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Neto se acabou na calcinha da avó

📅 Publicado em: 02/06/2026 01:45

👤 Autor: solepa

Moramos na parte de baixo, a sogra na casa do meio, e o irmão mais velho da minha esposa mora na casa de cima.

Eu sou 6 (seis) anos mais novo que minha sogra (Beth). Uma coroa bem conservada. Desejável e muito apetecível (desconfio que seu falecido não a usava devidamente).

Ela encontrou uma calcinha toda esporrada no sexto de roupas sujas. Vestiu, e desceu, suspeitando que fosse eu o responsável por tal ato.

Eu estava no computador - à vontade, como de costume -, e já entrou me xingando de pervertido e sem vergonha, e disse que se eu quisesse me aliviar, era só procurá-la, e não ficar de sacanagens com suas calcinhas. E perguntou se tinha sobrado alguma porra no meu saco, pois ela esvaziaria naquele instante.

Perguntei qual o motivo daquilo tudo, então ela levantou a saia, e mostrou a calcinha com manchas esbranquiçadas secas, e disse para eu não dissimular, pois ali estava a prova.

Balbuciei um “mas não fui eu...”. Então lembrei da tarde anterior, quando flagrei o neto dela...

Sentou na poltrona ao lado da mesa do computador, e me mandou tirar a peça com a boca, senão nunca mais furunfaríamos.

Fazer o que!? Era encarar o cheiro e o gosto da porra do guri, ou...

Obedeci. Um tanto a contragosto, mas primeiro lasquei um beijo de virar ozoinho.

Me ajoelhei no chão à sua frente, enquanto ela escorregava, ficando com a bunda bem na beirada, e escorando os pés nos meus ombros.

Com as pernas abertas, puxou minha cabeça contra suas entranhas, e me mandou saborear nossos líquidos misturados.

Tentei resistir, mas ela repetiu a ameaça, então cedi, e meti a cara. Ela estava molhadinha – e eu que era o safado, né!?

Seu fluido diluiu a porra do guri e se misturou, deixando um aroma e sabor bem pitorescos. Pior que a situação incendiou a minha mente, e comecei a imaginar como iria chantagear o guri em troca daquilo.

Arredei a calcinha, e caí de boca naquela xoxota, abrindo caminho com a língua e os dedos, até sentir seu grelinho entumecido. Ela gemeu, tremeu e quicou na poltrona, atingindo o clímax em segundos. Subi na poltrona e enfiei meu pau na sua boca, que chupou avidamente, enquanto eu acariciava seus seios e bolinava os mamilos.

Já quase não aguentando, pulei para o chão, e trocamos de lugar. Ela ajoelhou na poltrona, por fora das minhas pernas, e sentou, num encaixe perfeito do meu pau com aquele bucetão todo melado. Enterrando quase tudo. Segurou na minha nuca, enquanto nossas bocas se uniam. E partiu para uma cavalgada frenética, fazendo meu pau sair quase todo, e enterrando de uma vez.

Na quinta quicada ela gozou. E continuou a cavalgada, parecendo uma adolescente. Estávamos tão alucinados, que só depois percebemos que ela havia mordido meus lábios a ponto de sangrar.

No prenúncio do meu clímax, calcei os pés na poltrona e levantei, com ela no meu colo. Sentei no encosto da poltrona, e ela pisou nos braços, escorando os joelhos no encosto. Então foi minha vez de fazer o entra-e-sai, já me babando todo, e escorrendo por suas pernas.

Galopamos e gememos, quase gritando, num orgasmo de dar inveja.
Nenhuma reação ainda.

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