Histórias do Landinho: 4 - Virei o brinquedo dos meus amiguinhos
No começo, tinha medo que os meninos, Luciano e Vavá, contassem para os outros garotos, o que rolava entre a gente, mas depois do dia que eu dei para o Vavá e para o Beto, irmão dele, eu comecei a ficar com medo de mim mesmo. Eu gostei tanto de ser tocado pelos dois, que passei a imaginar como seria ser tocado pelos outros meninos. Comecei a sentir vontade de dar para todos eles. Passei a observá-los, principalmente na hora em que eles mijavam, ficava olhando o pinto deles. Tentava de alguma forma ficar mais próximo deles. Só não me oferecia porque tinha medo da reação, tinha medo que eles não gostassem e me batessem, eu era magro, pequeno, era o mais novo da turma. Tirando o Beleza e o Luciano que já tinham 11 anos, os outros eram da mesma idade, 10, mas eu era o último a fazer aniversário.
Há alguns dias, na hora das brincadeiras na rua, eu era procurado pelo Luciano, ele estava doidinho por um algo mais, mas não estava dando, a rua estava muito movimentada. Ele até chegou a ir em casa, mas minha avó ficou por perto, e não deu.
Eu também estava doidinho, aliás, eu sempre estava assim. Mas eu tinha uma válvula de escape, o Vavá. Vira e mexe eu ia lá fazer uma visitinha para ele. E numa dessas visitas...
Estávamos exaustos, pelados, na cama dele. A tarde tinha sido longa.
_Caramba Vavá...faz tempo que seu irmão não aparece....
_Kkk...tá com saudade da rola dele?
_Também, ah sei lá..gostei de sentir vocês dois mexendo em mim...
_Landinho...se você gosta tanto de rola, porquê fica com frescura?
_Caramba Vavá, não tenho frescura nenhuma, faço tudo o que você pede...
_Não é isso, pensa que eu não reparei que você fica olhando o pinto da galera?
Olhei para a cara dele, meio surpreso.
_Tá...mas e daí? Falei.
_E daí que você deve estar doidinho para pegar a rola deles, e fica com frescura...é isso! Ou estou mentindo?
_Não. Falei baixinho.
_Então, deixa de frescura...
_Ah Vavá...não sei...não sei...
Não tocamos mais no assunto, me troquei e fui embora. Em casa voltei a pensar nessa conversa. Fiquei com o pinto duro. Me acabei na punheta.
A semana seguinte foi complicada, minha avó ficou doente e eu acabei ficando em casa à tarde cuidando dela. Na quarta, Luciano apareceu por lá.
_Oi...o Vavá falou que você não estava podendo sair de casa..
Expliquei o que estava acontecendo, e ele entrou para ver minha vó. Conversamos um pouco, e minha vó dormiu.
Fomos para a sala, e na hora que eu me sentei, Luciano falou:
_Pô Landinho...vamos aproveitar que sua avó dormiu e vamos lá na sua casa....rapidinho...
_Não dá Luciano...e se ela acordar? Tenho que ficar por aqui....
_Ah....então vamos fazer aqui mesmo....
Eu estava com dó do Luciano, e assim que ele se aproximou, puxei o calção dele, e abocanhei a sua rola.
_Ei...ei....
Nem liguei, chupei até deixar bem dura. Aí me virei no sofá e me abri para ele.
Luciano enfiou o dedo no meu cú, e logo em seguida me agarrou pela cintura, e sem perder tempo socou a rola. Ele metia forte e gemia alto.
Por meia hora eu fiquei ali, recebendo suas estocadas. Depois, ele cansou e parou. Se arrumou, e foi embora, feliz da vida.
Eu ainda fiquei o restante da semana com a minha avó.
Na segunda da semana seguinte, o Vavá falou comigo, ainda na escola.
_E aí...sua avó já tá legal? Tem um lote novo lá em casa.
_Tá! Que horas posso ir lá?
_A hora que quiser....e acho que você vai gostar...
_O Beto vai estar lá?
_Vai lá para ver....
Sem querer perder tempo, fui rapidinho para a casa do Vavá. No caminho, encontrei o Neguinho. Como ele andava na mesma direção, perguntei onde estava indo. E ele me respondeu que estava indo para a casa do Vavá, ver revista. Achei estranho. Seguimos juntos e conversando.
Chegando na casa do Vavá, encontramos o Beleza, o Luciano e o Ricardo. A turma estava toda lá. Olhei para o Vavá, que apenas sorriu. Fiquei todo tímido, com certeza ele tinha contado para todo mundo.
Vavá distribuiu as revistinhas, e começamos a folhear. Os meninos olhavam atentos as revistas, exceto o Luciano e o Vavá, que não tiravam os olhos de mim. De repente, Vavá põe o pau para fora e começa a bater punheta. Em seguida, o Luciano faz o mesmo. Não demorou muito, e todos estavam com o pinto para fora. Comecei a sentir calafrios.
Vavá se punhetava e acariciava o pinto, sem tirar os olhos de mim. Os meninos perceberam. Pelo que entendi, Vavá não tinha comentado nada com eles, mas estava se insinuando para mim, estava tentando me despertar, e conseguiu.
Fui ao banheiro, pensei um pouco, me desliguei de todos os receios, e segui meu instinto de putinha insaciável. Tirei minha roupa, voltei para o quarto, e sob os olhares de surpresa dos outros meninos, me debrucei e abocanhei a rola do Vavá. Luciano se aproximou e enfiou o dedo no meu cú. A partir daí, a putaria começou. Neguinho se aproximou, e eu passei a chupar seu pinto. Me revezava entre ele e o Vavá. Nesse momento, o Luciano já socava a rola na minha bunda. Ricardo e Beleza, batiam punheta e esfregavam o pinto em mim.
Luciano saiu, e o Ricardo passou a meter na minha bunda. Eu punhetava o Beleza e ainda me revezava chupando o Neguinho e o Vavá. Para qualquer lado que eu virava, tinha uma rola, estava me sentindo o máximo.
Depois de um tempo, passei a chupar o Beleza, e os outros se revezavam metendo na minha bunda. Era tanto entra e sai que eu nem sabia de quem era rola que estava enfiada em mim.
Eu tinha me transformado no brinquedo deles, a todo momento era virado de um lado para o outro. Meu anelzinho já estaba ardendo, quando eles começaram a dar sinais de cansaço. Ricardo e Neguinho pararam. Umas duas horas depois, com o cuzinho em brasa, dei conte do último, o Beleza. Deixei ele exausto.
Conversamos um pouco, rimos bastante e fomos embora.
Em casa, fiquei pensando no que eu tinha feito. Fiquei com medo deles contarem para a vila toda, mas isso não aconteceu. Passei a servir meus amiguinhos uma a duas vezes por semana. Foram alguns meses assim, até que a mãe do Vavá saiu do emprego, e as coisas complicaram, passamos a frequentar a casa em construção perto do campinho.
Há alguns dias, na hora das brincadeiras na rua, eu era procurado pelo Luciano, ele estava doidinho por um algo mais, mas não estava dando, a rua estava muito movimentada. Ele até chegou a ir em casa, mas minha avó ficou por perto, e não deu.
Eu também estava doidinho, aliás, eu sempre estava assim. Mas eu tinha uma válvula de escape, o Vavá. Vira e mexe eu ia lá fazer uma visitinha para ele. E numa dessas visitas...
Estávamos exaustos, pelados, na cama dele. A tarde tinha sido longa.
_Caramba Vavá...faz tempo que seu irmão não aparece....
_Kkk...tá com saudade da rola dele?
_Também, ah sei lá..gostei de sentir vocês dois mexendo em mim...
_Landinho...se você gosta tanto de rola, porquê fica com frescura?
_Caramba Vavá, não tenho frescura nenhuma, faço tudo o que você pede...
_Não é isso, pensa que eu não reparei que você fica olhando o pinto da galera?
Olhei para a cara dele, meio surpreso.
_Tá...mas e daí? Falei.
_E daí que você deve estar doidinho para pegar a rola deles, e fica com frescura...é isso! Ou estou mentindo?
_Não. Falei baixinho.
_Então, deixa de frescura...
_Ah Vavá...não sei...não sei...
Não tocamos mais no assunto, me troquei e fui embora. Em casa voltei a pensar nessa conversa. Fiquei com o pinto duro. Me acabei na punheta.
A semana seguinte foi complicada, minha avó ficou doente e eu acabei ficando em casa à tarde cuidando dela. Na quarta, Luciano apareceu por lá.
_Oi...o Vavá falou que você não estava podendo sair de casa..
Expliquei o que estava acontecendo, e ele entrou para ver minha vó. Conversamos um pouco, e minha vó dormiu.
Fomos para a sala, e na hora que eu me sentei, Luciano falou:
_Pô Landinho...vamos aproveitar que sua avó dormiu e vamos lá na sua casa....rapidinho...
_Não dá Luciano...e se ela acordar? Tenho que ficar por aqui....
_Ah....então vamos fazer aqui mesmo....
Eu estava com dó do Luciano, e assim que ele se aproximou, puxei o calção dele, e abocanhei a sua rola.
_Ei...ei....
Nem liguei, chupei até deixar bem dura. Aí me virei no sofá e me abri para ele.
Luciano enfiou o dedo no meu cú, e logo em seguida me agarrou pela cintura, e sem perder tempo socou a rola. Ele metia forte e gemia alto.
Por meia hora eu fiquei ali, recebendo suas estocadas. Depois, ele cansou e parou. Se arrumou, e foi embora, feliz da vida.
Eu ainda fiquei o restante da semana com a minha avó.
Na segunda da semana seguinte, o Vavá falou comigo, ainda na escola.
_E aí...sua avó já tá legal? Tem um lote novo lá em casa.
_Tá! Que horas posso ir lá?
_A hora que quiser....e acho que você vai gostar...
_O Beto vai estar lá?
_Vai lá para ver....
Sem querer perder tempo, fui rapidinho para a casa do Vavá. No caminho, encontrei o Neguinho. Como ele andava na mesma direção, perguntei onde estava indo. E ele me respondeu que estava indo para a casa do Vavá, ver revista. Achei estranho. Seguimos juntos e conversando.
Chegando na casa do Vavá, encontramos o Beleza, o Luciano e o Ricardo. A turma estava toda lá. Olhei para o Vavá, que apenas sorriu. Fiquei todo tímido, com certeza ele tinha contado para todo mundo.
Vavá distribuiu as revistinhas, e começamos a folhear. Os meninos olhavam atentos as revistas, exceto o Luciano e o Vavá, que não tiravam os olhos de mim. De repente, Vavá põe o pau para fora e começa a bater punheta. Em seguida, o Luciano faz o mesmo. Não demorou muito, e todos estavam com o pinto para fora. Comecei a sentir calafrios.
Vavá se punhetava e acariciava o pinto, sem tirar os olhos de mim. Os meninos perceberam. Pelo que entendi, Vavá não tinha comentado nada com eles, mas estava se insinuando para mim, estava tentando me despertar, e conseguiu.
Fui ao banheiro, pensei um pouco, me desliguei de todos os receios, e segui meu instinto de putinha insaciável. Tirei minha roupa, voltei para o quarto, e sob os olhares de surpresa dos outros meninos, me debrucei e abocanhei a rola do Vavá. Luciano se aproximou e enfiou o dedo no meu cú. A partir daí, a putaria começou. Neguinho se aproximou, e eu passei a chupar seu pinto. Me revezava entre ele e o Vavá. Nesse momento, o Luciano já socava a rola na minha bunda. Ricardo e Beleza, batiam punheta e esfregavam o pinto em mim.
Luciano saiu, e o Ricardo passou a meter na minha bunda. Eu punhetava o Beleza e ainda me revezava chupando o Neguinho e o Vavá. Para qualquer lado que eu virava, tinha uma rola, estava me sentindo o máximo.
Depois de um tempo, passei a chupar o Beleza, e os outros se revezavam metendo na minha bunda. Era tanto entra e sai que eu nem sabia de quem era rola que estava enfiada em mim.
Eu tinha me transformado no brinquedo deles, a todo momento era virado de um lado para o outro. Meu anelzinho já estaba ardendo, quando eles começaram a dar sinais de cansaço. Ricardo e Neguinho pararam. Umas duas horas depois, com o cuzinho em brasa, dei conte do último, o Beleza. Deixei ele exausto.
Conversamos um pouco, rimos bastante e fomos embora.
Em casa, fiquei pensando no que eu tinha feito. Fiquei com medo deles contarem para a vila toda, mas isso não aconteceu. Passei a servir meus amiguinhos uma a duas vezes por semana. Foram alguns meses assim, até que a mãe do Vavá saiu do emprego, e as coisas complicaram, passamos a frequentar a casa em construção perto do campinho.
Nenhuma reação ainda.
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