Tive que sentar no colo dele durante a viagem
Nossa líder comunitária costumava organizar eventos. Um dia, ela organizou uma excursão para uma praia fora da cidade. Eu estava doido para ir, mas a minha família não podia ir por que não havia dinheiro para a taxa da van. Porém eu insisti tanto que conseguiram o dinheiro para pelo menos eu ir. A minha vizinha da frente se responsabilizou por mim, como sempre. Então fomos.
Nessa excursão o Mateus foi também. Eu já não gostei, pois tinha receio dele mexer comigo na frente dos outros e eu ficaria com vergonha já que eu não podia bater nele para me defender. Na ida, eu sentei na parte da frente da van, no colo com a minha vizinha pois estava muito cheia e não tive contato com ele. Já na praia, ele se aproximou, mas estava amistoso. Ficou com a minha turminha. Eu ia para a água e ele ia comigo, simpatico, brincou comigo nas ondas. Eu relaxei com ele e passei a gostar. Na volta para casa, no fim do dia, houve uma bagunça na hora de entrar na van. Todos entraram rápido. Minha vizinha ficou na parte da frente e eu atrás. As pessoas foram me empurrando para o fundo. Eu vestia só uma camiseta e sunga, pois a minha roupa estava na bolsa da minha vizinha. Eu iria a viagem toda em pé até que o Mateus me chamou para sentar com ele que estava na última poltrona ao lado de um de seus amigos. Como ele tinha sido legal comigo na praia, eu aceitei. Ele me colocou sentado em seu colo. Vestia só uma bermuda, sem camisa.
Durante o percurso, só poucas pessoas iam conversando e rindo. A maioria ia dormindo depois de um dia de praia e sol. Sentado no colo do Mateus, ele puxou minha cabeça para que eu me apoiasse sobre seu peito. Assim eu fiz e gostei. Eu me senti protegido por ele. Era um peito largo. Os braços me envolviam como se fossem um lençol. Em um certo momento, comecei a sentir um movimento no corpo do Mateus. Ele mexia o quadril pressionando contra o meu corpo. Eu fiquei quieto. Até que ele pegou com as duas mãos na lateral do meu quadril e ficou meio que esfregando a minha bunda no pau dele. Eu nem me tocava que isso era coisa de sexo. Perguntei porque estava fazendo isso. Ele respondeu que estava ajeitando melhor o meu corpo para não ficar pesado. Fez isso por um bom tempo. Parou. Percebi ele mexendo na sua bermuda, desabotoando-a. Depois, me puxo para sentar bem encima do seu pau. Senti que estava muito duro e parecia bem grande. Olhei para baixo e vi que ele tinha tirado o pau da bermuda. Vi os pelos dele. Fiquei com medo. Olhei para o amigo do Mateus sentado ao nosso lado, mas ele estava dormindo com a cabeça para o outro lado. Eu fiquei calado. Ele continuou a pressionar o pau contra a minha bunda. Eu sentia tudo pois só estava de sunga sobre o pau dele.
Então o Mateus colocou o braço esquerdo sobre o meu peito, meio que me imobilizando e a mão direita passou a alisar a minha bunda. Eu fiquei apreensivo e nervoso. Ele colocou a mão dentro da minha sunga e encostou o dedo no meu cu. Eu fiquei muito nervoso nesse momento. Olhei para todos os lados para ver se alguém estava vendo aquilo. A minha maior preocupação era a vergonha de alguém ver e me associar a uma mulherzinha. Matheus ficou cutucando o meu cu. Eu falei sussurrando para ele parar. Ele nem respondeu. Pegou saliva em sua boca e voltou a cutucar meu cu. Fez isso algumas vezes. Me cu ficou bem melado, então ele foi enfiando o dedo. Doeu. Pedi de novo sussurrando para parar. Ele falou: “Deixa só um pouquinho. Eu gosto tanto de você. Você é o meu amiguim. Deixa, vai!” Eu fiquei calado aguentando as dedadas.
Ficamos nisso um bom tempo. Ele sempre pegava saliva na boca e voltava a enfiar o dedo. Chegou a ficar metendo dois dedos. Eu me preocupava muito mais que alguém percebesse do que com a dor. Depois disso, ele me soltou, tirou os dedos do meu cu e colocou em pé entre suas pernas. Achei que tivesse acabado, mas não. Ele abaixou a minha sunguinha o suficiente para bunda ficar exposta. Voltou a colocar saliva no meu cu. Eu olhei para ele sinalizando não com a cabeça para que ele parasse. Ele me olhou com cara de safado, passou saliva no pau e me puxou de volta para sentar. Senti a ponta do pau dele no meu cu. Doía. Eu tentava sair, mas ele voltou a me imobilizar com seu braço de modo a enlaçar meu peito e braços. Com a outra mão ele ajustava a posição do pau no meu cu. Eu tentei mesmo resistir, até que ele ficou impaciente e deu uma palmada na minha bunda. Fez barulho de estalo e eu fiquei com muito medo e alguém ter ouvido. Fiquei imóvel. Com isso, ele aproveitou e enterrou a cabeça do pau. Doeu muito. Ele tapou a minha boca. Eu chorei. Ele ficou parado e depois de um tempo começou a enterrar o resto do pau lentamente. Eu fiquei louco com isso. Por um lado, sentia dor e por outro, sentia apreensão, nervosismo e medo de alguém ver aquela cena. Eu me contorci de dor. Ele parou de enfiar. No movimento que eu fazia acabei pegando no pau dele e percebi que metade que estava dentro. Ele passou a me suspender e enfiar lentamente. Ficamos fazendo isso.
Na viagem, entramos em um trecho de estrada esburacada, então a van passou a tremer e chacoalhar muito. Com isso, os movimentos ficaram mais rápidos e no solavanco do carro o pau passou em ser cada vez mais enterrado no meu cu quando eu caia de volta no colo do Mateus. Eu olhei para ele e o vi sorrindo. Nem se importava que alguém visse aquilo. Só eu me preocupava. Em um certo momento, o pau enfiou todo. Eu pude sentir o pelos dele na pele da minha bunda. Já não doía tanto, eu até que estava gostando. Eu confesso. A parte ruim é que os outros passageiros da van acordaram com os solavancos do carro, inclusive o amigo do Mateus ao nosso lado. Quando eu percebi isso, ele estava olhando para a gente e rindo. Não disse nada, apenas ficou olhando. Eu fiquei morto de vergonha, com medo dele falar alto, fazer gozação e os outros verem também. Porém, ele nada fez. Mateus passou a meter com gosto. Ele meteu sem pena no meu cu. Acho que ele queria que eu gemesse. Fazia isso por maldade. Até que ele relaxou, parou de meter, tirou o braço de cima de mim. Eu fiquei em pé para tirar o pau dele. Tive que fazer isso com a mão pois ainda estava duro e foi quando eu senti meu cu melado. Achei que ele tivesse mijado em mim.
Eu subi minha sunga. Mateus guardou seu pau na bermuda, fez um carinho no meu cabelo e me puxou de volta pra sentar no seu colo de forma normal. Sentei e doeu o meu cu. Minutos depois chegamos na nossa comunidade. Fui para casa com a minha vizinha que perguntou por que eu estava caxingando. Eu disse que bati o pé numa pedra. No dia seguinte, o amigo do Mateus foi na porta da minha casa para me chamar para jogar bola. Ele disse: “Vamo lá amiguim, quer que eu fale com a sua mãe? Se quiser eu falo como você é foi legal na praia ontem”. Fiquei nervoso. Tive que ir.
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