei com mistura de medo e tesão. Pensei em pagar a conta e ir embora. Mas resolvi dar o terceiro olhar. E ele encarou exatamente por uns três segundos e olhou pra baixo, tipo para o pau dele, e depois me olhou de novo. Meu coração disparou. Ele foi no banheiro, passando por mim, me olhando de rabo de olho. O cara tem 38 anos. Escuro de cabelo bem curtinho. Meio magro e um pouco só mais alto que eu, que tenho 1, 79. Quando ele passou por mim de volta, naquele corredor do bar, eu evitei olhar pra ele. Estava com medo e até sentindo vergonha. Pois ele sabia que eu era viado por causa dos olhares. Era uma confissão. Então ele pediu uma lata de cerveja e pegou a conta. Na hora de sair me olhou. Mas eu não olhei. Ele postou na porta do bar e antes de desaparecer pro lado, né olhou de novo. Eu respirei aliviado. Sentia uma vergonha enorme. Olhava para as pessoas no bar pra ver se alguém demonstrava ter percebido alguma coisa. Mas parecia que só ele sabia. Depois de beber mais uma cerveja eu paguei a conta e sai do bar, depois de minha esposa perguntar se eu ia chegar tarde e eu disse que não. Era normal eu beber aos sábados de pagamento e chegar só lá pelas 20. Mas eu disse que já ia pra casa. Mas quando eu estava quase chegando no ponto de ônibus, fui surpreendido pelo cara, que estava parado na esquina fumando. Meu coração disparou e eu até perdi a passada. Ele estava no meu caminho e me olhando. Eu fingi ignorar ele. Mas assim que eu cheguei bem perto, ele perguntou as horas. E eu tive que parar pra pegar o celular. Queria dar a impressão de que nem sei o quê. Então ele perguntou se eu fumava, me oferecendo cigarro. Fazia tempo que eu tinha parado. Mas eu senti muita vontade de fumar e aceitei. Enquanto pegava o cigarro, ele olhou para um lado e para o outro e disse me encarando, no momento que acendia o cigarro pra mim com o seu isqueiro, que eu tinha uma boca bem carnuda. Eu até engasguei com a tragada e cheguei a tossir. Ele deu uma risada e perguntou se eu queria ver uma coisa que ele tinha guardado. Eu morria de vergonha. Tremia. Tentava não transparecer. Mas era evidente. E ele percebeu. E disse que parecia que eu estava com medo dele. Foi quando apertou o pau, perguntando se eu queria ou não. E eu já não tinha mais como resistir. Era medo e vontade ao mesmo tempo. Muita vontade. Eu olhei para a mão dele apertando o pau. Não respondi e abaixei a cabeça. Olhei pro lado e outro outro, soltei a fumaça e então voltei a olhar pra ele, que tava com aquele sorriso me encarando. Olhei pro pau dele e lembrei do vídeo. Imaginei aquilo fazendo a mesma coisa comigo. No meu cu. Mas o que eu não esperava era aquela vontade súbita que me deu de chupar e ver a rola gozando. Ele começou a andar, como que pra eu o seguir e eu fui. Assim que dobramos uma esquina numa rua só de casas, ele pegou o celular e começou a dizer que fazia tanto tempo que ele não pegava gay, que ia até machucar a pika. Eu já não estava mais com tanta vergonha. De repente ele parou. Era debaixo de uma árvore. Estava garoando. Apesar do frio, por dentro eu só sentia calor. Então ele disse que tava vindo. O Uber parou e a gente entrou. E eu não queria conversa no carro. Não sabia outra onde a gente ia nem nada. Evitava do motorista me ver. Estava sentado atrás dele. O Tiago estava no meio com a perna esquerda roçando na minha. Então eu senti a mão dele por baixo, na minha bunda. Naquele momento eu já estava com muito tesão de dar e chupar. Queria sentir a mão dele na minha bunda e dei uma viradinha. Quando senti os dedos dele no meu rego, tive um arrepio e meu pau estava até babando. Então o Uber entrou no motel. E nós fomos para o apartamento. Eu estava me sentindo a vontade. E estava ansioso demais. Assim que entramos. Com aquele vídeo na minha imaginação, quando a porta foi trancada, eu só me abaixei e fiquei esfregando a cara no pau dele no jeans, enquanto tirava o casaco e a blusa. Tava frio. Mas o tesão era muito. Ele segurou minha cabeça, falando putaria, me chamando de viado, e dizendo pra eu fazer o que gosto. A rola tava marcando de tão dura. Ele abriu a calça e botou pra fora. Eu não esperava que parecesse tão grande uma rola na nossa cara, dura daquele jeito. Tinha pele na cabecinha, mesmo dura. E era mais escura que ele. Eu botei a mão e arregacei ela virada pra minha cara. Fiquei um tempo olhando. Não dava pra acreditar que aquilo estava mesmo aconteceu. Ele disse pra eu ir logo com aquilo. Segurou e ficou esfregando na minha cara. Pediu pra eu chupar logo. E já foi segurando meu queixo e eu senti a cabecinha vindo e passando pelos meus lábios. Abri a boca e fechei os olhos. Pronto. Senti aquela coisa penetrando na minha boca até bater no céu da minha boca. Não entrava mais. Só que eu queria mais. Estava muito dura. Ele foi tirando de vagar, segurando meu rosto e depois voltou a empurrar de vagar. Eu não aguentei. Tirei da boca e segurei ela com as duas mãos. Eu estava abaixado. Mas fui indo pra direção da cama e sentei na cama, trazendo ele pela rola. Fiquei esfregando a cabecinha nos meus lábios e comecei a chupar igual via em um vídeo de glory hole, enquanto tirava o resto da minha roupa, ficando só de cueca. Eu não imaginava que chupar dava tanto tesão. Era sensação de perigo e de coisa errada, misturada com um tesão que eu só tremia e só conseguia sentir vontade de ver aquilo soltando porra. Chupava e tocava pra ele. Tava soltando melzinho e eu lambia e espremia. Isso fez eu bater punheta mais forte pra ele, enquanto lambia e chupava a cabecinha. As vezes abocanhava até aonde dava, quando achava que ele ia gozar. Fiz isso algumas vezes. Mas para a minha surpresa, quando ele disse que ia gozar, num instante que eu fui tirar um pentelho do dente, achei que teria tempo de botar a boca. Mas ele deu um chega pra trás e já soltou um jato na minha cara dizendo toma na cara, me chamando de viado. Deu pra sentir o impacto e a pressão daquilo. Bateu entre meu nariz e o olho direto. Eu virei o rosto, e então ele veio e virou minha cara e eu fechei os olhos. Mais um jato na minha cara. Então eu tentei trazer pra minha boca. Mas ele queria mesmo era gozar na minha cara. Disse que a primeira rua que ser toda na cara, só pra esculachar. Eu estava com um tesão que não me aguentava mais. Cheguei gemer. Não tentei mais chupar e fiquei só levando na cara. Um jato após o outro. Até que ele ficou esfregando o restinho nos meus lábios depois de dizer pra eu não abrir a boca. Quando terminou, disse pra eu ver a cara da puta no espelho toda estragada de leite. E eu fui ver. Um tanto bateu na vista e começou a arder. Mas deu muito tesão ver minha cara daquele jeito. Enquanto isso ele foi pro banheiro. Eu passei o dedo num pouco de porra no rosto e fui trazendo pra minha boca. E depois que fiz isso, não consegui mais parar. Aquela acidez nós lábios e na pontinha da língua deu muito tesão. Eu fui trazendo toda porra do meu rosto pra minha boca. E me vendo fazer aquilo, meu pau parecia que ia quebrar. Eu quase tava gozando de tamanho tesão. Ele voltou e eu estava limpando meu rosto me encarando no espelho. Não sentia a menor vergonha dele mais. Ele perguntou se tava de boa. Mas eu não entendi a intenção e disse que sim. Então ele foi mais direto perguntando se tava limpeza. Então eu me liguei. Eu não esperava que nada daquilo fosse acontecer. Então eu fui pro banheiro e retirei a ducha e fiz limpeza. Foi três vezes e eu ainda fiquei um tempo pra ter certeza de não ter ficado água dentro e então retornei.
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Conto a segunda parte amanhã. Minha esposa veio lá de fora.
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