O retorno do meu melhor amigo de infância
Eu e o Breno nos conhecemos desde sempre, estudamos juntos, brincavamos juntos, isso até os 14 anos, quando o pai dele faleceu, e ele se mudou para outro estado com a sua mãe, e perdemos contato.
Com 19 anos comecei faculdade de engenharia, já estava no segundo semestre, estava na aula com uma mina, quando aquele cara entrou na sala. Ela me perguntou- conhece?
- parece bem familiar, mas acho que não - respondi.
Notei que durante as aulas, ele sempre me olhava, mas deixei para lá, imaginei que fosse gay, mas quando estava saindo,vi ele beijando uma garota no estacionamento, e entrando em um carro, nos olhamos de novo, e falei- acho que conheço esse cara.
Montei na minha moto e fui para casa, quando cheguei, fui direto para meu quarto, ja eram quase onze da noite, quando minha irmã entrou, dizendo - ei, adivinha quem voltou a ser nosso vizinho?
- ai Bia, não quero saber, não ligo para isso
- tem certeza, foi o Breno, vi ele hoje a tarde
Me sentei na cama, e perguntei-
- o que? Serio?
- sim, ele ficou um gato, cabelo ondulado, barba, e acho que está usando um brinco.
Bruno ficou pensando, até que falou.
- é isso, a cara me encarando hoje na sala de aula, era o Breno, por isso o rosto era familiar.
- ele esta estudando com voce?
- sim, tenho certeza
Sai do quarto, e fui para cozinha, estava colocando algo para comer, quando vi o carro chegando na casa ao lado, sai pela porta e fui lá na frente, quando o Breno ia fechando o portão, eu segurei
Breno sorriu, eu sorri para o amigo.
- podia ter dito que era você!
- estava esperando você me reconhecer, fiquei triste quando me encarou e isso não aconteceu.
- babaca
Nos abraçamos
Dali em diante, passamos a ficar mais tempo juntos, a malhar juntos, senta juntos nas aulas e a saímos juntos, conheci a jaque, sua namorada.
Até que um dia, saimos para beber com uma turma de amigos, e decidiram jogar aquele jogo da garrafa, e para na pessoa, você tem que beijar. O jogo estava de boas, até que caiu para ele me beijar, eu disse que não, e o povo gritou- beija, beija, beija. Ele veio sorrindo, e disse - bora idiota, só um beijinho.
Até que criei coragem, segurei na nuca dele, e beijei. Dali em diante, continuamos a sair, mas havia algo estranho. Quando foi no feriado de março, ele me ligou.
- oi
- fazendo?
- deitado
- toma um banho, se arruma, vamos sair
- beleza.
Fomos para um bar um pouco distante, começamos a beber era 09 da noite, quando deu 03:30 da madrugada, Breno levantou para ir ao banheiro e acabou vomitando, o peguei, e fomos para casa, como estava tarde, acabamos indo para minha casa, e o coloquei no banheiro, dizendo.
- vai, toma banho logo.
Me deitei na cama,eu estava bem bêbado também. Nao demorou 10 minutos, Breno saiu, pelado e molhado, e se jogou na minha cama, eu disse-
- pow cara, devia se enxugar
- vai a merda.
- vou tomar banho, veste esse short aí
Tomei um banho muito péssimo, quando voltei Breno continuava com a bunda de fora.
- se veste Breno
-nao quero
Me deitei, estava enrolado na toalha
- se veste caralho
- eu gosto de dormir pelado
Dei um tapa na bunda dele.
- faz é malhar essa bundona
Ele estava quase dormindo, mas respondeu.
-sim
- oxe para que?
- para ela ficar Gostosa
Dei outro tapa, e disse.
- mas ela ta ficando mesmo
- que bom, mas para de bater na minha bunda, ou quer me comer caralho
Dei outro tapa, e disse-
- você deixa?
- te sai cara, já pelo menos comeu um cara antes?
- nao, ja deu para um cara?
- não, ta doido
- então deixa eu comer - falei sorrindo e subindo pra cima dele, já pelado.
- sai Bruno.
- vai deixa eu te come - eu sorria
- esse bicho, sei não
Meu pau começou a ficar duro, comecei a bater uma punhenta, não sei o que estava acontecendo, mas eu realmente queria comer meu melhor amigo. Peguei um gel, que estava na estante do lado da cama, e fiquei de joelho atrás dele, e fiz ele subi umas das pernas. Ele perguntou-
- está fazendo o que?
- vou te come, meu pau tá duro
- vai?
- vou
Ele rio. Comecei a passar gel no cu dele, tentei colocar um dedo era muito apertado.
- sai Bruno
- calma, só foi o dedo
- vai me comer mesmo?
Já tinha passado gel na minha pica, coloquei na beira do cu dele, puxando com uma das mãos a poupa da bunda dele, e firmei meu corpo em cima do dele, e disse.
- vou Breno.
Empurrei.
- Bruno - ele sussurrou.
Empurrei novamente, a cabeça começou a entrar. O espelho da minha cama era de madeira, Breno esticou um dos braços, segurando no espelho, e sussurrou novamente-
- ai Breno.
Aproximei meu rosto do pescoço dele, e disse-
- deixa a cabeça entrar.
- está doendo cara.
Empurrei novamente, dessa vez segurando no gogó dele, ele gemeu abrindo a boca, a cabeça entrou. Dessa vez, eu sussurrei.
- tão apertado.
- está doendo, Bruno.
Empurrei mais um pouco, ele levantou mais a bunda, gemendo.
- é grossa demais, está doendo, Bruno.
- shh, eu sei que você aguenta.
Empurrei mais, senti a perna dele tremendo, segurei na perna dele, e disse.
- calma, você aguenta.
- seu pau parece ser grande, Bruno.
Ele falou entre gemidos, eu empurrei mais, e disse.
- ele é, tem 21 cm, é bem grosso, mas você está indo bem, já entrou a metade.
Empurrei mais um pouco, Breno mordeu o lábio inferior, e depois soltou-
- cacete
Minha mão saiu do gogó dele, e foi para sua boca, tampei a boca dele, e num só empurrão, terminei de enfiar o resto da pica, Breno gemeu, sua mão apertou no espelho da cama, ele começou a se mexer, eu o acompanhei, ele estava ficando de quatro, quando notei, Breno estava completamente de quatro, a outra mão o mantia equilibrado na cama, eu estava entre as pernas dele, ele sentia meus poucos pentelhos tocando sua bunda, eu nunca havia comido um cara, mas o Breno naquela posição estava fazendo meu pau vibrar, ele parecia que estava com a pele iluminando.
Tirei a mão da boca dele, ele falou entre um gemido.
- doeu muito.
- imagino, mas agora está tudo dentro.
Eu dei uma breve mexida, ele gemeu de novo.
- ainda doi?
- um pouco - disse gemendo.
Comecei a alisar as costas dele, e deixei o pau dentro, e aos poucos, fui tirando, e colocando, até que ficou apenas a cabeça dentro, e eu empurrei novamente, e ele não reclamou, então comecei o entra e sai.
A cada enfiada que eu dava, Breno continuava gemendo, tirei toda minha rola, com a mão que estava na sua cintura, segurei na minha pica, e bate com ela no cuzinho dele, dando um sorriso safado.
- Bruno?
- oi
- melhor paramos com isso
- calma, eu quero gozar, não falta muito.
Do nada, Breno soltou o espelho da cama, e colocou a mão na minha rola,dessa vez, eu gemi. Segurei na mão dele, tirando da minha pica, e segurei para trás, em cima da lombar dele, e coloquei a cabeça da pica no cu dele, e fui empurrando, ainda entrou apertado, mas deslizou toda para dentro.
Comecei a acelerar a penetraçao, cada vez mais forte, quando percebi, estava puxando a cabeça dele pelos cabelos, ambos estavam gemendo, eu ia gozar, puxei o corpo dele para mim, ficando ambos de joelhos na cama, minha boca no pescoço dele, e ambos os quadris se mexendo lentamente, eu estava gozando dentro dele, e ele gozou em cima do travesseiro. Ficamos parados ofegante, até meu pau amolecer e saí de dentro dele.
Ele se deitou, eu tombei para o lado,caimos no sono. Quando acordei, estava coberto com um lençol, e Breno tinha ido embora, eu lembrei e disse
- que desgraça eu fiz, comi meu melhor amigo.
Com 19 anos comecei faculdade de engenharia, já estava no segundo semestre, estava na aula com uma mina, quando aquele cara entrou na sala. Ela me perguntou- conhece?
- parece bem familiar, mas acho que não - respondi.
Notei que durante as aulas, ele sempre me olhava, mas deixei para lá, imaginei que fosse gay, mas quando estava saindo,vi ele beijando uma garota no estacionamento, e entrando em um carro, nos olhamos de novo, e falei- acho que conheço esse cara.
Montei na minha moto e fui para casa, quando cheguei, fui direto para meu quarto, ja eram quase onze da noite, quando minha irmã entrou, dizendo - ei, adivinha quem voltou a ser nosso vizinho?
- ai Bia, não quero saber, não ligo para isso
- tem certeza, foi o Breno, vi ele hoje a tarde
Me sentei na cama, e perguntei-
- o que? Serio?
- sim, ele ficou um gato, cabelo ondulado, barba, e acho que está usando um brinco.
Bruno ficou pensando, até que falou.
- é isso, a cara me encarando hoje na sala de aula, era o Breno, por isso o rosto era familiar.
- ele esta estudando com voce?
- sim, tenho certeza
Sai do quarto, e fui para cozinha, estava colocando algo para comer, quando vi o carro chegando na casa ao lado, sai pela porta e fui lá na frente, quando o Breno ia fechando o portão, eu segurei
Breno sorriu, eu sorri para o amigo.
- podia ter dito que era você!
- estava esperando você me reconhecer, fiquei triste quando me encarou e isso não aconteceu.
- babaca
Nos abraçamos
Dali em diante, passamos a ficar mais tempo juntos, a malhar juntos, senta juntos nas aulas e a saímos juntos, conheci a jaque, sua namorada.
Até que um dia, saimos para beber com uma turma de amigos, e decidiram jogar aquele jogo da garrafa, e para na pessoa, você tem que beijar. O jogo estava de boas, até que caiu para ele me beijar, eu disse que não, e o povo gritou- beija, beija, beija. Ele veio sorrindo, e disse - bora idiota, só um beijinho.
Até que criei coragem, segurei na nuca dele, e beijei. Dali em diante, continuamos a sair, mas havia algo estranho. Quando foi no feriado de março, ele me ligou.
- oi
- fazendo?
- deitado
- toma um banho, se arruma, vamos sair
- beleza.
Fomos para um bar um pouco distante, começamos a beber era 09 da noite, quando deu 03:30 da madrugada, Breno levantou para ir ao banheiro e acabou vomitando, o peguei, e fomos para casa, como estava tarde, acabamos indo para minha casa, e o coloquei no banheiro, dizendo.
- vai, toma banho logo.
Me deitei na cama,eu estava bem bêbado também. Nao demorou 10 minutos, Breno saiu, pelado e molhado, e se jogou na minha cama, eu disse-
- pow cara, devia se enxugar
- vai a merda.
- vou tomar banho, veste esse short aí
Tomei um banho muito péssimo, quando voltei Breno continuava com a bunda de fora.
- se veste Breno
-nao quero
Me deitei, estava enrolado na toalha
- se veste caralho
- eu gosto de dormir pelado
Dei um tapa na bunda dele.
- faz é malhar essa bundona
Ele estava quase dormindo, mas respondeu.
-sim
- oxe para que?
- para ela ficar Gostosa
Dei outro tapa, e disse.
- mas ela ta ficando mesmo
- que bom, mas para de bater na minha bunda, ou quer me comer caralho
Dei outro tapa, e disse-
- você deixa?
- te sai cara, já pelo menos comeu um cara antes?
- nao, ja deu para um cara?
- não, ta doido
- então deixa eu comer - falei sorrindo e subindo pra cima dele, já pelado.
- sai Bruno.
- vai deixa eu te come - eu sorria
- esse bicho, sei não
Meu pau começou a ficar duro, comecei a bater uma punhenta, não sei o que estava acontecendo, mas eu realmente queria comer meu melhor amigo. Peguei um gel, que estava na estante do lado da cama, e fiquei de joelho atrás dele, e fiz ele subi umas das pernas. Ele perguntou-
- está fazendo o que?
- vou te come, meu pau tá duro
- vai?
- vou
Ele rio. Comecei a passar gel no cu dele, tentei colocar um dedo era muito apertado.
- sai Bruno
- calma, só foi o dedo
- vai me comer mesmo?
Já tinha passado gel na minha pica, coloquei na beira do cu dele, puxando com uma das mãos a poupa da bunda dele, e firmei meu corpo em cima do dele, e disse.
- vou Breno.
Empurrei.
- Bruno - ele sussurrou.
Empurrei novamente, a cabeça começou a entrar. O espelho da minha cama era de madeira, Breno esticou um dos braços, segurando no espelho, e sussurrou novamente-
- ai Breno.
Aproximei meu rosto do pescoço dele, e disse-
- deixa a cabeça entrar.
- está doendo cara.
Empurrei novamente, dessa vez segurando no gogó dele, ele gemeu abrindo a boca, a cabeça entrou. Dessa vez, eu sussurrei.
- tão apertado.
- está doendo, Bruno.
Empurrei mais um pouco, ele levantou mais a bunda, gemendo.
- é grossa demais, está doendo, Bruno.
- shh, eu sei que você aguenta.
Empurrei mais, senti a perna dele tremendo, segurei na perna dele, e disse.
- calma, você aguenta.
- seu pau parece ser grande, Bruno.
Ele falou entre gemidos, eu empurrei mais, e disse.
- ele é, tem 21 cm, é bem grosso, mas você está indo bem, já entrou a metade.
Empurrei mais um pouco, Breno mordeu o lábio inferior, e depois soltou-
- cacete
Minha mão saiu do gogó dele, e foi para sua boca, tampei a boca dele, e num só empurrão, terminei de enfiar o resto da pica, Breno gemeu, sua mão apertou no espelho da cama, ele começou a se mexer, eu o acompanhei, ele estava ficando de quatro, quando notei, Breno estava completamente de quatro, a outra mão o mantia equilibrado na cama, eu estava entre as pernas dele, ele sentia meus poucos pentelhos tocando sua bunda, eu nunca havia comido um cara, mas o Breno naquela posição estava fazendo meu pau vibrar, ele parecia que estava com a pele iluminando.
Tirei a mão da boca dele, ele falou entre um gemido.
- doeu muito.
- imagino, mas agora está tudo dentro.
Eu dei uma breve mexida, ele gemeu de novo.
- ainda doi?
- um pouco - disse gemendo.
Comecei a alisar as costas dele, e deixei o pau dentro, e aos poucos, fui tirando, e colocando, até que ficou apenas a cabeça dentro, e eu empurrei novamente, e ele não reclamou, então comecei o entra e sai.
A cada enfiada que eu dava, Breno continuava gemendo, tirei toda minha rola, com a mão que estava na sua cintura, segurei na minha pica, e bate com ela no cuzinho dele, dando um sorriso safado.
- Bruno?
- oi
- melhor paramos com isso
- calma, eu quero gozar, não falta muito.
Do nada, Breno soltou o espelho da cama, e colocou a mão na minha rola,dessa vez, eu gemi. Segurei na mão dele, tirando da minha pica, e segurei para trás, em cima da lombar dele, e coloquei a cabeça da pica no cu dele, e fui empurrando, ainda entrou apertado, mas deslizou toda para dentro.
Comecei a acelerar a penetraçao, cada vez mais forte, quando percebi, estava puxando a cabeça dele pelos cabelos, ambos estavam gemendo, eu ia gozar, puxei o corpo dele para mim, ficando ambos de joelhos na cama, minha boca no pescoço dele, e ambos os quadris se mexendo lentamente, eu estava gozando dentro dele, e ele gozou em cima do travesseiro. Ficamos parados ofegante, até meu pau amolecer e saí de dentro dele.
Ele se deitou, eu tombei para o lado,caimos no sono. Quando acordei, estava coberto com um lençol, e Breno tinha ido embora, eu lembrei e disse
- que desgraça eu fiz, comi meu melhor amigo.
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