Aninha putinha, o cavalo e seu dono
Sou Aninha putinha de 25 aninhos, casada com Edi. Sou branquinha, gostosinha, uma bucetinha rosadinha e uma bundinha empinadinha. Hoje pela manhã levei meu marido até o portão e vi um cavalo na minha calçada. Me debrucei no muro e fiquei olhando o cavalinho. O cavalo então começou a mijar e sua piroca cresceu muito. Ficou com uns meio metro mijando. O dono do cavalo, um negro alto e forte, se aproximou, segurou a corda do cavalinho e começamos a conversar:
- desculpa dona ele sujou sua calçada. Me dá uma vassoura e um balde d'água que limpo.
- não precisa moço. Ele é só um cavalinho. Não fez por querer.
- ele é mansinho e muito bonitinho.
- quer dá uma voltinha montada nele moça?
- tenho medo. Me chamo Aninha e você.
- Me chamo Paulão.
- prazer Paulão.
Eu não parava de sonhar com aquele meio metro de piroca roçando na minha bucetinha que já estava molhadinha.
- Paulão, tem uns matos no fundo do meu quintal, quer botar ele pra pastar lá?
- boto sim Aninha e aproveito e limpo o quintal pra senhora.
Peguei o controle e abri o portão da garagem. Ele entrou com o cavalo e fomos pros fundos de casa. Paulão amarrou o cavalo num arbusto. Enquanto o cavalo com aquele meio metro de piroca a vista pastava Paulão segurou minha mão esquerda e me fez acariciar o cavalinho.
- Tá vendo Aninha, ele é mansinho. Paulão levou minha mão até a barriga do cavalo e quando me dei conta minha mão já estava acariciando a piroca do cavalo. Paulão então tirou a roupa e vi sua piroca dura, enorme e muito grossa, um verdadeiro cavalo. Com a mão esquerda punhetava o cavalo e com a direita Paulão. Ele tirou meu vestido minha calcinha, segurou a pica do cavalo e começou a passar a cabeça gigante da piroca do cavalo na minha bucetinha. Eu gemia de tesão com aquela pica enorme passado na entradinha da minha xerequinha. Punhetava Paulão enquanto isso.
- Ai, aí Paulão quando eu não aguentar mais de tesão você me fode de quatro feito um cavalo?
- Vou arrombar sua bucetinha que você vai ficar como uma égua. Já fudi muitas éguas de verdade.
- Então vem agora foder sua égua.
Fiquei de quatro e Paulão não teve dó da minha xerequinha. Enfiou a piroca na minha bucetinha que chegou arder. Eu relinchava imitando uma égua.
Socou, socou até que gozou feito um cavalo. A porra foi tanta que escorreu pelas minha coxas. Depois disso Paulão agarrou minha cabeça, me colocou debaixo do seu cavalo e disse:
- Chupa e toca uma punheta no meu cavalo até ele gozar também.
Fiquei com medo mas fiz. Enquanto eu chupava e tocava uma no cavalo Paulão dedilhava meu cuzinho. Depois de muito tempo, já estava exausta, o cavalo começou a soltar sua porra na minha cara. Tinha um cheiro horrível. Paulão então já estava com o pau duro de novo e arrombou meu cuzinho com sua piroca dura. Gozou mais uma vez no meu cuzinho agora.
Achei ótimo.
Comentem que respondo.
Até a próxima meus amores.
- desculpa dona ele sujou sua calçada. Me dá uma vassoura e um balde d'água que limpo.
- não precisa moço. Ele é só um cavalinho. Não fez por querer.
- ele é mansinho e muito bonitinho.
- quer dá uma voltinha montada nele moça?
- tenho medo. Me chamo Aninha e você.
- Me chamo Paulão.
- prazer Paulão.
Eu não parava de sonhar com aquele meio metro de piroca roçando na minha bucetinha que já estava molhadinha.
- Paulão, tem uns matos no fundo do meu quintal, quer botar ele pra pastar lá?
- boto sim Aninha e aproveito e limpo o quintal pra senhora.
Peguei o controle e abri o portão da garagem. Ele entrou com o cavalo e fomos pros fundos de casa. Paulão amarrou o cavalo num arbusto. Enquanto o cavalo com aquele meio metro de piroca a vista pastava Paulão segurou minha mão esquerda e me fez acariciar o cavalinho.
- Tá vendo Aninha, ele é mansinho. Paulão levou minha mão até a barriga do cavalo e quando me dei conta minha mão já estava acariciando a piroca do cavalo. Paulão então tirou a roupa e vi sua piroca dura, enorme e muito grossa, um verdadeiro cavalo. Com a mão esquerda punhetava o cavalo e com a direita Paulão. Ele tirou meu vestido minha calcinha, segurou a pica do cavalo e começou a passar a cabeça gigante da piroca do cavalo na minha bucetinha. Eu gemia de tesão com aquela pica enorme passado na entradinha da minha xerequinha. Punhetava Paulão enquanto isso.
- Ai, aí Paulão quando eu não aguentar mais de tesão você me fode de quatro feito um cavalo?
- Vou arrombar sua bucetinha que você vai ficar como uma égua. Já fudi muitas éguas de verdade.
- Então vem agora foder sua égua.
Fiquei de quatro e Paulão não teve dó da minha xerequinha. Enfiou a piroca na minha bucetinha que chegou arder. Eu relinchava imitando uma égua.
Socou, socou até que gozou feito um cavalo. A porra foi tanta que escorreu pelas minha coxas. Depois disso Paulão agarrou minha cabeça, me colocou debaixo do seu cavalo e disse:
- Chupa e toca uma punheta no meu cavalo até ele gozar também.
Fiquei com medo mas fiz. Enquanto eu chupava e tocava uma no cavalo Paulão dedilhava meu cuzinho. Depois de muito tempo, já estava exausta, o cavalo começou a soltar sua porra na minha cara. Tinha um cheiro horrível. Paulão então já estava com o pau duro de novo e arrombou meu cuzinho com sua piroca dura. Gozou mais uma vez no meu cuzinho agora.
Achei ótimo.
Comentem que respondo.
Até a próxima meus amores.
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