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Dopei minha esposa para comer minha filhinha

📅 Publicado em: 04/12/2023 00:11

👤 Autor: ninfasafada01

Já fazia um tempo que eu vinha reparando que a minha filhinha de 7 anos tinha um corpinho muito formadinho para a idade dela e isso me fazia ter pensamentos maliciosos que vinham me pegando de surpresa, mas que por me darem muito tesão não reprimi.

Como um pai muito dedicado, claro, sempre comprava roupinhas para a Manuela, um vestido menor do que o seu tamanho pra ficar curtinho ou um shortinho curtinho de algodão que mostrava a sua bundinha redondinha macia e parte de uma calcinha com de rosa com algum personagem da televisão.

Nada me proporcionava mais prazer.

A minha mulher não desconfiava de nada, estava calor, era natural que as roupas dela fossem leves e de acordo com a estação, além disso, a minha mulher se preocupava muito mais com a própria aparência do que com as roupas da nossa filhinha que a cada dia mostrava um pouco mais de pele.

Sempre que via a minha filhinha com algum dos conjuntos que comprava, a bucetinha apertadinha em um minishortinho, eu ia direto pro banheiro me punhetar pensando naquela visão deliciosa.

Eu me deliciava em ver, mas já estava com alguns pensamentos de provar...

Foi quando eu percebi que se a minha mulher não estava me traindo, estava quase lá.

Ela chegou do trabalho e foi direto para o banheiro tomar um banho, deixou o celular em cima da mesa de jantar e uma notificação fez a tela piscar, curioso, fui dar uma olhadinha, sabe, só pra garantir.

Eu já havia cadastrado a minha digital no celular dela fazia tempo, só que ela não sabia disso.

Desbloqueei o celular da Fernanda e estava lá, um contato chamado "Luiz Contabilidade" com a seguinte mensagem:

"Você é deliciosa, vamos repetir?".

Hummm, também quero comer uma ninfeta deliciosa e já até sei quem.

Fui até o banheiro com um plano formado na cabeça.

- Amor, vou fazer um suco pra tomar no jantar, você quer? - disse eu todo prestativo.

- Quero sim!

Fiz um suco de abacaxi bem grosso para ela não ver o pozinho de dois comprimidos de um remédio pesado que a Fernanda costumava tomar quando tinha insônia ano passado.

Separei o suco dela perto do lugar que ela costumava sentar e preparei a mesa bem bonita, como o corno manso que ela achava que eu era.

Ela sentou e já tomou o suco num gole só exatamente como eu esperava e se serviu de mais. Na jarra não tinha remédio, tomei e servi a Manu, minha filhinha também estava com sono, seu rostinho de anjo estava cansado e os cabelos longos soltos as vezes cobriam seu rosto e eu não resistia de colocá-los atrás de sua orelha.

- Amor, vou deitar, tô cansada. Boa noite filha.

Fernanda deu um beijinho no rosto da Manu e cambaleando foi até o nosso quarto deitar.

Esperei a minha filha perminar de comer a peguei no colo e a levei até seu quarto, entrei e o tranquei por dentro, dei-lhe um beijinho na boquinha macia e doce dela, ela riu assustada.

- Papai, você me beijou! - disse sorridente achando que era algum engano.

- Beijei, porque amo você, a gente beija quem ama, entendeu? - Perguntei passando a língua nos seus lábios e ela aceitou a minha resposta com inocência.

- Entendi, pai.

Deitei ela na cama e peguei um cobertor para cobri-la.

Minha filhinha se aconchegou na cama, colocou o polegar na boca e o sugou como sempre fazia na hora de dormir.

Deitei do seu lado e lhe contei uma história. Ela adormeceu rapidamente.

Sai do seu quarto e fui verificar se a minha esposa estava mesmo dormindo, e ela estava, com um jeito de quem dorme profundamente como ela ficava quando estava dopada.

O plano deu certo, hora de fuder.

Voltei pro quarto da minha bebê, entrei e o tranquei novamente por dentro, só para garantir. Manu já estava dormindo, crianças dentro de uma rotina dormem bem cedo e rápido.

Primeiro vou acariciando ela e tirando a sua roupa, quando ela está completamente nua, tiro o polegar da sua boca e dou beijos em sua boca, vou me empolgando com aquela situação e coloco a língua dentro de sua boquinha e vou sentindo o seu sabor delicioso, como a sua boca é doce e a sua língua é macia.

Ela reage, mas está com tanto sono que seus olhos não se abrem.

Vou descendo por seu corpo pequenino dando beijos e lambidas, saciando uma sede que eu não sabia que tinha do gosto dela.

Acaricio a sua coxa, que pernas lindas, perfeitas, imaculadas, eram cheias para a sua idade, ela tinha um corpinho de mulher já.

Aproveitei para lamber as suas coxas e quando eu chegava perto da sua bucetinha, inspirava profundamente enchendo meus pulmões com o aroma doce do seu sexo sem nenhum pelinho.

Abri os lábios pequenos e a visão era simplesmente a coisa mais linda do mundo, pequena, rosadinha e tão macia.

Lambi o grelinho rosado, ela estava mais desperta e isso me assustou.

- Papai? - ela perguntou sonolenta.

- Dorme, neném. Papai só tá fazendo uma massagem em você. - digo e volto a passar a língua por toda a sua buceta. Ela soltou um gemido baixinho. Minha putinha não sabia o que significava, mas ela tava gostando.

Ia chupando ela com carinho e jeitinho, e ela ia se contraindo involuntariamente e ondulando seu corpo, subindo seu quadril para mais perto do meu rosto.

A minha filhinha estava praticamente esfregando a sua buceta na minha boca, era um sonho que se realizava.

Não tava mais aguentando de tesão, o meu pau estava tão lubrificado que tinha uma poça de pre-gozo na cama onde ele encostava.

- Amorzinho, o papai vai te dar um pirulito, você quer? - perguntei assoprando na buceta dela, e ela sem entender, acenou com a cabeça positivamente.

Não pensei duas vezes, me posicionei perto de sua boca e fodi a sua boquinha, me segurando para não gozar ainda.

Dei algumas estocadas, apertava o pau e voltava a engasgar a minha filha, que sem defesa só olhava pra mim com a boquinha aberta e toda lambuzada de porra.

Decidi então dopar a minha mulher toda noite para fazer da minha princesa a putinha do papai.

- Manu, você é muito gostosa, o papai vai ter gozar, você quer leitinho?

Ela fez que sim, inocentemente.

Nunca gozei tanto na minha vida.

Gozei tanto que lambuzei todo o rostinho do meu bebê. Passei a rola na boca dela para espalhar bem, levei porra pra sua bucetinha e esfregava o seu grelinho com a cabeça lambuzada.

- Amanhã o papai vai comer a sua buceta, Manu. - falei enquanto limpava ela, peguei o polegar dela e lambuzei de porra e dei para ela sugar enquanto dormia e ela dormiu tranquilamente.
Nenhuma reação ainda.

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