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E nasce mais um viadinho

📅 Publicado em: 02/08/2023 20:32

👤 Autor: lagartixa

🏷️ Tags: #Gay #Tween #Virgem #Voyeur
Este é um relato verídico quando eu tinha apenas 12 anos.

Cresci sem conhecer meu pai e sou filho único. Na época minha mãe, uma mulher linda, com seus 25 anos.

Ela trabalhava duro para o meu sustento,como manicure num salão de beleza. Moravamos numa pequena casa e adorava uma boa farra de vez em quando.

A casa era bem pequena, eu dormia na cama com ela, mas quando ela ia transar, eu tinha q dormir no sofá da sala.

Eu ouvia nitidamente, minha mãe gemendo e assim me despertei para o sexo. Comecei a olhar pela fresta da porta , e ficava admirado e de pinto duro e aí surgiu a atenção as pirocas enormes

Eu resolvi a vender as balas em um posto

com muito movimento, de caminhoneiros e carros a passeio.

Foi assim, andando entre carretas e caminhões, parados no imenso estacionamento escuro, q passei a conhecer o sub mundo da prostituição.

Travecos e putas não se misturavam, "trabalhavam "em locais opostos, um do outro.

Eu preferia vender minhas balas, no setor dos travecos e me excitava, escondido, embaixo de algum caminhão vendo bem de perto, algum caminhoneiro, comendo o cu , de algum traveco. Depois q gozava, o cara pagava e cada um ia pro seu lado.

Certa vez , depois q o cara gozou , jogou a camisinha, bem perto de mim. Depois q saíram, peguei aquela coisa, melada e cheia de leite ainda quente. Derramei a gosma na mão e cheirei , tinha um cheiro forte, parecia água sanitária, passei a língua na palma da mão e senti o gosto ácido, acredoce. Não achei bom o sabor, mas tbm não senti nojo.

Certa noite,ao oferecer bala pra um senhor, ele me chamou pra ir até sua carreta, onde estava o dinheiro. Seguimos até o final do estacionamento, onde ele entrou numa carretona, linda, novinha e de cabine dupla. Ao ver minha admiração ele mandou q eu subisse na boléia. Curioso e louco pra conhecer como era lá dentro, aceitei o convite.

Enquanto eu admirava o painel, as cortinas e a enorme cama atrás dos bancos, o coroa começou a alisar meu pescoço, dizendo q eu era um garoto lindo. Ao me virar vi q o velho safado, já estava com o piru pra fora da calça.

Assustado, mas tbm curioso, fiquei com os olhos fixos, olhando o cabeção rosado e babado. Logo tentei sair, dizendo q precisa vender as balas, ele então me disse, q compraria todas se eu desse uma pegadinha no pau dele.

Interessado pela proposta, pedi pra q pagasse adiantado. Ele sorriu, e dizendo q eu era bem esperto, tirou a grana da carteira e me deu bem mais do q eu esperava. Satisfeito, guardei o dinheiro e patolei o pau e instintivante, comecei massagear, aquela coisa quente e cheia de veias grossas, q logo foi endurecendo na minha mão.

"Dá um beijinho nele"—pediu.

" Não, o senhor pagou só pra eu pegar"respondi.

" Se vc chupar, deixo vc com as balas"—respondeu apertando meu mamilo.

Era vantagem demais, e não pude recusar.

Me debrucei e cai de boca na cabeça vermelha, fazendo como minha mãe, fazia com seus namorados.

O coroa era um cinquentão, barrigudo e todo peludo. Seu pau babado fedia a mijo e suor.

Enquanto eu mamava com vontade, ele suspirava de prazer, já com a mão dentro do meu short, catucava meu cuzinho com o dedo. Achei gostoso e logo já estava com a bundinha empinada, e o cuzinho ardendo, com o dedo todo atoladinho. Não demorou, e o coroa encheu minha boca de porra, me fazendo engolir tudo, pra não engasgar.

Como havia prometido, ele me deixou levar as balas, me fazendo prometer , q faríamos de novo, dois dias depois, quando ele voltaria de viagem.

"":Na próxima, vou comer seu cuzinho"–disse, ele apalpando minha bunda.

"Vai ter q pagar mais caro"— respondi sorrindo , provocando.

Naquela noite, cheguei em casa feliz. Havia vendido tudo, e tinha faturado ainda mais, chupando a picona do coroa.

Dois dias depois, assim q cheguei no posto, vi a linda carretona estacionada e meu coração bateu acelerado.

Encontrei o coroa bebendo no bar, seus olhos brilharam ao me ver de longe. Depois de pagar um refrigerante pra mim, saímos em direção a carreta. Assim q entramos o tarado me abraçou e me beijou na boca.

Era meu primeiro beijo, e mesmo sem saber beijar,tentei corresponder. Ele então mandou eu tirar a roupa e ir pra cama. Experto, mesmo louco pra deitar com ele, me fiz de difícil, dizendo q precisava vender as balas. Desta vez ele me mostrou mais grana, q na moeda de hoje, deveria equivaler a uns 30 reais, eu nunca tinha tido tanto dinheiro, fui logo pegando a grana, tirei minha roupa e pulei pra confortável cama.

Minutos depois estávamos agarrados , na maior pegação. Ele havia me colocado invertido sobre seu barrigão, e enquanto eu chupava sua pica ele revezava língua e dedos no meu cuzinho.

Por fim, me colocou de 4, passou um gel no meu buraquinho e pincelou a cabeça na portinha.

Senti um enorme prazer, ao sentir o cabeção quente .

"Relaxa…abre bem o cu, se doer avisa q eu tiro"—disse ele, já forçando a entrada.

Obedeci, abrindo as nádegas com as mãos.

Mesmo devagar, dei um grito quando a cabeça deslizou pra dentro.

Aaiii…hummmm, tá doendo!

Ele então parou de empurrar, e alisando minha bunda,beijou meu pescoço, e disse:

Guenta um pouquinho, a dor já vai passar.

Eu me sentia todo preenchido, com o cu em braças, ao mesmo tempo achava delicioso aquela coisa grossa e quente dentro de mim.

Logo o prazer suplantou toda a dor. Meu pinto estava super duro, então comecei a forçar a bunda contra a pica, fazendo ela deslizar mais pra dentro.

"Quer mais pica né viadinho…isso, rebola no pau do titio"

Gemendo baixinho, obedeci e logo senti seu sacão enorme batendo na minha bunda num ritmo compassado.

O coroa suspirava de prazer, murmurando, coisas desconexas como:

Hummmm q delícia de cuzinho apertado…toma no cu BB!

O entra e sai da pica era cada vez mais rápido. De tanto ele socar veio enorme vontade de cagar.

Já não guentava mais, quando ele, cravou a pica bem fundo, e num urro alto, grunhiu:

"Toma leite no cuzinho, putinha…tô gozaannnddoooooo!!!!

Senti o mastro pulsando dentro de mim, enquanto jorrava leite quente, em minhas entranhas.

Depois esvaziar totalmente o saco, ele deu um tapinha na minha bunda, e tirou a pica,.

Meu cu, agora arrombado, permaneceu arreganhado, vazando porra pra fora. Tive q abrir a porta as pressas, e aos peidos desci da boléia, já me cagando todo, agachado embaixo da carreta. Era um mixto de porra, merda e sangue.

Essa foi a primeira de muitas outras vzs q dei o cu pra aquele coroa delicioso.

Logo vieram outros machos. Nem imaginava q os maduros davam valor a bundinha de um novinho. Com 9 anos, já não vendia balas, e ganhava uma grana boa, me prostituindo.

Não demorou pra q minha mãe descobrisse, mas o dinheiro q eu ganhava falou mais alto, ela fez vista grossa, afinal ela sabia q eu não pararia de dar meu cuzinho, recebendo ou não.
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