Dormindo com a prima
Eu tenho 14 anos e um dia minha tia pediu para eu buscar minha prima de 9 anos na escola.
Eu fui já imaginando em formas de tirar uma casquinha dela. Em outros dias, eu consegui passadas de mão e também encoxei ela algumas vezes. Ela sempre deixava.
Enquanto voltávamos da escola, eu perguntei:
— O que vc acha da gente brincar de cavalinho quando chegar?
Ela aceitou.
Eu falei cavalinho, mas na verdade era mais um rodeio. Ficávamos em cima do sofá, eu de quatro e ela vinha e montava nas minhas costas. E eu tinha que tentar derrubar ela.
Eu movimentava como se fosse um touro mecânico e ela tentava se segurar ao máximo. Mas ela sempre caia e eu continuava a me movimentar.
Então, eu colocava ela embaixo de mim e esfregava meu pau na bundinha dela como se estivesse metendo. Fazia isso com ela de frente também, esfregando na buceta.
Me lembro que algumas vezes, eu colocava ela em cima da minha cara e dava mordidinhas na xoxota dela por cima da roupa mesmo. Aquilo me dava um tesão enorme.
Mas não passava disso.
Porém, naquele dia, a mãe dela falou que ela ia dormir na minha casa, sei lá o motivo. Na hora de dormir consegui fazer ela dormir em um colchão no meu quarto.
Ela estava usando uma camisola que ia até o meio das coxas e calcinha. Eu usava pijama: camiseta, short e cueca.
— Deita um pouco aqui na cama comigo – pedi.
Ela veio e deitou do meu lado.
Fiquei acariciando ela na barriga e no rosto. Depois, ela virou de lado e ficou de costas para mim. Eu estava tentando aproveitar ao máximo aquela menina na minha cama, por isso comecei a fazer passar os dedos nas costas dela.
— Continua. Está gostoso. – ela pediu.
Subi a camisola dela, mostrando a bunda dela com a calcinha meio socada e subi até mostrar as costas inteira.
— Acho que assim você vai gostar mais. – e continuei a cosquinha nas costas.
Eu também passava a mão na barriga e nas curvas dela (laterais do corpo). Talvez eu tenha exagerado porque ela desceu a camisola e ficou de frente pra mim.
Era minha chance. Deitado de barriga para cima, peguei o corpo dela e coloquei em cima do meu. No começo ela ficou de perna fechada e eu mexia o corpo dela para frente e para trás segurando pela cintura.
Logo ela abriu as pernas e deixou a bucetinha dela em cima do meu pau. Passei a mão nas coxas dela e dei um apertão gostoso naquela bunda. Pressionei ela contra o meu pau e ela começou a dar uma mexidinha em cima dele.
Pouco tempo depois estava apertando com força a bundinha dela enquanto ela rebolava esfregando a buceta no meu pau.
Falei pra ela parar um pouco porque estava me machucando. Ela parou, mas não saiu de cima de mim. Eu abaixei meu short e minha cueca e perguntei.
— A gente pode abaixar um pouco a sua calcinha?
Ela falou que sim.
Eu abaixei a calcinha até o joelho, mas aí achei melhor tirar. Tirei e ela não reclamou. Voltou pra cima do meu pau e sentou. Ela sentou a bucetinha dela em cima da minha pica. Foi uma sensação incrível.
Levantei a camisola dela o máximo que pude e vi os peitinhos pequenos, mas os biquinhos estavam durinhos. Coloquei a mão neles e lambi um pouco.
— Continua se mexendo igual antes – eu pedi.
Ela foi para frente e para trás e depois ficou rebolando, mas era só esfrega-esfrega. Tentei colocar a cabecinha dentro dela, mas ela não queria. Não insisti porque estava gostoso daquele jeito e era melhor do que se ela parasse.
Então, peguei ela e pressionei com mais força contra mim. E comecei a bombar bem rápido meu pau na buceta dela. Foi como se estivéssemos metendo. Ela gemia baixinho. Ficamos assim, até gozarmos.
Eu fiquei bem feliz de deixar aquela buceta molhada de porra.
Depois ela deitou do meu lado, arrumou a camisola e colocou a calcinha. Eu coloquei minha cueca e meu shorts.
Perguntei se ela tinha gostado e ela respondeu que sim.
— Então, podemos fazer de novo amanhã?
— Sim.
Ela dormiu comigo na minha cama naquela noite.
Eswar Jones
Se vc gostou do conto, deixe seu comentário. Me conta o que vc e sua prima já fizeram?
Eu fui já imaginando em formas de tirar uma casquinha dela. Em outros dias, eu consegui passadas de mão e também encoxei ela algumas vezes. Ela sempre deixava.
Enquanto voltávamos da escola, eu perguntei:
— O que vc acha da gente brincar de cavalinho quando chegar?
Ela aceitou.
Eu falei cavalinho, mas na verdade era mais um rodeio. Ficávamos em cima do sofá, eu de quatro e ela vinha e montava nas minhas costas. E eu tinha que tentar derrubar ela.
Eu movimentava como se fosse um touro mecânico e ela tentava se segurar ao máximo. Mas ela sempre caia e eu continuava a me movimentar.
Então, eu colocava ela embaixo de mim e esfregava meu pau na bundinha dela como se estivesse metendo. Fazia isso com ela de frente também, esfregando na buceta.
Me lembro que algumas vezes, eu colocava ela em cima da minha cara e dava mordidinhas na xoxota dela por cima da roupa mesmo. Aquilo me dava um tesão enorme.
Mas não passava disso.
Porém, naquele dia, a mãe dela falou que ela ia dormir na minha casa, sei lá o motivo. Na hora de dormir consegui fazer ela dormir em um colchão no meu quarto.
Ela estava usando uma camisola que ia até o meio das coxas e calcinha. Eu usava pijama: camiseta, short e cueca.
— Deita um pouco aqui na cama comigo – pedi.
Ela veio e deitou do meu lado.
Fiquei acariciando ela na barriga e no rosto. Depois, ela virou de lado e ficou de costas para mim. Eu estava tentando aproveitar ao máximo aquela menina na minha cama, por isso comecei a fazer passar os dedos nas costas dela.
— Continua. Está gostoso. – ela pediu.
Subi a camisola dela, mostrando a bunda dela com a calcinha meio socada e subi até mostrar as costas inteira.
— Acho que assim você vai gostar mais. – e continuei a cosquinha nas costas.
Eu também passava a mão na barriga e nas curvas dela (laterais do corpo). Talvez eu tenha exagerado porque ela desceu a camisola e ficou de frente pra mim.
Era minha chance. Deitado de barriga para cima, peguei o corpo dela e coloquei em cima do meu. No começo ela ficou de perna fechada e eu mexia o corpo dela para frente e para trás segurando pela cintura.
Logo ela abriu as pernas e deixou a bucetinha dela em cima do meu pau. Passei a mão nas coxas dela e dei um apertão gostoso naquela bunda. Pressionei ela contra o meu pau e ela começou a dar uma mexidinha em cima dele.
Pouco tempo depois estava apertando com força a bundinha dela enquanto ela rebolava esfregando a buceta no meu pau.
Falei pra ela parar um pouco porque estava me machucando. Ela parou, mas não saiu de cima de mim. Eu abaixei meu short e minha cueca e perguntei.
— A gente pode abaixar um pouco a sua calcinha?
Ela falou que sim.
Eu abaixei a calcinha até o joelho, mas aí achei melhor tirar. Tirei e ela não reclamou. Voltou pra cima do meu pau e sentou. Ela sentou a bucetinha dela em cima da minha pica. Foi uma sensação incrível.
Levantei a camisola dela o máximo que pude e vi os peitinhos pequenos, mas os biquinhos estavam durinhos. Coloquei a mão neles e lambi um pouco.
— Continua se mexendo igual antes – eu pedi.
Ela foi para frente e para trás e depois ficou rebolando, mas era só esfrega-esfrega. Tentei colocar a cabecinha dentro dela, mas ela não queria. Não insisti porque estava gostoso daquele jeito e era melhor do que se ela parasse.
Então, peguei ela e pressionei com mais força contra mim. E comecei a bombar bem rápido meu pau na buceta dela. Foi como se estivéssemos metendo. Ela gemia baixinho. Ficamos assim, até gozarmos.
Eu fiquei bem feliz de deixar aquela buceta molhada de porra.
Depois ela deitou do meu lado, arrumou a camisola e colocou a calcinha. Eu coloquei minha cueca e meu shorts.
Perguntei se ela tinha gostado e ela respondeu que sim.
— Então, podemos fazer de novo amanhã?
— Sim.
Ela dormiu comigo na minha cama naquela noite.
Eswar Jones
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