Estuprei minha irmãzinha e criei uma puta p3 - filha de puta putinha é
Ao longo desses quase dez anos, apesar de levar machos para me ajudar a comer minha irmã e meu cunhado assistir pelo circuito fechado de vídeos, nos convivíamos como uma família tradicional, nos encontrávamos nos aniversários e a cada dois ou três meses para churrasco e piscina em casa.
Minhas sobrinhas estavam crescendo, a mais velha Claudia parecia demais com a mãe até no apelido, Cacázinha, era ainda mais desenvolvida que minha irmã na idade dela, já a mais nova não tinha nenhuma semelhança com a nossa família, nem com a do meu cunhado, ele me disse que tinha certeza que não era filha dele, mas não se importava e amava as duas do mesmo jeito que a mãe.
Semana passada eles vieram com as meninas fazer um churrasco e curtir a piscina.
Meu cunhado sorriu quando me viu de olho na Cacadinhs num shortinho enfiado na bunda e um topzinho coladinhos, ela estava uma graça, 12 aninhos, já com corpo de mulher, quando tirou o shortinho rebolando, estava com um biquininho de cair o queixo.
No final da tarde quando vimos ela se preparando para tomar banho, ele me chamou para assistir da sala de monitoramento.
Ela tirou o biquíni e ficou examinando as marquinhas no espelho, fiquei de pau duro vendo aquelas marquinhas minúsculas bem definidas nos seios já de bom tamanho, durinhos e empinados, no bumbum arrebitado, e na bocetinha com uma penugem.
Sem tirar o olho do monitor, falei que ela já estava no ponto de perder o cabacinho e virar putinha também.
Ouvi uma gargalhada atrás de mim, era a minha irmã, e para minha surpresa do meu lado meu cunhado estava batendo uma punheta.
Cacá falou que meu cunhado já tinha cuidado disso pessoalmente, que minha sobrinha tinha o DNA dela, e eu precisava ver ela num baile funk de sainha e sem calcinha numa roda de machos.
Fiquei louco para meter a vara naquela ninfeta, virei para meu cunhado e perguntei se rolava fazer uma DP na filhotinha putinha.
Ele levantou as sobrancelhas e disse que era uma boa ideia a primeira DP dela ser com o pai e o tio.
Cacá nós lembrou que a Lucinha ia estranhar o sumiço de nós três, era melhor eles passarem a noite na minha casa e quando a pequena dormisse íamos ter o resto da noite para nós divertir.
E finalizou mandando eu tratat de arrumar uns amigos, enquanto ela fazia a Lucinha dormir, porque não queria ficar na mão.
Aquele noite foi uma loucura, Cacá botou um sonífero na comida da pequena para garantir.
Assim que a Lucinha apagou botamos funk para tocar, Cacazinha se empolgou, começou rebolar e descer até o chão, minha irmã chegou por trás, atochou o shortinho nela, e enrolou a cintura deixado claro que a putinha estava sem calcinha.
Eu e meu cunhado chegamos junto e ela começou a ser esfregar em nós dois, não demorou estava peladinha, o pai chupando os peitos e eu encoxando por trás.
Ela dobrou o corpo, abocanhou o pau do pai emoinanfo aquela bunda gosta para mim.
Não pensei duas vezes, melei meus dedos na buceta encharcada e fui enfiando no cuzinho, entrou mais fácil que eu imaginei, lambuzei meu pau na sua bucetinha, segurei pelas ancas e meti até o talo no cuzinho. A putinha nem resmungou.
Estava me deliciando quando campainha tocou, eram meus amigos chegando.
Levamos ela para um dos quartos, queríamos curtir a ninfeta em paz.
Assim que entramos ela me empurrou na cama e montou no meu pau, o pai foi por trás e atolou no rabo dela.
Fudemos a menina de todo jeito, a putinha tinha um fogo interminável, deu uma canseira em mim e no pai dela.
Não satisfeita foi dançar funk pelada no meio dos 5 negões, que arrumei na academia para meter na mãe dela.
Foi uma delícia assistir uma de frente para outra levando duas picas cada uma, e mando outra juntas.
Minhas sobrinhas estavam crescendo, a mais velha Claudia parecia demais com a mãe até no apelido, Cacázinha, era ainda mais desenvolvida que minha irmã na idade dela, já a mais nova não tinha nenhuma semelhança com a nossa família, nem com a do meu cunhado, ele me disse que tinha certeza que não era filha dele, mas não se importava e amava as duas do mesmo jeito que a mãe.
Semana passada eles vieram com as meninas fazer um churrasco e curtir a piscina.
Meu cunhado sorriu quando me viu de olho na Cacadinhs num shortinho enfiado na bunda e um topzinho coladinhos, ela estava uma graça, 12 aninhos, já com corpo de mulher, quando tirou o shortinho rebolando, estava com um biquininho de cair o queixo.
No final da tarde quando vimos ela se preparando para tomar banho, ele me chamou para assistir da sala de monitoramento.
Ela tirou o biquíni e ficou examinando as marquinhas no espelho, fiquei de pau duro vendo aquelas marquinhas minúsculas bem definidas nos seios já de bom tamanho, durinhos e empinados, no bumbum arrebitado, e na bocetinha com uma penugem.
Sem tirar o olho do monitor, falei que ela já estava no ponto de perder o cabacinho e virar putinha também.
Ouvi uma gargalhada atrás de mim, era a minha irmã, e para minha surpresa do meu lado meu cunhado estava batendo uma punheta.
Cacá falou que meu cunhado já tinha cuidado disso pessoalmente, que minha sobrinha tinha o DNA dela, e eu precisava ver ela num baile funk de sainha e sem calcinha numa roda de machos.
Fiquei louco para meter a vara naquela ninfeta, virei para meu cunhado e perguntei se rolava fazer uma DP na filhotinha putinha.
Ele levantou as sobrancelhas e disse que era uma boa ideia a primeira DP dela ser com o pai e o tio.
Cacá nós lembrou que a Lucinha ia estranhar o sumiço de nós três, era melhor eles passarem a noite na minha casa e quando a pequena dormisse íamos ter o resto da noite para nós divertir.
E finalizou mandando eu tratat de arrumar uns amigos, enquanto ela fazia a Lucinha dormir, porque não queria ficar na mão.
Aquele noite foi uma loucura, Cacá botou um sonífero na comida da pequena para garantir.
Assim que a Lucinha apagou botamos funk para tocar, Cacazinha se empolgou, começou rebolar e descer até o chão, minha irmã chegou por trás, atochou o shortinho nela, e enrolou a cintura deixado claro que a putinha estava sem calcinha.
Eu e meu cunhado chegamos junto e ela começou a ser esfregar em nós dois, não demorou estava peladinha, o pai chupando os peitos e eu encoxando por trás.
Ela dobrou o corpo, abocanhou o pau do pai emoinanfo aquela bunda gosta para mim.
Não pensei duas vezes, melei meus dedos na buceta encharcada e fui enfiando no cuzinho, entrou mais fácil que eu imaginei, lambuzei meu pau na sua bucetinha, segurei pelas ancas e meti até o talo no cuzinho. A putinha nem resmungou.
Estava me deliciando quando campainha tocou, eram meus amigos chegando.
Levamos ela para um dos quartos, queríamos curtir a ninfeta em paz.
Assim que entramos ela me empurrou na cama e montou no meu pau, o pai foi por trás e atolou no rabo dela.
Fudemos a menina de todo jeito, a putinha tinha um fogo interminável, deu uma canseira em mim e no pai dela.
Não satisfeita foi dançar funk pelada no meio dos 5 negões, que arrumei na academia para meter na mãe dela.
Foi uma delícia assistir uma de frente para outra levando duas picas cada uma, e mando outra juntas.
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