Uma historia real ocorrida comigo, fui abusado
Esta historia já postei em outro site, no extinto site euconfesso que não existe mais, mas la eu contei só a primeira parte da historia e sem muitos detalhes porque embora o site fosse de confissões e desabafos eles censuravam tudo.
Eu tinha doze anos de idade, minha família era muito pobre, não tinha TV em casa, coisa que era meu maior sonho, então eu me distraia com revistas em quadrinhos, gibis, minha mãe me dava umas moedas e eu gastava tudo com revistinhas disney, marvel, DC, e ate turma da monica eu lia.
(na verdade eu roubava moedas da minha mãe, ela me batia, mas o vicio em quadrinhos era maior, para evitar eu roubar, ela me dava algumas moedas)
Eu pegava o ônibus sozinho no meu bairro e descia ate o centro de BH, onde tem o parque municipal, ali bem perto tinha uma banca de revistas que tinha revistas usadas, mais baratas, eu comprava ou trocava revistinhas. E ia para o parque lelas.
Certa vez eu estava no parque, tem um lago e no meio dele uma ilha acessível só por uma ponte de madeira, eu gostava de ficar la lendo revistas, naquele dia já tinha lido a que eu estava com ela quando percebi um homem me olhando do outro lado do lago, não tirava os olhos de mim.
Eu já era esperto, de certa forma, já tinha ouvido coisas, e sabia que tinha caras que gostavam de garotos.
Aquele homem me olhou por uns cinco minutos e saiu dali, eu sei que o correto seria eu ir embora, fugi dali, mas o que fiz foi insano, ao ver ele se afastar eu sai e fui em direção a ele, apertei o passo e passei por ele, meio que para chamar a atenção, então ocorreu o obvio, ele me chamou, puxou conversa, sentamos em um banco no parque e ele me fez perguntas se eu já tinha namorada, se eu tinha relações com ela.
Eu disse que sim, mentira, eu nunca, ate então, tive qualquer relacionamento com ninguém, talvez não acreditem, mas nem bater punheta eu batia, eu sabia de certas coisas, ouvi certas coisas, mas nunca fiz nada.
Aquele homem me ofereceu dinheiro para ir com ele a um lugar, não me lembro se ele falou quanto, só me lembro que me decepcionei depois com o valor, explico mais adiante.
Eu o segui, ele me levou a um banheiro publico de um prédio comercial na avenida afonso pena, na praça sete, dois quarteirões do parque municipal.
Subimos de elevador e dentro do banheiro ele abusou de mim, fez sexo oral em mim, me beijou, não agradei ele como ele gostaria pois não tive ereção, não funcionou, mesmo assim ele caiu de boca por alguns minutos, depois tirou o pau pra fora e queria que eu vira-se de costas, disse que ia só encostar ou coisa assim, mas fiquei com medo, ele não insistiu e pediu para eu bater uma punheta nele, não me lembro se ele pediu que eu o chupasse, acho que sim, mas não fiz.
Segurei o cacete dele, que nem era grande e bati uma, ele gozou rápido, o leite caiu no meu sapato, um sapato preto tipo kichute, a mancha daquele leite não saiu nunca do meu sapato, serio, mesmo depois de lavar a mancha ficou la´.
Mas enfim, depois disso saímos do banheiro, ele pediu para eu descer primeiro e esperar ele na calçada, eu desci tive medo de ele fugir, sumir, não sumiu, desceu com umas moedas na mão e me deu, disse que estava com pouco dinheiro, aquilo era uma micharia, e disse que queria me ver de novo se eu podia esperar ele no parque no dia seguinte.
Respondi que sim.
E esta é a segunda parte desta historia que não contei no outro site.
No dia seguinte fui no encontro, mas cade, o cara não apareceu, mas também, é obvio que não apareceria, uma que não fui o que ele queria, meu pau nem subiu, outra que ele deve ter pensado que eu poderia ter contado para alguém e estar armando uma situação para ele ser preso já que mesmo sendo anos 90 era crime um adulto fazer isto com um garoto de doze anos.
Eu fiquei no parque por horas e nada dele aparecer, fiquei no mesmo banco onde conversamos, onde ele combinou que me encontraria, banco este que existe ate hoje perto das rampas que dão acesso aos banheiros do parque. Desisti e fui embora, só que ele não sabe o que perdeu…
Naquela noite antes do segundo encontro eu fiquei extremamente exitado com a ideia de dar o cu para aquele estranho, tanto que pela primeira vez na vida me masturbei, ele despertou em mim meus desejos sexuais, acho que bati punheta a noite toda fantasiando aquilo, ao dormi cheguei a sonhar com aquele momento, eu era um garoto muito carente, vivia com minha mãe e minha avó, não tinha pai, padrasto, minha vida era ouvir sermoes de minha avó e apanhar da minha mãe, por isto eu ia para o parque ler minhas revistas, eu encontrei naquele estranho, mesmo que por poucos minutos, um gesto de carinho, mesmo que errado, mas gostei.
Então, naquele dia aquele pervertido perdeu uma chance de ouro, eu sai de casa usando apenas um calção, nem coloquei cueca pois imaginei que assim seria mais fácil, no dia anterior eu estava de calça jeans, fui usando apenas um calção e uma camisa, a mesma camisa do dia anterior, eu fui com a ideia na cabeça de chupar o pau dele e saber qual era o gosto do esperma, depois eu queria dar pra ele, deixar ele enfiar sem dó, eu nunca fiz isto mas já tinha ouvido sobre isto entre colegas, na verdade, um coleguinha meu uma vez sugeriu um troca troca e eu recusei, agora queria tudo.
O sujeito não foi, eu fantasiei aquilo por meses, talvez anos, toda vez que eu batia punheta eu imaginava aquele cara me fodendo, minha mãe na época era católica fanática e comprava muitas velas para rezas, eu pegava velas e enfiava no cu imaginando ser a pica daquele cara.
Se o mané tivesse retornado ele iria encontrar um garotinho disposto a tudo, tudo mesmo, se ele me levasse para casa dele, sei la onde, ele poderia fazer de mim uma boneca que eu amaria, claro que levo em consideração que se isto tivesse ocorrido talvez hoje eu estivesse arrependido e deprimido por tudo, mas naquele dia era tudo que eu queria, ate usar o perfume de minha mãe eu usei.
Fiquei la no parque, no lugar combinado, um garoto de doze anos, só de calão, sem cueca, com perfume feminino, contando os segundos para chupar uma rola, dar o cuzinho pela primeira vez e nada, só faltou eu usar calcinha e estar de vestido só para ele.
É esta a historia, não é fake, não é fantasia, é real, não tem nada que eu possa acrescentar que possa convencer que é real.
Só para finalizar, vou descrever o cara e quem sou hoje.
O cara era branco, magro, pele do rosto meio enrugada, acredito que tivesse acima dos 35 anos, talvez ate uns 50, algo entre 35 e 50, cabelos grisalhos, lisos tipo os cabelos daquele cantor Sydnei magal, mas curtos, falava rápido e baixo, não tinha um pau grande, uns 15cm no máximo, padrão da maioria, usava roupas sociais simples e portava uma mochila daquelas de dependurar nos ombros, mochila cor de calça jeans, esverdeada. Pela aparência deve que p cara era um profissional de alguma área simples, eu diria que talvez fosse um porteiro, pedreiro, motorista, sei la, ele não disse nada sobre profissão, estou me baseando em suas vestes.
Hoje eu sou um cara de 40 anos, nunca tive uma experiencia homossexual, aquele cara seria o primeiro e talvez o único, vá saber, não me tornei nenhum pervertido por causa disto, mas confesso, as vezes vejo garotos iguais a mim na época e a lembrança vem forte, não, não quero fazer o memso com ninguém, só disse que lembra a mim com doze anos louco para me tornar mocinha nos braços de um bobão que não quis ir lá. Ate hoje os pontos que citei no parque municipal de BH ainda existem, iguaizinhos, as vezes vou la e me sento no mesmo local, na ilha no meio do lago, mas por ser adulto não vou muito la, podem me confundir com aquele cara, afinal, é um parque né.
Eu tenho sonhos eróticos comigo, ainda garoto, dando p aquele cara ate hoje...
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