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A sociedade do Cuzinho: Meu segundo dia de aula

📅 Publicado em: 31/03/2026 00:01

👤 Autor: chubbypsvrj

📂 Categoria: Gay

🏷️ Tags: #Assédio #Estupro #Gay #Teen
O segundo dia de aula começou com meu corpo ainda carregando as marcas do sábado na borracharia. Cada passo pelo corredor do colégio enorme fazia meu cuzinho latejar — uma lembrança viva dos cinco homens que me haviam possuído. Usava o uniforme comum, mas por baixo da camisa, minhas tetas sensíveis roçavam no tecido, e a calcinha rosa de renda que Marcelo me ordenara usar todos os dias apertava delicadamente entre minhas nádegas.

Os meninos do ensino médio, mais velhos e imponentes, riam e cochichavam quando eu passava. Alguns olhavam para mim com um misto de curiosidade e desprezo — o gordinho novato, o garoto de tetinhas que já carregava uma aura diferente. Eu sentia seus olhares como dedos percorrendo minha pele, mas mantinha a cabeça baixa, lembrando das palavras de Marcelo: "Você é nossa princesinha protegida agora."

No meio da manhã, um menino do terceiro ano se aproximou de mim perto dos bebedouros.

— O diretor Willian mandou te chamar na sala da diretoria — disse ele, com um sorriso mal disfarçado. — Agora mesmo.

Meu coração acelerou. Diretor Willian — eu o tinha visto apenas à distância no primeiro dia, uma figura imponente de terno impecável, circulando pelos corredores com autoridade silenciosa. Sabia que ele era preto, alto, e que seu olhar parecia atravessar as pessoas.

Subi as escadas até o andar administrativo com passos hesitantes. A secretária, uma mulher de meia-idade com óculos na ponta do nariz, apenas acenou com a cabeça em direção à porta de madeira maciça.

— Pode entrar — disse ela, sem levantar os olhos do computador.

A sala da diretoria era ampla, com estantes repletas de livros, diplomas nas paredes e uma grande mesa de jacarandá. Sentado atrás dela, o diretor Willian parecia ainda maior do que eu lembrava — seus 1,98m de altura e ombros largos preenchiam o espaço com uma presença quase física. Ele vestia um terno cinza que destacava seus músculos sob o tecido. Seus olhos escuros fixaram-se em mim assim que entrei.

— Feche a porta — ordenou ele, voz profunda e calma.

Eu obedeci, as mãos trêmulas.

— Aproxime-se.

Caminhei até a frente da mesa. Ele não sorria. Seu rosto era sério, talhado em ângulos duros, mas seus olhos percorreram meu corpo de cima a baixo com uma intimidade que fez meu estômago embrulhar.

— O professor Marcelo me falou sobre você — disse ele, erguendo-se lentamente. — Sobre nossa... princesinha.

A palavra soou diferente na boca dele — mais pesada, mais carregada de posse.

Foi então que a porta que dava para uma sala anexa se abriu, e o coordenador pedagógico, Sr. Ricardo, entrou. Era um homem mais baixo, preto, de cabelos grisalhos e óculos de aro fino, com um ar de quem sempre sabia mais do que deixava transparecer.

— Ah, o nosso novo aluno especial — disse Ricardo, com um sorriso que não chegava aos olhos. — Willian, ele parece mesmo... delicado.

Willian deu uma volta na mesa até ficar a poucos centímetros de mim. Seu cheiro era de madeira cara e algo mais primitivo — suor masculino e autoridade.

— Está com sede? — perguntou o diretor, inesperadamente.

Antes que eu pudesse responder, Ricardo se adiantou com um copo de plástico transparente na mão. Dentro, um líquido branco e espesso.

— Aqui, tome — disse o coordenador, entregando-me o copo. — É um suplemento vitamínico. Para alunos que precisam de... reforço.

Eu hesitei. O líquido parecia leite, mas mais denso. Olhei para Willian, que apenas acenou com a cabeça, seus olhos fixos nos meus lábios.

— Beba — ordenou o diretor, suavemente.

Levantei o copo aos lábios e tomei um gole. O sabor era salgado, terroso, com um fundo metálico que grudava no céu da boca. Engoli com dificuldade.

— Tudo — disse Ricardo, ainda sorrindo. — Para o seu próprio bem.

Bebi o resto, sentindo o líquido morno descer pela minha garganta. Quando terminei, limpei os lábios com as costas da mão, envergonhado.

Willian observou cada movimento.

— Sabe o que você acabou de beber, garoto? — perguntou ele, sua voz agora um pouco mais áspera.

Balancei a cabeça, um frio percorrendo minha espinha.

— Foi leite direto da piroca preta do nosso coordenador — disse Willian, sem tirar os olhos de mim. — Ele tirou aqui mesmo, na salinha ao lado, pensando em você.

Meu estômago revirou. Olhei para Ricardo, que agora tirava os óculos e os limpava com um lenço, satisfeito.

— É verdade — confirmou o coordenador. — Um presente de boas-vindas. Para você entender como as coisas funcionam aqui.

Willian fechou a distância entre nós. Suas mãos enormes pousaram em meus ombros.

— Marcelo me disse que você gosta de leite — sussurrou ele, seu hálito quente no meu rosto. — Que pede por mais. É verdade?

Eu não conseguia falar. Apenas balancei a cabeça levemente, meus joelhos tremendo.

— Mostra pra ele, Ricardo — ordenou Willian, sem me deixar ir.

O coordenador puxou uma cadeira e sentou-se, desabotoando a calça com movimentos práticos. Em segundos, seu pau semi-ereto apareceu — não era tão monstruoso quanto os da borracharia, mas grosso, veiudo, com a cabeça roxa já úmida.

— Viu? — disse Willian, suas mãos descendo pelos meus braços. — Você bebeu direto da fonte. E agora vai receber mais. De mim.

Suas mãos encontraram a cintura da minha calça. Com um movimento fluido, ele desabotoou e puxou para baixo, expondo minhas nádegas e a calcinha rosa de renda.

Ricardo deu uma risadinha baixa.

— Já vem até embalado para presente — comentou.

Willian puxou a calcinha para o lado, rasgando levemente o tecido delicado. Suas mãos grandes apertaram minhas nádegas, abrindo-me.

— Você vai aprender a receber leite onde realmente importa — sussurrou ele atrás de mim.

Ouvi o som de sua calça sendo aberta, e então senti algo quente e enorme pressionando minha entrada. Era muito maior do que o de Ricardo — mais parecido com os homens da borracharia, mas com uma presença diferente, carregada de autoridade institucional.

— O diretor vai te arrombar agora, garoto — disse Ricardo, masturbando-se lentamente enquanto observava. — E eu vou assistir. Para garantir que você está sendo... bem educado.

Willian não usou saliva nem lubrificante. Simplesmente empurrou.

Eu gritei quando ele entrou — uma invasão brutal que fez minhas pernas quase cederem. Ele me segurou pelos quadris com força, seus dedos afundando na minha carne macia.

— Quieto — ordenou ele, começando a mover-se.

Cada enfiada era profunda, controlada, como se ele estivesse medindo cada centímetro do meu interior. Eu me apoiei na mesa do diretor, minhas mãos escorregando sobre a madeira polida, enquanto ele me fodia com uma regularidade metódica.

Ricardo observava, masturbando-se mais rápido agora.

— Gosta de levar rola de diretor, seu puto? — ele perguntou, voz rouca.

Eu não conseguia responder. Meu corpo estava tomado pela sensação de estar sendo possuído ali, na sala da diretoria, com diplomas na parede e o retrato do governador observando.

Willian aumentou o ritmo. Suas enfiadas tornaram-se mais duras, mais profundas. Eu sentia cada veia de seu pau raspando dentro de mim, cada movimento de seus quadris poderosos.

— Vai... vai gozar dentro desse cuzinho guloso — anunciou Willian, sua voz perdendo um pouco da compostura.

Ele enterrou-se até o fim e ficou lá, tremendo. Senti seu pau pulsando dentro de mim antes mesmo do jato quente começar — e quando começou, foi como um rio sendo despejado no meu interior. Jato após jato, inundando-me com uma quantidade que parecia impossível.

Quando finalmente se retirou, meu cuzinho permaneceu aberto, escorrendo seu sêmen grosso e branco que pingou no carpete caro da diretoria.

Willian respirou fundo, endireitando o terno. Ele parecia tão composto quanto antes, apenas um leve brilho de suor em sua testa.

Ricardo gozou então, seu próprio esperma atingindo o chão perto dos meus pés.

— Muito bem educado — comentou o coordenador, limpando-se com um lenço.

Willian pegou meu queixo com a mão, forçando-me a olhar para ele.

— Todas as segundas-feiras, às dez da manhã — disse ele, calmamente. — Você vem aqui receber seu leite. E às quintas, no final do dia, você vai à sala do coordenador Ricardo.

Ele soltou meu queixo.

— Agora vai ao banheiro se limpar. E lembre-se — seus olhos escuros perfuraram os meus — você é nossa princesinha. E essa escola toda vai saber disso, cedo ou tarde.

Saí da sala cambaleando, minhas pernas fracas, meu cuzinho ainda escorrendo o leite do diretor. No corredor, alguns alunos olharam para mim curiosamente, mas ninguém perguntou nada.

Desci as escadas em direção ao banheiro, sentindo o sêmen quente escorrer pelas minhas coxas por baixo da calça. Minha mente ainda processava o que acontecera — a armadilha do copo, a intimidade do assédio, a posse violenta e institucionalizada.

Era apenas meu segundo dia de aula. E já tinha horários marcados com o diretor e o coordenador.

A escola enorme agora parecia um labirinto de corredores que todos levavam de volta àquela sala — e aos homens que haviam decidido que meu corpo era deles.
Nenhuma reação ainda.

Comentários

R

Roberto comentou:

Definitivamente é muito sortudo, além dos homens do bairro agora mais três na escola, todos negros e pirocudos, um cuzinho arrombado aos 14. Sonho de consumo que não consegui realizar.

31/03/2026 11:47
L

Luiz comentou:

Esseee Diretor é tudo de bom pelo visto teremos ainda muitas fodas

01/04/2026 20:40