Fiz mais um viadinho novinho II
Meu filho no banco de trás seguia absorto no visual da estrada. É lógico que ele já sabia do que estava acontecendo, mas isto ficará para o terceiro episódio, vocês irão adorar.
Durante a viagem toda Flavinha segurava minha rola em sua mão a masturbar-me, e foram várias as vezes que ela abaixava-se para chupá-lo. Minha mulherzinha é uma tarada!
Ao chegarmos na casa de praia Flavinha estava louca e ficava furiosa pela minha demora, ela queria ser possuída. E era bom mesmo que não perdêssemos muito tempo pois com certeza eu iria machucá-la e três dias nem sempre é o suficiente para encobrir vestígios.
Paulinho, meu filho, tem onze anos, mas é muito esperto, depois vocês saberão como que Flavinha e eu conseguimos curtir abertamente à sua frente. O importante é que não precisaríamos mais esconder dele.
Paulinho instalou seus joguinhos enquanto Flavinha e eu subimos para o quarto, eu não me aguentava mais com a rola sendo chupada durante duas horas de viagem. Hoje ela vai sentir o que é ser minha mulher, pensei.
- Vem meu amor, vem com tua menininha vem.
Ela foi despindo-se devagar como a torturar-me. Às vezes perguntava-me como um garotinho de treze anos pôde tornar-se tão adulto, malicioso e erotizado assim em tão pouco tempo?
Tomamos uma ducha. Chupei seu cuzinho com vontade e com loucura. Que escândalo ela fazia, gemia feito uma gata no cio arranhando os azulejos. Passei creme no cacete e coloquei-o entre suas nádegas brancas e polpudas, fiquei ali pra cima e pra baixo. Ela implorava que a penetrasse de uma vez. Encostei a cabecinha nas preguinhas e dava leves empurrõezinhos ao que ela atirava a bunda pra trás pra sentir o ferro entrar. Torturei-a. A fiz implorar para ser comida. A fiz mamar na minha rola com o próprio dedo no cu. A tudo ela obedecia. Mijei na sua boca, na sua cara, a humilhei com xingamentos. Disse a ela que não valia nada, que era uma vagabunda que só merecia ser fodida, esporrada, cuspida, mijada. A tudo ela aceitava e se submetia.
Aquele garoto estava doente de desejo, mais um pouco sofreria uma exaustão nervosa, uma convulsão, sei lá.
Pelos cabelos levei-a à cama. Deitei-a de bundinha pra cima, apoiada sobre dois travesseiros e ordenei que arreganhasse bem o rabo.
- Vem meu homem, meu amor! Eu esperei tanto por isso! Me come vai, quero ser tua mulher completa!
Deitei-me sobre ela mirei, apontei, encostei e comecei a forçar entrada, devagar mas decididamente.
Flavinha começou a se debater sob meu corpanzil tentando fugir, mas nada mais poderia ser feito a não ser resignar-se a dar o rabinho ao defloramento. Ela deu um berro, intercalava choro e gritos. Eu sentia que a estourava, seu cuzinho tão lindinho se rasgava, as preguinhas estouravam-se uma a uma.
- Pára por favor! Como dói, dói demais, pára pelo amor de deus! Ai amor você tá me matando, tira, tira, tiraaaaaa... Desgraçado, filho da puta, tiraaaa...
Assim ela seguiu por um bom tempo, enquanto eu sussurrava em seu ouvido:
- Tá gostando putinha? Tu não quer ser mulher? Aguenta! Olha o rombo que tá esse cu. Você quer que eu pare? Quer desistir de ser minha mulher? Olha o que você irá aguentar todos os dias... Você quer desistir sua cadela?
- Não. Não quero. Só pára um pouquinho pra eu respirar. Teu pau é muito grossooooo... Aiiiiiiiiii... Tá me partindo ao meio meu deus.
O Paulinho devia estar ouvindo tudo, não teria como não ouvir.
Flavinha suava frio, o corpo tomado de tremor, já sem forças para chorar nem gritar, abandonou-se entre gemidos de dor. Eu a acariciava, a chamava de meu amor, e ao perguntar sobre parar, ela só balbuciava:
- Não. Não pára. Eu sou tua mulher... Pra sempre...
Acho que ela passou por um curto desmaio, pois imobilizou-se e silenciou quase que completamente.
Bom, era agora ou nunca. Terminei de deslizar o restante, até empalá-la por inteira. O lençol estava mijado, seu cuzinho havia laceado já sem qualquer contração. Comecei um lento vai e vem, acelerando aos poucos. De repente ela retorna à consciência e volta a gemer de modo quase inaudível. Agora eu socava firme, forte, fundo, duro, grosso, quente no seu cu. Ela estava enrabada pra sempre. Soquei com vontade. Flávia aumentava agora os gemidos, gemidos diferentes, eram quase de prazer, notei pois já ensaiava rebolar a bunda na rola que a golpeava. Botei-a de quatro. Soquei brutalmente até que ela desfalecida caira sobre o lençol. A fodi tanto, coloquei-a sentada no cacete fazendo-a subir e descer enquanto me extasiava olhando minha espada sendo engulida e expelida justinha por aquele cuzinho tão lindo, agora meu. Flavinha dentro em pouco gemia e remexia-se sobre a rola, murmurando:
- Humm... tá ficando gostoso... dói mas é gostoso... vai meu marido, mete tudo, come meu cu, ele é teu... ai que bom!!! Fica me comendo vai, judia da tua mulherzinha... Eu te amo tanto....
Assim passamos gozando e metendo por algumas horas entre banhos, chupadas e metidas. Flavinha não conseguiu sair do quarto até o outro dia. Passei a noite abraçado a ela e fazendo-lhe carinhos. Que mulherzinha valente ainda a expelir porra de seu cuzinho inaugurado.
No restante do feriado ela nem quis sair de casa, passava as horas em meu colo, ou abraçada a mim. Ela estava verdadeiramente apaixonada, e se nalgum dia ela fora um garoto já não se recordava mais.
Continua no FIZ UM VIADINHO NOVINHO III, sobre Flavinha e Paulinho. Comentei por favor! Obrigado!
👁️ 0 visualizações